Na Semana Farroupilha, URI-SLG lança projeto Quatro Troncos Missioneiros – Conhecer para Valorizar

(Imagem: Divulgação)

O projeto tem Coordenação Geral da professora Dinara Bortoli Tomasi – Diretora-Geral, orientação da professora Lizandra Andrade Nascimento e a bolsista é a acadêmica de Direito, Regina Tayrini Bassani Carpenedo

O projeto “Quatro Troncos Missioneiros – Conhecer para Valorizar” tem como propósito buscar a compilação de dados a respeito da produção artístico-cultural dos Troncos Missioneiros – Cenair Maicá, Noel Guarany, Jayme Caetano Braun e Pedro Ortaça.

Partindo da premissa de que, para valorizar é necessário conhecer, ao desenvolver as ações, esperamos divulgar a obra dos Troncos Missioneiros junto às novas gerações, a fim de que ampliem o conhecimento a respeito das músicas, payadas e demais produções desses artistas, tornando-se agentes na preservação do legado missioneiro.

Dentre os objetivos do projeto destacam-se: – Desenvolver pesquisa sobre a produção artístico-cultural dos Troncos Missineiros – Cenair Maicá, Noel Guarany. Jayme Caetano Braun e Pedro Ortaça; – Divulgar a obra dos Troncos Missioneiros junto à rede pública de ensino, de São Luiz Gonzaga, oportunizando às novas gerações a compreensão do legado missioneiro; – Sensibilizar a comunidade quanto à importância dos troncos missioneiros para a compreensão histórica e cultural dos seus legados.

Amor, verdade, liberdade, paz, ternura, poesia… Valores que perpassam a obra desses quatro gaúchos de sensibilidade ímpar e que pretendemos destacar ao longo do estudo. Por isso, nessa Semana Farroupilha atípica, cumpre a cada gaúcho e a cada gaúcha, demonstrar seu amor por este chão, empenhando-se em fazer jus à descendência, honrando as raízes missioneiras e participando da construção de um legado de liberdade, igualdade e humanidade, como expressa o lema da Bandeira do RS.

Na obra desses ícones da cultura missioneira, há um universo a explorar! Especialmente para que, com eles, possamos aprender a exaltar o que há de bom e de belo nos nossos rincões gaúchos e a respeitar o passado, pois, assim como ensina a filosofia, é preciso compreender as experiências humanas do passado, por meio da apreciação de seus legados e narrativas, para expressar a singularidade e deitar raízes nesse espaço-tempo que compartilhamos.

Fonte: Assessoria de Comunicação da URI-SLG