Rio Grande do Sul intensifica medidas preventivas contra febre aftosa

Foto: Canva/Ilustrativa
A Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação (Seapi), por meio do Sistema Veterinário Oficial, emitiu um alerta aos produtores rurais e viajantes após o registro de um foco de febre aftosa na região de Brandemburgo, na Alemanha. O caso reforça a importância de medidas preventivas, especialmente em regiões livres de doenças, como o Rio Grande do Sul, que mantém desde 2021 a classificação de zona livre de febre aftosa sem vacinação.
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A febre aftosa, causada por um vírus altamente contagioso, afetando bovinos, suínos, ovinos, caprinos e outros animais de casco fendido, causando ferimentos na boca, patas e tetos, febre alta e dificuldades de locomoção. Os produtores são orientados a notificar imediatamente os sintomas à Inspetoria Veterinária do município.
Além da vigilância clínica, a Seapi recomenda medidas como a infecção de veículos que acessam propriedades, controle específico de visitantes e aquisição de animais apenas com o Guia de Trânsito Animal (GTA), um documento que comprova a regularidade sanitária dos animais. Também é importante que as propriedades estejam devidamente cercadas para evitar o contato com animais potencialmente contaminados.
Para os viajantes, a principal orientação é evitar a entrada de produtos de origem animal no país de forma ilegal, especialmente embutidos e cárneos, que podem ser vetores do vírus. A Vigilância Agropecuária Internacional(Vigiagro) mantém controle rigoroso nos aeroportos para prevenir o ingresso desses produtos. Além disso, quem visita áreas com registros de febre aftosa deve desinfetar roupas e calçados e evitar o contato com animais sensíveis por pelo menos 48 horas.
O Rio Grande do Sul é zona livre de febre aftosa sem vacinação e não registra casos desde 2001. Desde então, o estado alcançou avanços significativos na erradicação da doença, consolidando-se como referência em controle sanitário animal. A Alemanha, por sua vez, não registrava casos da doença desde 1988.
Notificações de suspeitas podem ser realizadas pelos canais oficiais, incluindo o WhatsApp (51) 98445-2033 e os e-mails [email protected] e [email protected].
Também é possível entrar em contato com a supervisão regional para busca de informações e orientações. Telefone: (55) 3352-1790 – Rua: Bento Soeiro de Souza, 2448 – São Luiz Gonzaga/RS ou e-mail: [email protected].
Fonte: Rádio São Luiz




