Ícone do site Rádio São Luiz FM 100.9

Caibateense de 15 anos é selecionada para jogar no Juventude e comenta conquistas e dificuldades de início de carreira

(Foto: Arquivo pessoal/Divulgação)

Caibaté – Com apenas 15 anos de idade, Emyli Olegário de Oliveira já soma sete anos de experiência como jogadora de futebol, mostrando-se uma grande promessa para o esporte brasileiro. A caibateense teve suas primeiras atuações em escolinha da Prefeitura de Caibaté e no time Real Masters, tendo como incentivadores seus treinadores Ênio Lopes e Eberson Antes. Devido às grandes habilidades em campo, foi ganhando destaque: no início do ano passado, ingressou no Adell/Chapecoense, em Santa Catarina, onde jogou por quase um ano; depois do término da categoria de base do time de Chapecó, representou a Aders de Tapejara por cerca de um mês e meio e, agora, no início de agosto, foi aprovada na seletiva sub 16 da base feminina do Esporte Clube Juventude, onde atualmente se dedica para consolidar a carreira.

Receba as nossas notícias no WhatsApp

Ao contar suas conquistas no esporte, Emyli comenta também as dificuldades para conciliar treinos, estudos e tempo para ver a família: “Minha rotina é bastante corrida, de manhã eu vou pra aula, chego da escola e vou direto me arrumar pra ir pro treino. Eu saio de casa por volta do meio-dia e só chego às 18 ou 19 horas do treino. Até o ano passado, eu conseguia ir cada mês pra casa, ou em feriados; agora, aqui, acredito que só consigo ir pra Caibaté de novo no final do ano”, relata a jogadora, que atualmente mora em Caxias do Sul, Serra Gaúcha, na sede do Juventude.

O pai, Eder de Oliveira, que sempre acompanha os passos da filha, incentivando a trajetória, comenta seu orgulho: “sempre tivemos muita confiança na Emyli, pois sempre foi uma menina boa, educada, muito carismática e desde muito pequena mostrava esse lado dela de gostar e jogar muito bem o futebol. Estamos felizes com o sucesso que ela vem obtendo nesse início de carreira tão difícil que é a do futebol. Às vezes a saudade aperta, o coração dói, mas é por uma boa causa. Somos gratos a todas as pessoas que valorizaram, torceram e acreditaram no talento da nossa filha e esperamos que ela consiga dar continuidade nesse sonho que não é somente dela, é meu, de toda nossa família e de muitas crianças da nossa cidade”.

Fonte: Assessoria de Imprensa da Prefeitura de Caibaté

Sair da versão mobile