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Previsões indicam chegada do fenômeno La Niña no final do inverno

La Niña afeta regime de chuvas e consequentemente a produção rural – Foto: Fernando Dias/SeapiRS

O fenômeno La Niña deve começar a influenciar o clima a partir do final do inverno e início da primavera. A previsão é do Boletim trimestral do Conselho Permanente de Agrometeorologia Aplicada do Estado do Rio Grande do Sul (Copaaergs), coordenado pela Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação do RS. Os dados são baseados em modelos do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

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O La Niña é caracterizado pelo esfriamento das águas do Oceano Pacífico, sendo um fenômeno natural que afeta o regime de chuvas em diferentes partes do planeta. No Rio Grande do Sul, o fenômeno tende a causar estiagens severas no verão. Além disso, nos últimos anos o fenômeno tem tido seus efeitos intensificados por conta das mudanças climáticas.

De acordo com os dados do boletim da Copaeergs, os meses de julho e agosto devem ter chuva acima na média na parte norte e parte do centro-leste do Estado, especialmente na faixa nordeste, área mais provável à ocorrência de chuvas volumosas. Já as áreas mais ao sul e oeste devem ter chuva irregulares, próximas da média, com probabilidade de ficar ligeiramente abaixo da média, principalmente em agosto.

Em setembro, os boletins indicam chuva dentro da média esperada. No trimestre, as entradas de massas de ar de origem polar devem ser frequentes, intercaladas com períodos de aquecimento. Portanto, ondas de calor se alternado com ondas de frio são prováveis. Há chance maior de geadas no Estado em todo o trimestre, tanto em julho e agosto, quanto em setembro, com a possibilidade de ocorrência de geada tardia.

Fonte: Rádio São Luiz com informações de Seapi RS

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