Meio Ambiente

Patram reforça alerta contra maus-tratos a animais e crimes ambientais em São Luiz Gonzaga

Arquivo/Ilustrativa/Patram

A Patrulha Ambiental (Patram) de São Luiz Gonzaga tem intensificado a conscientização sobre dois problemas recorrentes na região: os maus-tratos a animais e os crimes contra o meio ambiente. De acordo com o 1º Sargento Cristhian Cappa Cardoso, titular da Patram, a negligência com os animais é uma prática frequente e preocupante no município, assim como ações que prejudicam os recursos naturais.

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Os maus-tratos a animais incluem situações como falta de alimentação, abrigo inadequado, amarração com correntes curtas, infestação por parasitas e ausência de cuidados veterinários. “Os animais sentem dor como nós, mas não conseguem pedir ajuda. Dependem da responsabilidade de seus tutores”, destacou o sargento. Ele citou um caso recente em que um cão foi agredido por um vizinho do tutor, sendo necessário atendimento veterinário e responsabilização do autor na esfera criminal, civil e administrativa.

A legislação brasileira prevê penas mais rigorosas para maus-tratos a cães e gatos desde 2020, variando de 2 a 5 anos de reclusão. Denúncias podem ser realizadas de forma anônima pelos telefones (55) 3352-6616 ou 190.

Além do cuidado com os animais, a Patram também atua na proteção do meio ambiente, especialmente em períodos de estiagem. O sargento destacou que crimes como o desvio de cursos d’água para barragens particulares e o desmatamento são comuns na região. Ele reforçou que a participação da população é essencial para coibir essas práticas. “Recebemos uma grande demanda de denúncias e trabalhamos para atender todas. É fundamental que a comunidade colabore, denunciando maus-tratos e crimes ambientais”, explicou.

Fonte: Rádio São Luiz

Gestores descrevem situação dos municípios da região e medidas para enfrentar a estiagem

Seca prejudica lavouras de soja na região – Foto: Arquivo/FecoAgro

A estiagem que afeta as Missões e o Rio Grande do Sul fez subir para 14 o número de municípios da região com decreto de situação de emergência. A falta de chuvas consistentes desde dezembro tem causado perdas significativas na produção agrícola, problemas no abastecimento de água e preocupações com a economia local e regional. Gestores dos municípios das Missões participaram nesta quinta-feira, 6 de fevereiro, para comentar sobre a situação em suas comunidades.

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Em Dezesseis de Novembro, o prefeito Johnni Bocacio (PP) lamentou o cenário atual que levou ao decreto de emergência no município. Segundo ele, a decisão foi tomada após reunião com diferentes entidades e de avaliação técnica que mostrou uma tendência de agravamento da estiagem. “Com essa temperatura acima dos 40°C, cada dia que passa fica pior”, frisou.

Algumas localidades do interior de Dezesseis de Novembro já registram falta de água e a administração afirmou trabalhar para garantir o abastecimento nestes locais. De acordo com o prefeito, a alfafa – principal produto agrícola local – também tem sofrido os impactos da estiagem. “Torcemos que venha logo a chuva e possa amenizar essa situação”, finalizou.

No município de Caibaté, o prefeito Daniel Herter (PP) pontuou que as chuvas irregulares das últimas semanas não resolveram os problemas no desenvolvimento da agricultura local. Conforme o gestor, as perdas na cultura da soja giram em torno de 40%. “É um prejuízo irreversível e não tem como voltar a ter uma produção normal”, acrescentou.

De acordo com Daniel, as quedas são significativas também na produção leiteira devido à redução da disponibilidade de pastagens. Ele destacou a importância do decreto de emergência para buscar a renegociação de dívidas dos produtores rurais. 

Prefeito de Cerro Largo, Pedro Butzen (PP) explicou o decreto municipal para redução do consumo de água e os esforços para fornecer o abastecimento para o interior, principalmente para criadores de animais. Segundo ele, essa mobilização conta com apoio dos Bombeiros Voluntários de Cerro Largo. “Temos que unir forças para amenizar essa situação que é muito grave em toda nossa região”, disse, sobre a intenção de se reunir com os demais municípios das Missões para discutir medidas conjuntas.

Fonte: Rádio São Luiz

Estudo identifica espécies de abelhas solitárias em São Luiz Gonzaga

Foto: Evelise Oliveira/Rádio São Luiz

O presidente do Coletivo de Educação Popular, Proteção Ambiental e Sustentabilidade Sepé Tiaraju (CEPPAS), Luiz Henrique Torres Weber, participou do programa Expressão Livre nesta quarta-feira, 29, para comentar a descoberta de cerca de oito espécies de abelhas solitárias em São Luiz Gonzaga. Essas abelhas são essenciais para a polinização na região.

