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Prefeito de Caibaté fala sobre projeto de ponte que beneficiaria a região das Missões

Encontro das lideranças dos três municipios. Foto: Divulgação/Prefeitura de Guarani das Missões

O prefeito de Caibaté, Daniel Sefrin Herter, comentou em entrevista nesta quarta-feira, 26, sobre um projeto de grande importância para o município e as cidades vizinhas de Mato Queimado e Guarani das Missões. A obra, que está em tratativas desde o início do ano, visa a construção de uma ponte no Passo dos Violas, região que liga os três municípios. O projeto é considerado decisivo para o desenvolvimento regional e melhoria na logística da região.

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“Quando assumi em janeiro, já tinha esse plano em mente. Procurei os prefeitos vizinhos e, como gestores preocupados com o desenvolvimento da nossa região, fomos ontem até Guarani reunir os três prefeitos: Mauro Hartmann, de Mato Queimado, Leandro Wastowski, de Guarani, e eu, de Caibaté”, revelou o prefeito. A iniciativa, que já tem uma longa história, busca viabilizar a construção de uma ponte, com custos estimados em mais de R$ 20 milhões.

De acordo com Daniel, a mobilização dos três municípios é vital, pois, sozinhos, não teriam condições financeiras de arcar com a obra, cuja estimativa inicial para o projeto é de R$ 300 mil. “É um momento de repactuação da dívida do Estado, e achamos que é hora de se mobilizar. Queremos levar o projeto à Associação dos Municípios das Missões (AMM) também”, afirmou.

O projeto tem como principal objetivo melhorar a mobilidade na região, encurtando o trajeto até a ligação com a região Noroeste do estado, beneficiando principalmente o setor agrícola, base da economia. “Com a construção da ponte, teremos uma redução significativa no tempo de deslocamento, principalmente para quem utiliza a rota das Missões, além de possibilitar maior acesso à região”, explicou.

O prefeito também alertou sobre a importância de se antecipar ao projeto, já que, segundo ele, a falta de mobilização poderia adiar a execução da obra indefinidamente. A obra é grande, com previsão de até 200 metros de extensão e sete metros de largura. No entanto, o projeto terá que levar em consideração riscos como a elevação das águas durante as cheias, um fator que pode interferir na execução.

Fonte: Rádio São Luiz

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