Dívida de produtores rurais soma R$28,4 bilhões no Estado, aponta Fetag-RS; entidade cobra renegociação

Foto: Reprodução/Fetag-RS
O total do endividamento rural no Rio Grande do Sul é de aproximadamente R$28,4 bilhões, segundo dados apresentados nesta quinta-feira, 6 de fevereiro, pela Federação dos Trabalhadores na Agricultura no Rio Grande do Sul (Fetag-RS). As informações foram divulgadas durante coletiva de imprensa organizada com o objetivo de cobrar medidas para a renegociação dos valores e suporte aos produtores rurais diante da estiagem que afeta o Estado.
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Os valores apresentados pela Fetag-RS consideram as prorrogações de crédito rural de 2024, no valor de R$11,3 bilhões, as dívidas vinculadas ao sistema cooperativo de crédito – R$2,3 bilhões, e o percentual contratado pelos produtores para custeio na safra 2024/2025, de R$14, 8 bilhões.
Durante a coletiva, também foram citadas resoluções do Conselho Monetário Nacional (CMN) e do Banco Central (BC) que reduziram a abrangência do Programa de Garantia da Atividade Agropecuária (Proagro). Segundo levantamento da Fetag-RS, os contratos fechados pelo programa para cobertura caíram 19,7% em 2024, com relação a 2023.
O encontro também serviu para apresentação da pauta da Fetag-RS, com um conjunto de reivindicações da categoria. A principal delas é a prorrogação automática das dívidas do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf) e Programa Nacional de Apoio ao Médio Produtor Rural (Pronamp) pelo prazo de 120 dias.
A entidade também reivindica a revogação de medidas que afetam a cobertura do ProAgro, como o enquadramento pelo Cadastro Ambiental Rural (CAR), além da implementação de um Desenrola Rural para renegociação das dívidas dos produtores. Outras propostas incluem a liberação de recursos pelos governos estadual e federal e anistia de parcelas dos programas “Troca-troca de Milho” e “Forrageiras”.
No próximo dia 17 de fevereiro, a Fetag-RS pretende realizar uma mobilização com a participação de representantes de diferentes regiões e órgãos públicos para apresentar as demandas e buscar soluções para o setor.
Matéria relacionada: Fetag-RS reivindica renegociação de dívidas e auxílio para produtores, explica presidente da entidade
Fonte: Rádio São Luiz
Gestão eficiente garante crescimento e sustentabilidade da COOPATRIGO

Foto: Coopatrigo
A gestão eficiente é um dos principais fatores que garantem o crescimento e a sustentabilidade da COOPATRIGO. A cooperativa tem adotado estratégias focadas no equilíbrio financeiro, na inovação tecnológica e no fortalecimento do setor agropecuário, sempre com o objetivo de oferecer melhores condições para seus associados destaca o presidente da COOPATRIGO, Paulo César Vera Pires.
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A busca por inovação e tecnologia tem sido um dos pilares fundamentais da COOPATRIGO. A adoção de novas ferramentas e práticas tem proporcionado maior produtividade e competitividade no mercado agropecuário. Para isso, a cooperativa incentiva seus colaboradores e produtores a adotarem novas tecnologias e soluções que melhorem a eficiência da produção.
A sustentabilidade financeira dos associados também é uma prioridade. Diante da queda na renda do setor agropecuário nos últimos anos, a COOPATRIGO desenvolveu estratégias para auxiliar os produtores na manutenção da rentabilidade. A busca por alternativas eficientes visa manter a estabilidade financeira dos associados, garantindo suporte e orientação para superar desafios econômicos.
Mesmo diante de adversidades como estiagens e crises econômicas, a COOPATRIGO manteve um plano sólido de investimentos e expansão. A inauguração das unidades de Florida e São Borja, assim como a modernização da unidade de Garruchos, são exemplos desse compromisso com o desenvolvimento sustentável da cooperativa com seus associados. “Mas neste momento diante das incertezas, a prioridade é desenvolver processos eficientes, garantindo a segurança do produtor”, afirmou o presidente.
A variabilidade climática tem sido um dos principais desafios enfrentados pelos produtores da região. A irregularidade na distribuição de chuvas impacta diretamente a produtividade, tornando essencial a adoção de sistemas de irrigação e armazenamento de água. “O problema não é a falta de chuva, mas sua distribuição irregular. Por isso, investir em armazenamento de água e irrigação é fundamental para garantir estabilidade produtiva”, concluiu Paulo.
Com uma visão voltada para o futuro, a COOPATRIGO segue aprimorando sua gestão e desenvolvendo iniciativas que fortaleçam o setor cooperativo. O compromisso com a inovação, sustentabilidade e crescimento contínuo reafirma seu papel fundamental na região, garantindo benefícios para os associados e impulsionando o desenvolvimento do agronegócio.
Fonte: Comunicação Coopatrigo
Gestores descrevem situação dos municípios da região e medidas para enfrentar a estiagem

