Saúde

Obras no Pronto Atendimento alteram funcionamento do HSLG a partir do dia 25

Foto: Assessoria de Comunicação, Imprensa e Transparência da Prefeitura de São Luiz Gonzaga

O Hospital São Luiz Gonzaga (HSLG) divulgou na sexta feira 20 de março 2026, aviso à população informando alterações temporárias no funcionamento do Pronto Atendimento em razão da fase final das obras no setor. Conforme o comunicado, no período entre as 7h do dia 25 de março de 2026 (quarta-feira) e as 12h do dia 26 de março (quinta-feira), os atendimentos serão restritos exclusivamente a casos de emergência.

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Durante esse intervalo, as demais demandas de saúde deverão ser direcionadas aos postos de saúde do município. O hospital também informa que, nos dias 25 e 26 de março, não haverá horário de visitas, com retomada prevista para o dia 27 de março (sexta-feira). Pacientes que necessitarem de internação deverão acessar a unidade pelo setor de imagem.

A medida está vinculada à execução de obras no corredor principal do Pronto Atendimento, onde será realizada a aplicação de piso vinílico em manta. O serviço será conduzido por empresa especializada e envolve etapas como aplicação de massa niveladora para correção de imperfeições, com tempo médio de secagem de aproximadamente três horas, seguida da aplicação de cola, instalação do piso, além de recortes, juntas de dilatação e acabamentos, necessários para a finalização do trabalho.

De acordo com a engenheira civil do hospital, Tcheusley Bratz, trata-se de uma etapa técnica prevista no cronograma da obra, voltada à adequação da estrutura física do espaço de atendimento. A administração do hospital destaca que a intervenção ocorre em fase final da obra e solicita que a população observe as orientações durante o período, considerando as alterações temporárias no fluxo de atendimento.

Fonte: Rádio São Luiz

Rede municipal de saúde mantém vacinação e amplia orientação sobre imunização infantil e de gestantes

Foto: Canva/Ilustrativa

O município de São Luiz Gonzaga/RS mantém diferentes frentes de imunização nas unidades de saúde, com ações voltadas a públicos específicos e atualização da cobertura vacinal. Entre as estratégias recentes está a aplicação da vacina contra a dengue e a oferta de imunizantes destinados à prevenção de doenças respiratórias em crianças, além da ampliação de campanhas de verificação da situação vacinal em escolas.

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No momento, o município recebeu um quantitativo inicial de doses da vacina contra a dengue destinadas a adultos, sendo priorizados profissionais da área da saúde, grupo considerado mais exposto ao risco de contágio. Conforme informações repassadas pela equipe da rede municipal de saúde, foram disponibilizadas inicialmente 93 doses, aplicadas nesse público específico. A ampliação da vacinação para outros grupos dependerá do envio de novos lotes pelo sistema público de saúde, sem previsão definida até o momento para distribuição ampliada.

Além da imunização voltada à dengue, o município também registra intensa movimentação nas salas de vacina devido a outras campanhas em andamento. Uma delas ocorre por meio de parceria com escolas, onde estudantes recebem formulários para avaliação da situação vacinal. Os pais encaminham o documento juntamente com a caderneta de vacinação para análise nas unidades de saúde. Caso sejam identificadas vacinas em atraso, a atualização é realizada no próprio atendimento, contribuindo para ampliar a cobertura vacinal entre crianças e adolescentes.

Outro foco da rede municipal de saúde envolve a proteção contra o vírus sincicial respiratório, uma das principais causas de internação em crianças pequenas. O imunizante é destinado especialmente a bebês prematuros, nascidos com até 36 semanas e seis dias de gestação e que ainda não completaram seis meses de vida. Também podem receber o medicamento crianças de até dois anos que apresentem condições de saúde específicas, como cardiopatias congênitas, doenças pulmonares crônicas da prematuridade, síndrome de Down, fibrose cística, doenças neuromusculares graves ou imunodeficiências.

Nesse caso, o procedimento exige solicitação prévia à Secretaria Estadual de Saúde, já que se trata de um imunizante especial. Após a solicitação realizada pela unidade de saúde, a autorização e liberação ocorrem geralmente em poucos dias, permitindo a aplicação nas crianças que se enquadram nos critérios estabelecidos.

Também integra o calendário de prevenção a vacinação de gestantes, que podem receber imunizantes durante a gravidez para proteger o bebê nos primeiros meses de vida. Entre as vacinas oferecidas estão a contra o vírus sincicial respiratório (VSR), a dTpa — que previne difteria, tétano e coqueluche —, a vacina contra influenza e a vacina contra a Covid-19. A recomendação é que as gestantes procurem as unidades de saúde para verificar a situação vacinal, mesmo quando realizam acompanhamento pré-natal em serviços particulares.

Conforme a enfermeira responsável pela sala de vacinação do Centro de Saúde, Águeda Martins Balbé, o movimento nas unidades aumentou com a chegada de novos imunizantes e a intensificação das campanhas de atualização da caderneta vacinal. “Quanto maior o número de crianças vacinadas, maior também é a cobertura vacinal e menor a possibilidade de circulação de doenças que podem ser prevenidas por vacina”, destacou.

Fonte: Rádio São Luiz

Clima e ações de monitoramento contribuem para quadro estável da dengue na região

Foto: Arquivo / Prefeitura de São Luiz Gonzaga

A 12° Coordenadoria Regional de Saúde (CRS) de Santo Ângelo registrou até esta segunda-feira (23/02) apenas um caso confirmado de dengue nos municípios da região. Atualmente, outros 26 casos estão em investigação, mas a situação da doença é considerada estável. O único caso até então foi de uma criança com até 4 anos em Santo Antônio das Missões, notificado ainda em janeiro.

Para o coordenador da 12° CRS, Rodrigo Reis, o baixo número de casos se deve a dois fatores principais: as condições climáticas e ao trabalho de monitoramento nos municípios. Mesmo com as recentes chuvas e após o período de Carnaval, o quadro de notificações se mantém estável (72) neste início de 2026. Os dados são do Painel de Casos de Dengue no RS.

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O quadro atual é avaliado de forma positiva, especialmente, na comparação com anos anteriores em que surtos da doença foram registrados em municípios da região. Rodrigo ressalta que o esforço de prevenção continua sendo a principal estratégia para combate à dengue.

