Vereadora Ana Barros fala sobre iniciativas tomadas para enfrentar o agravamento da crise na saúde

(Divulgação)

A vereadora Ana Barros (PT) falou hoje, 5, sobre a rejeição, pelos colegas vereadores, da sua moção de apoio ao projeto de lei do deputado estadual Valdeci Oliveira, que prevê a instituição de um programa emergencial de renda básica em todo o estado, com objetivo de atender pessoas que estão passando por necessidades extremas até para comprar alimentos.

Ela citou que os vereadores que se posicionaram contra foram “Nodir, Misael, Mario, Fraga, João Iuri, Claudio e Edmar”. “Quando é uma proposição encaminhada por mim há esse ranço. Acho muito complicado. Não sou eu que tenho prejuízo; quem tem são as pessoas mais necessitadas. Espero que os colegas revejam”, comentou Ana.

A vereadora reforçou seu empenho para conseguir recursos para o município diante da crise sanitária, lembrando emendas já destinadas pelo deputado federal Paulo Pimenta e outras encaminhadas, como os R$ 500 mil anunciados pelo próprio Valdeci para o ano que vem. Ela também informou que se propôs a ajudar na mobilização com as outras Câmaras de Vereadores, assim como feito no ano passado, enquanto presidia o legislativo, quando foram arrecadados R$ 360 mil para o hospital.

Sobre o projeto de lei que instituiria uma Política Municipal de Renda Básica Emergencial, Ana destacou que a própria legislação vigente permite que os recursos sejam canalizados para a saúde e alimentação do povo. “Precisamos ter prioridade e quando se trata da vida e da saúde não há prioridade maior”, afirmou.

Leia mais: Câmara de Vereadores promove reunião nesta segunda-feira para definir critérios para a contemplação de cestas-básicas às famílias em vulnerabilidade social

A vereadora concluiu informando que foi convocada para a próxima segunda-feira, 8, uma reunião da Comissão de Bem Estar Social com a Secretaria de Ação Social para oferecer ajuda e repasse para compra de cestas básicas. Ana ponderou, no entanto, que a iniciativa precisou partir do legislativo, assim como a reunião de ontem com o Hospital São Luiz Gonzaga. Ela avalia que há, no momento, uma falta de mobilização por parte do executivo na hora de solicitar ajuda.

Fonte: Rádio São Luiz