Seca prejudica lavouras de soja na região – Foto: Arquivo/FecoAgro
A estiagem que afeta as Missões e o Rio Grande do Sul fez subir para 14 o número de municípios da região com decreto de situação de emergência. A falta de chuvas consistentes desde dezembro tem causado perdas significativas na produção agrícola, problemas no abastecimento de água e preocupações com a economia local e regional. Gestores dos municípios das Missões participaram nesta quinta-feira, 6 de fevereiro, para comentar sobre a situação em suas comunidades.
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Em Dezesseis de Novembro, o prefeito Johnni Bocacio (PP) lamentou o cenário atual que levou ao decreto de emergência no município. Segundo ele, a decisão foi tomada após reunião com diferentes entidades e de avaliação técnica que mostrou uma tendência de agravamento da estiagem. “Com essa temperatura acima dos 40°C, cada dia que passa fica pior”, frisou.
Algumas localidades do interior de Dezesseis de Novembro já registram falta de água e a administração afirmou trabalhar para garantir o abastecimento nestes locais. De acordo com o prefeito, a alfafa – principal produto agrícola local – também tem sofrido os impactos da estiagem. “Torcemos que venha logo a chuva e possa amenizar essa situação”, finalizou.
No município de Caibaté, o prefeito Daniel Herter (PP) pontuou que as chuvas irregulares das últimas semanas não resolveram os problemas no desenvolvimento da agricultura local. Conforme o gestor, as perdas na cultura da soja giram em torno de 40%. “É um prejuízo irreversível e não tem como voltar a ter uma produção normal”, acrescentou.
De acordo com Daniel, as quedas são significativas também na produção leiteira devido à redução da disponibilidade de pastagens. Ele destacou a importância do decreto de emergência para buscar a renegociação de dívidas dos produtores rurais.
Prefeito de Cerro Largo, Pedro Butzen (PP) explicou o decreto municipal para redução do consumo de água e os esforços para fornecer o abastecimento para o interior, principalmente para criadores de animais. Segundo ele, essa mobilização conta com apoio dos Bombeiros Voluntários de Cerro Largo. “Temos que unir forças para amenizar essa situação que é muito grave em toda nossa região”, disse, sobre a intenção de se reunir com os demais municípios das Missões para discutir medidas conjuntas.
Fonte: Rádio São Luiz
Sobe para 14 o número de municípios em situação de emergência na região das Missões
Dezesseis de Novembro é o mais recente município da região das Missões a decretar situação de emergência devido à estiagem. O decreto, assinado pelo prefeito Johnni Bocacio nesta quarta-feira, 5, reforça que a falta de chuvas regulares nos últimos meses agravou o déficit hídrico, “causando sérios prejuízos humanos, ambientais e econômicos”. A medida, válida por 180 dias, busca viabilizar ações emergenciais para mitigar os impactos da seca e garantir apoio às comunidades mais afetadas.
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Com Dezesseis de Novembro, até a mais recente atualização, agora são 14 os municípios da região que declararam emergência: São Luiz Gonzaga, São Nicolau, São Miguel das Missões, Santo Antônio das Missões, São Pedro do Butiá, Rolador, Pirapó, Roque Gonzales, Bossoroca, Itacurubi, Cerro Largo, São Paulo das Missões e Caibaté.
A estiagem, intensificada desde dezembro do ano passado, tem causado perdas significativas na produção agrícola e pecuária, além de comprometer o abastecimento de água em diversas localidades. As administrações municipais seguem adotando medidas para enfrentar a crise e garantir o acesso a recursos estaduais e federais.
Fonte: Rádio São Luiz
Cerro Largo, São Paulo das Missões e Caibaté entram para a lista de municípios em emergência devido à estiagem
Cerro Largo, São Paulo das Missões e Caibaté são os mais recentes municípios da região das Missões a decretarem situação de emergência devido à estiagem. A falta de chuvas, intensificada desde dezembro passado, tem causado sérios prejuízos à agricultura e ao abastecimento de água. Os decretos buscam viabilizar ações emergenciais para mitigar os impactos da seca e garantir apoio às comunidades mais afetadas.
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Em Cerro Largo, o prefeito Protásio Pedro Butzen assinou o Decreto Nº 2.905/2025 no dia 3 de fevereiro, declarando situação de emergência devido à redução drástica das reservas hidrológicas e aos prejuízos na agropecuária.
Em São Paulo das Missões, a estiagem também levou à assinatura do Decreto Nº 09/2025. Apesar da situação crítica, a prefeitura informou que o calendário de eventos do município será mantido sem alterações. A administração segue monitorando a seca e buscando alternativas para minimizar os danos.
Já em Caibaté, o decreto foi oficializado nesta terça-feira, 4 de fevereiro, após o município enfrentar quase 40 dias sem chuvas significativas. A medida tem vigência de 90 dias e objetiva garantir o acesso a recursos estaduais e federais. A prefeitura reforçou que está à disposição dos produtores rurais, que enfrentam dificuldades para manter a produção e a criação de animais.
Além dos três novos municípios, outros dez da região já haviam declarado emergência anteriormente: São Luiz Gonzaga, São Nicolau, São Miguel das Missões, Santo Antônio das Missões, São Pedro do Butiá, Rolador, Pirapó, Roque Gonzales, Bossoroca e Itacurubi. A estiagem já causa perdas significativas na produção agrícola e pecuária.
Fonte: Rádio São Luiz
Fetag-RS reivindica renegociação de dívidas e auxílio para produtores, explica presidente da entidade

