Rural

Timac Agro divulga vencedores do “Desafio Colher Mais” na região da Coopatrigo

(Foto: divulgação)

Ao finalizar mais uma safra de soja, a Timac Agro, parceira da Coopatrigo na área de insumos, esteve divulgando os resultados do “Desafio Colher Mais”, desenvolvido entre os associados que se inscreveram. Para participar, o produtor tinha que destinar uma área mínima de 10 hectares, utilizar semente fiscalizada da Coopatrigo tratada com Fertiactyl Leg, utilizar a adubação de base com Timac Agro e também utilizar pelo menos uma tecnologia líquida Timac Agro no vegetativo. Além disso, a colheita segue todas as regras do CESB, Comitê Estratégico Soja Brasil.

Em virtude da pandemia do coronavírus, o resultado do “Colher Mais” foi divulgado através de uma live realizada pelo Supervisor Regional de Vendas da Timac Agro, Luiz Carlos Pedralli. Segundo ele, na safra de soja 2019/2020 finalizaram o concurso 53 áreas, onde os produtores conseguiram produzir 8,79 sacos por hectare a mais nas áreas participantes do concurso, na comparação com a produtividade da sua propriedade.

A região da Coopatrigo foi dividida em cinco, sendo escolhido um vencedor em cada região. Na região atendida pelo RTC Neimar Bueno, que engloba Caibaté, Rolador e Mato Queimado foi vencedor o cooperado da Coopatrigo Nerci Perini, com 60,53 sc/hc na sua área experimental.

Na região atendida pelo RTC Felipe Hendges, que engloba Santo Antônio das Missões e Garruchos foi vencedor o cooperado da Coopatrigo Vanderlei Santoni, com 69,73 sc/hc na sua área experimental. Na região atendida pelo RTC Fábio Munchen, que engloba São Luiz Gonzaga e Bossoroca foi vencedor o cooperado da Coopatrigo Rodinei Vieira, com 70,90 sc/hc na sua área experimental.

Na região atendida pelo RTC Ricardo Machado, que engloba Santiago e Capão do Cipó foi vencedor do cooperado da Coopatrigo Iuri Uberti, com 78,08 sc/hc na sua área experimental. Na região atendida pela RTC Laura Scheeren, que engloba São Nicolau, Pirapó, Dezesseis de Novembro e Roque Gonzales foi vencedor o cooperado da Coopatrigo Ildomar Venzke, com 78,31 sc/hc na sua área experimental.

Na live de divulgação do “Desafio Colher Mais”, o presidente da Coopatrigo, Ivo Batista, agradeceu a parceria com a Timac Agro e parabenizou todos os associados que aceitaram participar deste desafio e disse que este concurso vem ao encontro com os objetivos da Coopatrigo, que são incentivar o uso de tecnologias que permitam que o cooperado colha mais por hectare.

Por Roberto Marques – Assessor de Comunicação Coopatrigo

Farsul orienta produtores sobre devoluções relativas ao Plano Collor

(Imagem: divulgação)

Contratos de crédito rural com pagamento a maior tem direito à restituição

Produtores rurais, pessoas físicas ou jurídicas, com contratos de crédito rural anteriores a março de 1990 e quitados após essa data, com correção pela caderneta de poupança, terão direito à restituição dos valores pagos a maior. A decisão, de abrangência nacional, do Superior Tribunal de Justiça, teve acórdão publicado em 15 de maio último e é resultado do julgamento de recurso apresentado pelo Banco do Brasil na Ação Pública que discute a devolução de valores relativos ao Plano Collor nos financiamentos rurais.

Todos os produtores enquadrados nesta situação, inclusive com contratos quitados, renegociados ou ainda devedores ao banco, podem entrar com medida judicial individual contra o Banco do Brasil e/ou União. Conforme orientação do diretor Jurídico da Farsul, Nestor Hein, é preciso que, na ação, o produtor anexe cópia da cédula rural, de preferência com todos os demonstrativos de pagamentos. Caso ele não possua os documentos, pode solicitar cópia do registro no Cartório do Registro de Imóveis da Comarca da agência bancária onde realizou o financiamento. “Alertamos os produtores rurais enquadrados nesta situação a fim de que busquem as informações necessárias com vista a resguardar os seus direitos”, explica Hein.