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A pesquisa começou na Universidade Estadual do Rio Grande do Sul (Uergs), onde Luiz Henrique acompanhou o trabalho do professor Rafael Meirelles com as abelhas. “A partir dessa observação, percebi que havia poucas informações sobre as abelhas da região, o que motivou a pesquisa”, explicou. Para catalogar as espécies, o trabalho envolve o monitoramento de flores como ligustro, juá do campo e melissa, capturando e identificando os insetos dentro de protocolos científicos.

Embora essas abelhas não produzam mel em quantidade significativa — apenas para alimentar suas crias —, seu papel na polinização é crucial. Luiz Henrique destacou ainda que o Rio Grande do Sul possui pelo menos 24 espécies de abelhas sem ferrão autorizadas para manejo, sendo a jataí a mais comum na região. Ele ressaltou que, devido à estiagem, o manejo tem sido evitado, priorizando o conforto e desenvolvimento das abelhas.

Quanto às abelhas com ferrão, ele alertou sobre os cuidados necessários. Em casos de enxames, a orientação é evitar contato e acionar autoridades como os bombeiros, já que reações alérgicas podem levar a óbitos, como já registrado neste início de ano no estado.

Além da pesquisa, Luiz Henrique falou sobre o trabalho do CEPPAS, que busca valorizar a herança cultural missioneira e promover ações ambientais, como o incentivo à criação de espaços para abelhas sem ferrão. “Nosso objetivo é dar visibilidade ao potencial cultural, ambiental e turístico da região, apoiando causas como agroflorestas e preservação ambiental”, concluiu.

Fonte: Rádio São Luiz

Câmara de São Luiz Gonzaga aprova projeto para proteger abelhas nativas

Foto: Canva/Ilustrativa

A Câmara Municipal de São Luiz Gonzaga aprovou nesta segunda-feira, 20 de janeiro, o projeto de lei para proteger as abelhas nativas. A proposta foi encaminhada pelo vereador Leonardo Vargas (PT) e passou direto pelo Legislativo. Pelo regimento, o projeto agora segue para sanção do Executivo municipal.

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De acordo com Leonardo, a proposta surgiu a partir de uma solicitação do professor da Uergs Rafael Meirelles. O texto do projeto aponta como justificativas a importância das abelhas para a polinização e, consequentemente, para produção de alimentos, além de outros serviços ecossistêmicos. “Fiquei muito feliz com a aprovação do meu primeiro projeto de lei. Agora, vamos aguardar o executivo”, disse o vereador.

Corsan e placas de trânsito

Na entrevista, Leonardo também comentou sobre a reunião com a Corsan/Aegea para resolver os problemas de falta de água em São Luiz Gonzaga. Segundo ele, a empresa apresentou uma solução em duas etapas, primeiro, com a reconstrução de uma mini-estrutura de proteção às adutoras e, depois, com a ativação de um novo poço.

Em relação ao trânsito, o vereador abordou a necessidade da instalação de novas placas de sinalização na cidade, principalmente na rua Júlio de Castilhos, uma das principais vias de circulação urbana. Segundo ele, essa demanda já foi levada ao Executiva para que seja executada o quanto antes.

Fonte: Rádio São Luiz

Leonardo Vargas detalha projeto de lei para proteção de abelhas nativas em São Luiz Gonzaga

Leonardo Vargas explicou detalhes do projeto – Foto: Evelise Oliveira/Rádio São Luiz

O vereador Leonardo Vargas (PT) participou na manhã desta quarta-feira, 15 de janeiro, do programa Olho Vivo. Na oportunidade, Leonardo descreveu o seu primeiro projeto de lei encaminhado para a Câmara de São Luiz Gonzaga, voltado para proteção das abelhas nativas.

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Sobre a justificativa para o projeto para proteção às abelhas em São Luiz Gonzaga, Leonardo citou a importância da polinização para o desenvolvimento de plantas e, consequentemente, para a produção de alimentos. O vereador explicou as principais ameaças às abelhas, ligadas ao desmatamento, ao avanço das mudanças climáticas, o uso excessivo de pesticidas e doenças que afetam essas espécies.

Segundo Leonardo, o projeto de lei foi desenvolvido em parceria com o professor da Uergs Rafael Meirelles e já foi protocolo no Legislativo local. O texto também prevê, caso seja aprovado, ações de fiscalização pela setor de meio ambiente da prefeitura local.

Na entrevista, Leonardo abordou os problemas relacionados aos serviços da Corsan em São Luiz Gonzaga. Segundo ele, o tema é de crucial importância para a comunidade local. Apesar de ser oposição, o vereador frisou que pretende trabalhar com base no diálogo com todos os colegas.

Leonardo também comentou sobre outras demandas da população, por exemplo, relacionadas ao pagamento do auxílio-reconstrução no município. “Quase 600 pessoas já receberam (o auxílio) e outras 700 pessoas ainda está em análise”, informou. Outros assuntos abordados incluíram questões relacionadas à iluminação pública, habitação e segurança no trânsito.