Nos últimos anos, as equipes dos municípios têm ampliado o monitoramento com o uso das ovitrampas, equipamentos usados para atrair as fêmeas do mosquito Aedes aegypti e coletar seus ovos. “É um sistema mais assertivo e que direciona a equipe para trabalhar em lugares que vão potencialmente prejudicar mais ou ter mais chance de ter um surto”, explica Rodrigo.

Vacinação

Neste mês de fevereiro, a vacinação contra a dengue passou a ser ofertada em todos os municípios do Rio Grande do Sul. O público-alvo são crianças e os adolescentes de dez anos a 14 anos, que devem receber duas doses do imunizante com intervalo de três meses entre elas.

O objetivo da Secretaria Estadual de Saúde (SES-RS) é imunizar cerca de 630 mil crianças e adolescentes. Os locais e as datas em que as doses estarão disponíveis à população serão definidos por cada prefeitura assim que os municípios receberem seu respectivo quantitativo de vacinas.

Segundo Rodrigo, a distribuição na 12° CRS segue a solicitação por município. Até o momento, já foram distribuídas 1.800 vacinas e a previsão é de que mais 2.160 imunizantes sejam destinados aos 24 municípios da região. Em São Luiz Gonzaga, foram enviadas 571 doses das 600 que foram solicitadas.

A vacina utilizada na estratégia de imunização contra a dengue no país e no Estado é a Qdenga, produzida pela farmacêutica japonesa Takeda Pharma. Para os próximos meses, está prevista a ampliação da oferta de vacinas, com a incorporação de um novo imunizante 100% nacional, desenvolvido pelo Instituto Butantan.

Fonte: Rádio São Luiz

Paulo Pimenta visita obras do IFFar e anuncia destinação de recursos para o Hospital São Luiz Gonzaga

Foto: Evelise Oliveira/Rádio São Luiz

O deputado federal Paulo Pimenta (PT) está em visita a São Luiz Gonzaga e à região das Missões. Nesta segunda-feira (16/02), em entrevista à Rádio São Luiz FM 100.9, Pimenta anunciou a destinação de emenda parlamentar no valor de R$500 mil para o Hospital São Luiz Gonzaga (HSLG). O deputado também comentou sobre as articulações para as eleições deste ano e as expectativas com o início das atividades do Instituto Federal Farroupilha (IFFar) no município.

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Paulo Pimenta esteve acompanho de outros representantes do partido na região das Missões. Presidente da Comissão Pró-Hospital São Luiz Gonzaga, o vereador Rodrigo Veleda (PT) celebrou a destinação de recursos para a entidade.

Assessora parlamentar do deputado, Ana Barros ressaltou a importância do trabalho feito pela comissão do Poder Legislativo para ajudar na manutenção das atividades do hospital. Ela lembrou ainda das reformas que estão sendo realizada para ampliar os serviços oferecidos pelo HSLG, uma demanda antiga da comunidade regional.

Em São Luiz Gonzaga, Paulo Pimenta visitou às obras da sede própria do IFFar, no antigo Parque Centenário. “Foi uma grande conquista para São Luiz Gonzaga. Estou convencido que esse Instituto Federal, ele muda a região, não só porque vão vir professores e servidores, mas porque oferece ensino de qualidade e gratuito”, destacou o deputado.

Eleições 2026

Em relação às organização interna do Partido dos Trabalhadores para as eleições, Pimenta citou o diálogo que o levou a lançar sua pré-candidatura ao Senado Federal. Ele também abordou o diálogo com outros partidos para possíveis alianças na disputa pelo Piratini. No momento, o nome escolhido pelo PT para é o de Edegar Pretto.

Segundo o deputado, o cenário político polarizado no contexto nacional dificulta o debate sobre temas com influência direta na vida da população, como saúde, segurança pública, educação e políticas rurais. “Temos que construir pautas em que as pessoas possam trabalhar juntas para o bem comum, buscar realmente ajudar as pessoas que mais precisam, na hora que elas mais precisam”.

Fonte: Rádio São Luiz

Vacinação contra a dengue é disponibilizada para público de 10 a 14 anos

Foto: Canva/Ilustrativa

O município de São Luiz Gonzaga iniciou na segunda-feira, dia 9, a vacinação contra a dengue, ampliando as ações de prevenção e controle da doença dentro do calendário estadual de imunização. Nesta primeira etapa, o público-alvo é composto por crianças e adolescentes com idades entre 10 e 14 anos, faixa etária definida pelo Ministério da Saúde como prioridade dentro da estratégia nacional de enfrentamento ao vírus. A aplicação das doses ocorre nas unidades de Estratégia de Saúde da Família de referência, mediante apresentação da carteira de vacinação e do Cartão SUS ou CPF.

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O esquema vacinal adotado é composto por duas doses, com intervalo de três meses entre as aplicações, orientação que segue o protocolo técnico estabelecido para garantir a eficácia da imunização. A estratégia foi ampliada recentemente para todos os municípios do Rio Grande do Sul, após decisão do Ministério da Saúde, substituindo a fase inicial em que apenas regiões com maior histórico de casos recebiam a vacina. Com a expansão, cerca de 630 mil crianças e adolescentes passam a integrar o público elegível no Estado.

A distribuição das doses ocorre por meio do Centro Estadual de Vigilância em Saúde, responsável pelo envio dos imunizantes às prefeituras conforme disponibilidade dos lotes encaminhados pelo governo federal. Desde o lançamento da estratégia nacional, o Rio Grande do Sul já recebeu aproximadamente 262 mil doses da vacina contra a dengue, atualmente a Qdenga, desenvolvida pela farmacêutica Takeda Pharma. Paralelamente, o país testa uma nova vacina nacional, denominada Butantan-DV, com aplicação em municípios-piloto e perspectiva de ampliação futura para outras faixas etárias, conforme os resultados dos estudos e a produção em escala.

A ampliação da vacinação integra um conjunto de medidas voltadas à redução de casos graves e à diminuição da circulação do vírus, mantendo como orientação a continuidade das ações de combate ao mosquito transmissor e o acompanhamento das informações divulgadas pelas autoridades de saúde locais e estaduais.

