Política

Piti Werle, indicado do MDB para concorrer à majoritária, fala sobre o trabalho parlamentar durante a pandemia

(Foto: arquivo/divulgação)

Parlamentar destacou que partido ‘trabalha forte’ no intuito de aumentar o número de cadeiras na Câmara de Vereadores

O vereador José Antônio Flach Werle (Piti Werle), do MDB, falou hoje (22) sobre o impacto da pandemia de coronavírus no trabalho parlamentar. Ele­ destacou que “o que era fácil ficou difícil e o que era difícil ficou quase impossível”. Piti ainda lembrou que por ser ano eleitoral, as restrições aumentaram bastante.

Apesar das dificuldades, que vêm sendo sentidas por todos os segmentos, o vereador ressaltou que o trabalho na Câmara não parou. Seguem as análises de matérias e discussões em comissões que analisam questões importantes para a comunidade como a que vai tratar sobre a possibilidade de multas serem aplicadas a partir do videomonitoramento, tema que, inclusive, estará em pauta na manhã de hoje.

Piti Werle é o indicado do partido para concorrer na eleição majoritária deste ano. Se confirmar, ele será pré-candidato a vice de Sidney Brondani, do Progressistas, que deverá concorrer à reeleição. “Para mim é uma grande satisfação participar dessa administração, que vem fazendo um grande trabalho. Ser lembrado é um privilégio, mas precisamos aguardar. Ainda não existe essa definição”, destacou.

Segundo Piti, o trabalho no momento está focado na mobilização de novos filiados para o partido. Ele tem convicção que a sigla vai apresentar nomes “bastante consistentes” em todas as áreas. “Vamos ter nomes nas áreas da saúde, educação e desenvolvimento econômico. Acredito que esse será um dos nossos pontos fortes, principalmente com a participação feminina e da juventude”, comentou. O objetivo é aumentar o número de cadeiras do MDB na Câmara.

Por fim, o vereador fez um breve comentário sobre as ações realizadas ao longo deste mandato, com destaque para lei criada que permitiu parceria público-privada, da qual resultaram 42 projetos, entre os quais as reformas de paradas de ônibus e revitalização dos trevos de acesso ao município. O ginásio, outro andamento ligado ao vereador, está temporariamente parado em virtude da pandemia. Segundo Piti, “a empresa de Santa Catarina é pequena e não teria condições logísticas de oportunizar a segurança de todos os trabalhadores neste momento de crise na saúde, mas a verba está assegurada e o contrato feito. As obras terão andamento logo que as condições melhorarem”. “Estou bastante satisfeito com o que foi feito. Sempre aparecem novas demandas, mas como vivemos esse período de excepcionalidade precisamos respeitar”, concluiu.

Fonte: Rádio São Luiz

Deputado Bohn Gass defende mais três parcelas do seguro-desemprego durante a pandemia

(Foto: divulgação)

Nesta semana, o deputado federal Bohn Gass (PT) comentou sobre os problemas oriundos da pandemia e o que vem sendo feito para minimizar os efeitos da crise sanitária. Uma das preocupações é fazer chegar recursos aos municípios como a compensação do governo federal para minimizar os efeitos da queda na arrecadação de impostos. Ele disse estar preocupado, pois o governo ainda não repassou a primeira parcela deste auxílio para todos os lugares.

Outra bandeira do parlamentar e que foi apresentada através de emenda é aumentar mais três parcelas do seguro-desemprego durante a pandemia. Ele criticou a medida provisória 927 do presidente Bolsonaro, que, segundo ele “aprofunda maldades que já foram feitas na maldita reforma trabalhista”. Bohn Gass também defende a prorrogação das parcelas do auxílio emergencial e a manutenção do valor de R$ 600,00. “Se a crise vai continuar precisamos prorrogar, mas não dividir o valor. Temos que manter a quantia. É um debate importante”, ressaltou.

O deputado falou também sobre recurso para revitalização da Praça Cícero Cavalheiro. Ele disse que quando “passa na cidade vê como as pessoas frequentam o local” e considera o espaço um dos grandes espaços de convivência para a família e por isso o interesse em auxiliar com a revitalização da praça. Ele destacou ainda a obra – que está concluída – no Centro de Convivência do Bairro Agrícola, que deve ser oficialmente entregue para a comunidade assim que a pandemia passar.

