Sicredi anuncia projetos contemplados pelo Fundo Social 2026

Foto: Sicredi União RS/ES
A Sicredi União RS/ES divulgou nesta quarta feira 08 de julho a relação dos projetos contemplados pelo Contemplados pelo Fundo Social 2026, iniciativa que destina recursos para entidades sem fins lucrativos que desenvolvem ações de interesse coletivo nas áreas de educação, saúde, cultura, esporte, meio ambiente, segurança e inclusão social. Neste ano, o programa disponibiliza R$ 2,9 milhões para investimentos em municípios da área de atuação da cooperativa no Rio Grande do Sul e no Espírito Santo. Os recursos são provenientes de 2% das sobras da cooperativa, conforme critérios estabelecidos.
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Em São Luiz Gonzaga, foram destinados R$ 139.469,58 para 16 projetos, distribuídos entre as duas agências do Sicredi no município. A Agência Centro contemplou dez iniciativas, somando R$ 97.744,08, enquanto a Agência Senador Pinheiro Machado destinou R$ 41.725,50 para seis projetos.
Agência Centro – Total: R$ 97.744,08
• Liga Feminina de Combate ao Câncer – R$ 8.934,00
• Associação Damas de Caridade – R$ 9.990,00
• Hospital São Luiz Gonzaga – R$ 27.155,00
• Lar Escola Nossa Senhora Conquistadora – R$ 9.000,00
• Mitra Angelopolitana – Comunidade Capela São Paulo – R$ 9.180,00
• Centro de Equoterapia Dragões do Rio Grande (CEDRG) – R$ 10.000,00
• Rotary Club de São Luiz Gonzaga – R$ 6.963,08
• Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (APAE) – Escola Especial Ananias Tadeu – R$ 5.325,00
• Grupo de Apoio Pró-Polícia Civil – R$ 8.497,00
• CPM da Escola Municipal de Ensino Fundamental Coração de Jesus – R$ 2.700,00
Agência Senador Pinheiro Machado – Total: R$ 41.725,50
• Escola Municipal de Ensino Fundamental Coronel Manoel Mamede de Souza – R$ 6.983,00
• Centro de Criatividade São-Luizense – R$ 3.562,27
• CPM da Escola Municipal de Ensino Fundamental José Bonifácio – R$ 9.661,50
• Associação dos Moradores do Rincão do Ivaí – R$ 6.344,73
• CPM da Escola Municipal de Ensino Fundamental Centenário – R$ 7.200,00
• Grupo de Apoio ao Corpo de Bombeiros Militar de São Luiz Gonzaga – R$ 7.974,00
Total destinado a São Luiz Gonzaga: R$ 139.469,58
Além de São Luiz Gonzaga, contemplado com R$ 139.469,58, o Fundo Social 2026 também destinou recursos para outros municípios da região das Missões. Guarani das Missões recebeu R$ 60.901,01; Salvador das Missões, R$ 51.106,79; Santo Antônio das Missões, R$ 50.096,42; Caibaté, R$ 41.552,02; Campina das Missões, R$ 40.457,51; Roque Gonzales, R$ 40.132,74; São Pedro do Butiá, R$ 39.515,00; Bossoroca, R$ 38.431,47; São Paulo das Missões, R$ 30.320,13; São Miguel das Missões, R$ 26.509,62; Rolador, R$ 23.448,24; Mato Queimado, R$ 23.305,20; São Nicolau, R$ 21.716,73; Vitória das Missões, R$ 17.514,49; Dezesseis de Novembro, R$ 16.409,17; Garruchos, R$ 15.350,21; e Pirapó, R$ 13.728,50.
Os projetos contemplados abrangem iniciativas voltadas ao fortalecimento da infraestrutura de escolas, entidades assistenciais, instituições de saúde, organizações comunitárias e órgãos de segurança pública, com investimentos destinados à melhoria de serviços e atendimentos prestados à população.
