Saúde

Disputa em torno de tabela de remuneração do IPE Saúde leva a suspensão de atendimentos em 18 hospitais

Hospital de Clínicas de Ijuí será um dos afetados – Foto: Assessoria de Imprensa – HCI

A partir da próxima segunda-feira, 6 de maio, 18 hospitais de referência do estado vão suspender todos os atendimentos eletivos pelo IPE Saúde. A medida foi anunciada nesta segunda-feira, 29 de abril, e está relacionada a falta de acordo com relação a repasses pelo governo para as instituições, entre elas o Hospital de Clínicas de Ijuí, o Hospital Vida e Saúde, de Santa Rosa e o Hospital Ivan Goulart, em São Borja. Cerca de 25 mil pacientes devem ser afetados.

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A negociação em torno das tabelas de remuneração que definem os valores ressarcidos de medicamentos, diárias e taxas para os hospitais têm sido objeto de discussão há meses. De acordo com as instituições, o novo modelo levaria a insustentabilidade dos atendimentos e poderia representar um prejuízo de R$154 milhões por ano aos hospitais, segundo dados Federação RS – Santas Casas e Hospitais sem Fins Lucrativos e da Federação dos Hospitais e Estabelecimentos de Serviços de Saúde do Rio Grande do Sul (Fehosul).

“Entendemos como necessária a reestruturação do IPE. Mas isso não pode ser feito de forma unilateral e impositiva, obrigando os hospitais a custear esse processo, comprometendo a própria sobrevivência dos hospitais e, consequentemente, a manutenção do atendimento de milhões de gaúchos”, afirma Júlio Dornelles de Matos, diretor-geral da Santa Casa de Porto Alegre.

Cirurgias, exames e consultas marcadas até domingo, 5, serão realizadas normalmente para cerca de 6.800 pacientes. No entanto, os demais atendimentos agendados para depois do dia 6 serão suspensos. Os pacientes afetados devem ser comunicados durante esta semana.

Além disso, as entidades anunciaram o início do processo de descredenciamento do IPE Saúde, caso não haja uma solução para o tema. “Não gostaríamos de tomar essa medida, mas ela é necessária para evitar uma desassistência ainda maior para a população”, afirma Rogério Franklin, presidente em exercício da Federação RS.

As instituições de referência prestam serviços como emergência adulta e pediátrica, tratamento do câncer, cirurgias cardíacas, neurocirurgias, transplantes, gestações de alto risco, neonatologia, UTIs, além de outros exames e procedimentos especializados. As instituições continuarão atendendo mais de 2.400 pacientes já internados ou em radioterapia, quimioterapia e hemodiálise. Nas emergências, serão atendidos apenas casos de risco de vida iminente, após triagem com adoção dos protocolos de classificação de risco.

A suspensão afetará os seguintes hospitais:

• Hospital Divina (Porto Alegre)
• Hospital Ernesto Dornelles (Porto Alegre)
• Hospital Mãe de Deus (Porto Alegre)
• Hospital São Lucas da PUCRS (Porto Alegre)
• Santa Casa de Porto Alegre
• Hospital Tacchini (Bento Gonçalves)
• Hospital de Caridade de Cachoeira do Sul
• Hospital Santa Lúcia (Cruz Alta)
• Hospital de Caridade de Erechim
• Hospital Dom João Becker (Gravataí)
• Hospital de Clínicas de Ijuí
• Hospital Bruno Born (Lajeado)
• Hospital de Clínicas de Passo Fundo
• Hospital São Vicente de Paulo (Passo Fundo)
• Complexo Hospitalar Astrogildo de Azevedo (Santa Maria)
• Hospital Vida e Saúde (Santa Rosa)
• Hospital Ivan Goulart (São Borja)
• Hospital Sapiranga

Decisão do Tribunal de Justiça manteve nova tabela

No início do mês uma limiar havia assegurado a suspensão da nova tabela para 10 hospitais, no entanto, a decisão foi revertida recentemente pelo Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul (TJRS). Na ocasião, os valores do novo modelo foram reconhecidos como válidos pelos serviços e produtos do plano a todos os hospitais conveniados no Estado.

No recurso movido contra a liminar, a Procuradoria-Geral do Estado (PGE) aponta que o antigo modelo gerava prejuízos ao IPE Saúde. Além disso, o prejuízo ao sistema de saúde gerado pela suspensão da nova tabela atingiria mais de 1 milhão de pessoas e poderia chegar prejuízos de R$ 208 milhões ao ano para o Estado.

