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Clima seco traz desafios até mesmo para produtores com irrigação

Imagem de Freepik

O diretor do escritório Aurora Projetos Agrícolas, Douglas Dias, apresentou nesta sexta-feira, 13, um levantamento que revela a diferença acentuada entre as produções no milho sequeiro e no irrigado.

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Conforme dados do IBGE, a área de milho sequeiro na região de São Luiz Gonzaga é de aproximadamente três mil hectares. Destes, a empresa de Douglas realizou o projeto de 315 e praticamente todos, por causa do tempo, tiveram perdas.

Como a grande maioria dos produtores dessa modalidade é formada por agricultores familiares, o milho seria utilizado na alimentação dos animais. Sem ele, o produtor tem que aumentar a compra de ração e deixa de obter renda na comercialização do grão, gerando um efeito cascata de prejuízos.

Nas áreas irrigadas, que em São Luiz estimasse sejam de nove mil hectares, uma das maiores do estado, Douglas fez o projeto de 600. Nessas houve colheita, mas a qualidade do produto não é a mesma.

Entre seus clientes, não houve relato de falta de água nos pivôs, mas o cenário de índices baixos nas barragens é geral.

Com a previsão de mudança nos fenômenos atmosféricos na época do trigo, a expectativa é que ocorra bastante chuva, o que pode vir a danificar a cultura. A recomendação é que o produtor procure ajuda profissional para encontrar soluções aos cenários desafiadores do clima.

Fonte: Rádio São Luiz

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