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Presidente da Coopatrigo destaca a troca de experiência com verificação in loco da agricultura da Rússia

Regresso de viagem à Rússia na última semana, o presidente da Coopatrigo, Ivo de Souza Batista, destacou os pontos observados durante a viagem de conhecimento das culturas de trigo, milho e soja na Rússia, país com maior extensão territorial do mundo e que sedia a Copa do Mundo 2018.

VIAGEM CUSTEADA POR MULTINACIONAL ÀS COOPERATIVAS – Conforme o presidente da Coopatrigo, a viagem de verificação de produtos foi totalmente custeada pela UPL, multinacional do ramo de produtos químicos com sede na Índia que está instalada atualmente em 85 países. Segundo Ivo, a UPL contemplou diversas cooperativas do Brasil com a viagem, incluindo a cooperativa são-luizense, que esteve presente e pôde conferir as diferenças no cultivo do trigo, milho e soja do país russo.

PRODUÇÃO RUSSA – O presidente da Coopatrigo destacou a importância de atualização constante para quem atua no agronegócio e que precisa saber do que acontece a nível mundial. Assim, Ivo verificou de perto as lavouras de trigo, cuja produção russa supera 70 milhões de toneladas do produto, o qual é exportado, inclusive, para o Brasil. Conforme Ivo, devido ao inverno prolongado e as temperaturas amenas na maior parte do ano, na Rússia praticamente não existem pragas e doenças do trigo. Assim, a produção e comercialização do produto se torna muito mais barata se comparada à produção no Brasil, que convive diariamente com lagartas e a ferrugem acometendo as suas plantações.

O grupo de cooperativas também conheceu a produção de milho do país, que ocorre uma vez ao ano somente, mas que, da mesma forma que o trigo, não apresenta problemas com pragas e doenças. Já quanto à produção da soja, Ivo destaca que a produção da mesma é considerada insignificante em comparação à produção do trigo, representando somente 2,5 milhões de toneladas ao ano.

TROCA DE CONHECIMENTO – Para o presidente da Coopatrigo, a viagem resultou em muita troca de conhecimento também em relação às cooperativas brasileiras, que puderam compartilhar as peculiaridades de cada uma e o seu sistema de trabalho. Segundo Ivo, este intercâmbio de experiências serve para que se possa ter uma visão abrangente das situações enfrentadas por outras cooperativas e que servem de exemplo para buscar a solução de problemas que eventualmente possam vir a ocorrer nas cooperativas.

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