Vereadora Ana Barros chama a atenção para situação de pessoas que estão instaladas em moradias improvisadas no Horto Florestal

(Divulgação)

Ocupação é irregular e município busca solução para o caso

A vereadora Ana Barros falou hoje, 15, sobre a ocupação que 26 famílias fizeram em terreno nas imediações do Horto Florestal, em São Luiz Gonzaga. Segundo a parlamentar, são famílias que têm crianças e idosos e estão instaladas em moradias improvisadas de lona.

Ana diz que são pessoas “acuadas, sem emprego e sem condições de pagar aluguel e que tiveram os problemas agravados com a pandemia”. Ela frisa que a política habitacional é responsabilidade do município e que o Executivo já teve reunião com as pessoas e pediu para que elas saíssem do local. A parlamentar questiona, no entanto, para onde essas pessoas iriam e destaca que eles têm a intenção de permanecer na ocupação até que a prefeitura encontre um local adequado.

Ana, inclusive, propôs que o município utilizasse os próprios pinus da área para fazer moradias que atendessem minimamente essas famílias. Pediu ainda que o município fizesse instalação de água e energia elétrica.

Procurado para falar sobre o caso, o prefeito Sidney Brondani disse que o município não pode fazer esse tipo de instalação em uma área ocupada sem a devida legalização, sob pena de ser responsabilizado. Ele disse que as secretarias de Obras e Ação Social estão em diálogo com essas pessoas para que deixem o local.

Brondani explicou também que é diferente do caso de pessoas que estão morando há 20, 30 ou 40 anos em uma “área verde”. Para estas, estão sendo confeccionados os títulos de regularização fundiária (Reurb). O município, reforça o prefeito, estima que mais de 2 mil famílias não tenham casa própria e morem de aluguel, mas não tem condições de ofertar moradia para todos.

Fonte: Rádio São Luiz