Fonte: Imprensa Sistema Farsul

Secretaria da Agricultura faz alerta de golpe para prefeituras e produtores rurais

(Imagem: reprodução/Rádio São Luiz)

A Secretaria da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural (Seapdr) alerta prefeituras e produtores rurais para a ação de golpistas que, dizendo-se representantes do Estado, oferecem diferentes produtos e serviços em troca de depósito de valores, a título de frete.

Programas e políticas públicas são feitos por meio de convênios e termos de cooperação, cujos depósitos de valores, quando necessários, são feitos em contas do Estado no Banrisul.

A Seapdr destaca que não existe comercialização de materiais do governo e que qualquer destinação é feita de acordo com os princípios da administração pública, e não diretamente com particulares. A secretaria já encaminhou ofício à chefe da Polícia Civil solicitando providências neste sentido.

Se alguém for contatado nesse sentido, registre boletim de ocorrência na delegacia de polícia mais próxima.

Fonte: Governo do Estado – RS

Inscrições para o programa Bolsa Juventude Rural terminam em 14 de junho

(Foto: arquivo/divulgação)

O programa Bolsa Juventude Rural está com inscrições abertas até 14 de junho. Ao aliar educação e desenvolvimento rural, ele permite aos jovens se manterem na escola durante o Ensino Médio a partir da implantação de projetos produtivos que garantem a permanência no campo. Nesta edição, haverá a necessidade de envio, junto com a documentação mínima exigida pela lei, de um pré-projeto, que deverá servir de base para a elaboração do projeto produtivo que é a contrapartida obrigatória apresentada pelo jovem durante o recebimento da bolsa.

“O Bolsa Juventude Rural é um excelente programa que traz oportunidades para os jovens se especializarem e se manterem no campo. A sucessão rural pode ser um problema para os agricultores gaúchos, e por isso estamos concentrados em reduzir a evasão, trazendo melhores oportunidades para as famílias”, destaca o secretário da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural, Covatti Filho.

Para 2020, estão disponíveis até 471 bolsas, sendo 375 por meio do orçamento 2020 e 96 do saldo residual de exercícios anteriores. O benefício é de R$ 200 mensais, por 10 meses, a ser pago a partir de maio de 2020, independentemente da data de concessão/contratação. Das 471 bolsas oferecidas, serão disponibilizadas 200 para alunos regularmente matriculados no segundo ano e 271 para alunos do terceiro ano do Ensino Médio.

Mas informações

Site: www.bolsajuventuderural.com.br

E-mail: [email protected]

Telefone: (51) 3218-3396

Fonte: Governo do Estado – RS

Agricultura Familiar solicita anistia das dívidas do Programa Troca-Troca de Sementes

Seca afetou diretamente a cultura no Estado. (Foto: divulgação)

Para tratar do Troca-Troca de sementes, na segunda-feira (11), a FETAG-RS, representada pelo presidente Carlos Joel da Silva, participou de uma videoconferência agendada pelo deputado Elton Weber, com o secretário-chefe da Casa Civil Otomar Vivian e com o secretário da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural, Covatti Filho. O tema tratado foi programa Troca-Troca de Sementes de milho.

Considerando o cenário a cada dia mais complicado em virtude da estiagem e do Coronavírus, a FETAG-RS solicitou ao Governo do Estado apoio aos agricultores familiares que aderiram ao Troca-Troca na última safra. O programa oferece ao agricultor um subsídio no valor de 28% do valor total das sementes adquiridas, que são pagos pelo Governo do Estado. Os outros 72% ficam a cargo de cada agricultor. A FETAG-RS e os deputados solicitaram que o governo estadual assuma o restante do valor devido, que totalizaria cerca de R$17 milhões.

Como encaminhamento, os secretários se comprometeram a fazer a análise junto a Secretaria Estadual da Fazenda, para que se possa dar um retorno imediato para a FETAG-RS e para os deputados solicitantes.

Para o presidente da FETAG-RS, Carlos Joel da Silva, “os agricultores estão sendo duplamente prejudicados neste ano. A estiagem, que assola o Estado desde dezembro, e mais recentemente pelo Coronavírus. Ele está sem dinheiro. Acredito que, como já foi feito por governos anteriores, a atual gestão possa estender a mão aos nossos agricultores e arcar com o valor. Infelizmente, os agricultores estão perdendo toda ou boa parte de suas lavouras”.

