Presidente do Conselho Municipal de Defesa dos Direitos da Mulher destaca ações de proteção e apoio às vítimas

Arquivo/Rádio São Luiz

A presidente do Conselho Municipal de Defesa dos Direitos da Mulher, psicóloga Thaís Vargas, participou do programa Expressão Livre nesta quarta-feira, 7, para abordar o início do trabalho na rede de proteção à mulher no município, projetando ações que devem ser realizadas ao longo do ano e comentando alguns dos principais casos atendidos pelo grupo.

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Thaís informou que já foram realizados dois encontros neste ano. O primeiro foi com a Procuradoria da Mulher, na Câmara de Vereadores, onde foram discutidas ações para fortalecer a defesa das mulheres e deliberado sobre o anúncio de que a Procuradoria deverá dispor de algum recurso financeiro, o qual poderá ser aplicado em ações efetivas. O segundo encontro foi na sexta-feira passada, dia 2, quando integrantes da Rede Lilás, outro grupo que congrega várias instituições e entidades do município, discutiu o calendário de eventos que deverão ser realizados ao longo do ano.

As datas principais, conforme explicou Thaís, são o Dia Internacional da Mulher, o Agosto Lilás, no qual ações são realizadas durante todo o mês, e o Dia Mundial de Combate à Violência Contra a Mulher, que ocorre em 25 de novembro. Ainda estão sendo ajustadas as programações, mas deverão constar nessa lista seminários, palestras e até o pedágio solidário, evento que arrecada recurso financeiro e que tem servido ao grupo para ajudar mulheres.

Entre os principais pedidos de ajuda solicitados ao Comdemulher, conforme Thaís, estão pedidos para sair de casa, por isso a importância, reforçada por ela, para que o município tenha um local de abrigo. Dois casos recentes atendidos pelo grupo de apoio foram nesse sentido, inclusive comprando passagens para que as vítimas pudessem voltar para casa da família. Thaís encerrou destacando que mulheres vítimas de violência devem buscar ajuda, seja do agente de saúde, do Centro de Referência da Assistência Social (CRAS), da Patrulha Maria da Penha da Brigada Militar ou outros integrantes da Rede Lilás. “A vítima precisa se preparar para sair desse ciclo e ter uma vida digna”, comentou.

Fonte: Rádio São Luiz