Saúde

Caibaté publica decreto que proíbe uso de cigarros e vapes em prédios públicos

Foto: Canva/Ilustrativa

O município de Caibaté/RS passou a contar com novas regras relacionadas ao uso de produtos fumígenos em espaços públicos. A Prefeitura publicou na quinta-feira, 6 de fevereiro de 2026, o Decreto nº 4.894/2026, que dispõe sobre a proibição do consumo, porte e acesso de cigarros, cigarros eletrônicos, conhecidos como vapes, e demais produtos fumígenos em todos os prédios públicos municipais. A medida foi adotada na gestão do prefeito Daniel Seffrin Herther e passa a valer a partir da data de sua publicação.

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De acordo com o texto do decreto, fica expressamente proibido fumar ou portar qualquer tipo de produto fumígeno nas áreas internas dos prédios públicos, próprios ou locados pelo município. A restrição abrange corredores, sanitários, recepções, salas de espera, gabinetes e demais dependências utilizadas para atendimento ao público ou atividades administrativas.

A norma também estabelece que os servidores públicos municipais ficam impedidos de fumar durante o horário de expediente, mesmo fora das dependências físicas dos prédios públicos, quando estiverem no exercício de suas funções. A medida busca uniformizar as condutas no ambiente de trabalho e nos serviços prestados à população.

Além do aspecto administrativo, o decreto está inserido em um contexto de prevenção aos impactos do tabagismo e do uso de dispositivos eletrônicos na saúde. Entre jovens, o contato precoce com cigarros e vapes está associado ao desenvolvimento da dependência de nicotina, prejuízos à formação do sistema respiratório e neurológico, dificuldades de concentração e redução do rendimento escolar. Em adultos, o consumo contínuo está relacionado ao aumento do risco de doenças cardiovasculares, problemas respiratórios crônicos, cânceres associados ao tabaco, redução da capacidade pulmonar e maior incidência de afastamentos por motivos de saúde. No caso dos cigarros eletrônicos, estudos também indicam exposição a substâncias tóxicas e metais pesados liberados pelo aquecimento dos líquidos.

O decreto prevê ainda que o descumprimento das determinações sujeita os servidores às penalidades previstas no Estatuto dos Servidores Municipais. Já os demais usuários e frequentadores dos espaços públicos poderão ser submetidos a medidas administrativas cabíveis, como advertência e retirada do local, conforme avaliação da administração.

Com a entrada em vigor imediata, o Decreto nº 4.894/2026 passa a regulamentar o uso de cigarros, vapes e produtos similares nos prédios públicos de Caibaté, estabelecendo diretrizes para servidores, usuários e visitantes, com impacto direto no funcionamento dos serviços municipais, na organização dos espaços públicos e nas ações de promoção da saúde no âmbito local.

Fonte: Rádio São Luiz                      

Liga Feminina de Combate ao Câncer de São Luiz Gonzaga retoma atividades e oferece diversos serviços à população

Foto: Divulgação

A Liga Feminina de Combate ao Câncer de São Luiz Gonzaga retomou suas atividades neste mês. A entidade oferece diferentes serviços à população local, especialmente, para pacientes oncológicos e pessoas em situação de vulnerabilidade. A partir da próxima terça-feira (10/02) será reaberto o brechó da Liga, na sede da entidade, localizada na Rua Senador Pinheiro, n° 2087, em São Luiz Gonzaga.

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Atualmente, a Liga atende uma média de 60 pessoas assistidas, com cestas básicas e compra de medicamentos. Além disso, a entidade oferece transporte para pacientes que tenham consultas em outras cidades, além de colaborar com outras necessidades, como a realização de exames.

Presidente da Liga, Adalgiza Miranda explica que a maioria das pessoas que atuam na entidade são voluntárias. A organização se mantém com as doações de associados, além de recursos oriundos de editais e projetos desenvolvidos em parcerias com empresas e órgãos públicos, como a Câmara Municipal de Vereadores.

Como forma alternativa de arrecadar recursos, a Liga costuma promover campanhas e ações ao longo. O brechó é uma das tradicionais e conta com diversas roupas para venda, com valores simbólicos. O horário é a partir das 10h até às 17h, sem fechar ao meio dia.

Segundo Adalgiza, pessoas interessadas em contribuir com doações em dinheiro ou para o brechó, podem procurar a entidade ou entrar em contato pelo número: (55) 99622-0691. Ela também ressalta o convite para novos voluntários.

Fonte: Rádio São Luiz

Rose Grings faz avaliação de viagem da Comissão Pró-Hospital a Brasília

Foto: Emerson Scheis/Câmara Municipal de São Luiz Gonzaga

A vereadora Rose Grings (PP) fez uma avaliação positiva da viagem realizada pela comitiva da Comissão Pró-Hospital, da Câmara Municipal de São Luiz Gonzaga, a Brasília (DF). Também presidente da Comissão de Saúde do Legislativo, Rose destacou a recepção dos parlamentares às demandas apresentados pelos membros da comitiva, especialmente, as solicitações de recursos e equipamentos para o Hospital São Luiz Gonzaga (HSLG).

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Segundo Rose, foram cumpridas agendas em gabinetes de 32 deputados federais e três senadores. Em diferentes momentos, a comitiva teria recebido a sinalização de que os parlamentares irão destinar emendas com recursos para o HSLG. A expectativa é que os valores destinados para a entidade em 2026 superem os do último ano.

A vereador são-luizense ressaltou a importância do diálogo pluripartidário dos membros da comissão, com integrantes de diferentes partidos. “Não é todas as regiões que têm uma comissão que vem aqui defender um hospital que atende oito municípios”, frisou.

Rose relembrou ainda o esforço que vem sendo realizado para reformas e ampliação dos serviços oferecidos pelo HSLG, ao mesmo tempo, em que a entidade enfrenta desafios financeiros. “O nosso Hospital São Luís Gonzaga ainda precisa de recursos, de aporto financeiro de emendas parlamentares, porque tem um déficit todo mês de quase R$ 400 mil reais”, pontuou a vereadora.

A comitiva que esteve na capital federal nesta semana foi liderada pelo vice-presidente da comissão, vereador Neri João (Tito) Bilinski (PP), com participação também dos vereadores Cléber Ivar (MDB), Adão Schmitz (PDT), Mário Trindade (MDB) e Edilmar Garcia (Cidadania). O presidente da Comissão Pró-Hospital, vereador Rodrigo Veleda (PT), acompanhou parte das agendas de forma remota.