Fonte: Rádio São Luiz com informações do HCI e do TJRS

CPI do Hospital vai ouvir profissionais do Centro Obstétrico na próxima semana

Foto: Emerson Scheis/Assessoria da Câmara Legislativa de São Luiz Gonzaga

Foto: Emerson Scheis/Assessoria da Câmara Legislativa de São Luiz Gonzaga

 

A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Hospital São Luiz Gonzaga, presidida pela vereadora Ana Barros, segue com as oitivas das pessoas envolvidas no atendimento da gestante que perdeu a filha no mês de março.

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Até o momento, já foram ouvidos o prefeito e a secretária de Saúde, o interventor e os diretores técnico e clínico do hospital, além dos pais da menina e a médica da ESF do Bairro Mário. Essa última depoente foi ouvida ontem, 23, e respondeu, conforme a presidente, todas as questões que lhe foram feitas.

Na próxima semana, a Comissão espera ouvir os profissionais do Centro Obstétrico, totalizando 19 pessoas. Para conseguir colher todos os depoimentos, as oitivas deverão ocorrer tanto pela manhã como pela tarde.

Após esses depoimentos, nos quais se incluem o da médica que realizou o parto, será encaminhado o relatório para o plenário para a apreciação dos demais vereadores, podendo o documento vir a ser encaminhado para o Ministério Público.

Fonte: Rádio São Luiz

Campanha de doações busca viabilizar investimentos no Hospital de São Luiz Gonzaga

Ideia é buscar mais apoiadores entre empresas e entidades locais – Foto: Rádio São Luiz

O Hospital de São Luiz Gonzaga (HSLG) está com uma campanha de doações para arrecadar recursos para investimentos na instituição. A iniciativa tem como objetivo arrecadar, em dois anos, o valor de R$5 milhões, considera necessário para manter os atendimentos e realizar melhorias nas estruturas físicas e aquisição de novos equipamentos e tecnologias para o hospital.

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Em entrevista à Rádio São Luiz FM 100.9, o interventor do HSLG,  Jeferson Gomes de Oliveira, a representante do Sindicato Rural de São Luiz Gonzaga, Elizabete Moraes Dorneles, e o representante do Sindicato dos Trabalhadores Rurais, Rafael Dalegonare, explicaram detalhes sobre a campanha. Eles estiveram acompanhados do empresário Pasqual Cadore, como membro da comunidade e apoiador da iniciativa. “O objetivo é fortalecer o hospital, melhorar a estrutura e tentar fazer com que a instituição avance”, ressaltou Jeferson.

Segundo Elizabete. apenas apontar os erros ou as necessidades do hospital não traz resultados práticos, por isso, o sindicato decidiu aderir à campanha. A expectativa é de outras instituições confirmem a adesão em breve. “Temos a pretensão de comprar alguns aparelhos de imagens para a sala cirúrgica, porque bons médicos nós temos, o que nos falta é a estrutura”, ressaltou a presidente do sindicato rural.

Através da campanha, as empresas locais são incentivadas a “adotar” um quarto do hospital e investir em melhorias para esses espaços. Rafael Dalenogare menciona a importância de um hospital em São Luiz Gonzaga, em virtude do número de atendimentos realizados. Ele pontua que o diferencial da campanha é justamente especificar a destinação que será dada para os recursos.

“Precisamos valorizar a nossa casa de saúde, porque ela é importante não só para São Luiz Gonzaga como para toda a região”, destaca Rafael. Para arrecadar os recursos, foi criada uma conta específica para os recursos e materiais que serão distribuídos pela cidade. A relevância da instituição em momentos de emergência foi um dos pontos citados por Pasqual Cadore como um dos motivos para ter decidido apoiar a campanha. “Temos que acreditar na nossa comunidade e no nosso hospital”, acrescentou o empresário.

Confira as informações para doação: PIX CNPJ: 97 081 756 0001/44 – Banco: Banrisul. Agência 0412 – Conta: 06. 135 499. 0.4

A entrevista na íntegra no Facebook da Rádio São Luiz.