Confira a entrevista na íntegra no Facebook da Rádio São Luiz.

Fonte: Rádio São Luiz

Nome de prédio municipal em Bossoroca homenageia ex-prefeito Orestes Lazarin Andres Wesz

Foto: Reprodução/Rádio São Luiz

Nesta segunda-feira, 30 de dezembro, foi realizada a cerimônia de homenagem ao ex-prefeito de Bossoroca Orestes Lazarin Andres Wesz. O ato contou com a presença da comunidade local e de autoridades do municípios. O nome do ex-gestor passa a batizar o prédio municipal onde funcionam a Secretaria Municipal de Educação de Bossoroca, o Auditório Municipal João Luiz Bandeira da Silva, a Biblioteca Municipal Antônio Leões e a Secretaria Municipal de Agricultura e Meio Ambiente.

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A cerimônia de nomeação do prédio teve início com a leitura de uma breve biografia de Orestes Lazarin. Além de ter sido prefeito por dois períodos, entre 1977-1982 e 1989 a 1992, ele atuou como agricultor e foi eleito vereador de Bossoroca em 1969 e 1973. O ato teve a participação de familiares, ex-amigos e pessoas próximas ao ex-prefeito.

Presidente da Câmara de Vereadores, Juarez Cantini (PP) exaltou a importância do exemplo de gestão e trabalho de Orestes, como uma forma de inspiração para a comunidade. “Uma pessoa que trabalhou incansavelmente pelo desenvolvimento da buena terra missioneira”, afirmou.

De acordo com o prefeito José Moacir Fabrício (Juca) Dutra (PP), o legado de Orestes sintetiza parte da história do município, com os desafios enfrentados no período. Ele agradeceu a presença dos familiares e amigos do ex-prefeito, além dos servidores e vereadores que ajudaram a tornar essa homenagem possível.

Em sua manifestação oficial, o também ex-prefeito Ardi Jaeger relembrou a convivência e os aprendizados que teve a partir do contato com Orestes. Atual vice-prefeito e prefeito eleito, João Alberto Ourique Nascimento (PP) descreveu a liderança política de nomes como Orestes na sua trajetória como político e para o desenvolvimento local.

Confira a cerimônia na íntegra no Facebook da Rádio São Luiz.

Fonte: Rádio São Luiz

Campanha para recolhimento de lixo eletrônico acontece nesta sexta-feira em São Luiz Gonzaga

Foto colorida de recolhimento de lixo em São Luiz Gonzaga

Recolhimento está sendo feito em frente à prefeitura municipal – Foto: Alcides Figueiredo/Rádio São Luiz

A última etapa da Campanha de Recolhimento de Lixo Eletrônico está sendo realizada nesta sexta-feira, 29 de novembro, em São Luiz Gonzaga. A iniciativa tem como objetivo a coleta de equipamentos e materiais de forma gratuita. A ação teve início às 8h30 na Rua Venâncio Aires, em frente à sede da Administração Municipal, com a coordenação do Setor Municipal de Proteção Ambiental (Sempa), em parceria com a empresa Natusomos. A coleta segue até às 16h.

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Chefe do setor ambiental, Andressa Venquiaruro explicou detalhes sobre a organização da ação e as formas de participação do público. “Quem não puder vir é só ligar para o setor ambiental (3352-9340) que vamos até a localidade para buscar o lixo eletrônico”, afirmou. Segundo ela, no caso de pessoas que não consigam fazer a destinação hoje, poderão procurar o setor ambiental para guardar os materiais até a próxima campanha.

Os itens que estão sendo recolhidos incluem materiais como: aparelhos de som; ar condicionado de janela, split, aquecedores; bebedouros; cabos e fios; caixas de som de microcomputadores; cafeteiras, liquidificadores e batedeiras; calculadoras; carregadores em geral; celulares e telefones no geral; centrais telefônicas; chuveiros; DVDs e videocassetes; estabilizadores e nobreaks; fax; ferros elétricos; fontes de computadores; fornos elétricos; freezer; geladeiras; HDs; impressoras e scanners; lavadoras de roupa, secadoras e centrífugas; máquinas de escrever; máquinas de lavar louça; micro-ondas; modens; monitores CRT e de led; mouse; notebook; pen drive; placas em geral; plástico ABS/PP/PS; receptores; roteadores e servidores; térmicas; teclados; TV de tubo, led e LCD; torneiras; unidade de CD, DVD e disquetes.

A empresa também estará realizado o recolhimento de produtos de outros materiais, com a cobrança de uma taxa. O descarte de lâmpadas é feito por R$ 2,80 a unidade; de toners e cartuchos R$ 4,00 a unidade; pilhas e baterias R$ 17,00 o quilo; cabo de fibra ótica R$ 600,00 o metro cúbico; materiais contaminados com óleo e tinta (descarte Classe 1) consultar valor; e materiais como fibras, material com cimento, PVC, acrílico e nylon (descarte Classe 2) R$ 600,00.