Na visita à Brasília, Rose mencionou também o diálogo para buscar recursos para melhor o atendimento na área da saúde da mulher em São Luiz Gonzaga e para o Centro de Equoterapia Dragões do Rio Grande, entidade sem fins lucrativos que atende pessoas com deficiência, principalmente, pessoas autistas, no município.

Matéria relacionada: Tito Bilinski lidera comissão em Brasília na busca por recursos ao Hospital São Luiz Gonzaga

Fonte: Rádio São Luiz

Fevereiro Roxo e Laranja destaca importância da prevenção e do diagnóstico precoce

Foto: Canva/Ilustrativa

Ao longo do mês, as campanhas Fevereiro Roxo e Fevereiro Laranja são desenvolvidas com o objetivo de ampliar o acesso da população a informações sobre doenças crônicas, autoimunes, neurodegenerativas e hematológicas, estimulando a prevenção, o diagnóstico precoce e o acompanhamento médico. O Médico neurologista, José Renato Guimarães Grisolia explicou que a utilização de cores nas campanhas mensais funciona como instrumento de mobilização social, contribuindo para a divulgação de conteúdos relacionados à saúde pública e ao cuidado contínuo com os pacientes.

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No caso do Fevereiro Roxo, a mobilização é voltada à fibromialgia, ao lúpus eritematoso sistêmico e à doença de Alzheimer. O médico explicou que a fibromialgia passou recentemente a ser reconhecida como condição que garante determinados direitos às pessoas diagnosticadas, em razão das dores crônicas e das limitações funcionais associadas à doença. Sobre o lúpus, destacou que se trata de uma enfermidade autoimune sistêmica, mais frequente em mulheres jovens, que pode comprometer diversos órgãos e levar a complicações como insuficiência renal, necessidade de hemodiálise, acidentes vasculares cerebrais e infarto. Ele ressaltou que, muitas vezes, o diagnóstico ocorre a partir de quadros de dores articulares, sendo fundamental a investigação precoce para evitar agravamentos.

Em relação à doença de Alzheimer, José Renato afirmou que o aumento no número de diagnósticos está diretamente relacionado à maior expectativa de vida da população e à ampliação do conhecimento sobre a enfermidade. Ele lembrou que, no passado, a perda de memória em idosos era frequentemente considerada parte natural do envelhecimento, o que retardava a busca por avaliação médica. Atualmente, existem métodos mais precisos de diagnóstico e medicamentos capazes de retardar a progressão da doença. Também mencionou a existência de terapias biológicas com anticorpos monoclonais para casos iniciais, embora ainda sejam de alto custo e pouco acessíveis à maioria da população.

O médico ressaltou que, nas três doenças abordadas pelo Fevereiro Roxo, o diagnóstico precoce e o tratamento adequado são determinantes para reduzir complicações e preservar a qualidade de vida dos pacientes. No caso do lúpus e do Alzheimer, a identificação em fases iniciais possibilita intervenções mais eficazes e acompanhamento contínuo.

Já o Fevereiro Laranja tem como foco a conscientização sobre a leucemia e a importância da doação de medula óssea. José Renato explicou que, décadas atrás, o tratamento era basicamente restrito à quimioterapia, com resultados variáveis, especialmente em crianças, que muitas vezes precisavam se deslocar para grandes centros por longos períodos. Com a evolução da medicina, o transplante de medula óssea tornou-se uma alternativa capaz de promover a cura em diversos casos.

Ele destacou que a campanha busca ampliar o número de voluntários cadastrados nos bancos de medula, aumentando as chances de compatibilidade entre doadores e pacientes. Citou o trabalho da Fundação Pietro, criada a partir da experiência de uma família que enfrentou dificuldades para encontrar um doador compatível, e ressaltou que os registros estão integrados em âmbito estadual, nacional e, em alguns casos, internacional. Também mencionou a possibilidade de armazenamento de sangue do cordão umbilical, ainda restrita devido aos custos elevados.

Sobre o processo de doação, o médico explicou que é simples e consiste no cadastro junto aos hemocentros, com coleta de amostra de sangue para análise genética e inclusão no sistema nacional. Ele informou que unidades como o hemocentro de Santa Rosa realizam esse procedimento e integram os dados à rede de compatibilidade.

José Renato reforçou que as campanhas têm papel fundamental na disseminação de informações, na orientação da comunidade e na ampliação do acesso aos serviços de saúde. Segundo ele, a mobilização em torno do Fevereiro Roxo e do Fevereiro Laranja contribui para o fortalecimento da prevenção, do diagnóstico precoce e do engajamento social em ações como a doação de medula óssea, especialmente em benefício de crianças e pacientes em tratamento contra a leucemia.

Fonte: Rádio São Luiz

Tito Bilinski lidera comissão em Brasília na busca por recursos ao Hospital São Luiz Gonzaga

 

Foto: Márcio Greff

A Comissão Pró-Hospital da Câmara de Vereadores de São Luiz Gonzaga está em Brasília em missão institucional voltada à captação de recursos para o Hospital São Luiz Gonzaga (HSLG), conforme informações registradas em entrevista concedida à Rádio São Luiz nesta quinta-feira, 5 de fevereiro 2026. A comitiva é liderada pelo vice-presidente da comissão, vereador Neri João Bilinski (Tito Bilinski), e integra representantes de diferentes partidos, com atuação conjunta na busca por emendas parlamentares junto a deputados federais e senadores.

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Segundo o vereador, a agenda iniciou na segunda-feira e inclui visitas a gabinetes no Congresso Nacional, abrangendo parlamentares da bancada gaúcha na Câmara dos Deputados e no Senado Federal. Durante os encontros, são apresentadas as demandas do hospital, que atende São Luiz Gonzaga e municípios da região, com abrangência estimada em até cem mil pessoas. A comissão informou que já recebeu sinalizações positivas quanto à destinação de recursos, embora os valores ainda não tenham sido definidos oficialmente.

Na programação no Senado, a comitiva manteve reuniões com representantes dos gabinetes dos senadores Luis Carlos Heinze, Hamilton Mourão e Paulo Paim. Também foram realizadas visitas a deputados federais e outros parlamentares com atuação no Rio Grande do Sul. A estratégia, conforme relatado, é fortalecer o caráter pluripartidário da mobilização, ampliando as possibilidades de apoio ao hospital.

A comissão é composta ainda pelo presidente da Câmara, vereador Cléber Ivar Matos da Silva (Cléber Ivar), pela vereadora Roseli de Oliveira Grings (Rose Grings), presidente da Comissão de Saúde, além dos vereadores Adão Schmitz, Mário Trindade e Edilmar Garcia.