Fonte: Rádio São Luiz
Hemocentro Regional de Santa Rosa enfrenta desafios com baixo número de doadores

Foto: Canva
O Hemocentro Regional de Santa Rosa divulgou recentemente um comunicado sobre os baixos estoques de sangue de determinados tipos sanguíneos. A situação é mais crítica para os tipos O-, O+ e A-, porém, em geral, o número de doadores da unidade está abaixo do ideal. A estimativa é de que seriam necessários cerca de 50 doadores por dia e, atualmente, a média diária é de apenas 20 doadores, ou seja, menos da metade do necessário.
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Coordenadora do hemocentro, Josiane Aquino atribui o baixo número de pessoas procurando o hemocentro a fatores como o clima frio e o período de espera necessário após vacinação e apresentar sintomas gripais. A unidade atende 26 hospitais em diversos municípios da região, incluindo o Hospital São Luiz Gonzaga (HSLG).
Os tipos negativos costumam ter maior saída, em especial, o O- por ser considerado o “doador universal”. Esse tipo sanguíneo pode ser recebido por pessoas de qualquer outra tipagem, por isso, ele costuma ser utilizado em situações de emergências. A demanda cresce também por conta de tratamentos oncológicos.
O horário de atendimento do hemocentro é das 7h30 às 10h30 e das 13h30 até às 16h30. A unidade também abre em determinados sábados de cada mês. O próximo será no dia 18 de julho pela manhã, das 7h30 às 10h30.
A doação de sangue é um ato de solidariedade e cidadania, que tem importância vital para a saúde pública. Confira os critérios básicos para ser um doador:
O agendamento da doação de sangue pode ser feito pelo telefone: (55) 3513-5140.
Fonte: Rádio São Luiz
Justiça Eleitoral começa a convocar mesárias e mesários para as Eleições 2026

Foto: Abdias Pinheiro/SECOM/TSE
A Justiça Eleitoral começou nesta terça-feira (07/07), a nomear as mesárias e os mesários que irão atuar nas Eleições 2026. A convocação é realizada por meio de carta que detalha a função a ser desempenhada pela eleitora ou pelo eleitor convocado, além da data e do local da eleição e do treinamento. As juízas e os juízes eleitorais têm até 28 de agosto para publicar edital com a nomeação daqueles que atuarão no 1º e eventual 2º turno das eleições.
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Serão nomeadas as pessoas que vão atuar como apoio logístico e como integrantes das Mesas Receptoras de Votos (MRV). A eleitora ou o eleitor deve acessar a página de Autoatendimento Eleitoral ou consultar o aplicativo e-Título. Em geral, as nomeações são feitas até 60 dias antes das eleições, mas, na dúvida, consulte seu cartório eleitoral.
Segundo o Código Eleitoral, os mesários têm cinco dias para alegar razões de impedimento, após a publicação do edital de nomeação. Para isso, a pessoa deverá encaminhar o pedido de dispensa à juíza ou ao juiz da zona eleitoral que detém a sua inscrição, juntamente com a comprovação da impossibilidade de trabalhar.
As principais atribuições do presidente da MRV são verificar as credenciais dos fiscais de partidos, federações, coligações e observadoras e observadores eleitorais, iniciar e encerrar a votação, realizando todos os procedimentos indicados pela urna.
As demais pessoas convocadas para trabalhar no dia das eleições devem fazer, primeiramente, o procedimento de identificação das eleitoras e dos eleitores e, após o voto, entregar o comprovante de votação. Em caso de justificativa, é necessário conferir o preenchimento do Requerimento de Justificativa Eleitoral (RJE) e entregar à eleitora ou ao eleitor o respectivo comprovante.
Atuar como mesária ou mesário nas eleições garante uma série de benefícios previstos em lei e regulamentados pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Esses direitos são válidos tanto para quem é convocado quanto para quem se candidata voluntariamente. Confira:
As inscrições para mesário voluntário podem ser feitas de forma permanente, mas a Justiça Eleitoral recomenda que as pessoas interessadas se cadastrem durante o período da campanha para facilitar a organização das zonas eleitorais. O cadastro é feito preferencialmente pelo aplicativo e-Título ou nos sites dos tribunais regionais eleitorais (TREs).