Fonte: Rádio São Luiz

Pedro Ortaça tem alta e se recupera bem após cirurgia de amputação parcial da perna

Foto: Arquivo/Divulgação

O cantor Pedro Ortaça, 83 anos, passou por uma intervenção cirúrgica nesta semana e teve amputada parte da perna direita. O procedimento foi realizado no Hospital de Clínicas de Ijuí (HCI) em resultado de complicações vasculares. Neste sábado (07/02), o artista teve alta médica e está se recuperando bem, segundo informações da família.

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A cirurgia foi necessária devido a um problema antigo de circulação em veias periféricas das pernas. Pedro reagiu bem ao procedimento e ficou apenas três dias internado. Há cerca de 1 ano, o artista e a família moram em Ijuí para tratamento de saúde.

“Está se recuperando bem, ele é muito forte”, disse Gabriel Ortaça, filho do cantor. Ele comentou sobre a saudade a família sente de seu rancho em São Luiz Gonzaga e as expectativas para ampliação dos serviços de hemodiálise e da UTI do Hospital São Luiz Gonzaga.

Gabriel também enalteceu o tratamento recebido no HCI e ao médico Alencar Proença, responsável pelo acompanhamento do artista. “Abraço aos fãs do meu pai e aos nossos amigos”, acrescentou.

Reconhecido como um dos troncos missioneiros, Pedro Ortaça foi um dos responsáveis por ajudar a difundir a cultura e a música gaúcha, especialmente, as canções que abordam aspectos sobre as Missões. Em 2025, o artista foi agraciado com o título de doutor honoris causa pela Universidade Federal de Santa Maria (UFSM). Em seguida, ao lado de Cenair Maicá, Jayme Caetano Braun e Noel Guarani, também recebeu a homenagem da Universidade Federal do Pampa (Unipampa) e da Universidade Estadual do Rio Grande do Sul (UERGS).

Fonte: Rádio São Luiz

Caibaté publica decreto que proíbe uso de cigarros e vapes em prédios públicos

Foto: Canva/Ilustrativa

O município de Caibaté/RS passou a contar com novas regras relacionadas ao uso de produtos fumígenos em espaços públicos. A Prefeitura publicou na quinta-feira, 6 de fevereiro de 2026, o Decreto nº 4.894/2026, que dispõe sobre a proibição do consumo, porte e acesso de cigarros, cigarros eletrônicos, conhecidos como vapes, e demais produtos fumígenos em todos os prédios públicos municipais. A medida foi adotada na gestão do prefeito Daniel Seffrin Herther e passa a valer a partir da data de sua publicação.

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De acordo com o texto do decreto, fica expressamente proibido fumar ou portar qualquer tipo de produto fumígeno nas áreas internas dos prédios públicos, próprios ou locados pelo município. A restrição abrange corredores, sanitários, recepções, salas de espera, gabinetes e demais dependências utilizadas para atendimento ao público ou atividades administrativas.

A norma também estabelece que os servidores públicos municipais ficam impedidos de fumar durante o horário de expediente, mesmo fora das dependências físicas dos prédios públicos, quando estiverem no exercício de suas funções. A medida busca uniformizar as condutas no ambiente de trabalho e nos serviços prestados à população.

Além do aspecto administrativo, o decreto está inserido em um contexto de prevenção aos impactos do tabagismo e do uso de dispositivos eletrônicos na saúde. Entre jovens, o contato precoce com cigarros e vapes está associado ao desenvolvimento da dependência de nicotina, prejuízos à formação do sistema respiratório e neurológico, dificuldades de concentração e redução do rendimento escolar. Em adultos, o consumo contínuo está relacionado ao aumento do risco de doenças cardiovasculares, problemas respiratórios crônicos, cânceres associados ao tabaco, redução da capacidade pulmonar e maior incidência de afastamentos por motivos de saúde. No caso dos cigarros eletrônicos, estudos também indicam exposição a substâncias tóxicas e metais pesados liberados pelo aquecimento dos líquidos.

O decreto prevê ainda que o descumprimento das determinações sujeita os servidores às penalidades previstas no Estatuto dos Servidores Municipais. Já os demais usuários e frequentadores dos espaços públicos poderão ser submetidos a medidas administrativas cabíveis, como advertência e retirada do local, conforme avaliação da administração.

Com a entrada em vigor imediata, o Decreto nº 4.894/2026 passa a regulamentar o uso de cigarros, vapes e produtos similares nos prédios públicos de Caibaté, estabelecendo diretrizes para servidores, usuários e visitantes, com impacto direto no funcionamento dos serviços municipais, na organização dos espaços públicos e nas ações de promoção da saúde no âmbito local.

Fonte: Rádio São Luiz                      

Liga Feminina de Combate ao Câncer de São Luiz Gonzaga retoma atividades e oferece diversos serviços à população

Foto: Divulgação

Liga Feminina de Combate ao Câncer de São Luiz Gonzaga retomou suas atividades neste mês. A entidade oferece diferentes serviços à população local, especialmente, para pacientes oncológicos e pessoas em situação de vulnerabilidade. A partir da próxima terça-feira (10/02) será reaberto o brechó da Liga, na sede da entidade, localizada na Rua Senador Pinheiro, n° 2087, em São Luiz Gonzaga.

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Atualmente, a Liga atende uma média de 60 pessoas assistidas, com cestas básicas e compra de medicamentos. Além disso, a entidade oferece transporte para pacientes que tenham consultas em outras cidades, além de colaborar com outras necessidades, como a realização de exames.

Presidente da Liga, Adalgiza Miranda explica que a maioria das pessoas que atuam na entidade são voluntárias. A organização se mantém com as doações de associados, além de recursos oriundos de editais e projetos desenvolvidos em parcerias com empresas e órgãos públicos, como a Câmara Municipal de Vereadores.

Como forma alternativa de arrecadar recursos, a Liga costuma promover campanhas e ações ao longo. O brechó é uma das tradicionais e conta com diversas roupas para venda, com valores simbólicos. O horário é a partir das 10h até às 17h, sem fechar ao meio dia.

Segundo Adalgiza, pessoas interessadas em contribuir com doações em dinheiro ou para o brechó, podem procurar a entidade ou entrar em contato pelo número: (55) 99622-0691. Ela também ressalta o convite para novos voluntários.