O presidente da Comissão Pró-Hospital, vereador Rodrigo Veleda, não participou presencialmente, mas acompanhou parte das agendas de forma remota.

A previsão é de que os valores das emendas sejam oficialmente definidos após o encerramento do prazo para indicação junto aos ministérios federais, com expectativa de divulgação após o período de Carnaval. A comissão informou que seguirá acompanhando os trâmites até a confirmação dos recursos e o encaminhamento dos ofícios aos órgãos responsáveis.

Fonte: Rádio São Luiz

O que fazer para mitigar os impactos de ondas de calor na saúde?

Foto: Canva/Ilustrativa

O Rio Grande do Sul e a região das Missões estão sob a influência de uma onda de calor até o próximo sábado (07/02). O alerta foi divulgada pelo Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) e indica risco à saúde, principalmente, para pessoas idosas e crianças. Enfermeira e responsável técnica do SAMU (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência), Daiane Brigo lista cuidados e orientações para cuidar da saúde durante a vigência de ondas de calor.

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A ocorrência de dias consecutivos com temperaturas acima da média é a principal característica das chamadas ondas de calor, fenômenos comuns no verão e intensificados pelas mudanças climáticas. Em algumas cidades, as previsão indicam temperaturas próximas a 40°C, o que causa impactos no corpo humano, gerando problemas como estresse térmico e desidratação.

Estudo publicado na revista científica The Lancet mostra que 546 mil pessoas morrem por ano em todo mundo por causa do calor. A pesquisa foi feita por mais de cem cientistas em parceria com a Organização Mundial da Saúde (OMS). No Brasil, estimativas apontam para 3,6 mil mortes por ano no país relacionadas ao calor, considerando o período de 2012 a 2021.

Daiane Brigo pontua que o risco é maior para crianças e pessoas idosas, porque estes grupos tendem a se desidratar mais rapidamente. A principal orientação destaca pela enfermeira e presente também em diretrizes de órgãos públicos é o cuidado com a hidratação, ou seja, beber água regularmente, mesmo sem sentir sede.

“Beber bastante líquido, de preferência sucos naturais, chás e água. Também evitar as bebidas alcoólicas ou que tenham cafeína ou muito açúcar, porque o álcool, a cafeína e o açúcar acabam agravando a desidratação”, explica Daiane. O uso do protetor solar também é essencial nesse período.

No caso dos exercícios físicos, a enfermeira ressalta que eles devem ser evitados nos horários de maior pico de calor – entre as 10h e 16h. O mesmo vale para outras atividades ao ar livre. Outras orientações importantes incluem:

  • Vestimenta adequada: Usar roupas leves, de cores claras e de tecidos que permitem a transpiração. Se for sair ao Sol, usar boné, chapéu e roupas leves, mas de mangas longas;
  • Alimentação leve: Preferir alimentos leves e de fácil digestão, como frutas e saladas, evitando refeições pesadas que exigem mais energia para serem digeridas.

Segundo o Ministério da Saúde, as principais sinais de alerta durante ondas de calor são transpiração excessiva, fraqueza, tontura, náuseas, dor de cabeça, cãibras musculares e diarreia. Nestes casos, a recomendação é procurar a unidade de saúde mais próxima para uma avaliação com um profissional.

Fonte: Rádio São Luiz

Inmet emite alerta de onda de calor até sábado (7); municípios da região serão afetados

Foto: Canva

O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) publicou um alerta vermelho de uma onda de calor a partir desta terça-feira (03/02) para os três estados do Sul do Brasil, incluindo o Rio Grande do Sul e a região das Missões. O alerta aponta riscos à saúde, com temperaturas 5ºC acima da média por período maior do que 5 dias. A onda de calor deve durar até sábado (7).

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As temperaturas elevadas serão sentidas no extremo-sul do Paraná, no Oeste Catarinense e em toda a Metade Oeste do Rio Grande do Sul. Ao todo, mais de 500 municípios estão na área de abrangência do alerta e mais de 6,5 milhões de pessoas podem sentir os efeitos do fenômeno.

O alerta vermelho é o de maior gravidade na escala do Inmet e indica situação de grande perigo. Em casos de emergência, a recomendação é para que a população entre em contato com Defesa Civil pelo telefone 199.

Em janeiro, o Inmet já havia registrado uma onda de calor nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Espírito Santo, entre os dias 12 e 14. A ocorrência de fenômenos de altas temperaturas tem sido intensificada pelas mudanças climáticas, ou seja, pela ação humana que causa desequilíbrios no regime climático do planeta.

Impactos na saúde e recomendações

As altas temperaturas representam riscos à saúde, principalmente, de pessoas idosas, crianças, pessoas com problemas renais, cardíacos, respiratórios ou de circulação, diabéticos, gestantes e população em situação de rua. Sensações de cansaço, lentidão, tontura e mal-estar podem ser sinais de que o corpo está tendo dificuldade para lidar com o excesso de calor

O Ministério da Saúde lista algumas recomendações para a população durante a vigência de ondas de calor. Entre elas estão:

  • Vestimenta adequada: Usar roupas leves, de cores claras e de tecidos que permitem a transpiração;
  • Hidratação constante: Beber água regularmente, mesmo quando não se sente sede, e evitar bebidas alcoólicas ou com cafeína, que podem aumentar a desidratação;
  • Rotina ajustada: Planejar atividades ao ar livre para os horários mais frescos do dia, como a manhã cedo ou o final da tarde;
  • Alimentação leve: Preferir alimentos leves e de fácil digestão, como frutas e saladas, evitando refeições pesadas que exigem mais energia para serem digeridas.

Fonte: Rádio São Luiz

Vacinação deve estar em dia antes de viagens; enfermeira explica importância

Foto: Ilustrativa/Freepik

Antes de realizar viagens internacionais ou mesmo viagens nacionais, é preciso conferir a situação da caderneta vacinal. Enfermeira e coordenadora do Centro de Saúde de São Luiz Gonzaga, Águeda Balbé, explica que a imunização ajuda a prevenir doenças em circulação em outros lugares, sendo uma estratégia essencial para a saúde pública.

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Uma das doenças que preocupa é o sarampo, isso porque o Brasil tem registrado surtos de sarampo em alguns estados. A vacina é recomendada para todas as pessoas de 12 meses a 59 anos de idade, respeitando as indicações do Calendário Nacional de Vacinação. O vírus também tem circulado em outros países, como Canadá, México e Paraguai, que registraram surtos em 2025.