Pode se candidatar para atuar na função de mesário qualquer eleitora ou eleitor maior de 18 anos em situação regular, exceto candidatos e seus parentes até o segundo grau, membros de diretórios de partidos que exerçam função executiva e autoridades policiais. Além disso, também não podem ser mesários autoridade ou agente policial, bem como funcionário no desempenho de cargos de confiança do Executivo; os que pertencem ao serviço eleitoral e fiscais e delegados de partido político ou coligação.
Fonte: Rádio São Luiz com informações do TSE
MTG publica novas regras de proteção e bem-estar animal para rodeios e provas campeiras

Foto: Canva/Ilustrativa
O Movimento Tradicionalista Gaúcho (MTG) publicou a PORTARIA 18.2026 – BEM ESTAR ANIMAL, que estabelece normas obrigatórias de proteção e bem-estar para os animais utilizados em rodeios, festas campeiras, torneios de tiro de laço, provas campeiras e demais atividades tradicionalistas promovidas ou sediadas por entidades filiadas à instituição. A medida entrou em vigor na data da publicação em 30 de junho 2026, e passa a disciplinar procedimentos relacionados ao manejo, transporte, fiscalização e responsabilização durante os eventos.
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A portaria tem como base a Constituição Federal, a Lei Federal nº 10.519/2002, que trata da realização de rodeios, a Lei de Crimes Ambientais (Lei nº 9.605/1998) e os regulamentos internos do MTG. O documento determina que organizadores, competidores, tratadores, transportadores, proprietários dos animais e equipes de apoio são responsáveis por assegurar tratamento adequado aos animais, vedando práticas que configurem maus-tratos, crueldade, abuso ou provoquem sofrimento desnecessário.
Entre as exigências estabelecidas está a obrigação de disponibilizar instalações seguras e adequadas, com currais, bretes e mangueiras livres de objetos que possam causar lesões, além de garantir água potável, alimentação compatível com as necessidades de cada espécie, transporte em veículos apropriados e a presença permanente de médico-veterinário habilitado durante todo o evento. Também passa a ser obrigatório um plano de emergência para atendimento imediato aos animais que apresentarem lesões, doenças ou sinais de exaustão, com possibilidade de remoção para tratamento fora do local da competição.
O texto proíbe expressamente o uso de esporas do tipo “nazarena” ou modelos com roseta travada ou cava, aparelhos que provoquem choques elétricos, laços que não sejam de couro, fechadores de boca ou focinheiras que dificultem a respiração, além de qualquer ato de violência, como golpes ou agressões contra os animais, dentro ou fora da arena. A fiscalização poderá ser realizada pelo médico-veterinário responsável, pela comissão organizadora e pela Coordenadoria Regional, que têm autoridade para retirar imediatamente da competição animais que apresentem condições inadequadas de saúde, lesões ou estresse excessivo.
A norma também prevê que qualquer pessoa que presencie descumprimento das regras comunique o fato à organização, ao médico-veterinário ou à Coordenadoria Regional. As denúncias deverão ser registradas em súmula, apuradas posteriormente e, caso confirmadas, poderão resultar na aplicação das sanções previstas no Código de Ética Tradicionalista, além do encaminhamento aos órgãos competentes para análise de eventual responsabilidade civil e criminal.
Entre as penalidades previstas, a entidade que descumprir a portaria ficará impedida de realizar rodeios na temporada seguinte. Em caso de reincidência, poderá perder definitivamente o direito de promover rodeios, provas campeiras e atividades similares, após processo de apuração com garantia do contraditório e da ampla defesa. A portaria também determina que as entidades promovam ações educativas voltadas aos competidores, equipes e público, com foco nas práticas relacionadas ao bem-estar animal durante os eventos tradicionalistas.
Fonte: Rádio São Luiz



