São Luiz Gonzaga avança em diferentes indicadores do Ideb; 32°CRE também teve resultados positivos

Foto: Canva/Ilustrativa

A educação de São Luiz Gonzaga melhorou na maioria dos indicadores medidos pelo Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb), divulgado neste mês de agosto pelo Ministério da Educação (MEC). Os dados consideram também o Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb) e são referentes ao ano de 2025. Na 32° Coordenadoria Regional de Educação (CRE), a avaliação dos resultados também foi positiva.

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Nos anos iniciais do ensino fundamental, considerando a rede pública de ensino, o município de São Luiz Gonzaga obteve o mesmo resultado de 2023, com índice de 6.3. Considerando apenas as escolas municipais, também houve estabilidade, com índice de 5,6 nas duas avaliações. Já no recorte das escolas estaduais, o índice subiu de 6.8 para 6.9, considerando os anos iniciais.

Nos anos finais do ensino fundamental, a rede pública de São Luiz Gonzaga registrou índice de 5.4, o que representa avanço em relação à avaliação anterior de 5.0. As escolas municipais passaram de 4.3 para 4.5 entre 2023 e 2025. Já as escolas estaduais, somaram 5.8 em 2025, uma alta de 0.5 em relação ao índice de 5.3 registado em 2023. Por fim, no ensino médio, com escolas apenas estaduais, o resultado foi de 5.0 em 2023, uma alta na comparação com o 4.0 da avaliação de 2023.

Secretária de Educação de São Luiz Gonzaga, Nara Mendes destaca que o Ideb avalia o desempenho dos estudantes em português e matemática, além do fluxo escolar, ou seja, a frequência em dias de avaliação. Segundo ela, os dados já estão sendo avaliados pelas equipes das escolas para compreender o que tem funcionado e os pontos a serem aprimorados.

“Serve de parâmetro para que a gente saiba sim saber avaliar que está acontecendo, onde estamos e para onde nós queremos chegar dentro da nossa educação”, pontua Nara. Os resultados do Ideb e do Saeb também influenciam a dinâmica de destinação de recursos para as redes de ensino municipais e estaduais.

32°CRE

Chefe da divisão de gestão pedagógica da 32°CRE, Angelita Lopes Dahmer comenta que os resultados das escolas da coordenadoria foram positivos. “De uma forma geral, as nossas escolas avançaram. Então, a média dos anos iniciais, dos anos finais e do ensino médio – todas avançaram. Isso demonstra o comprometimento, o trabalho realizado nas escolas”, enfatiza.

Angelita ressalta ainda os aspectos a serem trabalhados para avançar ainda mais, como um estratégia de busca ativa dos estudantes, para diminuir a evasão, além do foco nas aprendizagens. “É uma caminhada, muitas coisas vão mudando, acontecem faltas de professores que impactam nessas aprendizagens. São inúmeros desafios, mas que cada equipe gestora está aprofundando essa reflexão e vendo o que pode ser feito para avançar”, acrescenta.

Ainda em relação à frequência, Angelita celebra o fato das escolas da 32°CRE terem alcançado o índice de 80% de participação dos estudantes nas avaliações do Saeb, o que garante acesso a mais recursos para a educação na região. “Agora, nós estamos com as avaliações formativas, estamos todos os dias chamando as escola para ver se tem alguma coisa que nós possamos fazer para auxiliar, porque nós queremos 100% na avaliação formativa, mas 80% já é um bom número”, explica.

No Rio Grande do Sul, de 2023 a 2025, os índices do ensino fundamento para anos iniciais passaram de 6 para 6,3 nos anos iniciais e de 4,9 para 5,4 nos anos finais. Já o Ideb do ensino médio passou de 4,2 para 4,9. Na rede pública do estado, o resultado passou de 5,8 para 6,1 nos anos iniciais; de 4,7 para 5,2 nos anos finais; e de 3,9 para 4,7 no ensino médio.

O Ideb 2025 descreve a realidade de 14,5 milhões de matrículas nos anos iniciais do ensino fundamental em 101 mil escolas. Nos anos finais, retrata 11,2 milhões de matrículas em 61 mil escolas. Em relação ao ensino médio, os resultados do Ideb correspondem a 7,3 milhões de matrículas em 30 mil escolas.

Fonte: Rádio São Luiz