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Aparelhos celulares arrecadados no Projeto Conectar são entregues para alunos do CIEP

(Foto: Alcides Figueiredo/Rádio São Luiz)

Escola foi escolhida após levantamento da 32ª CRE

Na segunda-feira (19/10), o Rotaract Club e a 32ª Coordenadoria Regional de Educação efetuaram a entrega dos aparelhos celulares arrecadados no Projeto Conectar. A destinação de seis dispositivos foi feita na Escola Estadual de Ensino Fundamental Dr. Mário Vieira Marques – CIEP, local onde os alunos têm maior restrição no acesso por conta da dificuldade de adquirir o equipamento.

Conforme Mathias Bueno Ribas, um dos idealizadores da ideia, o Rotaract pretende seguir com a campanha por mais algum tempo, pois mesmo com a possibilidade de retorno das aulas presenciais muitos alunos não poderão retornar por conta das restrições. Assim, aqueles que tiverem um aparelho em condições de uso e queiram contribuir com a arrecadação podem fazer a entrega para integrantes do Rotaract ou diretamente na sede da 32ª CRE.

A coordenadora regional de educação, Mônica Pagliusi Lopes Justo, que prestigiou a entrega, agradeceu a parceria e reforçou o pedido para que a comunidade contribua com o projeto. Cabe lembrar que o governo do Estado, em parceria com a Assembleia gaúcha, oferta a internet.

Fonte: Rádio São Luiz

AGSL lança camiseta promocional com edição limitada

A Associação Grande São Luiz de Clubes (AGSL), que no início de setembro formalizou o retorno de suas atividades com a divulgação da sua nova diretoria, lançou uma camiseta promocional. O artigo tem edição limitada de 250 unidades ao preço de R$ 110,00.

O torcedor que adquirir pode personalizar com o seu nome e número. As medidas da camiseta foram divulgadas em tabela que pode ser visualizada abaixo.

O link para encomenda é pelo WhatsApp (neste link).

Leia mais: Formada a diretoria da Associação Grande São Luiz de Clubes

Fonte: Rádio São Luiz

 

Eventos climáticos afetam safra de trigo no Rio Grande do Sul

(Foto: FecoAgro RS/Divulgação)

Segundo a FecoAgro/RS, geada e seca prejudicaram potencial produtivo do cereal e alta na cotação defasou preço ao produtor que negociou em contrato futuro

A colheita do trigo segue em andamento no Rio Grande do Sul, em regiões de clima mais quente, como as Missões, por exemplo, cerca de 50% da área já foi colhida pelos produtores. Embora houvesse uma euforia no início da safra, problemas climáticos e de mercado trouxeram um novo cenário para a cultura, segundo o presidente da Federação das Cooperativas Agropecuárias do Estado do Rio Grande do Sul (FecoAgro/RS), Paulo Pires.

Conforme o dirigente, houve um investimento do produtor no cereal. Entretanto, a geada seguida de seca nas últimas semanas prejudicou o potencial produtivo de plantas. “Da euforia passamos para a frustração. Iniciamos um plantio com 26% de aumento de área e o Rio Grande do Sul sonhou em colher 3 milhões de toneladas de trigo. Infelizmente tivemos uma geada em 22 de agosto que levou parte deste potencial produtivo e depois a seca, somando dois eventos climáticos em uma cultura só”, destaca.

Outra questão, de acordo com Pires, é o aproveitamento dos preços de mercado atuais, pois as vendas futuras feitas pelos agricultores ficaram com valores defasados, o que comprometeu ainda mais a renda dos produtores. “Os preços excepcionais que o produtor de trigo tem hoje, mais de R$ 70,00 a saca, não serão aproveitados por muitos produtores, pois cerca de um milhão de toneladas dos 2 milhões de toneladas previstos para a colheita estão comprometidos com contratos futuros com preços bem abaixo”, observa.

O presidente da FecoAgro/RS salienta também que este será um ano bastante difícil para a triticultura gaúcha. “Se acreditou, se aumentou a área, se teve potencial produtivo, se fez a coisa certa, mas alguns problemas vão prejudicar o sonho de renda e de uma lavoura bem formada como temos em alguns casos”, completa.

Por Nestor Tipa Júnior/AgroEffective

PRF apreende mais de 50 mil dólares sem procedência em Santiago

(Foto: Divulgação/PRF)

O dinheiro estava escondido nas meias dos ocupantes do veículo

Na tarde desta terça-feira (20), no km 403 da BR 287, em Santiago, policiais rodoviários federais apreenderam 51 mil dólares e mais de 4 mil reais, sem comprovação de origem, que estavam escondidos nas meias de dois homens em um automóvel.