Outras doenças que possuem vacinas disponíveis no Sistema Único de Saúde (SUS) e que são recomendadas para viajantes são difteria, tétano, poliomielite e febre amarela.

“Todo mundo gosta de viajar e é bom conhecer outros países e outras culturas, mas também é muito importante que a pessoa esteja imunizada contra todos os vírus e bactérias”, destaca Águeda. A orientação é para que as pessoas busquem uma unidade básica de saúde (UBS) em torno de 10 a 15 dias antes de viajar, tempo necessário para que as vacinas possam fazer efeito.

Em São Luiz Gonzaga, as UBSs do municípios estão funcionando das 7h às 13h, neste mês de janeiro.

Gestantes

Recentemente, a Secretaria Estadual de Saúde (SES-RS) reforçou a orientação sobre a vacinação contra o vírus sincicial respiratório (VSR) para gestantes a partir da 28ª semana de gestação. A imunização é uma estratégia fundamental para proteger os recém-nascidos contra a bronquiolite, uma das principais causas de internações respiratórias em bebês nos primeiros meses de vida.

Até o momento, cerca de 27 mil gestantes já receberam a dose no Estado, sendo que aproximadamente 5,1 mil aplicações foram realizadas neste mês de janeiro. A estimativa é vacinar anualmente cerca de 120 mil gestantes no Rio Grande do Sul, e a meta é alcançar 80% de cobertura vacinal desse público.

Águeda Balbé lembra que a vacinação das gestantes é essencial para passar os anticorpos às crianças, grupo vulnerável à bronquiolite, que podem gerar complicações e até internação.

“Sabemos de casos de crianças que tiveram internação, que tiveram que ir para a UTI, em virtude desse vírus. Então, no momento que a criança está imunizada, por mais que ela pegue, vai ser uma doença bem mais leve”, ressalta a enfermeira.

O VSR é um dos principais causadores de infecções respiratórias em crianças pequenas, sendo responsável por cerca de 75% dos casos de bronquiolite e de 40% das pneumonias em menores de dois anos de idade. Estudos clínicos indicam a redução de 81,8% das formas graves da doença nos primeiros 90 dias de vida e de 69,4% até os 180 dias em bebês de mães vacinadas entre 24 e 36 semanas de gestação.

Fonte: Rádio São Luiz

Hospital São Luiz Gonzaga intensifica busca por doadores de sangue

Foto: Canva/Ilustrativa

O Hospital São Luiz Gonzaga (HSLG) tem intensificado o pedido para que as pessoas se tornem doadoras de sangue. Neste mês de janeiro, o município é responsável pelo transporte de doadores para o Hemocentro Regional de Santa Rosa, que abastece o hospital. A busca visa suprir a diferença entre a demanda e o número atual de doações.

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Segundo dados de 2025 do HSLG, foram utilizadas 870 bolsas de sangue durante o ano, número bem superior às doações que foram de 229 bolsas. A diferença é de 641. “Esperamos que no ano de 2026, os números melhorem e que nós consigamos mais doadores”, destaca Marjara Minussi, farmacêutica do hospital.

Todos os tipos sanguíneos são necessários, especialmente, os negativos (A-, B-, AB- e O-). A preocupação aumenta por conta da redução observada nos doadores em dezembro. Foram apenas seis pessoas, enquanto o número de bolsas transfundidas foi de 106.

Esse número teve um leve crescimento neste mês, com cinco doadores na primeira viagem, no dia 8 de janeiro, e mais sete doadores nesta quarta (21). Marjara explica que as viagens são organizadas com base no número de voluntários e que a próxima ida ao hemocentro está prevista para o dia 26 de janeiro. O transporte é totalmente gratuito.

Estatísticas indicam que uma doação pode salvar até quatro vidas. “A demanda está muito grande, muitas pessoas precisam – crianças, idosos, pessoas oncológicas – então é muito importante quem tiver interesse em fazer a doação nos procurar”, enfatiza a farmacêutica.

A doação de sangue é um ato de solidariedade e cidadania, que tem importância vital para a saúde pública. Confira os critérios básicos para ser um doador:

  • Ter idade entre 16 e 69 anos, (menores de 18 anos devem apresentar consentimento formal do responsável legal).
  • Pessoas com idade entre 60 e 69 anos só poderão doar sangue se já o tiverem feito antes dos 60 anos.
  • Apresentar documento de identificação com foto emitido por órgão oficial;
  • Pesar no mínimo 50 kg.
  • Ter dormido pelo menos 6 horas nas últimas 24 horas.
  • Estar alimentado. Evitar alimentos gordurosos nas 3 horas que antecedem a doação de sangue. Caso seja após o almoço, aguardar 2 horas.

O agendamento para doação pode ser feito pelo telefone: (55) 99959-4310.

Fonte: Rádio São Luiz

O que fazer em situações de engasgo? Confira as novas orientações

Foto: Google Gemini/Ilustrativa

As orientações de como agir em situações de engasgo mudaram. Referência em protocolos de primeiros socorros, a American Heart Association (AHA) atualizou suas recomendações para situações de obstrução das vias aéreas, tanto em bebês, crianças e adultos. A principal recomendação passa a ser adoção do ciclo alternado de cinco golpes nas costas e cinco compressões abdominais.

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Enfermeira e responsável técnica do SAMU (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência), Daiane Brigo explica que, antes de qualquer procedimento, é necessário identificar se é um engasgo parcial ou total. No primeiro caso, se a pessoa consegue respirar e falar, não tendo alteração na cor da sua pele, significa que se trata de um engasgo parcial e a recomendação é para que essa pessoa passe a tossir até desengasgar.

No caso de uma obstrução total, em que a pessoa não consegue falar e passa a perder a cor, as nova orientações são:

Adultos e crianças maiores de 1 ano: “fazer cinco golpes dorsais, ou seja, entre as costas, entre as escápulas, cinco tapas vigorosos e, se o objeto não for expelido, se a pessoa não voltar a respirar, eu vou fazer cinco compressões abdominais”, detalha Daiane. Antes, a orientação recomendava fazer as compressões primeiro, a chamada manobra de Heimlich.

Bebês com até 1 ano de idade: “posicionar esse bebê no nosso antebraço dominante, segurando ele com a barriga para baixo, e vamos dar cinco golpes dorsais, se não conseguir desengasgar, nós vamos virar e fazer cinco compressões torácicas com a palma da nossa mão”, explica Daiane.

Em geral, a obstrução com líquidos costuma ser parcial. Além disso, os bebês costumam reagir de forma natural para desengasgar em caso de obstrução com líquidos.