Também participaram os deputados estaduais Edson Brum e Frederico Antunes, que é o líder do governo na Assembleia Legislativa, e o deputado federal Heitor Schuch.

Fonte: FETAG-RS

Com transmissão pela internet, 13ª Feira Oficial de Terneiros, Terneiras e Vaquilhonas de Bossoroca ocorre neste sábado (9)

(Foto: divulgação)

Neste sábado (9), a partir das 15h, no Parque de Exposições Marcos da Silva Fabrício, ocorre a 13ª Edição da Feira Oficial de Terneiros, Terneiras e Vaquilhonas. Aproximadamente 600 animais estarão disponíveis para remate.

Em virtude da pandemia do coronavírus (Covid-19), o evento, que é organizado pelo Sindicato Rural de Bossoroca e pela BC Remates, terá leilão on-line, com transmissão pelas páginas dos organizadores no Facebook. Segundo Ardi Jaeger, presidente do Sindicato, todos aqueles que estiverem no parque terão à disposição álcool em gel e máscaras, que obrigatoriamente devem ser usadas. “Não teremos nosso tradicional almoço e vamos respeitar todas as normas e exigências de prevenção. Não é uma festa, é uma feira de negócios”, destaca o presidente.

O patrocinador master da 13ª Edição da Feira Oficial de Terneiros, Terneiras e Vaquilhonas é o Banrisul. O evento também conta com apoio da Barraca Missões; Sicredi; Banco do Brasil e Inspetoria Veterinária. Dúvidas entre em contato pelo 9 9626-3687.

Para assistir clique em um dos links (link 1 – Sindicato Rural); (link 2 – BC Remates).

Fonte: Rádio São Luiz

Sindicato Rural de Bossoroca e BC Remates promovem 13ª Edição da Feira Oficial de Terneiros, Terneiras e Vaquilhonas no dia 9 de maio

(Imagem: divulgação)

Transmissão e lances serão on-line

O Sindicato Rural de Bossoroca e a BC Remates, promovem, no próximo dia 9 de maio, a 13ª Edição da Feira Oficial de Terneiros, Terneiras e Vaquilhonas. O evento será a partir das 15h, no Parque de Exposições Marcos da Silva Fabrício.

A transmissão será on-line pelas fanpages no Facebook do Sindicato Rural de Bossoroca e da BC Remates. A participação do público e os lances serão virtuais.

A participação presencial dos pecuaristas deve ser comunicada com antecipação pelos fones

3356-1105 e 9-9626-3687. A 13ª Edição da Feira Oficial de Terneiros, Terneiras e Vaquilhonas tem o patrocínio de Banrisul – O Banco dos Gaúchos.

Fonte: Assessoria de Imprensa

Impacto da estiagem na economia gaúcha pode chegar a R$ 15 bilhões, avalia Paulo Pires

(Foto: Luiz Prado/JC)

O presidente da Federação das Cooperativas Agropecuárias do Rio Grande do Sul (Fecoagro), Paulo Pires, falou nesta terça-feira (28) sobre os impactos do coronavírus e da estiagem para o agronegócio. Sobre o primeiro, ele lembrou artigo do deputado federal Alceu Moreira, que avalia que o setor não sofreu tanto.

A justificativa é que já havia estruturação para o plantio e a colheita, o que deu certa proteção. Ademais, o mercado internacional está fluindo e o Brasil se credenciando como um grande fornecedor para o mundo. Contudo, como a pandemia afeta a todos, a economia será impactada e o agro não conseguirá sair ileso.

O principal problema, segundo Paulo Pires, está sendo a estiagem. No Rio Grande do Sul, a quebra no milho já chega a 30%, na soja, se aproxima de 50%. “Íamos produzir 20 milhões de toneladas e agora ficará em 10,5. Entre o milho e a soja, eu somaria mais de 15 bilhões de reais, que vão deixar de circular na economia gaúcha”, avalia Pires.

O presidente destacou ainda reunião com lideranças das entidades de produtores, bancadas dos deputados federais e o senador Luis Carlos Heinze, que resultou na elaboração de documento, posteriormente entregue à Ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Tereza Cristina, que recebeu com muita sensibilidade; mas que ainda não ocasionou o resultado esperado. Não houve até aqui, por exemplo, autorização para as agências bancárias prorrogarem custeios, parcelas de investimento que vencem neste ano, entre outros. Na avaliação de Paulo Pires, é importante que as medidas sejam atendidas para que o produtor não perca o ímpeto pelo investimento feito nos últimos anos, pois é ele quem puxa o comércio, fomentando a economia para que as coisas voltem à normalidade.