Fonte: Rádio São Luiz

Rose Grings faz avaliação de viagem da Comissão Pró-Hospital a Brasília

Foto: Emerson Scheis/Câmara Municipal de São Luiz Gonzaga

A vereadora Rose Grings (PP) fez uma avaliação positiva da viagem realizada pela comitiva da Comissão Pró-Hospital, da Câmara Municipal de São Luiz Gonzaga, a Brasília (DF). Também presidente da Comissão de Saúde do Legislativo, Rose destacou a recepção dos parlamentares às demandas apresentados pelos membros da comitiva, especialmente, as solicitações de recursos e equipamentos para o Hospital São Luiz Gonzaga (HSLG).

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Segundo Rose, foram cumpridas agendas em gabinetes de 32 deputados federais e três senadores. Em diferentes momentos, a comitiva teria recebido a sinalização de que os parlamentares irão destinar emendas com recursos para o HSLG. A expectativa é que os valores destinados para a entidade em 2026 superem os do último ano.

A vereador são-luizense ressaltou a importância do diálogo pluripartidário dos membros da comissão, com integrantes de diferentes partidos. “Não é todas as regiões que têm uma comissão que vem aqui defender um hospital que atende oito municípios”, frisou.

Rose relembrou ainda o esforço que vem sendo realizado para reformas e ampliação dos serviços oferecidos pelo HSLG, ao mesmo tempo, em que a entidade enfrenta desafios financeiros. “O nosso Hospital São Luís Gonzaga ainda precisa de recursos, de aporto financeiro de emendas parlamentares, porque tem um déficit todo mês de quase R$ 400 mil reais”, pontuou a vereadora.

A comitiva que esteve na capital federal nesta semana foi liderada pelo vice-presidente da comissão, vereador Neri João (Tito) Bilinski (PP), com participação também dos vereadores Cléber Ivar (MDB), Adão Schmitz (PDT), Mário Trindade (MDB) e Edilmar Garcia (Cidadania). O presidente da Comissão Pró-Hospital, vereador Rodrigo Veleda (PT), acompanhou parte das agendas de forma remota.

Na visita à Brasília, Rose mencionou também o diálogo para buscar recursos para melhor o atendimento na área da saúde da mulher em São Luiz Gonzaga e para o Centro de Equoterapia Dragões do Rio Grande, entidade sem fins lucrativos que atende pessoas com deficiência, principalmente, pessoas autistas, no município.

Matéria relacionada: Tito Bilinski lidera comissão em Brasília na busca por recursos ao Hospital São Luiz Gonzaga

Fonte: Rádio São Luiz

Fevereiro Roxo e Laranja destaca importância da prevenção e do diagnóstico precoce

Foto: Canva/Ilustrativa

Ao longo do mês, as campanhas Fevereiro Roxo e Fevereiro Laranja são desenvolvidas com o objetivo de ampliar o acesso da população a informações sobre doenças crônicas, autoimunes, neurodegenerativas e hematológicas, estimulando a prevenção, o diagnóstico precoce e o acompanhamento médico. O Médico neurologista, José Renato Guimarães Grisolia explicou que a utilização de cores nas campanhas mensais funciona como instrumento de mobilização social, contribuindo para a divulgação de conteúdos relacionados à saúde pública e ao cuidado contínuo com os pacientes.

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No caso do Fevereiro Roxo, a mobilização é voltada à fibromialgia, ao lúpus eritematoso sistêmico e à doença de Alzheimer. O médico explicou que a fibromialgia passou recentemente a ser reconhecida como condição que garante determinados direitos às pessoas diagnosticadas, em razão das dores crônicas e das limitações funcionais associadas à doença. Sobre o lúpus, destacou que se trata de uma enfermidade autoimune sistêmica, mais frequente em mulheres jovens, que pode comprometer diversos órgãos e levar a complicações como insuficiência renal, necessidade de hemodiálise, acidentes vasculares cerebrais e infarto. Ele ressaltou que, muitas vezes, o diagnóstico ocorre a partir de quadros de dores articulares, sendo fundamental a investigação precoce para evitar agravamentos.

Em relação à doença de Alzheimer, José Renato afirmou que o aumento no número de diagnósticos está diretamente relacionado à maior expectativa de vida da população e à ampliação do conhecimento sobre a enfermidade. Ele lembrou que, no passado, a perda de memória em idosos era frequentemente considerada parte natural do envelhecimento, o que retardava a busca por avaliação médica. Atualmente, existem métodos mais precisos de diagnóstico e medicamentos capazes de retardar a progressão da doença. Também mencionou a existência de terapias biológicas com anticorpos monoclonais para casos iniciais, embora ainda sejam de alto custo e pouco acessíveis à maioria da população.

O médico ressaltou que, nas três doenças abordadas pelo Fevereiro Roxo, o diagnóstico precoce e o tratamento adequado são determinantes para reduzir complicações e preservar a qualidade de vida dos pacientes. No caso do lúpus e do Alzheimer, a identificação em fases iniciais possibilita intervenções mais eficazes e acompanhamento contínuo.

Já o Fevereiro Laranja tem como foco a conscientização sobre a leucemia e a importância da doação de medula óssea. José Renato explicou que, décadas atrás, o tratamento era basicamente restrito à quimioterapia, com resultados variáveis, especialmente em crianças, que muitas vezes precisavam se deslocar para grandes centros por longos períodos. Com a evolução da medicina, o transplante de medula óssea tornou-se uma alternativa capaz de promover a cura em diversos casos.

Ele destacou que a campanha busca ampliar o número de voluntários cadastrados nos bancos de medula, aumentando as chances de compatibilidade entre doadores e pacientes. Citou o trabalho da Fundação Pietro, criada a partir da experiência de uma família que enfrentou dificuldades para encontrar um doador compatível, e ressaltou que os registros estão integrados em âmbito estadual, nacional e, em alguns casos, internacional. Também mencionou a possibilidade de armazenamento de sangue do cordão umbilical, ainda restrita devido aos custos elevados.

