Professores da rede estadual participam de Jornada Pedagógica em preparação para início das aulas

Foto: Canva/Ilustrativa
O retorno das aulas na Rede Estadual de Ensino está previsto para o dia 18 de fevereiro. Antes disso, professores e equipes diretivas participam da Jornada Pedagógica 2026. Neste ano, o tema é “Escola, uma Comunidade de Aprendizagens” e o objetivo é fortalecer o trabalho dos professores em sala de aula e melhorar o aprendizado dos alunos, definindo metas para o ano letivo de 2026.
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Uma das novidades para 2026 é a realização da Jornada Pedagógica em duas etapas, com cursos assíncronos na Plataforma Escola RS e, posteriormente, com atividades presenciais nas escolas. As formações remotas seguem até sexta-feira (6) e contam com trilhas específicas para cada papel dos servidores nas escolas.
Nesta terça-feira (3) e quarta-feira (4), diretores participam do Seminário Lideranças Transformadoras, em Porto Alegre. Além disso, supervisores também possuem formações focadas em liderança, metas e gestão de aprendizagem, enquanto orientadores educacionais terão acesso a estratégias para acompanhar a trajetória dos estudantes e combater a infrequência escolar.
“Todas as nossas formações estão voltadas à aprendizagem do estudante”, explica Angelita Lopes Dahmer, responsável pela chefia de divisão de gestão pedagógica da 32° Coordenadoria Regional de Educação (CRE), de São Luiz Gonzaga. A partir do dia 9 de fevereiro, iniciam as atividades práticas da Jornada Pedagógica.
As atividades são conduzidas pelas equipes gestoras, supervisores e orientadores educacionais, com a participação dos professores nas escolas. No dia 10 de fevereiro, diretores e vice-diretores conduzem o acolhimento das equipes, apresentam o perfil da escola e compartilham as metas para 2026. Nos dias seguintes, o foco é o planejamento pedagógico.
Angelita ressalta a importância de combinar o conhecimento das formações com a realidade prática de cada escola. “A aprendizagem em sala de aula é um desafio, porque nós precisamos considerar essas diferenças entre os nossos estudantes e não ver o nosso estudante superficialmente”, pontua.
No caso da 32°CRE, um dos pontos elencados por Angelita como algo a ser aprimorado é a identificação e o acolhimento das dificuldades particulares de cada estudante. Para isso, aponta ela, torna-se essencial conhecer o contexto em que o aluno está inserido e trabalhar a partir disso. A expectativa é de que a Jornada Pedagógica possa auxiliar a pensar nestes desafios.
Fonte: Rádio São Luiz



