Jovem são-luizense inicia os primeiros treinamentos na base do Internacional

(Divulgação)

João Vitor tem 13 anos e atua na lateral direita

O são-luizense João Vitor, de 13 anos, deu mais um passo importante na sua busca por um futuro dentro do mundo do futebol. Desde o último sábado, 5, ele e o pai Valmor Caetano Marques estão em Porto Alegre, pois o jovem ingressou na base do Sport Club Internacional.

Em entrevista para a São Luiz, Caetano falou sobre a caminhada do filho que, apesar de jovem, já acumula bastante experiência. A formação de João iniciou com Geviton Cortes e seguiu pelas escolinhas Futshow e GBB. O trabalho deu condições para que o garoto pudesse disputar espaço com outros que estão em grandes centros.

Aos nove anos ele já estava na Chapecoense, passou pelo Juventude e depois jogos inúmeros campeonatos por equipes como a Abelc de Ajuricaba, Oriental de Três de Maio, Botafogo de Três de Maio e Flamengo de Alegrete. “Ele tem só 13 anos, mas experiência e uma base muito forte”, comenta Caetano.

O pai destaca a importância da família neste processo. “O filho tem que ter só uma preocupação. A responsabilidade é dos pais. Precisamos cobrar disciplina, comprometimento e dar suporte”, comentou. Caetano também ressalta a importância de contar com apoio de pessoas “boas e sérias” e citou como exemplo o clube empresa Triestre, que fica no Paraná, e que foi muito importante na caminhada.

Caetano, que integrou comissões técnicas da Seleção do 4º RCB e da própria AGSL, destacou que esse conhecimento também foi importante para poder orientar melhor o filho. “Pude ensinar para ele algumas coisas na questão física, técnica e evolução mental. São conhecimento de uma vida inteira no Exército e que ajudou muito. Mas é uma caminhada que trago muita gente junto”, destacou.

João Vitor atua na ala direita e desde março mantém ligação com o Inter. A ida para Porto Alegre vinha sendo postergada pela pandemia.

Ciente de que a caminhada até o profissional é longa, Caetano destaca “que não é nada certo e que são degraus de uma caminhada”. “Estamos colocando mais um degrau, mas temos certeza no que foi desenvolvido até aqui e o que temos que fazer. Ele está tranquilo, a cabeça dele é boa e a gente sabe que com dedicação e comprometimento certamente vamos chegar ao nível profissional, mas tem muito chão ainda”, conclui.

Fonte: Rádio São Luiz