Destaques Principais

Uergs apresenta projeto de pesquisa em visita à CRE

Reitora Arisa (segunda à esquerda) participou da reunião. Foto: divulgação Uergs SLG

Na tarde desta segunda-feira, dia 30/04, a professora Arisa Araujo da Luz, acompanhada pelas bolsistas de Iniciação Cientificas, acadêmicas Jaine Greff de Oliveira – 7° semestre e Ana Luiza de Martins – 5º semestre do Curso de Pedagogia – Licenciatura da UERGS – Unidade São Luiz Gonzaga foram recebidas pelo coordenador de educação da 32ª CRE, Sr. Victor Hugo Pereira Nascimento e pela Coordenadora Pedagógica Eva Terezinha Marasca Antonini para apresentação do Projeto de Pesquisa denominado “Inclusão escolar na escola e na formação inicial docente: ainda um arremedo?.”

Arisa, entregou uma carta de apresentação do projeto e informou que a pesquisa será realizada em algumas escolas no município de São Luiz Gonzaga, num total de 6 (seis) escolas. O projeto tem por objetivo geral acompanhar as práticas didático-pedagógicas de docentes do Ensino Fundamental – anos iniciais – e de docentes do Curso de Pedagogia estabelecendo relações entre o trabalho na formação inicial e o trabalho na escola. A pesquisa é baseada na observação, acompanhamento e questionamentos direto com o(a) docente para identificar as práticas pedagógicas no que tange a aprendizagem de todos(as) na escola. Com a crença de que para a formação inicial é imprescindível acompanhar o que acontece na escola para subsidiar com estudos e pesquisas e se nutrir destas práticas que acontecem. Neste viés serão realizadas observações em momentos distintos na escola e universidade.

Também foi reafirmado o importante trabalho em inclusão escolar que é realizado nas escolas no município de São Luiz Gonzaga e região, nas três redes: municipal, estadual e particular. São Luiz Gonzaga tem práticas pioneiras no trabalho de inclusão escolar, buscando sempre a aprendizagem de todos e todas na escola. Das pesquisas que Arisa vem realizando desde os anos 80 do século passado, um longo caminho já foi percorrido, com sucesso e aprendizagens efetivas. Agora, pessoas que antes não conseguiam chegar ao ensino médio por suas características, diagnosticados como pessoa com deficiência, hoje não só concluem a educação básica, como ingresso na universidade. Esse longo caminho, tem uma relação muito estreita com a participação das famílias, que foram exigindo espaços e criando políticas públicas de inclusão.

O Coordenador da 32ª CRE ficou empolgado com o projeto e mostrou-se colaborativo, cientes que as escolas têm autonomia para participarem ou não. Durante a semana as bolsistas Ana Luiza e Jaine visitarão a SEMEC para fazer a mesma apresentação do projeto e entrega de carta de apresentação. Mais tarde as escolas serão visitadas para verificar a viabilidade de participação nesta pesquisa. Ao todo serão 6 (seis) escolas.

Fonte: Uergs SLG

Compartilhe: