
O presidente da Coopatrigo, Paulo Pires, participou do programa Olho Vivo desta quinta-feira, 27, e abordou o processo de reconstrução da área da cooperativa atingida pelo evento climático extremo do último dia 15. Conforme o presidente, os últimos dias têm sido de muito trabalho e envolvimento para conseguir restabelecer serviços e remover os grãos que estavam nos armazéns atingidos.
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Embora a maior parte da estrutura de armazenagem esteja na antiga Cesa e na Agroindústria, a estrutura originária da cooperativa foi atingida e deixou exposto aproximadamente R$ 30 milhões em grãos. Resgatar esse capital dos produtores associados era a prioridade.
Graças ao empenho dos colaboradores e parceiros, toda a soja já foi retirada, faltando remover aproximadamente 15% do trigo, operação que deverá ser concluída entre esta quinta e sexta-feira, 28. “É uma grande responsabilidade guardar este patrimônio do produtor. São mais de seis milhões de sacas sob a nossa guarda”, comentou Paulo Pires.
Nesta semana, quatro guindastes e seis construtoras estavam atuando na área que, além dos prejuízos estruturais, sofreu com impactos na área de TI. Sobre isso, Paulo Pires disse que nenhuma estrutura vai ficar em ruínas, embora o processo de reconstrução precise respeitar etapas. Além disso, afirmou que nenhuma obra vai parar, “por respeito e responsabilidade com o produtor”.
Paulo Pires ainda voltou a reconhecer os colaboradores e parceiros que auxiliaram no mutirão, destacando que o devido agradecimento será feito depois que “passar esse turbilhão”. Sobre o gesto bastante elogiado da cooperativa, de restaurar a Capela da Ferroviária, que fica próxima ao complexo e também foi atingida, o presidente disse que se trata de um gesto de carinho e solidariedade.
Fonte: Rádio São Luiz