Sobre o processo de doação, o médico explicou que é simples e consiste no cadastro junto aos hemocentros, com coleta de amostra de sangue para análise genética e inclusão no sistema nacional. Ele informou que unidades como o hemocentro de Santa Rosa realizam esse procedimento e integram os dados à rede de compatibilidade.

José Renato reforçou que as campanhas têm papel fundamental na disseminação de informações, na orientação da comunidade e na ampliação do acesso aos serviços de saúde. Segundo ele, a mobilização em torno do Fevereiro Roxo e do Fevereiro Laranja contribui para o fortalecimento da prevenção, do diagnóstico precoce e do engajamento social em ações como a doação de medula óssea, especialmente em benefício de crianças e pacientes em tratamento contra a leucemia.

Fonte: Rádio São Luiz

Tito Bilinski lidera comissão em Brasília na busca por recursos ao Hospital São Luiz Gonzaga

 

Foto: Márcio Greff

A Comissão Pró-Hospital da Câmara de Vereadores de São Luiz Gonzaga está em Brasília em missão institucional voltada à captação de recursos para o Hospital São Luiz Gonzaga (HSLG), conforme informações registradas em entrevista concedida à Rádio São Luiz nesta quinta-feira, 5 de fevereiro 2026. A comitiva é liderada pelo vice-presidente da comissão, vereador Neri João Bilinski (Tito Bilinski), e integra representantes de diferentes partidos, com atuação conjunta na busca por emendas parlamentares junto a deputados federais e senadores.

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Segundo o vereador, a agenda iniciou na segunda-feira e inclui visitas a gabinetes no Congresso Nacional, abrangendo parlamentares da bancada gaúcha na Câmara dos Deputados e no Senado Federal. Durante os encontros, são apresentadas as demandas do hospital, que atende São Luiz Gonzaga e municípios da região, com abrangência estimada em até cem mil pessoas. A comissão informou que já recebeu sinalizações positivas quanto à destinação de recursos, embora os valores ainda não tenham sido definidos oficialmente.

Na programação no Senado, a comitiva manteve reuniões com representantes dos gabinetes dos senadores Luis Carlos Heinze, Hamilton Mourão e Paulo Paim. Também foram realizadas visitas a deputados federais e outros parlamentares com atuação no Rio Grande do Sul. A estratégia, conforme relatado, é fortalecer o caráter pluripartidário da mobilização, ampliando as possibilidades de apoio ao hospital.

A comissão é composta ainda pelo presidente da Câmara, vereador Cléber Ivar Matos da Silva (Cléber Ivar), pela vereadora Roseli de Oliveira Grings (Rose Grings), presidente da Comissão de Saúde, além dos vereadores Adão Schmitz, Mário Trindade e Edilmar Garcia.

O presidente da Comissão Pró-Hospital, vereador Rodrigo Veleda, não participou presencialmente, mas acompanhou parte das agendas de forma remota.

A previsão é de que os valores das emendas sejam oficialmente definidos após o encerramento do prazo para indicação junto aos ministérios federais, com expectativa de divulgação após o período de Carnaval. A comissão informou que seguirá acompanhando os trâmites até a confirmação dos recursos e o encaminhamento dos ofícios aos órgãos responsáveis.

Fonte: Rádio São Luiz

O que fazer para mitigar os impactos de ondas de calor na saúde?

Foto: Canva/Ilustrativa

O Rio Grande do Sul e a região das Missões estão sob a influência de uma onda de calor até o próximo sábado (07/02). O alerta foi divulgada pelo Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) e indica risco à saúde, principalmente, para pessoas idosas e crianças. Enfermeira e responsável técnica do SAMU (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência), Daiane Brigo lista cuidados e orientações para cuidar da saúde durante a vigência de ondas de calor.

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A ocorrência de dias consecutivos com temperaturas acima da média é a principal característica das chamadas ondas de calor, fenômenos comuns no verão e intensificados pelas mudanças climáticas. Em algumas cidades, as previsão indicam temperaturas próximas a 40°C, o que causa impactos no corpo humano, gerando problemas como estresse térmico e desidratação.

Estudo publicado na revista científica The Lancet mostra que 546 mil pessoas morrem por ano em todo mundo por causa do calor. A pesquisa foi feita por mais de cem cientistas em parceria com a Organização Mundial da Saúde (OMS). No Brasil, estimativas apontam para 3,6 mil mortes por ano no país relacionadas ao calor, considerando o período de 2012 a 2021.

Daiane Brigo pontua que o risco é maior para crianças e pessoas idosas, porque estes grupos tendem a se desidratar mais rapidamente. A principal orientação destaca pela enfermeira e presente também em diretrizes de órgãos públicos é o cuidado com a hidratação, ou seja, beber água regularmente, mesmo sem sentir sede.

“Beber bastante líquido, de preferência sucos naturais, chás e água. Também evitar as bebidas alcoólicas ou que tenham cafeína ou muito açúcar, porque o álcool, a cafeína e o açúcar acabam agravando a desidratação”, explica Daiane. O uso do protetor solar também é essencial nesse período.

No caso dos exercícios físicos, a enfermeira ressalta que eles devem ser evitados nos horários de maior pico de calor – entre as 10h e 16h. O mesmo vale para outras atividades ao ar livre. Outras orientações importantes incluem:

  • Vestimenta adequada: Usar roupas leves, de cores claras e de tecidos que permitem a transpiração. Se for sair ao Sol, usar boné, chapéu e roupas leves, mas de mangas longas;
  • Alimentação leve: Preferir alimentos leves e de fácil digestão, como frutas e saladas, evitando refeições pesadas que exigem mais energia para serem digeridas.

Segundo o Ministério da Saúde, as principais sinais de alerta durante ondas de calor são transpiração excessiva, fraqueza, tontura, náuseas, dor de cabeça, cãibras musculares e diarreia. Nestes casos, a recomendação é procurar a unidade de saúde mais próxima para uma avaliação com um profissional.

Fonte: Rádio São Luiz

Inmet emite alerta de onda de calor até sábado (7); municípios da região serão afetados

Foto: Canva

O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) publicou um alerta vermelho de uma onda de calor a partir desta terça-feira (03/02) para os três estados do Sul do Brasil, incluindo o Rio Grande do Sul e a região das Missões. O alerta aponta riscos à saúde, com temperaturas 5ºC acima da média por período maior do que 5 dias. A onda de calor deve durar até sábado (7).