Fonte: Rádio São Luiz

Rose Grings comenta sobre Natal Luz e projetos nas áreas de cultura e meio ambiente

Foto: Emerson Scheis/Câmara Legislativa de São Luiz Gonzaga

A vereadora Rose Grings (PP) concedeu entrevista após a sessão legislativa desta segunda-feira, 18 de novembro, na Câmara de Vereadores de São Luiz Gonzaga. Na oportunidade, Rose comentou sobre a preparação para as celebrações do Natal, os investimentos na região das Missões e a questão das podas de árvores no município.

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Em relação às programações do Natal Luz em São Luiz Gonzaga, Rose afirmou que os detalhes estão sendo preparados e que uma das atrações confirmadas é o show com Pedro Ortaça e Família. Ainda na área da cultura, a vereadora celebrou a destinação de recursos para a região das Missões. “Acredito que esse projeto vem para valorizar São Luiz Gonzaga, mas, principalmente, para valorizar a nossa cultura, a nossa história, que está lá dentro do Museu Arqueológico”, disse, sobre o projeto de construção de um museu na Estação Ferroviária.

Outro ponto tratado na conversa foi a possibilidade de realização do “Canto dos Sete Povos”, tradicional festival de música. Segundo Rose, foi acertada uma parceria com o governo estadual para destinação de cerca de R$87 mil, mais uma contrapartida de R$100 mil do município, para realizar o evento.

Sobre a poda de árvores, a vereador mencionou as reclamações que recebeu de diferentes pessoas e a preocupação com o aumento da supressão da vegetação. “Tem as podas também radicais que estão acontecendo e nós temos que tomar uma providência. É o futuro da nossa cidade, dos nossos filhos, é a sombra”. Rose acrescentou que é dever do poder público encontrar soluções para, por exemplo, iniciar um processo de reflorestamento na cidade.

Fonte: Rádio São Luiz

Aparp elege nova diretoria para dar continuidade ao trabalho de proteção do meio ambiente

Nova diretoria de entidade dedicada à preservação ambiental – Foto: Alcides Figueiredo/Rádio São Luiz

A Associação de Proteção Ambiental Amigos do Rio Piratini (Aparp) elegeu na manhã desta quinta-feira, 14 de novembro, a nova diretoria da entidade para o próximo ano. O professor João Luiz Gonçalves do Nascimento foi reconduzido para o cargo de presidente. Segundo ele, a intenção é seguir trabalhando para fiscalizar e estimular a preservação do meio ambiente.

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Fábio Borda do Prado foi escolhido como vice-presidente da Aparp. O primeiro secretário será Alessio Santos e o segund secretário Evar Brandão. Samuel Dutra foi escolhido como primeiro tesoureiro Samuel Dutra, tendo Udenir Isabel de Matos como segundo tesoureiro.

De acordo com João Luiz, a entidade possui importante papel em levantar discussões e colocar o meio ambiente em pauta. Além disso, ele comentou sobre as ações pretendidas na nova gestão. “A Aparp ai voltar a trabalhar nas escolas da educação ambiental, porque é onde nós temos que mostrar o que dá para preparar para o futuro”, explicou o presidente.

Na oportunidade, também escolhidos os membros do conselho fiscal da Aparp, que agora será composto por Carlos Sidney Vera Ferreira, Lauro Remos e João Carvalho da Veiga. Os suplentes serão Antônio Carlos Perim e Nair Calegaro e Fernanda da Silveira.

Fonte: Rádio São Luiz

Período de piracema impõe restrições de pesca até 31 de janeiro

Foto: Freepik

A Eletrobras CGT Eletrosul, operadora da Hidrelétrica Passo São João, localizada no Rio Ijuí entre Roque Gonzales e Dezesseis de Novembro, informa que estão em vigor as restrições de pesca referentes à piracema 2024/2025. O período de reprodução dos peixes, iniciado em 1º de outubro, seguirá até 31 de janeiro, período durante o qual a pesca é regulamentada nos rios do Rio Grande do Sul e proibida nas proximidades de barragens e corredeiras de empreendimentos hidrelétricos.

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As diretrizes são estabelecidas pela Instrução Normativa nº 193/2008 do Ibama, proibindo atividades específicas de pesca em áreas próximas a barragens, cachoeiras e saídas de casas de força da usina, em um raio de 1.500 metros. Em confluências de afluentes do Rio Ijuí, a restrição é de 500 metros. Também estão proibidos o uso de embarcações motorizadas, molinetes, redes, tarrafas e a realização de competições de pesca.

São permitidas, no entanto, a pesca desembarcada ou em embarcações não motorizadas, com o uso de linha de mão, vara e anzol, desde que respeitado o limite de captura de até 5 kg de peixe por pescador. A pesca científica, mediante autorização dos órgãos responsáveis, também é permitida.