Divulgação/Fetag-RS
A Federação dos Trabalhadores na Agricultura do Rio Grande do Sul (Fetag-RS) vai promover no dia 17 de fevereiro uma mobilização em busca de medidas para auxiliar os produtores rurais do estado. O movimento pretende chamar atenção do poder público para os desafios enfrentados pelo setor agropecuário diante da estiagem e dos impactos na economia. Em entrevista ao programa Expressão Livre nesta terça-feira, 4 de fevereiro, o presidente da Fetag-RS Carlos Joel da Silva, explicou os detalhes da mobilização.
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De acordo com Carlos Joel, a participação dos produtores é essencial para pressionar o governo a criar medidas para mitigar os efeitos dos eventos extremos dos últimos anos na produção agrícola e na pecuária gaúcha. O encontro pretende reunir representantes do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), da bancada gaúcha no Congresso Nacional, do governo estadual e outras entidades do setor.
A intenção é reunir membros de diferentes regionais sindicais do Estado. “Pedimos para os agricultores se colocaram à disposição para participar da mobilização. É juntos que vamos resolver os problemas e mostrar nossa força”, enfatizou o presidente da Fetag-RS.
Antes da mobilização do dia 17/02, a Fetag-RS vai realizar uma coletiva de imprensa na quinta-feira (07/02) para apresentar e discutir as demandas e a situação da categoria. Uma das principais preocupações da Fetag-RS está relacionada ao PróAgro (Programa de Garantia da Atividade Agropecuária). A reivindicação da entidade é de 12 anos de renegociação das dívidas, sendo dois anos de carência e dez para a quitação dos valores.
Segundo o presidente da Federação, grande parte dos produtores gaúchos ainda está lidando com os impactos das enchentes do ano passado e das estiagens de 2022 e 2023. “A cada dia aumenta o prejuízo dos nossos agricultores”, complementou sobre o atual quadro de falta de chuva.
Matéria relacionada: Encontro da Fetag-RS discute medidas para o enfretamento da estiagem
Fonte: Rádio São Luiz
Estiagem e atraso no ciclo da soja levam Coopatrigo a adiar Plant Show para março

Foto: Divulgação/Coopatrigo
A Coopatrigo anunciou nesta segunda-feira, 3 de fevereiro, o adiamento da segunda edição do “Plant Show” para o mês de março. Inicialmente, o evento estava programado para os dias 19 e 20 de fevereiro, porém, devido ao atraso no ciclo da cultura da soja, consequência da estiagem que afeta a região, a cooperativa decidiu transferir a data.
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Agora, a segunda edição do Plant Show será nos dias 19 e 20 de março. Segundo a Coopatrigo, a expectativa é de que o desenvolvimento das plantas avança até o próximo mês, o que pode favorecer o campo experimental e a visibilidade das atividades do evento.
A nota da cooperativa também destaca que a programação do evento segue inalterada. Neste ano, o Plant Show terá foco em seis tópicos: Cultivares e Biotecnologia; TSI e soja safrinha; Irrigação, Pecuária; Prestação de serviços Coopatrigo e Parceiros de Produção.
Fonte: Rádio São Luiz com informações de Coopatrigo
Encontro da Fetag-RS discute medidas para o enfretamento da estiagem