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As temperaturas elevadas serão sentidas no extremo-sul do Paraná, no Oeste Catarinense e em toda a Metade Oeste do Rio Grande do Sul. Ao todo, mais de 500 municípios estão na área de abrangência do alerta e mais de 6,5 milhões de pessoas podem sentir os efeitos do fenômeno.

O alerta vermelho é o de maior gravidade na escala do Inmet e indica situação de grande perigo. Em casos de emergência, a recomendação é para que a população entre em contato com Defesa Civil pelo telefone 199.

Em janeiro, o Inmet já havia registrado uma onda de calor nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Espírito Santo, entre os dias 12 e 14. A ocorrência de fenômenos de altas temperaturas tem sido intensificada pelas mudanças climáticas, ou seja, pela ação humana que causa desequilíbrios no regime climático do planeta.

Impactos na saúde e recomendações

As altas temperaturas representam riscos à saúde, principalmente, de pessoas idosas, crianças, pessoas com problemas renais, cardíacos, respiratórios ou de circulação, diabéticos, gestantes e população em situação de rua. Sensações de cansaço, lentidão, tontura e mal-estar podem ser sinais de que o corpo está tendo dificuldade para lidar com o excesso de calor

O Ministério da Saúde lista algumas recomendações para a população durante a vigência de ondas de calor. Entre elas estão:

  • Vestimenta adequada: Usar roupas leves, de cores claras e de tecidos que permitem a transpiração;
  • Hidratação constante: Beber água regularmente, mesmo quando não se sente sede, e evitar bebidas alcoólicas ou com cafeína, que podem aumentar a desidratação;
  • Rotina ajustada: Planejar atividades ao ar livre para os horários mais frescos do dia, como a manhã cedo ou o final da tarde;
  • Alimentação leve: Preferir alimentos leves e de fácil digestão, como frutas e saladas, evitando refeições pesadas que exigem mais energia para serem digeridas.

Fonte: Rádio São Luiz

Vacinação deve estar em dia antes de viagens; enfermeira explica importância

Foto: Ilustrativa/Freepik

Antes de realizar viagens internacionais ou mesmo viagens nacionais, é preciso conferir a situação da caderneta vacinal. Enfermeira e coordenadora do Centro de Saúde de São Luiz Gonzaga, Águeda Balbé, explica que a imunização ajuda a prevenir doenças em circulação em outros lugares, sendo uma estratégia essencial para a saúde pública.

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Uma das doenças que preocupa é o sarampo, isso porque o Brasil tem registrado surtos de sarampo em alguns estados. A vacina é recomendada para todas as pessoas de 12 meses a 59 anos de idade, respeitando as indicações do Calendário Nacional de Vacinação. O vírus também tem circulado em outros países, como Canadá, México e Paraguai, que registraram surtos em 2025.

Outras doenças que possuem vacinas disponíveis no Sistema Único de Saúde (SUS) e que são recomendadas para viajantes são difteria, tétano, poliomielite e febre amarela.

“Todo mundo gosta de viajar e é bom conhecer outros países e outras culturas, mas também é muito importante que a pessoa esteja imunizada contra todos os vírus e bactérias”, destaca Águeda. A orientação é para que as pessoas busquem uma unidade básica de saúde (UBS) em torno de 10 a 15 dias antes de viajar, tempo necessário para que as vacinas possam fazer efeito.

Em São Luiz Gonzaga, as UBSs do municípios estão funcionando das 7h às 13h, neste mês de janeiro.

Gestantes

Recentemente, a Secretaria Estadual de Saúde (SES-RS) reforçou a orientação sobre a vacinação contra o vírus sincicial respiratório (VSR) para gestantes a partir da 28ª semana de gestação. A imunização é uma estratégia fundamental para proteger os recém-nascidos contra a bronquiolite, uma das principais causas de internações respiratórias em bebês nos primeiros meses de vida.

Até o momento, cerca de 27 mil gestantes já receberam a dose no Estado, sendo que aproximadamente 5,1 mil aplicações foram realizadas neste mês de janeiro. A estimativa é vacinar anualmente cerca de 120 mil gestantes no Rio Grande do Sul, e a meta é alcançar 80% de cobertura vacinal desse público.

Águeda Balbé lembra que a vacinação das gestantes é essencial para passar os anticorpos às crianças, grupo vulnerável à bronquiolite, que podem gerar complicações e até internação.

“Sabemos de casos de crianças que tiveram internação, que tiveram que ir para a UTI, em virtude desse vírus. Então, no momento que a criança está imunizada, por mais que ela pegue, vai ser uma doença bem mais leve”, ressalta a enfermeira.

O VSR é um dos principais causadores de infecções respiratórias em crianças pequenas, sendo responsável por cerca de 75% dos casos de bronquiolite e de 40% das pneumonias em menores de dois anos de idade. Estudos clínicos indicam a redução de 81,8% das formas graves da doença nos primeiros 90 dias de vida e de 69,4% até os 180 dias em bebês de mães vacinadas entre 24 e 36 semanas de gestação.

Fonte: Rádio São Luiz

Hospital São Luiz Gonzaga intensifica busca por doadores de sangue

Foto: Canva/Ilustrativa

O Hospital São Luiz Gonzaga (HSLG) tem intensificado o pedido para que as pessoas se tornem doadoras de sangue. Neste mês de janeiro, o município é responsável pelo transporte de doadores para o Hemocentro Regional de Santa Rosa, que abastece o hospital. A busca visa suprir a diferença entre a demanda e o número atual de doações.

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Segundo dados de 2025 do HSLG, foram utilizadas 870 bolsas de sangue durante o ano, número bem superior às doações que foram de 229 bolsas. A diferença é de 641. “Esperamos que no ano de 2026, os números melhorem e que nós consigamos mais doadores”, destaca Marjara Minussi, farmacêutica do hospital.

Todos os tipos sanguíneos são necessários, especialmente, os negativos (A-, B-, AB- e O-). A preocupação aumenta por conta da redução observada nos doadores em dezembro. Foram apenas seis pessoas, enquanto o número de bolsas transfundidas foi de 106.