Fonte: Rádio São Luiz com informações da Eletrosul

Coletivo de Educação Popular Proteção Ambiental e Sustentabilidade Sepé Tiaraju é apresentado em São Luiz Gonzaga

Foto: Evelise Oliveira/Rádio São Luiz

Nesta segunda-feira, 21, o programa Expressão Livre recebeu a visita de Luiz Henrique Weber, que apresentou o Coletivo de Educação Popular Proteção Ambiental e Sustentabilidade Sepé Tiaraju (Ceppas), recém-criado em São Luiz Gonzaga. Durante a entrevista, Luiz Henrique compartilhou suas motivações para fundar a organização, após presidir a Associação de Proteção Ambiental Amigos do Rio Piratini (Aparp), uma entidade voltada à preservação ambiental da região.

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Segundo Luiz Henrique, a criação do Ceppas foi motivada pela necessidade de uma atuação mais abrangente em questões ambientais. “Nossa região precisa de um olhar sustentável. A Aparp é focada no Rio Piratini, mas senti que precisávamos de algo mais amplo”, explicou.

O novo coletivo tem como missão promover o desenvolvimento sustentável na comunidade missioneira, reconhecendo a importância da preservação ambiental em um território rico em história e cultura indígena. “Somos missioneiros com um histórico ambiental forte e devemos fazer jus a isso”, destacou Luiz Henrique.

Com a participação de diversos profissionais, o Ceppas já está promovendo ações voltadas tanto à área rural quanto urbana, como palestras sobre seletividade de lixo e preservação de nascentes. O grupo também trabalhará em parceria com escolas da região, adaptando suas atividades à realidade local.

A sede do coletivo fica na Rua Edmar Fabrício, 2096, próximo à Delegacia de Polícia São Luiz Gonzaga, onde estão sendo preparados espaços para fornecer orientações sobre agroflorestas, abelhas nativas e plantas medicinais. Luiz Henrique convidou a comunidade a colaborar com o projeto, reforçando a importância de honrar a herança indígena da região, que sempre teve um forte vínculo com a natureza.

Fonte: Rádio São Luiz

II Seminário de Conservação de Solo e Água: Evento Debaterá Inovações para a Sustentabilidade Agrícola

Foto: Canva

No dia 10 de outubro de 2024, será realizado o II Seminário de Conservação de Solo e Água na cidade de São Luiz Gonzaga – RS, no Auditório Central do Sindicato Rural. O evento é promovido pela Universidade Estadual do Rio Grande do Sul (UERGS) e contará com a participação de especialistas da área para discutir temas relevantes sobre conservação ambiental, com foco em solo e água, fundamentais para o desenvolvimento sustentável da agricultura.

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A programação começa às 08h45 com o recebimento dos participantes e cadastramento. Em seguida, às 09h, a Profª Drª Rosicler Alonso Backes, coordenadora do curso de Agronomia da UERGS de São Luiz Gonzaga, abordará o tema “Ciência do Solo: Contribuições das Plantas de Cobertura na Estrutura do Solo”, destacando a importância das plantas na manutenção da qualidade do solo.

Às 09h30, o Dr. André Júlio do Amaral, pesquisador da Embrapa Trigo, falará sobre o Índice de Qualidade do Manejo Conservacionista do Solo (IQMCS), um conceito essencial para práticas agrícolas sustentáveis. Após um intervalo às 10h15, os participantes terão a oportunidade de acompanhar uma prática com o Simulador de Chuva, às 10h30, onde poderão visualizar os impactos da água no solo e nas práticas de manejo.

Já às 13h30, a Drª Vanderlise Giongo, pesquisadora da Embrapa Trigo, discutirá a “Base Conceitual do Conservacionismo Aplicada à Agricultura”, abordando como técnicas de conservação são aplicadas no contexto agrícola atual.

O evento segue às 15h30 com a palestra da Drª Simone Stülp, Secretária Estadual de Inovação, Ciência e Tecnologia, que falará sobre o “Plano Rio Grande: Desenvolvimento Sustentável e Resiliência Climática”, reforçando a necessidade de práticas agrícolas que promovam o equilíbrio ambiental diante das mudanças climáticas.

O encerramento do evento está previsto para as 17h.

O evento é uma oportunidade para produtores rurais, acadêmicos e profissionais da área ambiental que desejam aprimorar seus conhecimentos sobre a conservação de recursos naturais e sua aplicação no contexto agrícola, contribuindo para o desenvolvimento sustentável da região.

Fonte: Rádio São Luiz

Bombeiro da região das Missões descreve desafios do combate às queimadas no Pantanal e Cerrado

Fogo afeta biodiversidade de fauna e flora dos biomas – Foto: Divulgação/CBMRS

Bombeiros da região das Missões estão atuando no combate aos incêndios que atingem o Pantanal e o Cerrado brasileiro no estado do Mato Grosso do Sul. Em entrevista à Rádio São Luiz FM 100.9, o major Silvano Oliveira Rodrigues, do 11° BBM de Santo Ângelo, relata os desafios que os profissionais enfrentam para controlar o fogo que se espalha por grandes extensões dos dois biomas. Segundo ele, em determinados momentos das operações,  a sensação térmica chega a 47°C, com umidade relativa do ar de 10%, condições extremas.