Fonte: Rádio São Luiz

Região das Missões registra 3.713 casos confirmados de dengue

Foto: Freepik

Os dados divulgados pela 12ª Coordenadoria Regional de Saúde demonstram que o avanço da dengue na região ainda está em andamento. Nos números apresentados ontem, 19, é possível constatar que em uma semana foram confirmados 941 casos na área de abrangência. No dia 12, eram 2.772 confirmações; ontem, foram notificados 3.713 casos.

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Cerro Largo (1.239), Santo Ângelo (827), São Luiz Gonzaga (291), Guarani das Missões (255), São Borja (201), Porto Xavier (196) e Salvador das Missões (118) são os municípios com o maior número de casos. Os óbitos também constam nessa lista, com três registros: um em Cerro Largo, um em São Borja e um em São Luiz Gonzaga, confirmado nesta semana.

No município de São Luiz Gonzaga, a Secretaria de Saúde informou que foram notificados casos em todas as unidades de saúde, o que sugere que há registros de dengue em todos os bairros da cidade. Há ainda 52 coletas enviadas ao Laboratório do Estado para confirmar se são casos de dengue ou não. Diante deste cenário, as autoridades reforçam a necessidade de realizar a limpeza dos pátios e procurar atendimento médico em caso de sintomas como dor no corpo, dor ao redor dos olhos, dor de cabeça, entre outros.

Fonte: Rádio São Luiz

São Luiz Gonzaga recebe encontro do Simers em defesa de médicos e profissionais de saúde

Encontro reuniu profissionais em defesa da categoria – Foto: Alcides Figueiredo/Rádio São Luiz

O município de São Luiz Gonzaga recebeu na noite desta quarta-feira, 17 de abril, um encontro do Sindicato Médico do Rio Grande do Sul (Simers). O objetivo foi discutir pautas referentes à valorização e defesa da categoria. Em entrevista à Rádio São Luiz FM 100.9, o presidente da entidade, Marcos Roviski, e o vice, Fernando Uberti, comentaram sobre o encontro.

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Durante o encontro, ocorreu o relançamento de uma campanha contra a violência à médicos e profissionais de saúde. A realização da reunião teve como uma das motivações os ataques sofridos por médicos, principalmente através das redes sociais. “Vamos atuar pela aprovação de uma legislação federal e estadual que proteja os médicos e os profissionais de saúde e exija condições mínimas de segurança”, descreveu Fernando Uberti.

Entre as outras ações estão entrevistas, conteúdos a serem divulgados na imprensa e nas redes sociais, além da elaboração de orientações para esses profissionais de como agir em casos de violência. De acordo com o presidente do Simers, a categoria precisa ser valorizada para que possa prestar um bom serviço. “Quem ganha com a valorização do médico é a população, é a saúde”, acrescentou Marcos Roviski.

Os gestores também ressaltaram a importância de ouvir os profissionais de diferentes regiões. Roviski ressaltou a função sociais e os desafios que os médicos enfrentam, por exemplo, diante do crescimento e de doenças como a dengue e outros vírus ou da falta de estrutura para realizar atendimentos. “O médico é a ponta de lança do sistema”, pontuou o presidente do sindicato.

Fonte: Rádio São Luiz

Secretaria de Saúde expõe situação alarmante sobre a dengue em São Luiz Gonzaga

Joel dos Santos Pessoa e Clari Ramborger. Foto: Evelise Oliveira/Rádio São Luiz

A secretária de Saúde de São Luiz Gonzaga, Clari Ramborger, e o coordenador da Vigilância Ambiental, Joel dos Santos Pessoa, participaram do programa Olho Vivo desta quarta-feira, 17, e expuseram uma situação alarmante sobre a dengue no município.

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Clari iniciou informando que ontem, 16, foi confirmando o primeiro óbito por dengue no município. Ela citou que o paciente tinha comorbidades, mas era uma pessoa de apenas 55 anos de idade, e acrescentou que há outras mortes suspeitas que ainda estão sendo investigadas.

Até esta quarta-feira, São Luiz Gonzaga já confirmou 291 casos da doença. Há, ainda, 52 coletas aguardando resultado. O fluxo de pessoas doentes nas ESFs e no Hospital São Luiz Gonzaga está muito alto, sendo que no fim da semana passada todos os 100 leitos da casa de saúde estavam ocupados.

