
Foto: Alcides Figueiredo/Rádio São Luiz
A tradicional chama crioula foi recebida neste domingo (06/09) na sede do 14° Batalhão de Polícia Militar (BPM), em São Luiz Gonzaga. A chegada do fogo simbólico marca uma das etapas dos Festejos Farroupilhas 2026 que, neste ano, tem como tema “Herança Jesuítica e Guarani no Rio Grande do Sul: 400 anos de cultura e tradição”. A abertura dos festejos no município está prevista para o dia 14 de setembro, na Praça Matriz.
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A chama crioula foi oficialmente acessa no dia 14 de agosto, com a 77ª Geração e Distribuição da Chama Crioula, em Rio Pardo. Cavalarianos de diversas regiões do Estado são responsáveis por levar a chama – patrimônio cultural imaterial do Rio Grande do Sul – para os diversos municípios gaúchos.
Pela 3° Região Tradicionalista, o Piquete Tauras do Rio Grande, do município de Mato Queimado, foi responsável por conduzir e distribuir a chama. A recepção em São Luiz Gonzaga contou com a participação de diferentes autoridades locais e representantes das entidades tradicionalistas.
Na edição de 2026, a patrona dos Festejos Farroupilhas é a artista Marianita Ortaça, enquanto Valnir Almeida Marques, mais conhecido como Chico Marques, será o homenageado em São Luiz Gonzaga. “É uma alegria muito grande estar recebendo esta chama que arde no coração de cada um. É a chama da tradição e da cultura”, comentou Chico, durante a cerimônia.
Coordenador da 3° Região Tradicionalista, Volber da Rosa Carvalho destacou a temática dos festejos deste ano e a importância das atividades para incentivar o tradicionalismo. “É a porta de entrada para incentivarmos cada vez mais os nossos cidadãos a participarem do tradicionalismo”, acrescentou, sobre a Semana Farroupilha.
A guarda da chama em São Luiz Gonzaga será feita em parceria entre a Brigada Militar e a 32° Coordenadoria Regional de Educação (CRE). Durante a abertura, está prevista a inauguração da Cruz Missioneira na Praça Matriz, além de apresentações culturais e sinalização do hino riograndense em Libras (Língua Brasileira de Sinais), pela professora Rosane Burchard.
Foto: Alcides Figueiredo/Rádio São Luiz
Fonte: Rádio São Luiz