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A temporada de queimadas na região do Pantanal e Cerrado têm sido intensificada pela seca extrema que atinge grande parte do país. Em algumas localidades, não chove a mais de 160 dias. A situação tem feito com que rios atinjam mínimas históricas. Dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), relacionam o aumento dos dias consecutivos sem chuva e das ondas de calor com a intensificação do aquecimento global e das mudanças climáticas, além dos efeitos de fenômenos naturais como o El Niño.

Também presidente da Câmara Técnica de Incêndios Florestais do Rio Grande do Sul, Silvano Oliveira descreve as ações na região como um complexo “jogo de xadrez”, dada a dinâmica dos incêndios e da região, com muitas áreas de difícil acesso. “Nessas condições não tem como atuar só na parte física. Então a gente usa muito satélite, hoje eu trabalho com a plataforma da NASA, ainda com o apoio dos drones para mapear e trabalhar com fogo, pegando linhas de 40 a 50 quilômetros de fogo. Então é um trabalho bastante árduo”, explica o bombeiro.

Ainda de acordo com o major, a mobilização de profissionais da região começou ainda em agosto, com equipes de 15 a 20 bombeiros atuando no Mato Grosso do Sul. Um dos desafios apontados por ele ao falar sobre o trabalho de combate ao fogo é com relação às distâncias entre as cidades, o que dificulta a comunicação com a população local.

Na entrevista, Silvano Oliveira destaca que o episódio atual das queimadas no Pantanal e Cerrado está inserido em um contexto climático global. Como exemplo, ele menciona as fumaças dos incêndios florestais que causaram a degradação da qualidade do ar em todo o Rio Grande do Sul.

“A temperatura e o nível dos oceanos aumentando, isso é gradual, só que os efeitos, os acontecimentos disso são exponenciais. Não conseguimos medir o que vai acontecer, se vai acontecer uma micro explosão ali, se vai acontecer uma potencialização das queimadas. Não conseguimos ter sossego, toda chuva que vem parece uma tormenta”, afirma o bombeiro militar.

Dados do Ministério de Meio Ambiente (MMA) indicam que as queimadas já consumiram 12,7% do Pantanal, 5,4% do Cerrado, conforme levantamento de 1° de janeiro a 15 de setembro deste ano. No Pantanal, foram 1.930.975 hectares atingidos pelas chamas e, no Cerrado, 10.793.125 hectares. A Amazônia, outro importante bioma brasileiro, também tem enfrentado incêndios que já chegaram a 9.686.750 hectares. A Polícia Federal (PF) abriu diferentes inquéritos para apurar ações criminosas e crimes ambientais ligados às queimadas.

Estiagem severa e queimadas criminosas agravam problema – Foto: Divulgação/CBMRS

Fonte: Rádio São Luiz

Patram de São Luiz Gonzaga efetua prisão por crimes ambientais no Rio Uruguai

Divulgação/Comando Ambiental da BM-RS

Equipamentos de pesca ilegais foram apreendidos e um pescador foi preso nesta quarta-feira, 25 de setembro, por crimes ambientais pela Patram de São Luiz Gonzaga. A ação foi realizada durante patrulhamento no Rio Uruguai, na região de fronteira com a Argentina. Na ocasião, um Dourado (Salminus brasiliensis), espécie ameaçada de extinção no Rio Grande do Sul, foi devolvido ao rio.

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Durante o patrulhamento, pescador foi flagrado com uma embarcação de madeira motorizada sem registro na Marinha e sem possuir arrais (autorização para conduzir embarcações motorizadas). Além disso, o indivíduo não possuía registro profissional para exercer a atividade de pesca.
Com ele foi encontrado um espinhel de 100 metros, onde estava o Dourado. O peixe, foi devolvido ao rio em cumprimento às normas de preservação ambiental e todos os equipamentos utilizados na prática ilegal, incluindo o espinhel, a embarcação e o motor, foram apreendidos.
Fonte: Rádio São Luiz com informações da Comunicação Social 1ª Cia Independente Ambiental

Período da piracema inicia no próximo dia 1º de outubro

Foto: Comando Ambiental/Arquivo

Entre 1º de outubro e 31 de janeiro, ocorre o período da piracema, fase em que os peixes nadam contra a correnteza para se reproduzirem. Durante este período, a pesca é permitida apenas em algumas modalidades específicas, como o uso de linha de mão, e é limitada a 5 kg de peixe por pescador por dia, com o objetivo de preservar as espécies nativas em fase de reprodução.