Por conta desse cenário, a Secretaria solicitou apoio ao 4º Regimento de Cavalaria Blindado, que hoje deve instalar um hospital de campanha, nos moldes do organizado na época da Covid-19. O Exército Brasileiro também vai colaborar com militares para auxiliar os agentes de fiscalização nas visitas aos imóveis e pontos críticos para focos do mosquito, como é o caso do cemitério municipal.

Clari disse que não há mais testes de dengue e também não há onde comprar, pois as indústrias responsáveis não possuem matéria prima. “O poder público não vai vencer essa situação sozinho, precisamos do apoio e da conscientização das pessoas”, alertou.

Joel destacou que a Vigilância está recebendo muitas denúncias e as pessoas notificadas não estão atendendo as orientações. Ele também falou sobre o fumacê, explicando que é um inseticida que além de matar os mosquitos prejudica também o meio ambiente e até animais domésticos. Mesmo diante dos riscos desse inseticida, a Secretaria deverá adotar seu uso em dois bairros, a Presidente Vargas e o Monsenhor Wolski. Contudo, para que o estado atenda ao pedido do fumacê, o veículo precisa atender ainda os municípios de Guarani das Missões e Santo Ângelo, que estão na frente.

Clari concluiu dizendo que é preciso conscientização e ação da comunidade, pois somos todos responsáveis pelo cenário atual. Ela ainda alertou para sintomas da dengue como dor de cabeça, cansaço, dor no corpo, no fundo dos olhos, manchas no corpo e coceira. Uma das medidas preventivas, além da eliminação dos criadouros do mosquito, é a a utilização do repelente.

Fonte: Rádio São Luiz

São Luiz Gonzaga registra a primeira morte por dengue em 2024

Foto: Freepik

A Secretaria Estadual de Saúde confirmou ontem, 16, mais três mortes por dengue no estado do Rio Grande do Sul. Entre as vítimas está um homem de 55 anos, morador de São Luiz Gonzaga, com comorbidade, que segundo a pasta faleceu em decorrência da doença no dia 25 de março.

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As outras duas vítimas são um homem de 56 anos, de Pelotas, e uma mulher de 77 anos, de Doutor Maurício Cardoso, ambos com comorbidades.

Como os registros, o estado gaúcho alcança agora a marca de 73 mortes pela doença neste ano. Isso significa que em menos de quatro meses, o Rio Grande do Sul superou o número de mortes registradas em cada um dos últimos 10 anos.

Na região, conforme o último boletim divulgado pela 12ª Coordenadoria Regional de Saúde, foram contabilizadas outras duas mortes, uma em Cerro Largo e outra em São Borja.

Fonte: Rádio São Luiz

Atrapen lança site com intuito de facilitar atendimento aos associados

Divulgação/Atrapen

A Associação dos Trabalhadores Aposentados e Pensionistas (Atrapen) de São Luiz Gonzaga lançou, recentemente, um endereço virtual para facilitar o atendimento aos associados. A novidade foi compartilhada na sessão da Câmara de Vereadores de segunda-feira, 15, pelo vereador José Luiz Terra Vieira.

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Segundo o parlamentar, essa novidade tecnológica vinha sendo planejada há pelo menos dois anos, sendo um dos desejos do presidente e idealizador da entidade David Terra Vieira (in memoriam).

O site fica no endereço www.atrapen.com.br. Nele é possível ter acesso à lista dos cerca de 200 médicos que atendem pelo convênio, além de informações sobre atendimentos com dentista e serviços como pilates, fisioterapia, nutricionista, farmácia, entre outros.

José Luiz destaca que o objetivo é ser um facilitador, mas que a entidade, por entender que é voltada ao público idoso, vai manter o serviço  presencial e físico para quem não acessa ou tem dificuldade de utilizar a internet. Ou seja, as listas continuarão sendo impressas para aqueles que precisarem. O site é apenas mais um facilitador.

A Atrapen fica na Rua Leovegildo Paiva, nº 1160, Centro de São Luiz Gonzaga. O atendimento ocorre de segunda a sexta-feira, das 8h às 12h e das 13h30min às 17h30min.

Fonte: Rádio São Luiz

Com apoio do 4º RCB, Hospital São Luiz Gonzaga vai montar enfermaria de campanha para enfrentar aumento dos casos de dengue

Foto: Freepik

O interventor do Hospital São Luiz Gonzaga, Jeferson Gomes de Oliveira, informou que, nesta semana, deverá ser montada uma enfermaria de campanha para enfrentar o avanço dos casos de dengue no município. Ele relatou que na semana passada, por causa da doença, houve uma superlotação dos leitos, exigindo, inclusive, a suspensão das cirurgias eletivas.