Esse número teve um leve crescimento neste mês, com cinco doadores na primeira viagem, no dia 8 de janeiro, e mais sete doadores nesta quarta (21). Marjara explica que as viagens são organizadas com base no número de voluntários e que a próxima ida ao hemocentro está prevista para o dia 26 de janeiro. O transporte é totalmente gratuito.

Estatísticas indicam que uma doação pode salvar até quatro vidas. “A demanda está muito grande, muitas pessoas precisam – crianças, idosos, pessoas oncológicas – então é muito importante quem tiver interesse em fazer a doação nos procurar”, enfatiza a farmacêutica.

A doação de sangue é um ato de solidariedade e cidadania, que tem importância vital para a saúde pública. Confira os critérios básicos para ser um doador:

  • Ter idade entre 16 e 69 anos, (menores de 18 anos devem apresentar consentimento formal do responsável legal).
  • Pessoas com idade entre 60 e 69 anos só poderão doar sangue se já o tiverem feito antes dos 60 anos.
  • Apresentar documento de identificação com foto emitido por órgão oficial;
  • Pesar no mínimo 50 kg.
  • Ter dormido pelo menos 6 horas nas últimas 24 horas.
  • Estar alimentado. Evitar alimentos gordurosos nas 3 horas que antecedem a doação de sangue. Caso seja após o almoço, aguardar 2 horas.

O agendamento para doação pode ser feito pelo telefone: (55) 99959-4310.

Fonte: Rádio São Luiz

O que fazer em situações de engasgo? Confira as novas orientações

Foto: Google Gemini/Ilustrativa

As orientações de como agir em situações de engasgo mudaram. Referência em protocolos de primeiros socorros, a American Heart Association (AHA) atualizou suas recomendações para situações de obstrução das vias aéreas, tanto em bebês, crianças e adultos. A principal recomendação passa a ser adoção do ciclo alternado de cinco golpes nas costas e cinco compressões abdominais.

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Enfermeira e responsável técnica do SAMU (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência), Daiane Brigo explica que, antes de qualquer procedimento, é necessário identificar se é um engasgo parcial ou total. No primeiro caso, se a pessoa consegue respirar e falar, não tendo alteração na cor da sua pele, significa que se trata de um engasgo parcial e a recomendação é para que essa pessoa passe a tossir até desengasgar.

No caso de uma obstrução total, em que a pessoa não consegue falar e passa a perder a cor, as nova orientações são:

Adultos e crianças maiores de 1 ano: “fazer cinco golpes dorsais, ou seja, entre as costas, entre as escápulas, cinco tapas vigorosos e, se o objeto não for expelido, se a pessoa não voltar a respirar, eu vou fazer cinco compressões abdominais”, detalha Daiane. Antes, a orientação recomendava fazer as compressões primeiro, a chamada manobra de Heimlich.

Bebês com até 1 ano de idade: “posicionar esse bebê no nosso antebraço dominante, segurando ele com a barriga para baixo, e vamos dar cinco golpes dorsais, se não conseguir desengasgar, nós vamos virar e fazer cinco compressões torácicas com a palma da nossa mão”, explica Daiane.

Em geral, a obstrução com líquidos costuma ser parcial. Além disso, os bebês costumam reagir de forma natural para desengasgar em caso de obstrução com líquidos.

A enfermeira ressalta que é sempre importante acionar o serviço de emergência pelo 192 ou 193, principalmente, em casos de falta de respiração ou se não houver preparo para realizar os procedimentos corretos. “A ausência de respiração acima de 3, 4 minutos, já é preocupante, porque vai levar essa pessoa a uma parada respiratória”, alerta.

Daiane lembra ainda que a maioria das situações de engasgo ocorre em residências ou escolas, fora de ambientes hospitalares ou de unidades de saúde, com profissionais preparados para lidar com esses casos. “Precisamos saber quais atitudes tomar para evitar que essa situação acabe se agravando”, reforça a enfermeira.

Fonte: Rádio São Luiz

Queda no número de doações preocupa Hemocentro Regional de Santa Rosa

Foto: Canva

O número de doadores de sangue diminui neste período de início de ano e de férias, uma situação que gera preocupações para o estoque do Hemocentro Regional de Santa Rosa. Gerente da unidade, Josiane Aquino aponta que, além da redução nas doações, o período costuma ser de aumento da demanda por transfusões, em decorrência de acidentes.

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Segundo Josiane, o estoque do hemocentro está em um nível seguro, porém, com quantidades abaixo do ideal para os tipos sanguíneos A negativo e O negativo, este último, bastante utilizado em situações de emergência, por poder ser recebido por pessoas com qualquer tipo sanguíneo, sendo considerado o “doador universal”.

“Nós precisamos de uma média de 50 doadores por dia para conseguir atender a demanda”, explica a gerente. A necessidade aumenta para o tratamento de pacientes oncológicos e hematológicos. Nesses casos, são feitas várias transfusões de plaquetas por dia, o que pressiona o estoque.

Para suprir a queda nos doadores, o hemocentro tem adotado uma estratégia de busca ativa junto aos municípios. “Temos a nossa assistente social que busca grupos de doadores junto aos municípios”, destaca Josiane. O serviço de captação inclui ainda empresas e instituições de ensino da região.

Atualmente, o Hemocentro Regional de Santa Rosa atende 25 hospitais, incluindo o Hospital São Luiz Gonzaga (HSLG). “Temos que ter uma média de coleta mensal de mil doadores por mês e, atualmente, estamos em torno de 850 a 900 doadores por mês”, descreve a gerente da unidade.

Pessoas interessadas em doar podem entrar em contato pelo WhatsApp: (55) 513-5140 para realizar o agendamento. O hemocentro também realizará atendimento em dois sábados, nos dias 31 de janeiro e 14 de fevereiro, como uma forma de ampliar as possibilidades de doação.

Entre os critérios básicos para realizar a doação de sangue, estão:

  • Estar em bom estado de saúde e alimentado;
  • Ter mais de 50 quilos;
  • Ter dormido pelo menos 6 horas antes da doações;
  • Não ter ingerido bebida de álcool nas últimas 12 horas;
  • Ter entre 16 e 69 anos e levar documentos de identificação.

