
Foto: Canva
A partir desta segunda-feira, 14 de abril, as escolas públicas de São Luiz Gonzaga e outros 5.543 municípios terão uma campanha de vacinação voltada para crianças e jovens de até 15 anos. A mobilização faz parte do Programa Saúde na Escola, parceria entre os ministérios da Saúde e da Educação. O objetivo da ação é atualizar a caderneta de vacinação dos cerca de 27,8 milhões de alunos de 109,8 mil escolas.
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A meta do governo federal é vacinar 90% dos estudantes – crianças e adolescentes menores de 15 anos – das escolas públicas brasileiras até o dia 25 de abril. As doses serão aplicadas conforme a faixa etária de indicação. Serão aplicados os seguintes imunizantes:
- febre amarela;
- tríplice viral (sarampo, caxumba e rubéola);
- DTp (tríplice bacteriana);
- meningocócica ACWY;
- HPV [Papilomavírus Humano].
Além de ampliar a cobertura vacinal e reduzir o risco de doenças, a iniciativa visa combater a desinformação e informações incorretas que possam levar à recusa vacinal e conscientizar sobre a importância da imunização. A aplicação das vacinas do Programa Saúde na Escola será realizada exclusivamente por equipes do Sistema Único de Saúde (SUS).
A participação dos alunos está condicionada à autorização dos pais ou responsáveis. As imunizações poderão ocorrer dentro das próprias unidades de ensino e também nas unidades básicas de saúde. Para a campanha, o Ministério da Saúde destinou R$ 150 milhões, sendo R$ 15,9 milhões enviados para os estados e R$ 134 milhões destinados aos municípios. Os repasses serão feitos de acordo com o número de escolas de cada região, as dificuldades logísticas para entrega das doses e necessidades específicas.
Uma novidade anunciada pelo Ministério da Saúde é que, a partir deste ano, as doses aplicadas nas escolas ou por encaminhamento escolar devem ser registradas na caderneta de vacinação com a opção “Vacinação Escolar”. O registro padronizado permitirá monitoramento mais preciso do impacto da iniciativa.
“É uma grande ação de mobilização que aproxima as equipes de saúde da família e de atenção primária em saúde do espaço da escola. Também facilita a vida para os pais, porque, muitas vezes, o pai e a mãe estão na hora de trabalho e não conseguem ir à unidade básica de saúde”, afirmou o ministro da Saúde, Alexandre Padilha.
Fonte: Rádio São Luiz com informações da Agência Brasil
