São Luiz Gonzaga pode montar hospital de campanha para receber pacientes suspeitos de ter o coronavírus (COVID – 19)

A secretária de Saúde de São Luiz Gonzaga, Clari Ramborger, falou nesta segunda-feira (16) sobre as ações que estão sendo avaliadas para enfrentar possíveis casos de coronavírus (COVID – 19) no município. Uma delas seria a montagem de um hospital de campanha ao lado do HSLG, como foi feito na epidemia de H1N1, em 2009.

“Vamos nos reunir hoje à tarde, com a direção do hospital, para avaliar a criação de um hospital de campanha, que atenderia pacientes suspeitos fora do horário do atendimento dos ESF’s. Neste local, o funcionamento seria das 7h às 22h”. Inicialmente, o plano era centralizar estes atendimentos no ESF ao lado do INSS, mas a interventora do hospital, Iria Diedrich, entende que as pessoas vão acabar se direcionando diretamente ao plantão. Para a montagem do hospital de campanha, o comando do 4º RCB já se colocou à disposição.

Notícias falsas

Clari lembrou a importância de buscar informações nos meios de comunicação confiáveis, especialmente em meio a tanta desinformação que circula pelos grupos de WhatsApp. Na sexta-feira (13), por exemplo, rodou mensagem que o caso suspeito de São Luiz Gonzaga havia sido descartado por um exame de sangue feito pela família, em laboratório particular. A secretária lembrou que exames de sangue não podem descartar e que o único exame até o momento é o de análise da secreção nasal.

Caso suspeito

Até o momento há apenas um caso suspeito, conforme noticiou a São Luiz na sexta-feira (13). O estado do estudante de medicina, que retornou do Paraguai, é estável. Ele está sendo acompanhado pelo médico infectologista Sergio David Jaskulski Filho.

Ainda não há previsão para a divulgação do resultado pelo Laboratório Central de Saúde Pública do Rio Grande do Sul (LACEN).

Onde procurar atendimento

A orientação para pessoas que tiverem os sintomas (febre alta, tosse seca e dores musculares) é para que fiquem em isolamento em casa e entrem em contato com o ESF, pode ser por telefone, ou por meio de um familiar, para que a equipe possa fazer a coleta do material genético.

Fonte: Rádio São Luiz