Divulgação/Fetag-RS
A Federação dos Trabalhadores na Agricultura do Rio Grande do Sul (Fetag-RS) realiza nesta quinta-feira, 30 de janeiro, uma reunião para debater os impactos da estiagem que afeta o Rio Grande do Sul. Em entrevista ao programa Olho Vivo, Rafael Dalenogare, presidente do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de São Luiz Gonzaga e Rolador, detalhou a mobilização e os objetivos do encontro que acontece em Ijuí.
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A reunião tem início previsto para às 9h, com a participação de representantes das regionais sindicais, dos Sindicatos dos Trabalhadores Rurais (STRs) e demais lideranças do setor. Na parte da tarde, devem participar também representantes de entidades como a Emater RS/Ascar, Famurs (Federação das Associações de Municípios do RS), FecoAgro (Federação das Cooperativas Agropecuárias do Estado do RS) e do Sistema Ocergs.
Também foram convidados o presidente da Assembleia Legislativa gaúcha, deputado Adolfo Brito (PP), o coordenador da bancada gaúcha no Congresso Federal, deputado Dionilso Marcon (PT), e as secretarias estaduais de Agricultura e de Desenvolvimento Rural.
Organização e reivindicações
Segundo Rafael, o encontro servirá para a elaboração de um cronograma de curto, médio e longo prazo para lidar com a falta de chuvas na região. “O objetivo é construir uma linha de ação para enfrentamento da estiagem”, complementou o presidente do Sindicato dos Trabalhadores Rurais.
Presente no encontro, o tesoureiro da Fetag-RS e também membro da Regional Missões II, Agnaldo Barcelos da Silva, citou a preocupação com a questão financeira e as estratégias para buscar apoio dos governos estadual e federal. “Temos clareza que vamos precisar de um conjunto de iniciativas e muito apoio dos produtores para sensibilizar os órgãos governamentais”, disse. Agnaldo pontuou que o encontro deverá ser uma etapa de negociação das medidas para mitigar a estiagem.
Coordenador Regional da Sindical Missões, Márcio Langer enfatizou as necessidades específicas da região, uma das mais afetadas pela atual estiagem. Ele citou a importância dos decretos de emergência dos municípios, como parte das reivindicações por políticas públicas para lidar com a situação.
Vice-presidente da Fetag-RS, Eugênio Edevino Zanetti lembrou os diferentes extremos climáticos que atingiram o Rio Grande do Sul nos últimos anos, com impactos na produção agrícola e, consequentemente, no endividamento dos produtores. Ele frisou a luta por remodelações Proagro (Programa de Garantia da Atividade Agropecuária). “A gente precisa de um Desenrola e uma reprogramação dessas dívidas para os produtores. Queremos medidas mais estruturantes e olhando o combo de tragédias”, pontuou.
Fonte: Rádio São Luiz
Sindicatos Rurais das Missões defendem securitização para enfrentar a estiagem
Os 12 sindicatos rurais que integram a Regional 12 estiveram reunidos nesta quarta-feira, 29, na sede do Sindicato Rural de São Luiz Gonzaga, com o objetivo de mobilizar a região em busca de políticas públicas para enfrentar os efeitos da estiagem. Entre as principais propostas discutidas, destacou-se a securitização rural como alternativa viável para aliviar o endividamento dos produtores e reequilibrar o setor.
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Margareth Costa Beber, coordenadora da Regional 12 e presidente do Sindicato Rural de São Luiz Gonzaga, enfatizou que a situação dos agricultores é crítica após anos de condições climáticas adversas e altas taxas de juros. “Não há plano econômico que resolva nossa situação. A securitização oferece um custo-benefício para o produtor e para a indústria, permitindo recuperar o crédito e voltar a vender”, afirmou.
A proposta também foi defendida por outros líderes sindicais, como Ardi Jaeger, de Bossoroca, que destacou a falta de água como um dos maiores desafios. “Estamos em uma empresa a céu aberto. A securitização é nossa única saída diante da gravidade da crise”, disse.
O endividamento dos agricultores também foi um ponto de alerta. Nelci Coleto, presidente do Sindicato Rural de Itacurubi, enfatizou que “o endividamento do produtor é fora do comum”. Laurindo Nikititz, presidente do Sindicato Rural de Santo Ângelo, ressaltou as dificuldades com o seguro rural. “Este ano, 60% das propriedades não conseguiram acessar o seguro porque ele é muito caro e, quando acionado, paga pouco. As perdas acumuladas na soja são irreversíveis. Os produtores estão no limite de crédito”, afirmou.
Os participantes decidiram levar a demanda à Federação da Agricultura do Estado do Rio Grande do Sul (Farsul), buscando apoio para viabilizar a medida e assegurar a sustentabilidade do agronegócio na região.
Fonte: Rádio São Luiz
Estiagem: dez municípios das Missões já declararam situação de emergência

Falta de chuva afeta açudes e abastecimento de água – Foto: Arquivo/Luiz Oneide – Rádio São Luiz
Dez municípios da região das Missões já declararam situação de emergência devido à estiagem. Os efeitos da falta de chuva afetam, principalmente, as lavouras e o abastecimento de água em localidades do interior. Fazem parte da lista de cidades com decreto: São Luiz Gonzaga, São Nicolau, São Miguel das Missões, Santo Antônio das Missões, São Pedro do Butiá, Rolador, Pirapó, Roque Gonzales, Bossoroca e Itacurubi.
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Desde dezembro do ano passado, as chuvas irregulares tem causado preocupação dos gestores municipais e produtores rurais da região. Esse quadro é agravado pelas altas temperaturas registradas neste verão e tem ligação com os efeitos do fenômeno La Niña, que diminui o volume de chuvas na região sul do Brasil.
Levantamento preliminar do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de São Luiz Gonzaga e Rolador, em parceria com a Emater RS/Ascar e outras entidades, indica que as perdas na produção agrícola podem chegar a 50% em determinados locais. Com os decretos de emergência, os municípios podem solicitar recursos e obter apoio dos governos estadual e federal para mitigar os impactos da estiagem.
Municípios que já declaram emergência
São Nicolau foi uma das primeiras cidades da região a publicar decreto de calamidade associado à seca, na quarta-feira, 22/01. Na última sexta-feira, 24/01, São Luiz Gonzaga, São Pedro do Butiá, Rolador, São Miguel das Missões e Itacurubi fizeram o mesmo. Em comum, os decretos apresentam dados sobre as perdas econômicas nos setores da agricultura e pecuária, áreas responsáveis por movimentar a economia regional.
Na segunda-feira, 27/01, Santo Antônio das Missões e Roque Gonzales também emitiram decretos de emergência. Segundo o texto publicado pela prefeitura de Roque Gonzales, a medida busca “amenizar os problemas enfrentados pelos agricultores, além de contribuir para a renegociação das dívidas”. Em Pirapó, a emergência foi declarada nesta terça-feira, 28/01, devido aos prejuízos estimados em mais de 37 milhões de reais. A Administração também informou estar utilizando caminhão pipa para levar água para comunidades afetadas pela falta de chuvas.
O municípios mais recente a declarar situação de emergência foi Bossoroca. A administração local emitiu nesta quarta-feira, 29/01, o documento que menciona impactos gerados pela seca “sobre queda fluxo dos rios e sobre a produtividade agropecuária, resultaram em danos materiais e prejuízos econômicos e sociais”.
Outras cidades
Em Caibaté, uma reunião foi realizada na última segunda-feira, 27/01, para discutir a situação do município e organizar os dados para elaboração do decreto de emergência. Já em Garruchos, desde o dia 8 de janeiro, a prefeitura emitiu decreto que determina a adoção de medidas para reduzir o consumo de água.
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Fonte: Rádio São Luiz
Prefeito em exercício, Fraguinha descreve trabalho para mitigar efeitos da estiagem em São Luiz Gonzaga

