Supervisora Regional fala sobre o programa de Vigilância Sanitária Animal de Fronteira (Sentinela)

(Foto: Francisco Lopes/Seapdr)

A supervisora da 17ª Supervisão Regional, Franciele Menna Barreto, falou ontem (9) sobre os reflexos do programa de Vigilância Sanitária Animal de Fronteira (Sentinela). A atividade, desenvolvida com apoio dos órgãos de segurança, visa combater o abigeato e diminuir o risco sanitário na faixa de fronteira e surgiu a partir da preparação do Estado para mudança de status sanitário para zona livre de aftosa sem vacinação.

Como o objetivo é evitar a circulação de animais sem procedência, as patrulhas, ao flagrar a prática do “chibo”, a movimentação de animais de corredor, entre outros, realizam a apreensão. Esses animais, na maioria das vezes, são oriundos de contrabando e como vêm de fora, de locais sem controle sanitário, acabam abatidos, uma vez que o produtor não tem provas de identificação do animal.

O abate só é feito após o período estabelecido para que sejam apresentadas provas da origem. O processo ocorre nos frigoríficos, com toda a inspeção sanitária. O animal passa pelo veterinário e a carne sai do local certificada. Se for autorizada para consumo, a Secretaria faz a doação. “Unimos dois grandes serviços: eliminar a doença nociva para o Estado inteiro e ainda ajudar entidades que precisam do auxílio”, comenta Franciele.

Reflexos da pandemia

A supervisora falou também sobre as mudanças ocorridas neste ano atípico, ressaltando que mesmo diante das dificuldades foi um período de bastante evolução na Secretaria. A mudança no status sanitário, por exemplo, era um pleito de pelo menos 20 anos. A informatização das inspetorias também foi elencada com um grande avanço. Na área vegetal, o destaque ficou por conta do desenvolvimento do controle da venda de produtos hormonais.

Fonte: Rádio São Luiz