Geral

FETAG cobra alinhamento do discurso com a prática do Governo Federal

O cenário que o Brasil está vivendo é alarmante. Estamos vivenciando uma inimaginável crise mundial em virtude do COVID-19. Aqui, no Rio Grande do Sul, estamos sendo duplamente afetados. Além dos problemas econômicos e sociais causados pela pandemia, ainda sofremos com os impactos severos de uma das maiores estiagens da sua história.

Vemos cidades paralisadas, indústrias, comércios, empresas e outros setores de portas fechadas, e ao mesmo tempo acompanhamos o governo federal tendo uma prática inversa ao seu discurso, visto que os cofres brasileiros estão de tampas abertas, escoando valores exorbitantes para pagamento da dívida pública.

No orçamento do Brasil para 2020, cerca de 50,7% do total está destinado para o pagamento da Dívida Pública (Rolagem + Juros + Amortizações + Despesas Financeiras) que chega a um valor R$ 1,9 trilhões, maior volume já gasto na história do país em manutenção anual. (Fonte: Senado Federal)

Neste momento cabem duas profundas reflexões:

1 – A sociedade como um todo está se doando, abrindo mão de receitas, criando alternativas para superar em conjunto a crise, com cidadãos passando necessidades econômicas e alimentares, e o Brasil destinando todo este valor para pagar a dívida pública? O Governo só está “cortando na carne” de outros setores?

2 – Por que o Governo Federal ainda não atendeu a pauta sobre a estiagem que afeta o estado desde o início do ano, anunciando medidas para socorrer quem produz alimentos para a nação? A agricultura não é importante para a sociedade?

Realmente, algumas coisas não podem ser compreendidas!

A FETAG-RS acredita que as medidas já anunciadas pelo Governo auxiliam alguns setores da sociedade, mas ainda são insuficientes. Vemos agricultores agonizando e sofrendo a cada dia mais na espera de um anúncio que possa deixá-los respirar mais um pouco.

Sendo assim, a FETAG-RS, enquanto entidade representativa dos agricultores familiares, solicita ao Governo Federal a suspensão do pagamento dos juros e amortizações da dívida pública pelo período de três anos, para que este valor seja destinado ao enfrentamento da grave crise causada pelo Covid-19.

E ainda, a Federação exige que o Governo Federal tenha respeito pelos agricultores castigados pela estiagem, pois ainda não respondeu a pauta entregue pelas entidades para que os efeitos possam ser amenizados, deixando a categoria que mantêm a economia neste momento (como o governo gosta de ressaltar em suas falas) à mercê de suas ações e decisões.

A agricultura não pode mais esperar! Está agonizando! Está cansada de tanta espera e de tanto discurso!

“É preciso urgência e eficácia neste momento por parte do governo. Se gostam tanto de seguir os padrões estrangeiros em alguns aspectos, busquem agora inspirações nas ações feitas por outras nações, a exemplo dos Estados Unidos e também o vizinho Uruguai, onde o presidente e os seus ministros, diminuíram os próprios salários para auxiliar no combate à doença” salienta Carlos Joel da Silva, presidente da FETAG-RS.

Está na hora da resposta chegar!
Está na hora do Governo Federal alinhar seu discurso à sua prática!
Está na hora do Governo deixar a pose de “bom moço” para alguns privilegiados e olhar a sociedade com realismo!
Está na hora do Governo olhar para a Agricultura e os mais vulneráveis!

Fica o alerta: a agricultura precisa voltar a respirar para poder continuar produzindo!

Direção da FETAG-RS

Nota oficial da AMM sobre a situação de calamidade relacionada à pandemia do Coronavírus

ASSOCIAÇÃO DOS MUNICÍPIOS DAS MISSÕES, em deliberação conjunta dos Prefeitos da região, em vista das medidas que estão em curso para evitar ou reduzir o avanço da pandemia do coronavirus (covid19)  que assola o mundo, comunica a população que vem acompanhando os acontecimentos, bem como a situação epidemiológica no país e em nosso Estado, confirmando o resultado positivo das ações até agora praticadas com firmeza e responsabilidade. Por isso, os gestores estão analisando a possibilidade de ajustar parte do decreto de calamidade pública à dinâmica dos fatos e sobretudo à necessidade de compatibilizar as restrições impostas com a sobrevivência da nossa economia, já combalida pelos efeitos da seca. Assim, o decreto permanece vigorando com todos os seus termos inalterados até o dia 30/03/2020, quando haverá uma definição conclusiva sobre as novas medidas a serem adotadas, no sentido de retomar as atividades produtivas, agropecuárias, serviços e comerciais, mantendo as restrições aos grupos de risco e todas as exigências sanitárias, de limpeza, de uso de materiais e equipamentos e da vedação às aglomerações.

