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Patronagem do CTG Galpão de Estância fala sobre o adiamento das eleições

Foto: Kelvin Morais/Rádio São Luiz

Na segunda-feira, 12, participaram do programa Olho Vivo representantes da patronagem do CTG Galpão de Estância. Se manifestaram sobre o pleito adiado do último dia 05 o advogado Alecio da Rosa Cargnin e Tanise Almeida Leal de Melo.

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Um dos pontos comentados foi o pedido de liminar da Chapa 2, de oposição. Segundo Alecio, dos 10 itens apresentados apenas dois foram deferidos pelo judiciário, sendo eles sobre a formação da comissão eleitoral e o número de associados aptos a votar.

Sobre o primeiro ponto, eles esclareceram que a pessoa apontada na comissão não faz parte da Chapa 1, de situação, e sim da patronagem, o que, portanto, não estaria em desacordo com o estatuto. Sobre o número de associados, Tanise esclareceu que a Chapa 2 tinha 49 nomes que não estavam nos registros da entidade, mas que tão logo foram informados os identificados foram repassados para a comissão eleitoral. Ela acrescentou que o fichário do Galpão é antigo, “passou por muitas mãos” e que isso “poderia explicar a diferença”, mas que em momento algum houve a negativa para que eles participassem.

Outro ponto comentado foi sobre a reprovação das contas. No entendimento de Alecio, os eleitores que estavam pretensos a votar na Chapa 2 automaticamente votaram pela reprovação. Ele afirmou que é preciso fazer essa distinção, defendendo que os números apresentados não apresentam falhas.

Assuntos como a judicialização de assuntos que atingiram diretamente o atual patrão também foram abordados. Luiz Carlos, inclusive, se licenciou do cargo e até o momento não confirmou se mantém a candidatura. No momento, a entidade está sob o comando do vice-patrão. A entrevista na íntegra está na página da Rádio São Luiz no Facebook.

Fonte: Rádio São Luiz

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