Após quase quatro décadas, Lisete deixa Emater/RS-Ascar de São Luiz Gonzaga

(Foto: Divulgação)

A receptividade da assistente administrativa Lisete Urnau da Silva foi por mais de três décadas o cartão de visitas do escritório municipal da Emater/RS-Ascar de São Luiz Gonzaga. Era ela que fazia o primeiro atendimento a agricultores e parceiros, além de atender a demandas do escritório regional. Após 38 anos e seis meses de trabalho, Lisete deixou a Instituição no último dia 03 de agosto.

Ingressou na Emater/RS-Ascar em 3 de janeiro de 1982, no escritório municipal de Roque Gonzales. Foram 30 dias de experiência para depois ocorrer a formalização do contrato em 1º de fevereiro deste mesmo ano. “Na época pensava em ficar três anos na Emater e sair da empresa para seguir com outros planos. Acabou não acontecendo, porque gostei de trabalhar e continuei até hoje”, relata Lisete. Neste período lembra-se com carinho do apoio recebido dos colegas do escritório municipal, do gerente regional Paulo Sérgio Kappel, do gerente adjunto Dante Gomes da Silva Fraga e do supervisor Élio Tolfo.

Foram sete anos e meio de trabalho em Roque Gonzales para então assumir como assistente administrativa no escritório municipal de São Luiz Gonzaga, em abril de 1989. “O que mais me marcou nestes 38 anos foi fazer parte de uma Instituição muito boa de trabalhar, a Instituição sempre foi uma mãe, sempre contei com companheirismo, para mim nunca foi difícil conseguir uma coisa, até mesmo com supervisores e gerências”, destaca. Também lembra dos valores que procurou adotar na realização das atividades do dia-a-dia. “Já vim de berço com o pensamento de honestidade, cumprimento dos deveres, compromisso na profissão. Procurei manter sempre lealdade e comprometimento dentro do trabalho”, afirma.

As memórias afetivas também revelam que a sua história de vida foi construída paralelamente à sua trajetória na Emater/RS-Ascar, afinal, ingressou na Instituição com apenas 19 anos. Foi durante o período que trabalhou na Emater/RS-Ascar, que casou, formou sua família, sendo que suas filhas cresceram tendo a Instituição como referência.

No trabalho, percebeu e viveu as mudanças na extensão rural. “Nos últimos anos houve muitas mudanças e avanços em termos de tecnologia. Quando comecei era datilografia e hoje se usa computador, smartphones, tablets”, relembra, além de destacar a proximidade com as famílias que buscam atendimento no escritório municipal e recebem acompanhamento em suas propriedades. Diante disso, acredita que os extensionistas que seguem as atividades têm muitas oportunidades de qualificar e ampliar o trabalho.

De sua trajetória na Emater/RS-Ascar, segundo Lisete, fica a gratidão: “eu saí da Instituição com a cabeça erguida e pela porta da frente. Agradeço a todos, desde as gerências, chefes de escritórios, colegas, presidentes, parceiros, agricultores, que fizeram parte desta caminhada”.

Fonte: Assessoria de Comunicação Emater