A AMM e os Prefeitos Municipais tem a certeza de que as restrições adotadas até o presente momento se fazem imperiosas e estão gerando resultados, mesmo com seus efeitos colaterais. A hora é de agir com determinação para retomar a atividade geral da comunidade, mas jamais abrindo mão dos cuidados e procedimentos de prevenção e precaução efetiva.

Cerro Largo, RS, 27 de março de 2020.

 

Puranci Barcelos dos Santos

Prefeito de Santo Antônio das Missões

Presidente da AMM

Com sol aparecendo entre nuvens, final de semana será de grande amplitude térmica

O final de semana terá sol aparecendo entre nuvens e com possibilidade de ocorrência de pancadas de chuva isoladas. As máximas para este sábado e para o domingo chegam na casa dos 34°C.

Na segunda e terça-feira, o tempo seguirá seco, sem chuvas e com grande amplitude térmica; porém, a na quarta-feira, a chegada da instabilidade poderá trazer chuvas, mas sem volumes expressivos. As informações são da Somar Meteorologia.

Fonte: Rádio São Luiz

ACI irá apresentar proposta ao Comitê de Saúde para que comércio, indústria e serviços retornem aos poucos às atividades em São Luiz Gonzaga

Em entrevista à Rádio São Luiz, o presidente da ACI de São Luiz Gonzaga, Marcos Batista da Rosa, informou que a entidade irá encaminhar proposta ao Comitê Extraordinário de Saúde (criado para direcionar as ações de combate ao novo Coronavírus no município) para que as atividades do comércio, indústria e serviços sejam retomados de forma gradual.

Conforme Marcos, “conversamos a semana inteira com nossos associados e, mesmo antes do decreto municipal (que declarou o estado de calamidade pública e determinou o fechamento do comércio e a suspensão de várias atividades no município), já tínhamos nos reunido e combinado que a orientação fosse uma só para todos, vindo a repassar todas as informações para nossos associados. Porém, a cada dia novas informações vão chegando, e que nos levam a pensar a respeito da pandemia e, ao mesmo tempo, da situação econômica. E é parecer nosso de que é preciso existir uma convergência para incentivar as pessoas dos grupos de risco a permanecer em suas casas, mas também de que o comércio, a indústria e os serviços precisam voltar ao trabalho aos poucos. Já é um debate nacional em que o cenário será de sérios problemas”, explicou.

Ainda conforme o presidente da ACI, “na semana que vem, o Comitê terá uma nova reunião, quando a Associação levará a proposta para que, aos poucos, as atividades sejam retomadas com todo o cuidado possível, pois dentro das empresas as pessoas estão tomando os cuidados e cumprindo as determinações do decreto, mas estamos sentindo um baque muito forte logo adiante. E, se isso se prorrogar por mais uma semana, o baque será maior ainda, principalmente se tiver de ocorrer um lockdown das empresas no futuro. Da mesma forma, o decreto do prefeito deixa espaço para a ACI fazer essa avaliação, deixando a entender que podemos atuar em plantões nas empresas, fazer entregas em domicílio e fazer o trabalho de promover o comércio, indústria e serviços ao mesmo tempo em que realizamos o controle sanitário. Por isso, destacamos que precisamos retomar aos poucos as atividades pois o problema virá a ser muito sério em pouco tempo”, finalizou.

Fonte: Rádio São Luiz

Comandante do 4°RCB destaca a atuação do Exército frente à situação de pandemia do Coronavírus

Em entrevista à Rádio São Luiz, o comandante do 4°RCB, tenente-coronel Rodrigo de Carvalho Bernardo, comentou sobre a atuação do Exército e as medidas adotadas pelo Regimento frente à situação de enfrentamento ao Coronavírus.

