Presidente da Câmara de São Nicolau destaca projeto para sede própria e reforça apoio aos agricultores no Grito de Alerta
O presidente da Câmara de Vereadores de São Nicolau, Miguel Daunheimer Schuquel (Progressistas), participou do programa Olho Vivo desta terça-feira, 18, para falar sobre importantes pautas em andamento no município. Entre os temas abordados, Miguel destacou o projeto para a construção da sede própria da Câmara, a participação dos vereadores no Grito de Alerta da Fetag e a reivindicação para solucionar um problema estrutural na Escola Maria Seggiaro Hoffmann.
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Segundo o presidente, a Câmara dispõe de um terreno doado pela Prefeitura e pretende, em breve, colocar em prática o projeto para construção do prédio próprio. Atualmente, o Legislativo ocupa um prédio cedido pelo Estado que apresenta problemas na cobertura, causando danos ao mobiliário em dias de chuva. “Temos esse terreno pronto e estamos economizando recursos para construir nossa sede. Queremos trabalhar cada vez melhor para nossa comunidade”, afirmou.
Sobre a mobilização em prol dos agricultores, Miguel anunciou que nesta quarta-feira, 19, a Câmara de São Nicolau não terá atendimento devido à participação dos vereadores e funcionários no Grito de Alerta, que ocorrerá em São Luiz Gonzaga. “Sempre estive ao lado dos agricultores, mesmo antes de ser vereador. Se não nos mobilizarmos, nada acontece. Estamos cobrando dos políticos que busquem soluções para quem gera impostos e produz alimentos”, ressaltou, reforçando o convite para que a comunidade, comércio, cooperativas e bancos também participem da mobilização.
Outro tema abordado foi a situação da Escola Estadual Maria Seggiaro Hoffmann, que desde setembro do ano passado enfrenta problemas com parte das salas de aula descobertas. Em audiência recente na Secretaria Estadual da Educação, em Porto Alegre, Miguel Schuquel solicitou urgência para a realização da obra. “Essa situação já provocou até falta de aulas em dias de chuva. Fomos cobrar pessoalmente e nos prometeram resolver em até 60 dias. Vamos acompanhar e, caso não cumpram, voltaremos a cobrar, pois é inadmissível uma escola tão importante do município seguir sem condições adequadas”, enfatizou.
Fonte: Rádio São Luiz