Durante ações de combate ao crime, após receber informação do serviço de inteligência, os agentes abordaram um veículo Logan, de propriedade de uma locadora, com dois homens, que informaram que estavam retornando para Santa Rosa. Durante entrevista aos ocupantes, ambos estavam nervosos e apresentavam respostas desconexas, levando os policiais a suspeitar do real motivo da viagem. Em busca no interior do veículo e ocupantes, foram localizados 51 mil dólares e mais de 4 mil reais escondidos nas meias dos dois homens.

Os homens, de 31 e 40 anos, residentes em Santa Rosa/RS, não comprovaram a origem do dinheiro e não informaram qual seria seu destino, o qual foi apreendido, sendo encaminhado, junto com o veículo e envolvidos, para a Polícia Federal em São Borja.

Fonte: PRF

Covid-19: médicos da UFPel alertam para uso de medicações “milagrosas”

(Imagem: Divulgação)

Desde o início da pandemia causada pelo novo Coronavírus, diversas substâncias ativos já foram apontadas como tratamentos milagrosos contra a doença causada pela sua infecção, a Covid-19. No entanto, médicos ligados à Universidade Federal de Pelotas apontam que ainda não há evidências científicas suficientes para determinar tratamentos ou profilaxias eficazes contra o vírus e a doença que ele desencadeia.

O aumento de casos da doença, em especial aquele visto na Itália, motivou uma corrida dos cientistas para encontrar um tratamento viável para os pacientes, conforme relata o médico de Família e Comunidade e professor da Faculdade de Medicina da UFPel Rogério Linhares. Devido ao estado de exceção e por razões humanitárias, foi permitida a testagem de medicações diretamente em pacientes, sem as etapas anteriores de experimentação. Outras delas somente continham a etapa in vitro, sem aplicação em organismos vivos.

Por isso, nos primeiros meses, diversos estudos foram publicados, inclusive em revistas de excelência, sem critérios comumente usados, como a revisão por pares, em uma ânsia de encontrar um tratamento possível para uma problemática sanitária de escala global.

Linhares explica que são dessa época as publicações sobre substâncias que poderiam ter grande efetividade no tratamento da Covid-19. Mas havia algo em comum entre elas: elas não haviam sido testadas em seres vivos. “No ambiente in vitro muita coisa pode funcionar; mas e em um organismo?”, questiona o docente.

É justamente desse período que se reportam pesquisas de alguns dos princípios ativos apontados como “milagrosos” contra o Coronavírus, como a hidroxicloroquina. O médico infectologista Paulo Orlando Monteiro, servidor da Faculdade de Medicina, explica que a eficácia da substância exemplificada foi vista quando administrada somente em laboratório e em doses altíssimas. O mesmo pode ser dito, segundo o profissional da saúde, da ivermectina.

O médico intensivista do Hospital Escola da UFPel Edgard Ferreira, que integra a equipe da área dedicada a pacientes internados pela Covid-19, esclarece que a hidroxicloroquina até foi utilizada na casa de saúde no início da pandemia na região, mas que logo em seguida já caiu em desuso, seguindo as recomendações encontradas na literatura médica. A mesma atitude foi tomada por grandes hospitais, que incluíam a medicação em seus protocolos, mas que também os retificaram.

Essa retirada se deu pelo fato de que, com alguns meses da existência da epidemia, já foi possível a publicação de estudos com maior qualidade, incluindo grupos de controle, por exemplo, que não apontaram eficácia demonstrada nos ensaios iniciais. Por isso, os profissionais consultados são taxativos ao afirmar: ainda não há medicação segura para prevenir ou tratar a Covid-19. “Se existisse alguma comprovação, o mundo inteiro já estaria usando”, pondera Linhares.

Não fazer mal ou fazer bem?

Os três profissionais consultados afirmam ter visto alguns de seus colegas médicos receitando e até mesmo administrando em si próprios algumas dessas medicações. Um dos casos citados é o de um coletivo de médicos que publicou uma recomendação de uso de um coquetel de substâncias para uso precoce em pacientes contaminados pelo Coronavírus.

“Talvez prescrevam por pensarem que mal não faz”, afirma Ferreira. No entanto, Linhares aponta que, dentre os princípios da bioética, além da não maleficência – não fazer mal -, é preciso também pensar na beneficência – fazer bem. “Uma coisa é um indivíduo saudável usar. Mas se há alguma condição, pode trazer uma reação indesejada”, explica.