MEDIDAS NO REGIMENTO – Segundo o comandante, “desencadeamos campanhas para o público interno do Regimento acerca dos cuidados individuais e coletivos para que as informações alcancem os familiares, pensionistas e inativos, que compreendem ao todo cerca de 3500 pessoas da região”, ressaltou. Conforme o coronel, a rotina do 4°RCB teve mudanças por conta da pandemia: “Nosso expediente diário inicia às 6h30min, com a entrada no quartel por apenas um único local onde é feita a triagem individual por uma equipe de saúde. Ali, há a higienização das mãos com água e sabão e com álcool em gel, e, a partir daí, eles estão capazes de cumprir sua tarefa. Não tivemos casos de nenhum militar apresentando sintomas virais. Na parte interna, aumentamos os espaços para os alojamentos, com o distanciamento entre as camas de dois a cinco metros. Além disso, estamos com horários diferenciados dentro do rancho para evitar aglomerações e as reuniões vêm ocorrendo ao ar livre”. Ainda conforme Bernardo, as atividades físicas estão sendo realizadas dentro do Regimento e não mais externamente, bem como houve uma redução na carga dos exercícios: “Estamos realizando atividades internas visando preservar a saúde e evitando desgaste prematuro daqueles que eventualmente possam vir a ser empregados”.

AÇÕES COM O PODER PÚBLICO – De acordo com o comandante, “estamos com uma equipe de dois enfermeiros participando da campanha de vacinação contra Influenza, onde vacinamos diariamente de 20 a 30 pessoas idosas, contribuindo com os esforços da Secretaria de Saúde. Além disso, o prefeito e a secretária de Saúde começaram a preparar áreas para serem empregadas em caso de necessidade, e inicialmente nos foram solicitadas duas barracas para servirem como um hospital de campanha. Assim, na segunda e terça-feira, montamos ima barraca para pronto atendimento e uma barraca para leitos, sendo que ambas vão utilizar materiais do hospital. E ainda temos condições para uma ou duas barracas a mais caso a situação se agrave”, explicou.

RECADO À COMUNIDADE – Para o tenente-coronel, “entendemos a intenção e a importância que a instituição tem num momento desses. Como comandante de um órgão importante da região e consciente da responsabilidade que temos e da convicção de que nosso Exército tem o braço forte para defender o Estado e a capacidade de estender a sua mão amiga para contribuir com o esforço nacional, viemos solicitar aos nossos familiares, amigos e parceiros para que mantenhamos a calma e a tranquilidade para que a ordem dos nossos municípios seja mantida; que tenham a confiança nas recomendações tomadas pelos gabinetes de crise dos municípios e que tenham a convicção de que o Braço Forte e a Mão Amiga do Exército estarão à disposição da comunidade sempre que se fizer necessário”, finalizou.

Fonte: Rádio São Luiz

Foto: Arquivo/Rádio São Luiz

Famurs propõe decreto único para Estado e municípios

Ao falar com o presidente da Famurs, Leite reforçou que a orientação do governo do Estado é para seguir as regras de quarentena – Foto: Gustavo Mansur/Palácio Piratini

Na manhã desta sexta-feira (27), uma vídeo-conferência vai reunir o governador Eduardo Leite, o presidente da Famurs, Dudu Freire, e os prefeitos que presidem as 27 associações regionais do Rio Grande do Sul. No encontro virtual, a Famurs vai propor que o Estado e os 497 municípios gaúchos tenham um único decreto para reger as medidas de prevenção e combate à Covid-19.

Para o presidente da Famurs e prefeito de Palmeira das Missões, Dudu Freire, a medida é fundamental no enfrentamento à pandemia, para que se tenha um ambiente mais seguro juridicamente, proporcionando mais estabilidade e clareza nas relações entre particulares, governo estadual e Municípios, diminuindo as tensões sociais.

Dudu salienta ainda que cabe ao governador a definição de regras uniformes para todos os municípios, definindo os serviços que deverão ou não funcionar e de que maneira: “quem tem que ditar as regras é o governo do Estado, pois é ele que detém as informações técnicas sobre a pandemia e também o balanço dos prejuízos econômicos”, afirmou o presidente.

Já o vice-presidente da entidade e prefeito de Taquari, Maneco Hassen, ressalta que o Governador deve liderar os prefeitos neste momento: “O governador é o líder. Nosso guia nesse momento tão difícil. Os prefeitos só querem proteger a sua população. Por isso, quem pode nos dizer o melhor a fazer nesse momento, é quem tem os dados técnicos, ou seja, a secretaria estadual da saúde”, finalizou Maneco.

Fonte: Famurs

Começa o cadastro de voluntários para reforço do atendimento à Covid-19

A Secretaria da Saúde abriu um canal para cadastro de voluntários em atividades de enfrentamento à pandemia do coronavírus no Rio Grande do Sul. As inscrições são feitas mediante o preenchimento de um formulário no site https://saude.rs.gov.br/coronavirus-voluntariado.

