Prefeito Ademir Gonzatto fala sobre casos de Covid-19 em Dezesseis de Novembro e de ação ajuizada pelo MP contra ele e duas empresas do município

(Foto: divulgação)

Gestor foi entrevistado pela São Luiz na manhã desta quarta-feira 

O prefeito de Dezesseis de Novembro, Ademir Gonzatto, falou hoje (1º/7) sobre os casos de Covid-19 no município. Conforme dados do boletim epidemiológico mais recente, são seis casos confirmados sendo que destes uma pessoa já está curada e outras duas estão hospitalizadas. As equipes médicas também monitoram 21 pessoas que estão em isolamento domiciliar por síndrome gripal.

Diante da situação, Mico destacou que foram adotadas medidas restritivas da bandeira vermelha como fechamento de bares, canchas de bocha, determinação para que atendimento no comércio ocorra de forma individual (pegue e leve), entre outras. É preciso, segundo o gestor, que as pessoas colaborem e ajudem nos cuidados para evitar o avanço da doença.

Ação ajuizada pelo MP

Na ocasião, o prefeito também comentou ação civil pública de impropriedade administrativa ajuizada pelo Ministério Público contra ele e mais duas empresas do município, com base em uma representação da bancada de vereadores do partido Movimento Democrático Brasileiro (MDB), que foi posto para avaliação da Justiça em 18 de maio. A representação levantou a hipótese de existência de diversas ilegalidades envolvendo a contratação, por parte do município de uma empresa de transportes e outra de serviços de mecânica.

Sobre o caso, que está tramitando no Juízo da 2ª Vara Cível da Comarca de São Luiz Gonzaga, Mico disse que “a bancada do MDB é a mesma que deixou o município um caos quando assumiu, sem médico, remédio, consulta, carro para a saúde, maquinário no ‘cepo’ e sem crédito”. Ele criticou os opositores e falou que estão tentando caçá-lo. Disse ainda que “se quisesse denunciar tinha muitas para fazer, mas que não é esse tipo de pessoa e que quer trabalhar em prol do município”.

O prefeito comentou que não foi citado e que assim que isso ocorrer tem os argumentos legais para sua defesa. “Estamos à disposição e vamos colaborar com a Justiça. A Promotoria está aí para fiscalizar. Tenho notas como provas. Fizemos tudo como a lei mandava”, defendeu-se.

Fonte: Rádio São Luiz