A enfermeira ressalta que é sempre importante acionar o serviço de emergência pelo 192 ou 193, principalmente, em casos de falta de respiração ou se não houver preparo para realizar os procedimentos corretos. “A ausência de respiração acima de 3, 4 minutos, já é preocupante, porque vai levar essa pessoa a uma parada respiratória”, alerta.

Daiane lembra ainda que a maioria das situações de engasgo ocorre em residências ou escolas, fora de ambientes hospitalares ou de unidades de saúde, com profissionais preparados para lidar com esses casos. “Precisamos saber quais atitudes tomar para evitar que essa situação acabe se agravando”, reforça a enfermeira.

Fonte: Rádio São Luiz

Queda no número de doações preocupa Hemocentro Regional de Santa Rosa

Foto: Canva

O número de doadores de sangue diminui neste período de início de ano e de férias, uma situação que gera preocupações para o estoque do Hemocentro Regional de Santa Rosa. Gerente da unidade, Josiane Aquino aponta que, além da redução nas doações, o período costuma ser de aumento da demanda por transfusões, em decorrência de acidentes.

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Segundo Josiane, o estoque do hemocentro está em um nível seguro, porém, com quantidades abaixo do ideal para os tipos sanguíneos A negativo e O negativo, este último, bastante utilizado em situações de emergência, por poder ser recebido por pessoas com qualquer tipo sanguíneo, sendo considerado o “doador universal”.

“Nós precisamos de uma média de 50 doadores por dia para conseguir atender a demanda”, explica a gerente. A necessidade aumenta para o tratamento de pacientes oncológicos e hematológicos. Nesses casos, são feitas várias transfusões de plaquetas por dia, o que pressiona o estoque.

Para suprir a queda nos doadores, o hemocentro tem adotado uma estratégia de busca ativa junto aos municípios. “Temos a nossa assistente social que busca grupos de doadores junto aos municípios”, destaca Josiane. O serviço de captação inclui ainda empresas e instituições de ensino da região.

Atualmente, o Hemocentro Regional de Santa Rosa atende 25 hospitais, incluindo o Hospital São Luiz Gonzaga (HSLG). “Temos que ter uma média de coleta mensal de mil doadores por mês e, atualmente, estamos em torno de 850 a 900 doadores por mês”, descreve a gerente da unidade.

Pessoas interessadas em doar podem entrar em contato pelo WhatsApp: (55) 513-5140 para realizar o agendamento. O hemocentro também realizará atendimento em dois sábados, nos dias 31 de janeiro e 14 de fevereiro, como uma forma de ampliar as possibilidades de doação.

Entre os critérios básicos para realizar a doação de sangue, estão:

  • Estar em bom estado de saúde e alimentado;
  • Ter mais de 50 quilos;
  • Ter dormido pelo menos 6 horas antes da doações;
  • Não ter ingerido bebida de álcool nas últimas 12 horas;
  • Ter entre 16 e 69 anos e levar documentos de identificação.

Fonte: Rádio São Luiz

Janeiro branco: campanha estimula cuidado com saúde mental desde o início do ano

Foto: Freepik

A campanha do Janeiro Branco faz parte do calendário de iniciativas para mobilizar a sociedade em torno dos cuidados com a saúde mental. Médico neurologista, José Renato Guimarães Grisolia explica que o objetivo é estimular o autocuidado e a atenção com sinais de sofrimento mental desde o início do ano. Em 2026, o lema da campanha do janeiro branco é “Paz, Equilíbrio e Saúde Mental”.

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A campanha existe no Brasil desde 2014, mobilizando instituições, profissionais da área e voluntários. ” Uma consideração geral desse tema – paz, equilíbrio e saúde mental – convida a sociedade a desacelerar e refletir sobre a forma como se relaciona com o tempo, as emoções e a vida cotidiana”, destaca José Renato.

O médico recorda que os sintomas de adoecimento mental podem ser percebidos no ambiente familiar e também no trabalho, neste último caso, alguns sinais incluem queda de produtividade, estresse elevado e a possibilidade de crises de burnout.

Em São Luiz Gonzaga, a campanha do janeiro branco está no terceiro ano e a previsão é de que sejam realizadas publicações sobre o tema nas redes sociais e uma nova edição da “mateada de conscientização”, prevista para o dia 24 de janeiro, na Praça Cícero Cavalheiro.

Segundo José Renato, o ano de 2025 apresentou uma alta no número de atendimentos relacionados à saúde mental nas unidades do município. “O plantão do hospital teve muitos atendimentos de pacientes com doenças graves”, comenta. Diferente de épocas anteriores, a demanda que costumava reduzir em dezembro, aumentou, o que gerou filas de espera para atendimento.

Além do Hospital São Luiz Gonzaga que atende casos graves, o município conta com o Centro de Atenção Psicossocial (CAPS) Saúde Mental, que atende diversas doenças mentais, e o CAPS AD, para pessoas em situação de dependência química.

A busca por atendimento para problemas de saúde mental também pode ser feita diretamente nas demais unidades básicas de saúde que fazem o encaminhamento para o serviço de psicologia e outras áreas relacionadas.

Fonte: Rádio São Luiz

Agendamento de exames passa a ser feito logo após consultas em Dezesseis de Novembro

Foto: Canva/Ilustrativa

A Secretaria de Saúde de Dezesseis de Novembro anunciou uma mudança na forma de agendamento de exames a partir desta terça-feira, 6 de janeiro. Agora, os pacientes poderão marcar os exames logo após a consulta médica, direto na Unidade Básica de Saúde (UBS) do município. Antes, os agendamentos eram realizados apenas no primeiro dia útil de cada mês.

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Segundo o Felipe Saul Campos, secretário de saúde de Dezesseis de Novembro, a medida visa facilitar o agendamento e evitar a formação de filas. A medida vale para exames via Sistema Único de Saúde (SUS) e, em casos de urgência e emergência, encaminhados via consórcios de saúde.

Atualmente, o município participa de três consórcios de saúde, entre eles, o Consórcio Intermunicipal de Saúde (Cois) da Microrregião de São Luiz Gonzaga. Felipe ressalta que essas parcerias entre os municípios são essenciais para reduzir filas de espera e também para compra de medicamentos.

Em 2025, foram destinados cerca de R$411 mil para agendamento de consultas via COIS em Dezesseis de Novembro. Além disso, o município investiu R$32 mil em próteses dentárias e outros R$411 em compras de medicamento, este último via CISA (Consórcio Intermunicipal do Noroeste do RS).

