Desidério Souza vence Categoria Instrumental do 30º Musicanto com “Um Tema para Iolanda”

Foto: Officina da Música Áudio e Vídeo
O 30º Musicanto Sul-Americano de Nativismo encerrou sua programação no sábado, 8 de novembro, no Centro Cívico e Cultural Antônio Carlos Borges, em Santa Rosa/RS. A edição reuniu três noites de apresentações, iniciadas na quinta-feira, 6 de novembro, com a exibição de 32 músicas inéditas distribuídas nas categorias Livre, Instrumental e Semeador, esta destinada a jovens intérpretes de 11 a 17 anos.
O processo de avaliação das obras ficou a cargo da comissão formada por Patrícia Prestes, Edson Flores de Campos, Diego Espindola, Vinícius Brum e Érlon Péricles. Ao longo das três noites, o evento reuniu composições de diferentes regiões do país, resultando na seleção de 17 finalistas.
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Na Categoria Semeador, o primeiro lugar foi para “Serventia”, de Gujo Teixeira e Cássio Figueiró, de Não-Me-Toque. O segundo lugar ficou com “A Paixão e o Catavento”, de Fernando Graciola e Caio Martínez Machado, de Porto Alegre, enquanto “Proa”, de Bruno Kohl, de Porto Belo, conquistou a terceira posição.
Na Categoria Instrumental, o prêmio principal foi para “Um Tema para Iolanda”, de Desidério Souza, de São Luiz Gonzaga, destacando a participação do município na edição. O segundo lugar ficou com “Valsiana”, de Samuca do Acordeon, de Santo Antônio da Patrulha.
A Categoria Livre teve como vencedora “Tempo, Vento e Fim”, de Duca Duarte, de Porto Alegre. O segundo lugar foi para “Violeiro do Tempo Antigo”, de Eduardo Santhana e Manoel Gandra, de Santana de Parnaíba, e o terceiro para “A História de Outra História”, de Bianca Bergman, Robledo Martins e Mário Tressoldi, de Pelotas.
O festival também destacou premiações específicas: melhor arranjo para “Violeiro do Tempo Antigo”; melhor intérprete para Shana Muller; melhor instrumentista para Guilherme Goulart; melhor letra para “Milonga de Basto e Pelego”, de Mauro Moraes; e música mais popular para “De Pago em Pago”, de Rafael Olvido Cabo Deco, Apparício Silva Rillo Neto, Jackson Guanaco de Ley e Antônio Carlos Careca, de Santa Rosa.
A edição de 2025 consolidou o lema “Unindo povos, unindo vozes”, reunindo artistas, público e equipe organizadora em um evento que reforçou a representatividade da música nativista no cenário regional e sul-americano.
Fonte: Rádio São Luiz




