
O CTG Galpão de Estância divulgou neste sábado (27/06) uma nota de esclarecimento sobre as informações falsas e os ataques sofridos por Amanda Berro Burin. Nas últimas semanas, a foto da adolescente circulou em publicações nas redes sociais que a confundiam como uma pessoa trans, o que não procede. A nota cobra a remoção das postagens que usam o nome e a imagem da jovem de forma indevida e cita a responsabilização legal dos autores.
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Amanda representa o CTG Galpão de Estância como 1ª Prenda Juvenil do CTG Galpão de Estância da Terceira Região Tradicionalista. Nas redes sociais, ela foi confundida com Bruno Pradella Machado, mulher trans e prenda do CTG Quero-Quero, de São Jerônimo (RS).
“A confusão propagada nas redes é completamente falsa e está causando danos irreparáveis à imagem e à dignidade de uma criança. Esclarecemos que o CTG Galpão de Estância não possui qualquer preconceito em relação a ninguém, porém não possui prenda transgênero em seu quadro”, afirma um dos trechos da nota, assinada também pela família Burin.
Logo que a imagem de Amanda começou a circular como se fosse uma pessoa trans, ataques passaram a ser direcionados contra ela, principalmente, com cunho transfóbico. Embora não seja o caso da adolescente, que não é uma jovem trans, esse tipo de preconceito também é crime e pode ser equiparado ao racismo. A legislação aponta que a transfobia inclui qualquer tipo de manifestação de discriminação em relação á identidade de gênero de uma pessoa.
Além de promover desinformação, a divulgação da imagem da adolescente de forma indevida e sem autorização pode configurar crime, com base no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) e no lei 15.211/2025, o chamado ECA Digital.
Fonte: Rádio São Luiz