Foto: Arquivo/Rádio São Luiz
O prefeito em exercício de São Luiz Gonzaga Paulo César da Trindade Garcia(Fraguinha) (PP), concedeu entrevista na manhã desta quarta-feira, 29 de janeiro, ao programa Olho Vivo. Na conversa, Paulo César abordou as principais demandas do município nos últimos dias, principalmente relacionadas à estiagem. Na última sexta-feira, 24/01, São Luiz Gonzaga declarou situação de emergência devido à seca prolongada.
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De acordo com Fraguinha, todos os documentos necessários para a justificativa do decreto foram encaminhadas aos governo estadual e federal, com objetivo de obter a homologação da medida. Questionado sobre a falta de água em algumas localidades, o prefeito em exercício citou a busca pela aquisição de um caminhão pipa e o estabelecimento de parcerias com o Exército Brasileiro para auxiliar os trabalhos na rede de água do Assentamento São Luiz.
Outro tema abordado na conversa foi a solicitação encaminhada pela Câmara Municipal de Vereadores para viabilizar a construção da sede própria do Legislativo. “Estamos trabalhando e construindo junto, não tem dúvida que o Executivo tem as melhores intenções de auxiliar”, frisou Fraguinha.
O vice-prefeito segue a frente do Executivo até a próxima sexta-feira, 31/01, quando está previsto o retorno do prefeito José Antônio Flach (Piti) Werle (MDB) de viagem feita à Brasília.
Fonte: Rádio São Luiz
São Luiz Gonzaga decreta situação de emergência por conta da estiagem

Foto: Kelvin Morais/Arquivo Rádio São Luiz
O município de São Luiz Gonzaga decreta nesta sexta-feira, 24 de janeiro, situação de emergência devido à estiagem prolongada. A informação foi repassada pelo prefeito José Antônio Flach (Piti) Werle (MDB) em entrevista na manhã desta sexta-feira, 24 de janeiro, ao programa Olho Vivo. O decreto deverá ser assinado oficialmente às 11h desta sexta-feira, em encontro com a Defesa Civil estadual.
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De acordo Piti Werle, a decisão foi tomada após diferentes reuniões e avaliações das perdas causadas pelas condições climáticas adversas devido a falta de chuvas consistentes e as altas temperaturas. “Existem diferentes perdas já consolidadas e irreversíveis em todas as áreas da produção agrícola”, destacou o gestor.
A seca tem causado inclusive problemas no abastecimento de água no interior do município. O prefeito citou a preocupação em atender a população e se preparar para os impactos econômicos da estiagem. Após o decreto pelo município, cabe ao Estado e ao governo federal a homologação da situação de emergência, o que permite acesso a auxílios e apoio financeiro para lidar com a situação.
Início de gestão
Na entrevista, Piti Werle comentou sobre a organização da prefeitura e das secretarias. “Foram dias bastante intensos de trabalho neste início de governo”, afirmou. Na próxima semana, o prefeito cumprirá agenda em Brasília para se reunir com diferentes autoridades ligadas ao governo e ao Congresso. O retorno está previsto para a próxima quinta-feira, 30/01, antes do evento do “Dia do Pajador”.
O chefe do Executivo também celebrou a conclusão das obras de ampliação do acesso no trevo do Complexo Jayme Caetano Braun. “Imagino que agora vai ficar mais seguro para todo mundo”, pontuou.
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Fonte: Rádio São Luiz
Região das Missões sofre com estiagem; confira situação nos municípios