São oferecidas possibilidades de voluntariado a profissionais da saúde e de outras categorias profissionais. O sistema de voluntariado é regido pela Lei Federal Nº 9.608, de 18 de fevereiro de 1998.

A iniciativa deve-se à situação de calamidade pública decretada no Estado e ao aumento dos casos da doença. Os voluntários atuarão na atenção e no cuidado à saúde da população atingida pelo coronavírus em todo o território gaúcho.

A Secretaria da Saúde entrará em contato com as pessoas inscritas, conforme forem surgindo as necessidades de ampliação de profissionais de saúde e de outras áreas.

Fonte: Governo do Estado – RS

Famurs finaliza levantamento das necessidades de EPIs dos municípios

Após contato com as secretarias de saúde das 497 prefeituras do Estado, a Famurs finalizou um importante levantamento para o combate à Covid-19. Realizado pela força-tarefa formada por todos os colaboradores da Famurs, a pesquisa indica a necessidade de EPIs (equipamentos de proteção individual) de cada município. O levantamento, que será entregue à Secretaria Estadual da Saúde, apontou que as cidades gaúchas necessitam:

  • 100.298 máscaras cirúrgicas
  • 707 máscaras N95
  • 904.915 luvas P-G
  • 114.101 aventais impermeáveis
  • 128 litros de Álcool Gel

Desde o dia 18 de março, em prevenção ao surto de Coronavírus, a grande maioria dos colaboradores da Famurs está trabalhando em casa. Para a realização do levantamento, os funcionários de todas as áreas técnicas da entidade participaram, finalizando o trabalho em três dias.

Fonte: FAMURS

Prefeito Sidney Brondani comenta sobre mudanças no rol de atividades essenciais, publicadas em decreto presidencial na manhã de hoje

Na manhã desta quinta-feira, 26, o presidente da República Jair Bolsonaro publicou decreto incluindo as atividades religiosas na lista de atividades e serviços considerados essenciais em meio à pandemia de Coronavírus. Como se trata de um decreto, as regras têm validade imediata, sem ter necessidade de aprovação pelo Congresso Nacional.

Em entrevista à Rádio São Luiz nesta manhã, o prefeito Sidney Brondani foi questionado sobre se o município iria cumprir com as determinações do decreto presidencial. Conforme Brondani, “iremos analisar o decreto do Presidente com nossa assessoria para ver se o município tem competência para legislar sobre esse assunto. Mas, independentemente de ser permitido ou não, quero reafirmar minha posição e enaltecer os nossos padres e pastores, que são responsáveis e jamais iriam fazer alguma coisa que viesse a prejudicar a saúde da nossa população”. Até a tarde de hoje, o Executivo Municipal não havia emitido decreto sobre as mudanças no rol de atividades essenciais, conforme consta no decreto presidencial.

Sobre o decreto que declarou estado de calamidade pública em São Luiz Gonzaga, Brondani informou que ainda não há previsão de alterações, e ressaltou que, na próxima semana, o Comitê Extraordinário de Saúde do município irá se reunir e avaliar a situação: “Como o decreto de calamidade foi elaborado a partir das deliberações dos membros do Comitê, iremos nos reunir novamente na semana que vem e deliberar sobre o que fazer em meio ao contexto da pandemia”, explicou.

Fonte: Rádio São Luiz

Foto: Arquivo/Rádio São Luiz

Órgãos de Segurança Pública e Vigilância Sanitária fiscalizam cumprimento de decretos

Na tarde de terça-feira (25), a Polícia Civil desenvolveu ação conjunta com a Brigada Militar e Vigilância Sanitária, visando a fiscalização e orientação de estabelecimento comerciais de São Luiz Gonzaga sobre o Decreto Estadual que limitou o funcionamento de alguns locais em função do Coronavírus.

As equipes visitaram dezesseis estabelecimentos que estavam funcionando em desacordo ao determinado no Decreto Estadual e orientaram os responsáveis sobre como deveriam proceder visando o cumprimento das medidas e formas de prevenção ao Coronavírus.

Estas atividades estão sendo realizadas em todo o Estado do Rio Grande do Sul e continuarão a ser realizadas em São Luiz Gonzaga e nos municípios da região nos próximos dias.

Fonte: Polícia Civil