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Novo equipamento amplia monitoramento ambiental na área de atuação do 2º Pelotão Ambiental em São Luiz Gonzaga

Foto: Ministério Público do Rio Grande do Sul

A Polícia Ambiental de São Luiz Gonzaga passou a contar, com um reforço tecnológico voltado ao aprimoramento das ações de fiscalização e controle ambiental, por meio da aquisição de um drone DJI Mavic 3 Enterprise, viabilizada com recursos destinados pelo Ministério Público do Rio Grande do Sul ao Grupo de Apoio à Polícia Ambiental. O investimento fortalece a estrutura operacional do 2º Pelotão Ambiental, responsável pelo monitoramento de uma área aproximada de 8.496 quilômetros quadrados, que abrange 14 municípios da região das Missões e atende uma população estimada em mais de 117 mil habitantes, caracterizada por atividades agropecuárias, áreas de preservação permanente, cursos d’água, remanescentes florestais e propriedades rurais que demandam fiscalização contínua.

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Os recursos utilizados na aquisição do equipamento são oriundos de acordos firmados em processos e execuções judiciais relacionados à reparação de danos ambientais ocorridos na Comarca de São Luiz Gonzaga, mecanismo que permite a aplicação direta desses valores em ações estruturantes de prevenção, controle e repressão a ilícitos ambientais. Com a incorporação do drone, a Polícia Ambiental amplia a capacidade de atuação em operações de campo, especialmente no combate a desmatamentos irregulares, supressão de vegetação nativa, intervenções em áreas de preservação, crimes contra a fauna, poluição hídrica e ocupações ilegais, além de otimizar o levantamento de informações técnicas, a produção de imagens georreferenciadas e a coleta de provas para instrução de procedimentos administrativos e judiciais.

A entrega simbólica do equipamento ocorreu na quarta-feira, 4 de fevereiro 2026, no Auditório do Ministério Público de São Luiz Gonzaga, com a presença do promotor de Justiça diretor das Promotorias do município, Sandro Loureiro Marones, do 1º Sargento PM Cristhian Cappa Cardoso, comandante do 2º Grupo de Polícia Ambiental, e da soldado Kristie Moraes Pereira. Durante o ato, foi destacado que a destinação dos recursos oriundos de acordos judiciais representa uma forma de retorno social das sanções aplicadas, ao transformar penalidades em investimentos permanentes na estrutura de fiscalização. A iniciativa está inserida no contexto das políticas públicas de proteção ambiental previstas na Constituição Federal, que reconhece o meio ambiente como bem de uso comum do povo, e reforça a integração entre Ministério Público, forças de segurança e demais órgãos de controle na preservação dos recursos naturais da região.

Fonte: Rádio São Luiz/ Ministério Público do Rio Grande do Sul

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