Seca prejudica lavouras de soja na região – Foto: Arquivo/FecoAgro
A região das Missões tem enfrentado os impactos da estiagem e da falta de chuvas consistentes neste início de 2025. A seca preocupa por conta dos efeitos na agricultura, principalmente nas lavouras de soja e milho, importantes para a economia local. Em entrevista ao programa Olho Vivo, prefeitos da região comentaram sobre a situação da estiagem em seus municípios.
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No Rio Grande do Sul, a estiagem já provocou decretos de emergência em diferentes municípios, sendo o mais recente em São Nicolau. Em outras localidades, como Bossoroca, Rolador e Roque Gonzales, reuniões estão agendadas para levantar dados e decretar emergência.
Segundo dados preliminares de estudo realizado pela Federação das Cooperativas Agropecuárias do Rio Grande do Sul (FecoAgro/RS), a safra de soja poderia ter uma quebra de 21% devido a seca no Estado.
De acordo imagens de satélite analisadas pela MetSul Meteorologia, a umidade do solo teve uma redução considerável nas regiões Oeste e Noroeste do RS, incluindo as Missões. Esse quadro de déficit é agravado pela evapotranspiração do solo, fenômeno que ocorre devido as altas temperaturas registradas nas últimas semanas e diminui a disponibilidade de água para o desenvolvimento das plantas.
Situação nos municípios
Bossoroca: o prefeito João Alberto Nascimento (PP) informou que uma reunião será realizada nesta sexta-feira, 24 de janeiro, com representantes do setor para avaliar o decreto de emergência. O encontro deve servir para levantar dados e informações sobre os impactos da estiagem. “O prejuízo maior é no soja, principalmente o que foi plantado em outubro, novembro e também as lavouras plantadas em dezembro”, explicou.
Rolador: a administração aguarda visita da Defesa Civil do RS nesta sexta-feira, 24/01, para decretar situação de emergência. Levantamento da Emater RS/Ascar aponta prejuízo de 40 a 50% nas lavouras do município. As informações foram repassadas pelo prefeito João Alberto Aquino Gomes (MDB). “Estamos com problemas de água, nos poços e, principalmente, com as redes de água, porque o solo aquece muito”, descreveu.
Roque Gonzales: segundo o vice-prefeito e atual prefeito em exercício José Alfredo Kupske (PP), as comunidades do interior de Emanuel Paraíso e Rincão dos Goulart já estão sofrendo com falta de água. Uma reunião com a Emater RS/Ascar e entidades do meio rural será realizada na tarde desta quinta-feira, 23/01, para coletar dados sobre a estiagem. Conforme o gestor, a chuva dos últimos dias foi insuficiente para aliviar o quadro de seca. “Choveu em pequenas áreas do município”, disse.
Itacurubi: a falta de chuvas expressivas tem afetado a agricultura e a economia local. Segundo o prefeito Gelso dos Santos Soares (PDT), o município depende da agricultura familiar e das lavouras para manter sua arrecadação. O gestor detalhou reunião realizada em Capão do Cipó para elaborar uma ação e solicitar apoio junto ao governo federal para obter melhores condições de financiamento para o setor e abatimento de dívidas dos produtores. “Temos que ter planos estratégicos para lidar com estiagens”, destacou.
Dezesseis de Novembro: a administração tem distribuído água em algumas comunidades. Segundo dados informados pelo prefeito Johnni Bocacio (PP), o prejuízo da estiagem já alcança R$12 milhões no município. “Estamos avaliando com muita cautela, porque precisa de muita responsabilidade para fazer um decreto, baseado em números sobre prejuízos irreversíveis”, afirmou o gestor. A expectativa é de que a previsão de chuvas nesta semana ajude a recuperar algumas áreas, por exemplo, de alfafa e pastagens.
São Nicolau: primeiro município da região a declarar situação de emergência devido à falta de chuva, desde dezembro São Nicolau registra perdas na produção agrícola. O prefeito Rafael Godois (PP) mencionou que a administração aguarda a homologação do decreto para viabilizar auxílios aos produtores. “As perdas já são significativas no município”, frisou. Segundo estimativa apresentada pelo gestor, a estiagem já trouxe um impacto negativo de cerca de R$60 milhões na economia local.
Fonte: Rádio São Luiz
Luís Fernando Cavalheiro Pires comenta ações da Farsul para auxiliar produtores diante da estiagem

Foto: Arquivo Pessoal
O assessor da Farsul (Federação da Agricultura do Estado do Rio Grande do Sul) Luís Fernando Cavalheiro Pires (PP) concedeu entrevista nesta segunda-feira, 20 de janeiro, ao programa Olho Vivo. Na conversa, Luís Fernando comentou sobre a situação dos produtores rurais diante da estiagem e das ações junto à Farsul em busca de auxílios para o setor.
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Luís Fernando relembrou as enchentes do ano passado que também causaram fortes impactos na produção agrícola. De acordo com ele, uma das principais reivindicações atual junto aos governos federal e estadual é de uma linha de financiamento para irrigação com juros subsidiados. “Uma linha especial com juros acessíveis, agilidade no processo de licenciamento junto aos órgãos ambientais estaduais e com dinheiro também para ter um seguro rural mais amplo ao produtor rural”, explicou.
Uma das etapas necessárias para buscar tais auxílios são os laudos técnicos que mostrem os impactos da estiagem nos municípios da região, além dos decretos de emergência. “Para que exista algo que possa realmente contemplar os produtores”, frisou o assessor da Farsul.
Luís Fernando também disse estar à disposição para colaborar com os prefeitos dos municípios da região. Ele citou a importância de buscar recursos para o setor, aproveitando a celebração dos 400 anos das Missões e de outras iniciativas. “Estamos tentando construir para que esses recursos cheguem na nossa região missioneira”, acrescentou.
Fonte: Rádio São Luiz
São Nicolau aguarda laudos para decretar situação de emergência devido à estiagem