O secretário também comenta sobre o trabalho feito para reduzir filas de cirurgias, como de catarata. No último ano, foram 16 procedimentos e para 2026, já estão agendadas mais dez. Ele ainda citou a parceria com o Hospital São Luiz Gonzaga (HSLG), referência para os municípios da região.

Fonte: Rádio São Luiz

Vacina contra o vírus sincicial respiratório está disponível para gestantes em São Luiz Gonzaga

Foto: Canva

Gestantes a partir da 28° semana de gravidez podem buscar as unidades de saúde de São Luiz Gonzaga para realizar a vacina contra o vírus sincicial respiratório (VSR). A imunização é a principal forma de prevenção da infecção que afeta principalmente recém-nascidos e crianças menores de dois anos. 

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O VRS atinge principalmente bebês ou pessoas com o sistema imunológico fraco, sendo responsável por até 75% dos casos de bronquiolite e 40% das pneumonias durante certas épocas do ano, segundo informações do Ministério da Saúde.

No Brasil, em 2023, o VSR foi responsável por 26% dos 247 mil casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave
(SRAG).  Cerca de 10% das crianças que têm a primeira infecção pelo vírus precisam ser hospitalizadas, e metade delas vai para a Unidade de Terapia Intensiva (UTI). O risco de hospitalização é maior em bebês com até cinco meses de idade.

Em entrevista à Rádio São Luiz FM 100.9, a enfermeira Agueda Martins Balbé reforçou a importância da imunização das gestantes, como forma de aumentar a proteção das crianças. Segundo ela, o município já teve diversos casos de bebês hospitalizados por conta da infecção. “Teve casos aqui de São Luís Gonzaga que as crianças acabaram tendo que ser transferidas para uma UTI pediátrica”, acrescentou.

A vacina pode ser feita em qualquer unidade de saúde do município, das 7h às 13h. Para receber o imunizante, além da carteira de vacinação, é preciso apresentar um atestado médico que comprove já terem sido passadas as 28 semanas de gravidez ou a carteira de gestante.

A enfermeira destacou que a vacina contra o VSR foi incluída no calendário vacinal das gestantes, podendo ser realizada em qualquer época do ano. Em São Luiz Gonzaga, o imunizante começou a ser aplicado no dia 16 de dezembro.

“Qualquer tipo de vacina é fundamental para desenvolver anticorpos e, no momento que a pessoa entrar em contato com o vírus, o organismo vai reagir e a pessoa não vai ficar doente. esse é o maior objetivo das vacinas. Agora, nós estamos falando especificamente da gestante, mas todas têm esse objetivo de funcionar como uma barreira contra os vírus causadores da doença”, enfatizou Agueda.

Fonte: Rádio São Luiz

Johnni Bocacio é reeleito presidente do Consórcio Intermunicipal de Saúde

Foto: Divulgação/COIS

O Consórcio Intermunicipal de Saúde (COIS) da Microrregião de São Luiz Gonzaga realizou na última sexta-feira, 19 de dezembro, a reunião de definição da diretoria para o ano de 2026. Na ocasião, o prefeito de Dezesseis de Novembro, Johnni Bocacio (PP), foi reconduzido ao cargo. Outro ponto abordado no encontro foi assinatura de convênio com o governo estadual para realização de exames.

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Johnni assumiu a presidência do COIS no início de 2025 e seguirá no cargo até o final de 2026. Os demais membros da diretoria do consórcio também foram reconduzidos aos seus cargos.

Em entrevista à Rádio São Luiz FM 100.9, o gestor comentou sobre o trabalho desenvolvido em parceria entre os municípios da microrregião para qualificar os serviços de saúde e ajudar na manutenção do Hospital de São Luiz Gonzaga (HSLG), referência para as cidades do consórcio.

Por meio do COIS, os municípios fazem a contratação de prestadores de serviço em diferentes áreas da saúde, ajudando a desafogar a demanda por atendimento no SUS (Sistema Único de Saúde). “Hoje, o consórcio também tem uma parceria com a ACISA, que é um consórcio que atua na área de compra de medicamentos”, explicou Johnni.

Em parceria com a AGCONP (Agrupamento de Municípios para a Gestão Consorciada da Saúde no Rio Grande do Sul), o COIS irá assinar em breve um contrato com o governo estadual para compra de exames em áreas como tomografia, ressonância, colonoscopia e endoscopia. 

Pelo contrato, cada municípios receberia o valor de R$494 mil. Segundo Johnni, o convênio com o governo estadual deve ser assinado até o início do próximo ano.

Fazem parte do consórcio doze municípios, são eles: Bossoroca, Dezesseis de Novembro, Garruchos, Mato Queimado, Rolador, Roque Gonzales, Santo Antônio das Missões, Pirapó, São Luiz Gonzaga, São Nicolau, São Pedro do Butiá e Vitória das Missões.

Fonte: Rádio São Luiz

Dois casos de meningite bacteriana são identificados em Santo Ângelo

Foto: Canva/Ilustrativa

Dois casos de meningite bacteriana foram confirmados na última semana em duas crianças de Santo Ângelo. Os casos ocorreram em uma turma escolar com 21 alunos com idades entre três e quatro anos. Ambas as crianças precisaram ficar internadas, mas já tiveram alta hospitalar. Por conta das duas notificações, as equipes de saúde seguem monitorando a situação pelos próximos 30 dias.

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Existem dois tipos de meningite: bacteriana e viral. No caso da bacteriana, o diagnóstico é geralmente feito por punção pulmonar. No caso das duas crianças infectadas, o exame confirmou a presença da bactéria Haemophilus. Os principais sintomas incluem febre alta, dor de cabeça e rigidez na nuca, náuseas, vômito, podendo evoluir para convulsões e coma, em casos graves.

Segundo informações repassadas pelo responsável da 12° Coordenadoria Regional de Saúde (CRS) de Santo Ângelo, Rodrigo Reis, apenas uma das crianças teve convulsões, sendo transferida para uma UTI pediátrica de hospital em Santa Rosa. A segunda criança ficou internada no Hospital de Santo Ângelo. Alunos, funcionários e familiares da escola seguem sendo monitorados.

Rodrigo mencionou a preocupação em relação à demora do diagnóstico. “Essa notificação foi tardia, estamos acertando com os serviços para que não haja mais esse tipo de situação”, acrescentou. Ainda assim, a expectativa é de que não sejam notificados mais casos.

