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Na Argentina, prefeitos buscam apoio para construção da ponte

Apoio financeiro do país vizinho é imprescindível para que obra saia do papel


Comitiva brasileira ao lado das autoridades argentinas. Tratativas seguirão. Foto: noticiasdel6.com

Ocorreu nesta semana, em Buenos Aires, encontro entre o governo brasileiro e o argentino para tratar das organizações burocráticas que visam a construção da Ponte Internacional Porto Xavier/San Javier. Na comitiva brasileira estavam o Presidente da Associação dos Municípios das Missões, Paulo Peixoto; Prefeito de Porto Xavier, Vilmar Kaiser; Secretário de Turismo e Mercosul de Porto Xavier, Ovídio Kaiser; e Prefeito de São Nicolau e Diretor do Detur, Ricardo Klein.

Recebidos pelo embaixador Sérgio França Danese e acompanhados pelo diplomata Joaquim Araújo, os representantes brasileiros foram às audiências com o escopo de estreitar ainda mais a relação entre os dois países, visando buscar o apoio das autoridades argentinas nas diversas esferas do Governo. Para tal, destacaram que a construção da Ponte Internacional Porto Xavier/San Javier tem enorme potencial para desenvolver a economia do noroeste gaúcho e dos dois países. A localização estratégica, perto do porto fluvial de Santa Ana, na Argentina, o qual deverá ser construído no próximo ano, é por onde escoaram-se as importações de soja e milho e outros produtos do Paraguai e do estado do Mato Grosso, como também os produtos frigoríficos produzidos no Rio Grande do Sul, principalmente na região missioneira.

Outro ponto abordado por eles, foi ressaltar a imensurável importância para o crescimento do setor turístico, chamando olhares para as riquezas missioneiras, envolvendo a rota missões e a história guarani-jesuítica. Consequentemente, o aumento da infraestrutura, atraindo investidores para o norte e noroeste gaúcho, gerarão empregos, renda e qualidade de vida para a população.

Em entrevista para a imprensa local, o prefeito de San Javier, Enio Lemes, comentou o encontro: “O Brasil quer iniciar a construção ainda este ano e busca o acompanhamento da Argentina. Lembrando que o Brasil já contratou o trabalho. A ideia seria começar e depois ver como conseguimos o resto do dinheiro para terminá-lo”, disse Enio.

O assunto seguirá em tratativas.

Com informações da Assessoria de Imprensa da AMM

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