Bohn Gass concluiu falando sobre sua preocupação com o hospital para o qual já destinou recursos para compra de equipamentos e para onde pretende enviar novos aportes financeiros.

Fonte: Rádio São Luiz

Chicão Jaeger e João Antunes falam sobre pré-candidatura ao Executivo de Bossoroca

Chicão e João Antunes lideram coligação de seis partidos. (Foto: divulgação)

Pré-candidatos defendem campanha civilizada e de respeito entre adversários políticos

Os pré-candidatos a prefeito e vice de Bossoroca, Nestor Jaeger, popular Chicão (PSDB), e João Antunes (MDB), falaram nesta quinta-feira (18) sobre os motivos que os levaram a se colocarem à disposição de suas siglas. Ao lado do PDT, PT, PTB e PSB, eles formam a União Popular (UP), coligação formalmente anunciada no último sábado, dia 13.

Segundo Chicão, a ideia de ser pré-candidato é alimentada pelo diálogo que vem tendo com a população e a vontade de que “algo diferente aconteça”. Ele lembrou que a família sempre teve suas atividades em Bossoroca e que agora chegou a vez de colocar seu nome em prol do município.

Chicão, que é filho do ex-prefeito Ardi Jaeger, citou que a ligação com João Antunes é “fruto de uma boa sintonia” e que as propostas de governo serão construídas por meio do diálogo com a população e entidades. Ele acrescentou que terá o cuidado para elaborar um plano que esteja dentro da possibilidade de ser cumprido.

Sobre o grande número de partidos (seis ao total) e como fará para distribuir os cargos em uma eventual eleição, o pré-candidato disse que desde já está tendo cuidado de conversar com as lideranças e que colocará “as pessoas certas nos locais certos”. “Formaremos as secretarias que satisfaçam os munícipes”.

Chicão acrescentou que espera e trabalhará por uma campanha alicerçada no respeito e bom entendimento entre todos. “Moramos em um município pequeno e quando terminar essa campanha vamos continuar as nossas vidas”, comentou.

Já o pré-candidato a vice, João Antunes, que já foi vereador no município, comentou que Bossoroca tem notoriedade na arte, história e cultura, mas sofre com muitas carências. Ele citou, como exemplo, a necessidade de criar mecanismos de geração de emprego e renda, incentivos à agricultura familiar e resolver os problemas habitacionais.

No mesmo tom de Chicão, ele disse esperar uma campanha civilizada e com diálogo. “Vamos traçar nossos objetivos e elaborar um bom plano de governo, que possa melhorar as questões que ainda patinam no tempo. Sempre é possível melhorar”, concluiu.

Fonte: Rádio São Luiz

Presidente da AMM pede que comércio auxilie no enfrentamento ao Covid-19

(Foto: divulgação/AMM)

Mico Gonzatto lembrou que situação pode voltar à classificação vermelha se não houver empenho de todos os setores

Após a reversão da classificação da bandeira da Região das Missões, alcançada por meio da mobilização dos prefeitos missioneiros e de lideranças políticas regionais, a Associação dos Municípios das Missões busca mobilizar a comunidade regional para que os casos não aumentem. O presidente da entidade, prefeito de Dezesseis de Novembro, Ademir (Mico) Gonzatto, inclusive, realizou reunião virtual na manhã desta quarta-feira (17) para tratar do assunto.

Em entrevista, ele comentou que a mudança da bandeira foi devido aos dados equivocados que o governo dispunha. O gestor lamentou as críticas recebidas pela imprensa da capital que disse que “os prefeitos estavam fazendo uma rebelião”. “Só fomos atrás do que achávamos que estava errado e o governador foi compreensivo, tanto que que na Serra e na região de Uruguaiana, apesar da contestação, foi mantida a bandeira vermelha”, justificou.

Mico disse que é preciso seguir com os cuidados e, na mesma linha do que disse o prefeito de São Luiz Gonzaga, Sidney Brondani, a situação regional pode evoluir para pior rapidamente e com isso a bandeira volta à classificação vermelha. “Precisamos cobrar mais e exigir mais. O comércio precisa nos ajudar. As pessoas precisam nos ajudar e ajudar a si mesmo”, finalizou.

Fonte: Rádio São Luiz

Integrante do grupo de risco, vereador Enderson Rocha de Morais defende isolamento social

(Foto: arquivo/Rádio São Luiz)

Edil está trabalhando e estudando de casa 

O vereador de São Luiz Gonzaga, Enderson Rocha de Morais (PDT), falou hoje (17) sobre as mudanças que precisou realizar a partir do início dos casos de coronavírus na região. Aos 80 anos, e, portanto, dentro do grupo de risco, ele precisou adaptar o trabalho na Câmara de Vereadores e desde então vem realizando o home office.