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Na bacia do Rio Uruguai, por exemplo, em açudes, rios e barragens, a captura de espécies como surubim, piracanjuba e dourado é proibida em qualquer época do ano, independentemente da piracema, por serem espécies em risco de extinção.

A piracema, palavra de origem indígena que significa “subida dos peixes”, é um dos momentos mais críticos para a sobrevivência das espécies. Desde a criação do Código da Pesca, em 1967, o período de defeso foi estabelecido para impedir a extinção de peixes nativos e garantir sua reprodução.

Durante esses meses, a Polícia Ambiental intensifica a fiscalização para combater a pesca ilegal. Além disso, pescadores que dependem exclusivamente da atividade podem solicitar o seguro-defeso, benefício oferecido pelo INSS como compensação pela interrupção temporária da pesca.

Fonte: Rádio São Luiz

Fogo irregular devasta 439 mil metros quadrados, incluindo área de preservação, em Santo Antônio das Missões

Divulgação/Comando Ambiental

Na segunda-feira, 16, policiais militares da Patrulha Ambiental (Patram) de São Luiz Gonzaga identificaram o uso irregular de fogo em uma área de campo nativo no interior de Santo Antônio das Missões. A queimada ilegal resultou na degradação de 439 mil metros quadrados, o equivalente a cerca de 62 campos de futebol, incluindo 8.300 metros quadrados em uma Área de Preservação Permanente (APP) de curso hídrico.

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O responsável pela área deverá responder por crime ambiental, já que a prática, especialmente em áreas de preservação, é considerada uma infração grave, sujeita a multa, responsabilização civil e penal, além de outras possíveis sanções.

A Brigada Militar, por meio da Patram, segue atuante na defesa do meio ambiente, ressaltando a necessidade de cumprimento das leis ambientais para preservar os recursos naturais e garantir o equilíbrio ecológico.

Fonte: Rádio São Luiz com informações do Comando Ambiental da Brigada Militar

Retirada de árvore nativa abre debate ambiental em São Luiz Gonzaga

Foto: Fábio Borba

A retirada de uma árvore, da espécie corticeira, levantou discussão neste domingo, 15 de setembro, em São Luiz Gonzaga. A árvore estava localizada na Avenida Senador Pinheiro Machado, no bairro da Gruta, em frente a um estabelecimento comercial e sua supressão foi autorizada pelo poder público local. Entidades ambientalistas criticaram a medida, principalmente por se tratar de uma espécie nativa e centenária, e levaram uma solicitação de informação ao Executivo municipal.

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Vice-presidente do Conselho Municipal do Meio Ambiente (Comdema), Fábio Borba apontou que a entidade não foi informada com antecedência sobre a supressão. No momento da ação, pessoas se reuniram no local para protestar contra a retirada da árvore. Segundo ele, uma poda poderia ter resolvido os problemas gerados pela queda de galhos, supostamente o motivo para a supressão da corticeira do local.

Conforme o prefeito de São Luiz Gonzaga, Sidney Brondani, afirmou que o pedido de informação será encaminhado para o setor ambiental. Segundo ele, a retirada da árvore foi autorizada por conta do risco apresentado à população, com relatos de acidentes causados pela queda de galhos.

O gestor lembrou dos estragos causados pela microexplosão atmosférica que causou diferentes impactos na cidade, em determinados casos, por conta da queda de árvores. “O setor do meio ambiente dar sua resposta e certamente fizeram de forma técnica”, pontuou Brondani. Ele ressaltou que caso algum acidente fosse causado pela corticeira, o município seria o responsável.

A solicitação de resposta sobre o licenciamento foi protocolada pelo Comdema e pela Associação de Proteção dos Amigos do Rio Piratini (Aparp).

Fonte: Rádio São Luiz

 

Governo do RS alerta sobre qualidade do ar e emite recomendações à população

Divulgação

O governo do Rio Grande do Sul divulgou orientações à população, nesta quarta-feira, 11, devido ao agravamento da qualidade do ar causado pelas queimadas no Brasil e em outros países. A ação foi coordenada pelas secretarias de Meio Ambiente e Infraestrutura (Sema) e da Saúde (SES), juntamente com a Fundação Estadual de Proteção Ambiental (Fepam).

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De acordo com a Sala de Situação, a combinação de tempo seco, altas temperaturas e ventos do norte está prejudicando a dispersão dos poluentes no Estado. A expectativa é de que a chegada de uma frente fria, prevista para quinta-feira, 12, melhore a situação, trazendo chuvas que ajudarão a limpar a atmosfera. No entanto, as chuvas podem ser acompanhadas pelo fenômeno da “chuva preta”, devido à alta concentração de poluentes na atmosfera.

