Biomédico recomenda a utilização da máscara PFF2

(Imagem: Getty Images)

Segundo estudos, as máscaras PFF2 conseguem filtrar de maneira eficaz as partículas do coronavírus. 

O biomédico Günther Sott falou ontem, 16, em evento promovido pela URI – São Luiz Gonzaga, sobre a necessidade de reforçarmos os cuidados diante da circulação de novas variantes do coronavírus. Ele comentou que até o momento o mundo registra três que causam mais preocupação: a inglesa, a da África do Sul e a brasileira.

Na prática, pelo que se sabe até o momento, elas são mais transmissíveis e geram um efeito cascata, pois com mais gente contaminada maior é a chance de atingir pacientes que desenvolverão quadros graves e, por consequência, poderão morrer. Não está claro, ainda, se elas também são mais letais, estudos indicam que a inglesa sim. O próprio caso do paciente mais jovem vitimado pela doença em São Luiz Gonzaga, falecido ontem, aos 32 anos, não pode ser descartado como possível contágio por uma nova cepa.

Uma maneira de se proteger – indicada pelo biomédico – é que a comunidade passe a utilizar máscaras que oferecem maior proteção. O modelo recomendado é a PFF2, que custa em média R$ 3,00 e é comercializada em lojas de materiais de construção e de EPI’s. “No início da pandemia havia um gargalo para produção de máscara, mas agora isso já está sanado, por isso devemos usar máscaras que protegem mais”, comentou. Este modelo pode ser reutilizado por até cinco dias e não deve ser lavado. Mais detalhes sobre a máscara podem ser obtidos neste link (aqui)

Fonte: Rádio São Luiz