Encaminhamentos de requerimentos e proposições, bem como a participação nas sessões estão sendo realizadas a partir de videoconferência. Seu gabinete segue aberto com atendimento da assessora. “Estou adaptado a nova realidade. Tudo está funcionando. A anormalidade seria eu não ficar em casa”, lembrou.

Com familiares comerciantes, o vereador disse ser sabedor das dificuldades que o setor está enfrentando diante da crise provocada pela doença, mas ressaltou que se for necessário suspender atendimentos para poupar vidas então é isso que deve ser feito. “Os jovens precisam se encontrar, o comércio vender, gerar resultados e empregos. O município precisa de retorno do ICMS. Entendo tudo isso. Mas se a roda do vírus vai girar junto com a economia então vamos retrair”, defendeu. Ele ainda fez um apelo para que a comunidade compre e valorize o comércio local.

Enderson também se mostrou preocupado com o número de hospitalizações na região e ponderou sobre a instalação de barreiras sanitárias. “O Brasil está chegando aos 50 mil mortos. Estamos fazendo algo errado. A região está enchendo hospitais. Fico feliz que até agora todos os nossos casos tenham sido solucionados, mas precisamos evitar a disseminação do vírus. Barreiras sanitárias são necessárias, assim como uma ampla campanha de divulgação do uso de máscara”, defendeu.

Concluinte da primeira turma do curso de Direito da URI – São Luiz Gonzaga, Enderson comentou que a formatura estava prevista para o dia 15 de agosto e que a empresa contratada para organizar a cerimônia é de Passo Fundo, local com ampla circulação do coronavírus. “Não será possível fazer dia 15. Não vamos ter a irresponsabilidade de trazer uma empresa e pessoas de uma cidade que está bastante afetada. Ainda não sabemos o que fazer, mas estamos estudando alternativas”.

O vereador encerrou agradecendo a universidade e a coordenadora do curso, professora Cristiane Menna Barreto, a qual “tem feito um esforço enorme para manter o padrão das atividades”. Ele comentou que tem aulas virtuais todas as noites. “Estamos aprendendo tudo o que tínhamos que aprender”, destacou ao também comentar que a crise trouxe ensinamentos e a oportunidade de reinvenção.

Fonte: Rádio São Luiz

Izalda Boccacio, atual vice-prefeita, é a pré-candidata do Progressistas ao Executivo de Santo Antônio das Missões

(Foto: Jéssica Ourique/Fronteria Missões/Arquivo)

Decisão foi formalizada ontem (10), durante reunião do partido

O atual prefeito de Santo Antônio das Missões, Puranci Barcelos, falou nesta quinta-feira (11) sobre reunião do Progressistas realizada ontem, que definiu encaminhamentos da sigla para o pleito deste ano. Como em eleições anteriores, “o partido mantém a linha de construir uma ‘chapa pura’, mas buscando simpatizantes”, disse ele.

Uma das definições é o nome da atual vice-prefeita, Izalda Boccacio, para concorrer como candidata a chefe do executivo. “Ainda está faltando a formalização de um vice e através do diálogo estamos tentando encontrar”, comentou Puranci.

O gestor avalia que o trabalho que vem sendo feito é bom e por isso o objetivo de dar sequência. “Sabemos que a oposição tem que existir. Até nos orientam em algumas mudanças, mas em Santo Antônio temos acompanhado e não existe uma consolidação, por isso existe a possibilidade de outras siglas apoiarem a nossa situação”, concluiu o gestor.

Fonte: Rádio São Luiz

Presidente do TSE afirma que há consenso médico em relação à necessidade do adiamento do pleito deste ano

(Foto: divulgação/TSE)

Barroso e seu vice-presidente do TSE conversam com Maia e Alcolumbre sobre eleições municipais

O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Luís Roberto Barroso, e o vice-presidente da Corte, Luiz Edson Fachin, reuniram-se na tarde de segunda-feira (8) com os presidentes da Câmara, Rodrigo Maia, e do Senado, Davi Alcolumbre, para discutir a realização das eleições municipais em meio à pandemia do coronavírus.