O infectologista Monteiro lembra que a hidroxicloroquina e a ivermectina são seguros, mas quando usados para os seus fins específicos, como a malária, no caso do primeiro, e a escabiose, no caso do segundo: “Em Medicina, não trabalhamos com ‘será’; o que não se sabe não se faz”. Por isso, destaca ele, sociedades médicas como as de Terapia Intensiva, Infectologia e Pneumologia estão publicando notas afirmando que o protocolo é não utilizar tais terapias.

Atualmente, o procedimento adotado é o de manutenção e acompanhamento: os pacientes internados são monitorados e recebem oxigênio por cateter ou respiradores quando necessário. No caso destes dois cenários, pode ser administrada a dexametasona, corticoide que já se provou útil – em estudos com grupos bem delineados, conforme destaca o intensivista Ferreira – em doentes que apresentem tais necessidades, reduzindo óbitos nos internados em UTI e reduzindo a necessidade de respiradores mecânicos nos que recebem oxigênio.

Os médicos também alertam para o perigo da automedicação: “Há um grande risco nessa atitude”, diz Linhares. Essa ponderação é compartilhada por Monteiro: “Alguns dos medicamentos podem se mostrar perigosos e, em combinações erradas, podem potencializar efeitos adversos”. Ferreira também lembra que o uso dessas substâncias como profiláticos pode levar a um descuido nos hábitos que seguramente combatem a infecção, como a higienização das mãos e superfícies, o distanciamento social e o uso de máscaras.

Partilhando conhecimento baseado em evidências

O Comitê Interno para Acompanhamento da Evolução da Pandemia da Covid-19 da Universidade Federal de Pelotas publicou na terça-feira (14) um alerta exatamente sobre o uso de medicamentos de eficácia não comprovada como política pública no combate à doença. Segundo o documento, o uso de tais princípios ativos contraria a boa prática científica ao não seguirem preceitos básicos da metodologia, colocando a população em risco. O alerta foi assinado, além de membros do comitê, por profissionais e pesquisadores da área da saúde.

Além disso, uma edição vindoura do projeto “UFPel Talks” promoverá um debate online sobre o tema “Medicamentos para Covid-19: existe a pílula milagrosa”, reunindo os pesquisadores Natália Pasternak (USP) e André Kalil (Universidade de Nebraska), mediados pelos professores André Fajardo e Marcelo Capilheira. A atividade ocorrerá no dia 23 de julho, às 18h, pela página da UFPel no Facebook.

Fonte: Universidade Federal de Pelotas

Uergs desenvolve pesquisa sobre o comportamento alimentar dos são-luizenses durante a pandemia de Covid-19 e os impactos deste momento na vida social da população

(Foto: divulgação)

Levantamento visa minimizar os impactos da pandemia no município

Estamos vivendo uma emergência de saúde pública de importância internacional devido ao surgimento do novo coronavírus (Covid-19). A melhor maneira de se proteger é não se expor ao vírus. No entanto, algumas pessoas realmente precisam sair de casa para realizar atividades consideradas essenciais. Assim, é importante que saibamos como se comportar e o que pode ser feito para diminuir a exposição ao coronavírus. Com relação a aquisição e consumo de alimentos, alguns cuidados também devem ser adotados para garantir a segurança dos alimentos neste período, considerando a possível transmissão do vírus através de embalagens e durante a compra dos alimentos.

Com base nas informações acima e considerando importante a participação do curso de Ciência e Tecnologia de Alimentos da Uergs no levantamento de informações e no enfrentamento deste problema de saúde pública, está sendo realizada uma pesquisa que visa realizar levantamento a respeito do comportamento e dos impactos da pandemia de Covid-19 na vida social e alimentar das populações dos municípios de São Luiz Gonzaga e Encantado-RS.

A coordenadora da pesquisa, professora Fernanda Leal Leães, ressalta que é extremamente importante a participação da comunidade são-luizense, para isso basta que os interessados em participar preencham o formulário on-line através do link: https://forms.gle/sw3EximXitVC1uLcA  o qual encontra-se disponível nas redes sociais da Unidade da Uergs de São Luiz Gonzaga e Encantado. A participação na pesquisa é anônima, ou seja, o participante não precisa se identificar.

Com este estudo pretende-se obter um panorama do comportamento da população, no que diz respeito a vida social e alimentar durante a pandemia. Além disso, pretende-se elaborar material informativo sobre os resultados da pesquisa, bem como proposição de ações de extensão que auxiliem na minimização dos impactos da pandemia de Covid-19 nestes municípios.

Fonte: Assessoria de Imprensa da UERGS