Fonte: Rádio São Luiz

Painel debateu as perspectivas da estiagem e estratégias para enfrentá-la

(Foto: arquivo/Lauro Elias Ghiggi Faccin)

Luís Fernando resumiu principais pontos abordados em evento on-line realizado ontem (26)

O são-luizense e diretor da Farsul Jovem, Luis Fernando Cavalheiro Pires, mediou ontem (27), painel virtual sobre as perspectivas da estiagem e as estratégias para enfrentá-la. O encontro contou com a participação do pesquisador de meteorologia e clima da Secretaria Estadual da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural, Flávio Varone; e do deputado federal e presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), Alceu Moreira.

Conforme Luis Fernando, as projeções de Varone indicam, para a região, um volume entre 80 e 100 milímetros de precipitação até 12 de maio. Quanto ao frio, por causa do plantio do trigo, o meteorologista disse que esta será uma estação normal, sem exageros. Sobre a safra de verão, para a qual projeções indicavam possibilidade de “la ninã” fraca, que é quando acontece seca no sul e chuva no norte do país, Varone disse ser cedo para um prognóstico.

A previsão preocupante ficou por conta de que não há garantias de chuvas suficientes para encher as barragens até setembro. É um sinal de alerta, principalmente para produtores que realizaram alto investimento em irrigação

Sobre isso, o deputado Alceu Moreira disse que está engajado em alterações na legislação, tanto para irrigação quanto para o seguro rural. Segundo o parlamentar, em breve podem ocorrer avanços na lei dos recursos hídricos e do corte florestal. A iniciativa, inclusive, teria partido do Ministério Público, que entende que na nossa região, por exemplo, os locais apropriados para reservas d’água são as baixadas que, por obvio, vão exigir intervenção nas chamadas áreas de prevenção permanente (APP), que ficam em leitos e margens de rios. “Quando fizermos a armazenagem de água poderemos fazer, no entorno desse reservatório, uma compensação ambiental”, defende Luis Fernando.

Por fim, foram discutidas as questões políticas e econômicas do país, como a permanência da ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Tereza Cristina, e do ministro da Economia, Paulo Guedes, que, nos bastidores, estariam balançando em suas funções. No campo econômico, a constatação é de que, apesar da crise e da diminuição de consumo no mercado interno, as exportações para fora estão sendo ampliadas, principalmente para a China.

Fonte: Rádio São Luiz

Engenheiro agrônomo da Coopatrigo comenta dificuldades enfrentadas pelos produtores em virtude da estiagem

Plantio do milho pode ser afetado caso estiagem persista. (Foto: Isadora Neumann / Agência RBS)

O engenheiro agrônomo da Coopatrigo, Marcos Pilecco, falou nesta quarta-feira (22) sobre as dificuldades enfrentadas pelos produtores da região em virtude da estiagem. Uma delas está sendo do setor pecuário, nas pastagens. Quem plantou um pouco mais cedo, explica ele, está lutando contra a falta de desenvolvimento e contra as pragas oportunistas, que se aproveitam dessa condição de clima.

A ausência de chuva afeta também quem está às vésperas de aplicar calcário, mas não o faz para evitar o pó. O problema maior, contudo, é nos açudes menores, que estão quase secos. Isso afeta a bebida para os animais e a irrigação da safrinha, que está nas últimas irrigações, mas vê a maioria dos açudes pequenos em níveis críticos.

A projeção fica ainda mais preocupante quando se fala das próximas safras. Pilecco explica que até agosto os açudes precisam juntar água para poder garantir a irrigação do milho. Se as chuvas não ocorrerem neste período de quatro meses, a produção da cultura ficará comprometida.

Questionado sobre a produtividade da soja, o engenheiro agrônomo comentou que aguarda reunião da Comissão Municipal de Estatística Agropecuária (COMEA) para definir junto com outros colegas, mas adianta que “estamos abaixo da média dos últimos sete anos”. Toda a estiagem, que se arrasta desde novembro do ano passado, com chuvas irregulares, dificulta, inclusive, a definição da produtividade.

Fonte: Rádio São Luiz