Recomendações para a população

  • A Secretaria da Saúde orienta que as pessoas limitem a exposição ao ar livre e sigam as seguintes medidas preventivas:
  • Monitoramento: Acompanhe as previsões meteorológicas e a qualidade do ar.
  • Hidratação: Aumente a ingestão de água para proteger as vias respiratórias.
  • Redução da exposição: Evite atividades ao ar livre e mantenha portas e janelas fechadas.
  • Uso de máscaras: Avalie o uso de máscaras, especialmente para pessoas com doenças crônicas, como cardiopatas e pneumopatas.
  • Chuva preta: Evite o contato com a chuva preta, que contém contaminantes nocivos à saúde.
  • Grupos vulneráveis, como crianças, idosos e gestantes, devem ter atenção redobrada e buscar atendimento médico ao apresentarem sintomas respiratórios.

A Fepam também está elaborando um Plano de Emergência para episódios críticos de poluição do ar, com medidas para reduzir a emissão de poluentes e proteger a saúde da população. Essas ações incluem restrições temporárias de tráfego, limitações em fontes industriais e proibição do uso de fogo no manejo agrícola.

Fonte: Rádio São Luiz com informações do Governo do Estado

Meteorologista destaca que mudança de ventos e chuvas são essenciais para dispersar fumaça no estado

Atmosfera carregada de fumaça faz com que o sol apareça com aspecto alaranjado. Foto: Kelvin Morais/Rádio São Luiz

A meteorologista Cátia Valente comentou nesta quarta-feira, 11, sobre a condição das fumaças das queimadas que estão atingindo o estado e o que será necessário para melhorar essa situação. Segundo ela, enquanto o Rio Grande do Sul está no inverno, com condições climáticas mais estáveis, outras regiões do Brasil, como o Centro-Oeste, Sudeste e interior do Nordeste, enfrentam períodos de seca, com temperaturas que chegam a quase 40ºC.

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Essa combinação de temperaturas elevadas, baixa umidade do ar, ventos fortes e poucas chuvas favorece a propagação de incêndios nessas regiões. Ela explica que, apesar de ser uma situação comum nesta época, a impressão é de que o problema tem se agravado a cada ano.

Os ventos em altitude, vindos do noroeste, carregam ar quente e, juntamente com ele, a fumaça das queimadas para o Rio Grande do Sul. “É como se fosse um canal que traz essa condição para a nossa região, mesmo estando distante, já que a atmosfera não tem fronteiras”, observou Cátia.

Para que a situação melhore, será necessário que os ventos mudem de direção, o que deve ocorrer com a chegada de frentes frias. Esses ventos, provenientes dos quadrantes sul e sudeste, poderão empurrar as fumaças para fora do estado. Outro fator importante será a ocorrência de chuvas, previstas para a segunda metade da semana, que ajudarão a limpar a atmosfera. Cátia ressaltou que essas precipitações podem ser conhecidas como “chuvas pretas”, por estarem carregadas de partículas poluentes das queimadas.

A meteorologista recomendou que, enquanto a situação não melhora, as pessoas evitem atividades ao ar livre, mantenham-se em locais fechados, com janelas e portas protegidas, e bebam bastante água para se hidratar.

Fonte: Rádio São Luiz

Secretário de Obras explica esforços realizados para tentar controlar incêndio em depósito de galhos

Bombeiros já teriam utilizado mais de 40 mil litros de água no local. Foto: Divulgação/Bombeiros

O secretário de Obras de São Luiz Gonzaga, Marcus Vinicius do Prado, informou nesta terça-feira, 3, as ações de sua pasta para combater a queimada de resíduos em um depósito de galhos no Bairro Loureiro. O incêndio tem gerado uma fumaça densa, prejudicando a qualidade do ar na região.

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O fogo teve início na terça-feira passada, 27, durante a remoção de galhos do Parque Centenário para o depósito. A transferência do material foi necessária para a realização das sondagens de solo no Parque, onde será construído o Instituto Federal Farroupilha. Os galhos removidos são em grande parte provenientes da microexplosão atmosférica, e mais de 100 viagens de caminhões foram necessárias para o transporte.

Segundo o secretário, o incêndio começou quando uma pessoa ateou fogo em uma grama seca às margens da BR-285. O fogo rapidamente se alastrou e atingiu a área de reciclagem da prefeitura, colocando em risco, inclusive, a retroescavadeira que operava no local.

Os bombeiros foram acionados e controlaram as chamas inicialmente, mas o fogo continuou a queimar por baixo da matéria orgânica. Desde então, a Secretaria de Obras, em parceria com os bombeiros, tem atuado com máquinas pesadas, como retroescavadeiras e, no sábado, uma draga foi deslocada do Pontão Santa Maria para ajudar no combate, mas ainda não foi possível resolver a questão.

Marcus reconheceu os transtornos causados pela fumaça, que afeta moradores do Bairro Loureiro, uma escola, uma fábrica de pavimentos e até a penitenciária local, onde apenados com problemas respiratórios tiveram suas condições agravadas. Apesar disso, ele destacou que a secretaria, em conjunto com os bombeiros, está fazendo todo o possível para controlar a situação.

Fonte: Rádio São Luiz