Ainda em termos de prevenção, o coordenador da 12° CRS citou a importância da vacinação, principalmente, para prevenir casos graves de meningite. Atualmente, existem diferentes vacinas meningocócicas disponíveis no Sistema Único de Saúde (SUS). “A preocupação dos pais deve ser sempre em manter as vacinas de rotina das crianças atualizadas”, enfatizou Rodrigo.

Fonte: Rádio São Luiz

SAMU de São Luiz Gonzaga completa 15 anos de atuação

Foto: SAMU/Divulgação

O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) de São Luiz Gonzaga/RS completa neste sábado, 6 de dezembro de 2025, quinze anos de atividades no município. Desde o início das operações, o serviço se consolidou como estrutura permanente de atendimento pré-hospitalar, operando de forma ininterrupta e integrando ações municipais, estaduais e federais no setor de urgência e emergência.

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A base local conta atualmente com treze profissionais, entre seis condutores socorristas, seis técnicos de enfermagem e uma enfermeira responsável técnica. A equipe realiza atendimentos clínicos, obstétricos, psiquiátricos e traumáticos. As ocorrências mais frequentes envolvem episódios de hipoglicemia, desmaios, alterações de pressão arterial, dor torácica e casos respiratórios. A regulação das chamadas ocorre pela Central de Porto Alegre, por meio do número 192 ou pelo aplicativo “Chamar 192”.

Ao longo dos anos, o serviço passou por processos contínuos de qualificação. As capacitações internas são mensais, com atualização de protocolos e treinamentos regulares. Também são promovidas atividades externas voltadas à comunidade, realizadas em parceria com escolas, empresas e instituições, ampliando a difusão de informações sobre primeiros socorros e o uso adequado do serviço.

Em referência ao marco de 15 anos, a enfermeira e responsável técnica Daiane Brigo destacou a trajetória do serviço e o compromisso da equipe: “Chegamos a esta data com uma estrutura consolidada e com profissionais que atuam com responsabilidade em cada ocorrência. O serviço evoluiu ao longo dos anos, com atualização constante de protocolos e integração com a comunidade. Seguimos empenhados em manter a eficiência do atendimento e em reforçar o uso correto do serviço pela população.”

A orientação principal ao público permanece centrada no acionamento do SAMU exclusivamente para situações de urgência e emergência, quando há risco imediato à saúde. O repasse correto do endereço, incluindo pontos de referência, é apontado como fator determinante para a agilidade no deslocamento da equipe. Outro procedimento essencial é a permanência na linha telefônica até a finalização do contato com o médico regulador, etapa indispensável para a liberação da ambulância. Também é reforçada a necessidade de facilitar a passagem das viaturas no trânsito, considerando que atrasos podem comprometer o atendimento.

Neste marco de 15 anos, o serviço registra o funcionamento contínuo e a articulação com diferentes setores da rede de segurança e saúde, incluindo Corpo de Bombeiros e demais órgãos parceiros, mantendo o compromisso de atendimento à população e fortalecendo a estrutura municipal de urgência.

Fonte: Rádio São Luiz

Assinado convênio para aquisição de novo mamógrafo para o Hospital São Luiz Gonzaga

Foto: Joel Vargas/Ascom GVG

O município de São Luiz Gonzaga recebeu, no sábado, 8 de novembro 2025, a visita do vice-governador Gabriel Souza, em roteiro pelo interior do Rio Grande do Sul. A agenda contemplou o Hospital São Luiz Gonzaga, onde foi assinado o convênio que autoriza a liberação de recursos estaduais para a compra de um novo mamógrafo, equipamento avaliado em R$ 1,1 milhão. A aquisição integra o Programa Avançar, política da Secretaria Estadual da Saúde que vem direcionando investimentos à modernização de hospitais regionais e ao fortalecimento da rede pública de atendimento.

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O novo aparelho deverá ampliar a capacidade de realização de exames de mamografia no município e na região das Missões. Com previsão de entrar em operação em fevereiro de 2026, o equipamento terá capacidade anual estimada em cinco mil exames e permitirá a oferta de diagnóstico por imagem com maior precisão. O hospital projeta atingir o status de referência regional nesse tipo de atendimento, atendendo demanda própria e de municípios vizinhos.

Foto: Joel Vargas/Ascom GVG

A agenda do vice-governador também incluiu vistoria às obras de reforma e ampliação do Centro Cirúrgico da instituição. O projeto conta com R$ 1,7 milhão do governo estadual e R$ 300 mil de contrapartida do hospital. A intervenção prevê a entrega de quatro salas cirúrgicas até o final de 2026. Segundo a instituição, 20% do cronograma já foi executado, com foco na melhoria das condições estruturais e na ampliação da capacidade de atendimento em média e alta complexidade.

O Hospital São Luiz Gonzaga, com 123 leitos — 105 deles destinados ao Sistema Único de Saúde —, é referência em traumatologia e ortopedia na região, com média mensal de 140 cirurgias e atendimento aproximado de 90 mil pessoas de oito municípios. Nos últimos anos, a instituição vem recebendo reforço financeiro por meio de programas estaduais, como o Assistir, que ampliou em 165% o valor anual de repasses, alcançando R$ 5,3 milhões em 2025. Esses recursos integram o conjunto de ações voltadas ao fortalecimento da rede hospitalar regional, que inclui modernização de equipamentos, expansão de serviços e qualificação da infraestrutura.

Fonte: Rádio São Luiz

Prefeitura de São Luiz Gonzaga prorroga intervenção no Hospital por mais dois anos

Foto: Emerson Scheis

O prefeito de São Luiz Gonzaga, José Antônio Flach Werle (Piti Werle) (MDB), assinou na tarde de 6 de novembro de 2025 o Decreto nº 7.792/2025, que prorroga, em caráter excepcional, a requisição de bens e serviços do Hospital São Luiz Gonzaga (HSLG) por mais dois anos, a contar de 10 de novembro de 2025. A medida visa garantir a continuidade dos serviços públicos de saúde prestados no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS) e assegurar estabilidade administrativa à instituição.

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A decisão de manter a intervenção foi debatida ao longo dos últimos meses e ratificada em 14 de outubro, durante reunião do Conselho de Administração do Hospital São Luiz Gonzaga, que se manifestou de forma unânime pela prorrogação. O grupo destacou que o encerramento do decreto anterior poderia gerar insegurança jurídica e comprometer obras e projetos em andamento, incluindo as reformas estruturais do bloco cirúrgico, a instalação da UTI e da hemodiálise, e a substituição do telhado danificado por eventos climáticos.