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Diante do quadro, ele esteve reunido com a secretária de Saúde, Clari Ramborger, e com o Comando do 4º Regimento de Cavalaria Blindado, solicitando apoio para o enfrentamento da situação. Sendo assim, repetindo uma estratégia adotada na pandemia de coronavírus, será estabelecida uma estrutura pelos militares, com intuito de desafogar o setor de emergência.

Jeferson explicou que a parte de infraestrutura será fornecida pelo Regimento, mas os profissionais de saúde serão da Secretaria Municipal. A secretária Clari confirmou a informação e destacou que a preocupação maior é para esta semana, pois estudos indicam que deverá ser a de maior pressão sobre o sistema de saúde.

Fonte: Rádio São Luiz

Secretário de Desenvolvimento Social do RS fala sobre o programa “Mãe Gaúcha”, que trata sobre distribuição de enxovais

Beto Fantinel esteve em São Luiz Gonzaga para falar sobre o programa. Foto: Kelvin Morais/Rádio São Luiz

Na sexta-feira, 12, o Secretário de Desenvolvimento Social do Rio Grande do Sul, Beto Fantinel, esteve em São Luiz Gonzaga para falar sobre ações desenvolvidas pela sua pasta e que refletem na comunidade. O tema central foi o programa ‘Mãe Gaúcha’, do governo do estado, que fornece kits de enxoval para gestantes.

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Ao todo, o governo gaúcho está repassando aos municípios 50 mil kits. São Luiz Gonzaga, conforme Beto Fantinel, terá acesso, nessa primeira remessa, a 103 kits. São unidades que devem durar aproximadamente seis meses e, conforme forem sendo entregues, serão repostas pelo estado, pois se trata de um programa permanente.

A organização das datas, bem como os critérios para entrega dos kits serão coordenados pela Secretaria de Ação Social e Comunitária do município. Fantinel adiantou que uma das exigências será a realização do pré-natal e estar em situação de vulnerabilidade social.

O secretário pontuou a preocupação do estado com a primeira infância, destacando que há o consenso de que é preciso dar atenção desde os primeiros dias de vida dos bebês.

O ato formal de anúncio dos kits foi acompanhado por lideranças do MDB do município, liderados pelo vice-prefeito Piti Werle.

Fonte: Rádio São Luiz

Em uma semana, 732 novos casos de dengue foram confirmados na área da 12ª CRS

Foto: Freepik

Novo boletim divulgado pela 12ª Coordenadoria Regional de Saúde (CRS) nesta sexta-feira, 12, informa que aproxima-se de 3 mil o número de casos confirmados de dengue na região. Foram contabilizados 732 novos casos em uma semana, totalizando 2.772 confirmações.

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Cerro Largo segue liderando a estatística, agora com 1.127 casos, seguido por Santo Ângelo com 493 e São Luiz Gonzaga com 207. Outros municípios que também registram casos são Guarani das Missões, que contabiliza 178 casos, São Borja 153, Porto Xavier 130 e Salvador das Missões 84. Os casos da doença também aparecem em Roque Gonzales com 60 casos, Entre-Ijuís 50, São Nicolau com 48, São Miguel das Missões 46, Santo Antônio das Missões com 40, São Pedro do Butiá 38, Sete de Setembro 34, Dezesseis de Novembro 22, Rolador 19, Ubiretama 11, Caibaté 11, Bossoroca 10, Vitória das Missões 5, Pirapó 3, Mato Queimado 2 e Eugênio de Castro 1.

Duas mortes foram registradas, uma em Cerro Largo e outra em São Borja. Conforme a coordenadora do Centro de Saúde de São Luiz Gonzaga, a enfermeira Agueda Balbé, o município são-luizense também investiga uma morte suspeita de ter relação com a doença.

Fonte: Rádio São Luiz

Dia D de Vacinação contra a Influenza é neste sábado

Foto: Larissa Dorneles/Assessoria de Imprensa

A coordenadora do Centro de Saúde de São Luiz Gonzaga, enfermeira Agueda Balbé, foi entrevistada nesta sexta-feira, 12, para convocar a população são-luizense para o Dia D de vacinação contra a influenza. A mobilização está marcada para este sábado, dia 13, com os postos de saúde (com sala de vacina) e o Centro de Saúde abertos das 8h às 17h, sem fechar ao meio-dia.