Barroso relatou aos líderes que conversou nas últimas duas semanas com oito especialistas (epidemiologistas, infectologistas, sanitarista, físico especializado em estatística de pandemia e biólogo). O ministro afirmou aos parlamentares que há um consenso médico sobre a necessidade do adiamento por algumas semanas – primeiro turno entre a segunda quinzena de novembro e o começo de dezembro. Barroso deixou claro, porém, que a definição da data é uma “decisão política”.

“Todos os especialistas têm posição de consenso de que vale a pena adiar por algumas semanas, mas não deixar para ano que vem (2021), porque não muda muito do ponto de vista sanitário. Eles acham que, em agosto, setembro, a curva pode ser descendente. Endossaríamos, portanto, a ideia de adiar por algumas semanas”, disse Barroso aos parlamentares.

As datas do pleito serão definidas pelo Congresso, uma vez que o dia da eleição está previsto na Constituição – primeiro domingo de outubro –, e, para alterá-lo, é necessária emenda constitucional.

Os parlamentares propuseram que os líderes partidários das duas Casas participem de conversas com os médicos. O TSE se comprometeu a organizar reunião com especialistas na semana que vem. A partir da conversa, Câmara e Senado darão andamento à análise das propostas sobre adiamento do pleito.

Ministros e parlamentares também trataram sobre a necessidade de alterar algumas datas importantes vinculadas ao pleito. A questão, porém, será discutida no âmbito do Congresso Nacional.

O presidente do TSE relatou conversas internas para ampliar o horário da votação para 12 horas e prever campanhas para votação em horários conforme a faixa etária. Barroso também pediu ajuda do Congresso para obtenção de doações de empresários para materiais de proteção aos mesários e eleitores, como máscaras e álcool gel.

Fonte: TSE

Senador Luis Carlos Heinze destaca recursos destinados para a saúde na região

(Foto: divulgação)

O senador pelo Progressistas, Luis Carlos Heinze, falou hoje (4) à São Luiz, direto de São Borja, sobre as ações realizadas pela câmara alta do congresso nacional neste período de pandemia que o obriga, inclusive, a realizar este teletrabalho. O primeiro comentário do parlamentar foi sobre recurso de quase R$ 9 bilhões destinados aos estados pelo governo federal, do qual o Rio Grande do Sul receberá R$ 31 milhões e São Luiz Gonzaga, por consequência, a quantia de R$ 4.360.107,44, divididos em quatro parcelas.

Para tanto, alertou Heinze, é preciso que os chefes de executivo realizem o cadastro na Secretaria do Tesouro Nacional até amanhã (5). O recurso visa socorrer os municípios que, face à pandemia, estão perdendo receitas do ICMS, por exemplo.

O senador comentou que está preocupado com a saúde da comunidade regional e lembrou ter destinado recurso de R$ 508 mil para o hospital e que há um repasse de mais R$ 1 milhão para a casa de saúde são-luizense realizado por intermédio da Secretaria Estadual de Saúde. Heinze citou ainda que há um recurso do fundo municipal de saúde no valor de mais de R$ 1.350.000,00, que os prefeitos da região podem usar nos postos de saúde e hospitais, que está parado. Para agilizar e orientar como proceder para conseguir acesso ao montante, ele disse que vai promover uma reunião com os prefeitos.

Outra pauta abordada pelo senador foi o desemprego, que só no Rio Grande do Sul passou de um milhão e quinhentos mil. Para atenuar este grave quadro, ele ressaltou que o governo tem se empenhado em auxílios como os R$ 600,00 e no fomento aos setores da agricultura, comércio, indústrias, serviços, com várias linhas de crédito. Uma das informações repassadas por ele é que está sendo agilizado processo de simplificação às linhas de microcrédito para que as pequenas empresas possam saldar suas folhas de pagamento e garantir os empregos.

Por fim, Heinze comentou a articulação realizada no trâmite da Lei Kandir, que deve compensar os estados em R$ 65,5 bilhões ao longo dos próximos anos. O texto do projeto de lei ainda precisa ir à votação, mas deve ser aprovado e com isso ajudar os estados e municípios exportadores, como é um caso do Rio Grande do Sul, a receber a compensação há tanto tempo aguardada.