Arquivo/Rádio São Luiz
O município de São Nicolau pretende declarar situação de emergência por conta da estiagem que atinge a região e tem causado perdas, principalmente nas lavouras agrícolas. A informação foi repassada pelo prefeito Rafael Godois (PP), popular Bidu, em entrevista nesta quinta-feira, 16 de janeiro, para o programa Olho Vivo.
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De acordo com Rafael, uma reunião foi realizada na última segunda-feira, 13/01, com representantes da Coopatrigo, Emater RS/Ascar, entidades rurais e diferentes secretarias para discutir a situação. “Demos esse primeiro passo que é ouvir os anseios deles”, afirmou.
O prefeito mencionou contato com a Defesa Civil Estadual e a busca por laudos que mostrem as perdas do setor, “para que nossos agricultores possam buscar algum benefício quanto à dívidas”. A intenção da prefeitura é utilizar esses documentos para embasar um decreto de calamidade pública devido à estiagem.
IPTU 2025
Outro assunto tratado na conversa foi o calendário de pagamentos do IPTU 2025 para a população de São Nicolau. Conforme explicou o prefeito, quem pagar o IPTU até o final fevereiro terá direito à 30% de desconto, podendo pagar à vista ou parcelar em até 12 vezes.
A partir de março, o desconto será de 20% e depois de 10% no restante do ano. “Temos também para quem fazer o pagamento à vista de atrasados, nós retiramos juros e multa, só fica a correção”, acrescentou Rafael Godois.
Fonte: Rádio São Luiz
Lauro Weber descreve metas e foco em trabalho técnico na Secretaria de Agricultura e Desenvolvimento Rural

Lauro Weber assume secretaria reestruturada para atender demandas do setor rural – Foto: Evelise Oliveira/Rádio São Luiz
O novo secretário de Agricultura e Desenvolvimento Rural de São Luiz Gonzaga, Lauro Weber, concedeu entrevista na manhã desta segunda-feira, 13 de janeiro, durante o programa Olho Vivo. Lauro descreveu as principais metas e agendas que pretende implementar no setor, um dos principais motores da economia local e regional. A partir de 2025, a pasta deve ter uma reestruturação, com a divisão da parte do Meio Ambiente em outra secretaria.
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Lauro é formado em Agronomia pela Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), com experiência em cooperativas e multinacionais. Possui mestrado na área, tendo atuado como professor da UFSM e, a partir de 2001, passou a trabalhar no setor da produção de arroz. Atualmente, atua como representante comercial em São Luiz Gonzaga.
Em relação às suas metas na Secretaria, Lauro citou a intenção de formar parcerias, tanto no ambiente interno, motivando os funcionários, quanto com as demais pastas e entidades agrícolas e agropecuárias do município. “Queremos mostrar nossa intenção e nosso trabalho”, frisou. Segundo ele, esse setor é vital e precisa receber atenção proporcional à sua relevância no meio agrícola local.
Um dos temas tratados na conversa foi a organização para atender diferentes demandas do desenvolvimento rural de pequenos, médios e grandes produtores. Como exemplo, Lauro mencionou a necessidade de salas de ordenha com melhores condições de trabalho para os produtores de gado leiteiro. Ele abordou também a importância da manutenção das estradas do interior.
Um dos projetos da pasta para a próxima gestão, segundo descreveu Lauro, está em viabilizar melhorias e investimentos na conservação do solo, “para que quando tiver estiagem, as plantas não sofrerem tanto”. Como alternativa possível, o secretário destacou a busca pela adesão em programas dos governos federal e estadual.
Questionado sobre a atual situação climática e a falta de chuvas, o gestor descreveu as dificuldades para aumentar barragens e pequenos açudes, devido a indisponibilidade das máquinas da Secretaria. “Vários maquinários estão inoperantes por falta de manutenção, de peças, e uma das prioridades da secretaria é colocar essas máquinas em atividade”, acrescentou.
Fonte: Rádio São Luiz
Câmara de São Luiz Gonzaga destina R$400 mil para manutenção de estradas do interior

Foto: Assessoria de Imprensa
A Câmara Municipal de São Luiz Gonzaga aprovou a destinação de R$400 mil para a manutenção, conservação e sinalização de estradas do interior do município. Os recursos devem atender cerca de 800 quilômetros e foram aprovados por unanimidade na Sessão Extraordinária de sexta-feira, 27 de dezembro, após indicação de emenda do vereador João Iuri de Oliveira (Cidadania).
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De acordo com o texto da emenda apresentada pelo vereador, “o objetivo da emenda é dar maior capacidade para a Administração atender o vasto interior do Município. Com o montante, conseguiremos atender aproximadamente 800 quilômetros de interior baseado no valor desembolsado nas terceirizações realizadas esse ano”, afirmou João Iuri.
A partir desta quarta-feira, 1° de janeiro, João Iuri assumirá a presidência da Câmara Municipal de São Luiz Gonzaga pela segunda vez. Ele seguirá à frente do legislativo até o final de 2025. O ato ocorrerá no Plenário do Legislativo no dia 1º, feriado nacional, a partir das 9h.
Nesta terça-feira, 31 de dezembro, não haverá atendimento no Legislativo, conforme resolução da Presidência da Casa na última semana, seguindo mesma resolução do Executivo São-luizense. Já na quinta-feira, 2 de janeiro, o horário será diferenciado: do meio-dia até às 18h, conforme a resolução 24/2024, encaminhada pela Presidência nesta segunda-feira.
Fonte: Rádio São Luiz com informações da Câmara Municipal de São Luiz Gonzaga
Câmara de São Luiz Gonzaga divulga nota sobre nome de estrada que liga as Ruínas de São Lourenço a BR 285

