Presidente da AMM, Ademir Gonzatto, defende unificação das eleições

(Foto: divulgação/AMM)

Com o avanço dos dias e a indefinição do que ocorrerá com as eleições neste ano de 2020, as lideranças começam a se manifestar sobre soluções a serem encontradas. O mais provável é que elas sejam adiadas do mês de outubro, mas também existe a possibilidade de prorrogação dos mandatos e a unificação com as eleições em 2022.

Para o prefeito de Dezesseis de Novembro e presidente da Associação dos Municípios das Missões (AMM), Ademir Gonzatto, a segunda opção é a mais adequada. Ele justifica que, em virtude da pandemia, o pleito deste ano está comprometido. “A prioridade é a saúde e já era uma proposta antiga unificar as eleições. Além disso, tudo atrasou: emendas não estão vindo, obras não estão concluídas e temos que prestar contas no final do mandato. Várias situações estão sendo adiadas e as eleições também deveriam”, justifica o administrador.

Apesar disso, Ademir entende que a possibilidade é pouco provável, pois muitos deputados “sempre tiveram prefeitos e vereadores como cabos eleitorais” e, com a unificação, perderiam esse apoio antecipado. Atualmente, há uma PEC assinada por 27 senadores propondo a unificação das eleições para 2022, por outro lado, no final da semana passada, o senador Randolfe Rodrigues, também encaminhou proposta para que as eleições sejam em 6 de dezembro deste ano.

Visitas à comunidade regional

Ademir Gonzatto, que assumiu a função de presidente da AMM recentemente, tem realizado visitas à órgãos de imprensa e de segurança da região. Na semana passada, os encontros ocorreram em Santo Ângelo, com destaque para reunião com o comandante do Comando Regional de Polícia Ostensiva das Missões (CRPO), coronel Vladimir Fernando Dalla Costa Ribas. “Como nossa posse foi realizada dentro das restrições de público, tenho visitado estes meios pessoalmente para manter contato com entidades e segmentos importantes da nossa região”, finalizou o gestor.

Fonte: Rádio São Luiz