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O município tem aproximadamente 17 mil pessoas no público-alvo, sendo que já foram registrados casos confirmados da doença. Para receber a vacina, é necessário apresentar a carteira de vacinação e o cartão SUS.

O público-alvo inclui crianças de seis meses a menores de seis anos, gestantes, puérperas, povos indígenas, trabalhadores da saúde, idosos com 60 anos ou mais, professores das redes pública e privada, pessoas com doenças crônicas não transmissíveis, pessoas com deficiência permanente, profissionais das forças de segurança e salvamento, das forças armadas, funcionários do sistema prisional, caminhoneiros, trabalhadores de transporte coletivo, trabalhadores portuários, adolescentes e jovens em medidas socioeducativas e população privada de liberdade.

Fonte: Rádio São Luiz

Consórcio Intermunicipal busca alternativas para obstetrícia do Hospital São Luiz Gonzaga

Foto: Freepik

Os prefeitos que integram o Consórcio Intermunicipal de Saúde (COIS) reuniram-se na tarde de quarta-feira, 10, com representantes do Hospital São Luiz Gonzaga para discutir e encontrar soluções para as dificuldades da casa de saúde, especialmente na obstetrícia.

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Conforme o diretor técnico do hospital, doutor Fernando Cavalheiro, um dos principais temas discutidos foi a dificuldade em encontrar um especialista dessa área. Isso se tornou a principal preocupação após uma das profissionais anunciar que, a partir de maio, deixará de atender no centro obstétrico.

Neste cenário, apenas um médico estaria apto a realizar os atendimentos. Por questões de segurança, ele não terá condições de atender sozinho a demanda, o que poderia levar ao fechamento do centro obstétrico.

Conforme Fernando Cavalheiro, ficou acordado que será apresentado um estudo dos setores que enfrentam maiores dificuldades e demandas, visando uma readequação de recursos, inclusive dos repasses do COIS, para amenizar o problema. O hospital, segundo ele, continua em busca de um novo profissional para o setor.

Fonte: Rádio São Luiz

Secretária de Saúde e Diretor Técnico do HSLG foram ouvidos pela CPI nesta quinta-feira

CPI é formada pelos vereadores Valmir Silveira, Cláudio Pereira, Ana Barros, Rose Grings e Misael Porto. Foto: Emerson Scheis/Arquivo/Assessoria de Imprensa

Foi realizada na manhã desta quinta-feira, 11, mais uma oitiva da Comissão Parlamentar de Inquérito do Hospital São Luiz Gonzaga. Foram ouvidos a secretária de Saúde, Clari Ramborger, e o diretor técnico, Fernando Cavalheiro.

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Os depoimentos duraram aproximadamente uma hora cada. A primeira a ser ouvida foi a secretária Clari, a qual respondeu a questões sobre a responsabilidade da intervenção no hospital, o papel da Secretaria de Saúde diante dessa intervenção e também questões relativas aos procedimentos adotados com a paciente gestante que acabou perdendo a filha.

Clari também falou sobre a rede básica de saúde e como funciona o atendimento nas ESFs. Ela observou, por exemplo, que as unidades, por força de lei, precisam ter atendimentos dos grupos prioritários, como o de diabéticos, sendo que essas demandas ocupam as agendas dos médicos e reduzem os dias disponíveis para consultas. Ela esclareceu que os grupos são importantes e necessários, mas decidiu comentar sobre o assunto para justificar o fato de também haver reclamações sobre o número de consultas disponíveis nas unidades básicas.

O diretor técnico, doutor Fernando Cavalheiro, que tem longa trajetória na casa de saúde, também foi ouvido. Ele iniciou respondendo questões sobre a atribuição do seu cargo, escalas médicas, critérios para seleção do corpo técnico, medidas adotadas a partir do fato ocorrido no dia 12 de março e demais questões que permeiam a área administrativa.

Ao longo do depoimento, o médico fez considerações sobre a necessidade de desafogar a emergência, pois segundo ele este é o grande motivo das reclamações. Uma de suas sugestões foi a criação de uma UPA em São Luiz Gonzaga. