São Luiz Gonzaga tem mais de 7 mil idosos nos grupos prioritários de vacinação

(Divulgação/RSL)

Levantamento foi feito pela coordenadoria regional de saúde

A coordenadora do Centro de Saúde, enfermeira Agueda Balbé, falou nesta semana sobre o expressivo número de idosos que São Luiz Gonzaga precisa vacinar, segundo levantamento da 12ª Coordenadoria Regional de Saúde. Ao todo, são 7.198 pessoas divididas em cinco faixas etárias.

São 1.167 idosos de 80 anos ou mais; 930 de 75 a 79 anos; 1.340 de 70 a 74 anos; 1714 de 65 a 69 anos; e 2.047 de 60 a 64 anos. Todos eles fazem parte do grupo prioritário e devem ser vacinados, seguindo essa ordem, tão logo cheguem os imunizantes necessários.

Até o momento, São Luiz Gonzaga recebeu 691 doses, 401 do Butantan e 290 da AstraZeneca. Com estes quantitativos foram imunizados todos os profissionais que estão na linha de frente de combate ao covid-19 da rede pública e do hospital, além dos idosos e dos profissionais dos dois lares.

Segundo Agueda, houve caso de recusa de alguns profissionais em tomar a vacina, mas foram poucos. Ela acrescentou que foram vacinadas aproximadamente 600 pessoas e que com as doses restantes iniciaram a vacinação de profissionais liberais (dentistas, médicos, farmacêuticos), pessoas que têm contato com pacientes diagnosticados ou com suspeita de ter covid-19. “Estamos seguindo o que está estabelecido no protocolo”, destaca Agueda.

Ela comenta que a logística está pronta para vacinar os idosos do grupo de risco e que se fosse necessário “trabalharia 24h para imunizar todos”, mas ressaltou que o país todo ainda vive uma escassez de vacinas. A enfermeira encerrou pedindo que as pessoas mantenham os cuidados e revelou que a grande maioria dos casos que surgem são de contatos familiares, exemplificando casos de empresas que possuem grande número de funcionários, mas não registram casos, ou seja, seguem os cuidados, por isso preservam a saúde de seus colaboradores. “Isso está mais que provado que os cuidados e uso de máscara impedem a disseminação da doença”, pontuou.

Fonte: Rádio São Luiz