Fonte: Rádio São Luiz

Janeiro branco: campanha estimula cuidado com saúde mental desde o início do ano

Foto: Freepik

A campanha do Janeiro Branco faz parte do calendário de iniciativas para mobilizar a sociedade em torno dos cuidados com a saúde mental. Médico neurologista, José Renato Guimarães Grisolia explica que o objetivo é estimular o autocuidado e a atenção com sinais de sofrimento mental desde o início do ano. Em 2026, o lema da campanha do janeiro branco é “Paz, Equilíbrio e Saúde Mental”.

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A campanha existe no Brasil desde 2014, mobilizando instituições, profissionais da área e voluntários. ” Uma consideração geral desse tema – paz, equilíbrio e saúde mental – convida a sociedade a desacelerar e refletir sobre a forma como se relaciona com o tempo, as emoções e a vida cotidiana”, destaca José Renato.

O médico recorda que os sintomas de adoecimento mental podem ser percebidos no ambiente familiar e também no trabalho, neste último caso, alguns sinais incluem queda de produtividade, estresse elevado e a possibilidade de crises de burnout.

Em São Luiz Gonzaga, a campanha do janeiro branco está no terceiro ano e a previsão é de que sejam realizadas publicações sobre o tema nas redes sociais e uma nova edição da “mateada de conscientização”, prevista para o dia 24 de janeiro, na Praça Cícero Cavalheiro.

Segundo José Renato, o ano de 2025 apresentou uma alta no número de atendimentos relacionados à saúde mental nas unidades do município. “O plantão do hospital teve muitos atendimentos de pacientes com doenças graves”, comenta. Diferente de épocas anteriores, a demanda que costumava reduzir em dezembro, aumentou, o que gerou filas de espera para atendimento.

Além do Hospital São Luiz Gonzaga que atende casos graves, o município conta com o Centro de Atenção Psicossocial (CAPS) Saúde Mental, que atende diversas doenças mentais, e o CAPS AD, para pessoas em situação de dependência química.

A busca por atendimento para problemas de saúde mental também pode ser feita diretamente nas demais unidades básicas de saúde que fazem o encaminhamento para o serviço de psicologia e outras áreas relacionadas.

Fonte: Rádio São Luiz

Agendamento de exames passa a ser feito logo após consultas em Dezesseis de Novembro

Foto: Canva/Ilustrativa

A Secretaria de Saúde de Dezesseis de Novembro anunciou uma mudança na forma de agendamento de exames a partir desta terça-feira, 6 de janeiro. Agora, os pacientes poderão marcar os exames logo após a consulta médica, direto na Unidade Básica de Saúde (UBS) do município. Antes, os agendamentos eram realizados apenas no primeiro dia útil de cada mês.

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Segundo o Felipe Saul Campos, secretário de saúde de Dezesseis de Novembro, a medida visa facilitar o agendamento e evitar a formação de filas. A medida vale para exames via Sistema Único de Saúde (SUS) e, em casos de urgência e emergência, encaminhados via consórcios de saúde.

Atualmente, o município participa de três consórcios de saúde, entre eles, o Consórcio Intermunicipal de Saúde (Cois) da Microrregião de São Luiz Gonzaga. Felipe ressalta que essas parcerias entre os municípios são essenciais para reduzir filas de espera e também para compra de medicamentos.

Em 2025, foram destinados cerca de R$411 mil para agendamento de consultas via COIS em Dezesseis de Novembro. Além disso, o município investiu R$32 mil em próteses dentárias e outros R$411 em compras de medicamento, este último via CISA (Consórcio Intermunicipal do Noroeste do RS).

O secretário também comenta sobre o trabalho feito para reduzir filas de cirurgias, como de catarata. No último ano, foram 16 procedimentos e para 2026, já estão agendadas mais dez. Ele ainda citou a parceria com o Hospital São Luiz Gonzaga (HSLG), referência para os municípios da região.

Fonte: Rádio São Luiz

Vacina contra o vírus sincicial respiratório está disponível para gestantes em São Luiz Gonzaga

Foto: Canva

Gestantes a partir da 28° semana de gravidez podem buscar as unidades de saúde de São Luiz Gonzaga para realizar a vacina contra o vírus sincicial respiratório (VSR). A imunização é a principal forma de prevenção da infecção que afeta principalmente recém-nascidos e crianças menores de dois anos. 

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O VRS atinge principalmente bebês ou pessoas com o sistema imunológico fraco, sendo responsável por até 75% dos casos de bronquiolite e 40% das pneumonias durante certas épocas do ano, segundo informações do Ministério da Saúde.

No Brasil, em 2023, o VSR foi responsável por 26% dos 247 mil casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave
(SRAG).  Cerca de 10% das crianças que têm a primeira infecção pelo vírus precisam ser hospitalizadas, e metade delas vai para a Unidade de Terapia Intensiva (UTI). O risco de hospitalização é maior em bebês com até cinco meses de idade.

Em entrevista à Rádio São Luiz FM 100.9, a enfermeira Agueda Martins Balbé reforçou a importância da imunização das gestantes, como forma de aumentar a proteção das crianças. Segundo ela, o município já teve diversos casos de bebês hospitalizados por conta da infecção. “Teve casos aqui de São Luís Gonzaga que as crianças acabaram tendo que ser transferidas para uma UTI pediátrica”, acrescentou.

A vacina pode ser feita em qualquer unidade de saúde do município, das 7h às 13h. Para receber o imunizante, além da carteira de vacinação, é preciso apresentar um atestado médico que comprove já terem sido passadas as 28 semanas de gravidez ou a carteira de gestante.

A enfermeira destacou que a vacina contra o VSR foi incluída no calendário vacinal das gestantes, podendo ser realizada em qualquer época do ano. Em São Luiz Gonzaga, o imunizante começou a ser aplicado no dia 16 de dezembro.

“Qualquer tipo de vacina é fundamental para desenvolver anticorpos e, no momento que a pessoa entrar em contato com o vírus, o organismo vai reagir e a pessoa não vai ficar doente. esse é o maior objetivo das vacinas. Agora, nós estamos falando especificamente da gestante, mas todas têm esse objetivo de funcionar como uma barreira contra os vírus causadores da doença”, enfatizou Agueda.

Fonte: Rádio São Luiz