Fonte: Rádio São Luiz

Deputado Jerônimo Goergen pretende tornar crime hediondo fraude à licitação mediante elevação arbitrária dos preços

(Foto: arquivo/divulgação)

O deputado federal Jerônimo Goergen (Progressistas) falou nesta quinta-feira (4) sobre o andamento do trabalho na câmara federal e os encaminhamentos que ele tem dado, especialmente na área da saúde. Como exemplo, lembrou que recentemente destinou, em emendas individuais, quase R$ 2 milhões para o município de São Luiz Gonzaga.

Outra ação tomada pelo deputado logo no início da pandemia foi conseguir 70 mil litros de álcool para produção do álcool em gel e envasado, que foram distribuídos para hospitais públicos. A medida emergencial, como lembra Goergen, foi para “estabilizar o suprimento nas casas de saúde, que viviam a falta do insumo”. Ontem (3), o político disse ter conseguido, com o Itaú, 200 mil máscaras, que serão distribuídas para passageiros do transporte intermunicipal e da região metropolitana, como medida de prevenção ao contágio pelo coronavírus.

A ação mais enérgica tomada pelo parlamentar nestes meses de isolamento e teletrabalho também é diretamente relacionada à saúde, pois trata-se de proposta da aplicação de penas mais graves àqueles que estão falsificando remédio. Goergen lembrou que na região de Casca, foram presas duas quadrilhas que falsificaram a vacina contra a gripe. “Felizmente o conteúdo das vacinas não trouxe maiores efeitos colaterais, mas ainda é muito grave o fato de pessoas ganharem dinheiro em cima da população desempregada face a uma pandemia”, disse.

Goergen disse que encaminhou proposta para tornar crime hediondo fraude à licitação mediante elevação arbitrária dos preços. Contudo, segundo ele, está com dificuldades de conseguir as assinaturas. “A impressão que tenho é que no congresso essa gente tem muito apoio de políticos. Me decepcionou a bancada do PT, que disse que ser contra alterar o código penal”, reclamou o parlamentar.

Por fim, ele disse que há uma projeção de que os trabalhos em Brasília retornem em julho, contudo ainda é precipitado afirmar, justamente pelo fluxo de deputados que pode aumentar o risco de disseminação da Covid-19. Até lá, o deputado, assim como os demais parlamentares, seguem trabalhando de casa.

Fonte: Rádio São Luiz

Prefeito de Bossoroca comenta aproximação dos prazos das eleições 2020 e defende adiamento do pleito

(Foto: arquivo/Rádio São Luiz)

O prefeito de Bossoroca, José Moacir Fabrício Dutra, falou nesta segunda-feira (1º) sobre o calendário eleitoral 2020, que vê seus prazos cada vez mais próximos de expirar. O próprio gestor, que pretende se candidatar mais uma vez, precisou se licenciar da diretoria da Associação dos Municípios das Missões (AMM) e da presidência do Consórcio Intermunicipal de Saúde, o qual, segundo ele, foi entregue ao prefeito Puranci Barcelos, com bom andamento. O Consórcio em questão trata da gestão de recursos destinados ao Hospital São Luiz Gonzaga.

Juca defende a posição de entidades como a Federação das Associações de Municípios do Rio Grande do Sul (Famurs) e da Confederação Nacional de Municípios (CNM), que pedem o adiamento das eleições 2020. Ele citou, por exemplo, o aperto no prazo para o início das convenções previstas para o fim deste mês e início de julho; e depois a própria campanha.

“Em uma situação de normalidade ela não pode ser adiada, mas no momento são questões que não dependem do homem. É até uma falta de respeito dizer que não vão fazer isso, quando estamos em uma pandemia onde todos os órgãos públicos e privados estão envolvidos há pelo menos seis meses”, comenta. O prefeito disse que tudo dependerá do comportamento da pandemia até lá, mas que não vê a possibilidade de se manter como está.

Na ocasião, Juca também falou sobre o andamento das obras, que não estão na mesma intensidade em função da queda na arrecadação, mas ressaltou que projetos que não dependem deste recurso, como o asfaltamento de ruas da cidade, seguem. Ele ainda lembrou que existe um acordo com a câmara para que a casa legislativa destine recurso para completar a pavimentação em mais algumas ruas, mas que no momento é preciso observar os compromissos fixos como a folha de pagamento, que são custos permanentes.

Apesar disso, o objetivo segue sendo melhorar a infraestrutura nos próximos meses, com atenção especial para estradas do interior, pois a característica do município exige que produtores e estudantes tenham uma condição mínima de trânsito nas áreas rurais.

Fonte: Rádio São Luiz