Durante entrevista à Rádio São Luiz, o prefeito Piti Werle afirmou que a prorrogação foi resultado de um processo amadurecido desde o primeiro semestre, com apoio do Conselho Municipal de Saúde, Sindicato dos Trabalhadores em Saúde, Sindicato dos Trabalhadores Rurais, Associação Comercial e Industrial (ACI), Sindilojas e Comissão Pró-Saúde. Segundo ele, a manutenção da intervenção representa a melhor alternativa no momento, até que a sociedade local esteja plenamente organizada para assumir a gestão da casa hospitalar.

O prefeito explicou ainda que a prorrogação tem duração de dois anos, com possibilidade de nova extensão após análise técnica, e que o período servirá para consolidar um modelo de governança que viabilize a transição futura da administração à comunidade. Piti Werle comentou a hipótese da parceria com Hospital de Caridade de Ijuí (HCI) para a implantação dos serviços de alta complexidade.

A fiscalização e o acompanhamento da gestão permanecem sob responsabilidade do Conselho de Administração e Fiscalização, composto por representantes da Secretaria Municipal de Saúde, Consórcio Intermunicipal de Saúde, ACI, Sindilojas e Associação Hospitalar São Luiz Gonzaga.

A decisão foi tomada em um momento de importantes investimentos. Entre os aportes recentes estão R$ 1,75 milhão do Governo do Estado para a reforma do bloco cirúrgico e R$ 500 mil destinados ao conserto do telhado, além da aquisição de um mamógrafo no valor de R$ 1,14 milhão, recurso do programa estadual Avançar na Saúde. As obras e melhorias devem ser concluídas até março de 2026.

O cronograma prevê a inauguração oficial das obras do Hospital São Luiz Gonzaga no início do próximo ano, após a finalização das reformas do bloco cirúrgico, da nova recepção e da estrutura de UTI e hemodiálise. A inauguração ocorrerá por etapas, com conclusão total estimada até março de 2026, consolidando um dos maiores investimentos públicos recentes na área da saúde municipal.

Ainda na mesma semana, São Luiz Gonzaga sediará o encontro regional do MDB “Pelo Rio Grande”, reunindo lideranças estaduais e municipais no auditório da URI – São Luiz Gonzaga. O evento, previsto para a manhã do dia 7 de novembro, contará com a presença do vice-governador Gabriel Souza, do presidente estadual do partido, de deputados federais e estaduais, além de prefeitos, vereadores e militantes das regiões Missões e Grande Santa Rosa. O objetivo é fortalecer a articulação política do partido e promover debates sobre o desenvolvimento regional e as próximas etapas do projeto eleitoral do MDB para o Estado.

Fonte: Rádio São Luiz

Avaliação técnica favorável recomenda implantação do Curso de Medicina da UFFS em Cerro Largo

Foto: UFFS

A Comissão de Acompanhamento e Monitoramento de Escolas Médicas (CAMEM), vinculada ao Ministério da Educação (MEC), emitiu parecer técnico favorável à implantação do Curso de Graduação em Medicina no Campus Cerro Largo da Universidade Federal da Fronteira Sul (UFFS). O documento, resultado da visita técnica realizada nos dias 6 e 7 de outubro, reconhece a viabilidade da proposta e valida o conceito de “estrutura regional de saúde como campo de prática profissional”, integrando a formação médica à rede de atenção da Macrorregião.

O relatório, assinado pela coordenadora da CAMEM, Profa. Dra. Michelle Alves Vasconcelos Ponte, e pelo Prof. Dr. Luis Fernando Fernandes Adan, aponta que o campus reúne as condições necessárias para iniciar as atividades do curso, destacando sua relevância diante da carência de médicos e da necessidade de fortalecimento da atenção básica na região. O parecer recomenda monitoramento contínuo do cumprimento das metas acadêmicas e administrativas e da destinação de recursos financeiros adequados.

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O processo de criação do curso iniciou em 2023, com o relatório de viabilidade elaborado pelo Conselho de Campus e posterior aprovação do Projeto Pedagógico do Curso (PPC) pelo Conselho Universitário da UFFS, conforme Decisão nº 1/CONSUNI/UFFS/2025. A proposta foi protocolada no MEC em fevereiro de 2025 e entregue em Brasília no mês seguinte por uma comitiva de representantes da universidade, prefeitos, vereadores e parlamentares federais.

Durante a visita da CAMEM, realizada em outubro, foram mobilizadas autoridades de 21 municípios, entre elas prefeitos, secretários de saúde e administradores hospitalares. A equipe técnica inspecionou o campus da UFFS e instituições parceiras, como o Hospital Vida & Saúde de Santa Rosa e o Hospital AHCASA de Cerro Largo, além da Unidade Básica de Saúde local.

O relatório apresentou recomendações em quatro dimensões. Na área de recursos humanos e financeiros, destaca-se a necessidade de priorizar a contratação de docentes médicos e técnicos administrativos, com planejamento orçamentário e cronograma de vagas. Quanto à infraestrutura, o campus dispõe de estrutura inicial adequada, mas deverá investir em laboratórios de habilidades médicas e espaços para metodologias ativas. O Projeto Pedagógico deve ser ajustado às novas Diretrizes Curriculares Nacionais (DCNs) de Medicina, homologadas pelo MEC em setembro de 2025. Na relação ensino-serviço, o parecer reforça a importância dos convênios entre as Secretarias Municipais de Saúde e a UFFS, bem como da consolidação dos comitês de acompanhamento pedagógico e de estágio supervisionado.

O diretor do Campus Cerro Largo e presidente da Comissão de Implantação, professor Bruno München Wenzel, afirmou que o parecer representa uma etapa importante do processo, resultado da união de lideranças regionais, comissões técnicas e instituições de saúde. Ele salientou, contudo, que a autorização final depende da disponibilização de recursos humanos e financeiros pelo MEC.

Com a avaliação favorável, a UFFS elabora um cronograma de investimentos que inclui a contratação de docentes e técnicos e a ampliação da infraestrutura. A universidade também deve manter reuniões mensais com a CAMEM, com nova visita técnica prevista para o primeiro semestre de 2026.

A iniciativa conta com apoio de prefeituras, câmaras de vereadores e hospitais vinculados à Associação dos Municípios das Missões (AMM) e à Associação dos Municípios da Fronteira Noroeste (AMUFRON). Desde a criação do campus em 2010, o movimento regional defende a implantação do curso de Medicina como estratégia de desenvolvimento e fixação de profissionais no território missioneiro.

Fonte: Rádio São Luiz