Chefe do Executivo também descartou qualquer possibilidade de rompimento de contrato com a estatal. (Foto: Kelvin Morais/Rádio São Luiz)
Na segunda e na terça-feira, dias 27 e 28, o prefeito Sidney Brondani, acompanhado de comitiva formada pelos vereadores José Antônio Caetano Braga (Progressistas), Aldimar Machado (MDB), Francisco Lourenço (PDT) e Laureano Castilho (PSDB), esteve em Porto Alegre tratando de dois assuntos importantes para o município. A primeira audiência, na segunda-feira, foi para falar com a diretoria do DAER sobre a estrada que liga a BR 285 com São Lourenço, no trecho que passa pelo Assentamento São Sebastião.
Conforme Sidney, o encontro foi para encaminhar um termo de cooperação técnica entre o município e a autarquia. “Este trecho de pouco mais de 6km é uma ERS. O município precisa de autorização para justificar o investimento que faz em uma estrada que não é dele”, explicou. O prefeito ainda manifestou a intenção de municipalizar o percurso, o que deve ser feito em uma segunda etapa. “A primeira etapa é o termo de cooperação, depois vamos encaminhar o projeto para municipalização. Vamos assumir algo que já estamos fazendo mesmo. Aquele trecho está inserido no mapa turístico regional e temos recurso para asfaltar”, concluiu o prefeito.
Reunião e prazo de 30 dias para a Corsan
A segunda reunião da comitiva foi ontem pela manhã, com a diretoria da Corsan. Neste encontro, o prefeito e os vereadores manifestaram a insatisfação com o não cumprimento do contrato assinado em 2013, que trata sobre o esgoto. Ao longo destes quase sete anos, nenhuma etapa foi cumprida pela companhia.
Sidney lembrou que em 2017, ao final do primeiro ano do mandato, já havia notificado a estatal e mesmo assim nada foi feito. Ele comentou que atualmente, quando há algum problema de esgoto, o município atua como “quebra-galho”, mas essa função é da Corsan.
O prefeito descartou a possibilidade de rompimento de contrato, pois a intenção é manter a água e esgoto públicos. Mas disse que exigiu um novo cronograma de execução de obras em até trinta dias. “Sete anos dando explicação é muito tempo. Estamos exigindo o cumprimento do contrato”, concluiu.