Arquivo/Rádio São Luiz
A Câmara Municipal de São Luiz Gonzaga divulgou na manhã desta sexta-feira, 27 de dezembro, uma nota explicação sobre o posicionamento do legislativo em relação à denominação da estrada que liga as Ruínas de São Lourenço a BR 285. A polêmica envolve o projeto de lei enviado pelo Executivo para nomear o trecho como “Rodovia Municipal Sinval Medeiros de Farias”.
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O debate sobre o nome da rodovia ganhou repercussão após uma nota divulgada pelo músico Doné Teixeira, reivindicando a denominação do trecho em homenagem à José Gonçalves da Silva, agricultor de São Lourenço das Missões e liderança ativa em prol da realização de obra de acesso à localidade.
A nota divulgada pela Câmara Municipal e assinada pelo presidente Francisco (Chiquinho) Lourenço (PDT), destaca que o legislativo dá prioridade para o interesse local na análise dos projetos e leis relacionadas à denominações. Segundo o texto, o projeto de lei n°555 que nomeia o trecho como “Rodovia Municipal Sinval Medeiros de Farias” foi o único apresentado para denominar a estrada.
“Não havendo, naquele momento, opção dos Vereadores em ‘escolher’ um ou outro nome, mas sim de discutir e votar o PL proposto pelo Executivo Municipal, sendo que, na oportunidade, após empate na votação, foi decidido pelo voto do Presidente da Câmara Municipal, resultando na aprovação por maioria”, aponta a nota, que também menciona o papel do legislativo em fiscalizar e zelar pelos interesses da sociedade.
Fonte: Rádio São Luiz
Cléber Ivar lista ações da secretaria de Obras e Viação na atual administração

Foto: Rádio São Luiz
O secretário de Obras e Viação de São Luiz Gonzaga, Cléber Ivar, concedeu entrevista nesta terça-feira, 24 de dezembro, para fazer uma avaliação e prestação de contas das ações realizadas na pasta ao longo de 2024. Para o próximo ano, Cleber irá assumir o cargo de vereador no legislativo municipal, após ser eleito pelo MDB.
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Cléber ocupou o posto por dois períodos, com intervalo durante o período eleitoral. Na entrevista, ele apresentou alguns dos números e ações feitas pela secretaria nos últimos quatro anos, incluindo o período em que a pasta foi comandada pelo vereador Mario Trindade (MDB).
Entre as principais obras, Cléber citou o acesso asfáltico a São Lourenço das Missões, o calçamento na entrada de Afonso Rodrigues, a estrada do Rincão do São Pedro, implantação de redes de água na comunidade do Limoeiro e no Pontão Santa Maria, a construção de pontes de concreto no Rincão de São Pedro, Assentamento Coqueiros, Rincão do Santana, entre outros locais, e a implementação de luzes de LED em cerca de 300 pontos da cidade. Além de outras ações, como a obra de calçamento em andamento no Limoeiro.
“Saio de cabeça erguida e encerro meu ciclo”, afirmou. Segundo ele, nos próximos quatro anos não tem planos de assumir novamente um cargo no Executivo e pretende focar no seu mandato na Câmara. Em relação ao trabalho como vereador, Cléber destacou que pretende atuar de forma aberta em prol da comunidade.
A entrevista na íntegra está disponível no Facebook da Rádio São Luiz.
Fonte: Rádio São Luiz
“Nós tivemos um ano de superações”, afirma presidente da Coopatrigo Paulo Pires

Foto: Rádio São Luiz
O presidente da Coopatrigo Paulo Pires concedeu entrevista na manhã desta terça-feira, 24 de dezembro, para fazer uma avaliação dos resultados da cooperativa em 2024. Segundo ele, apesar dos desafios enfrentados, principalmente com a questão climática e o desastre de junho, a cooperativa obteve resultados positivos em 2024.
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“Nós tivemos anos de superação”, afirmou o gestor, fazendo referência ao período de estiagem que afetou a produção agrícola na região em 2022 e 2023. Na entrevista, Paulo Pires destacou os investimentos feitos pela Coopatrigo na expansão das suas ações em municípios da região, como São Borja, Santiago e Garruchos,
O presidente da Coopatrigo destacou também a importância em dar retorno para os associados e trabalhar para superar as adversidades. “Nós temos um momento de desafio como país, região e setor. Tudo isso nos potencializa mais para superar desafios”, complementou. Em relação à região, Paulo também apontou a importância do aeroporto de Santo Ângelo, como elo de ligação com centros do país.
Fonte: Rádio São Luiz




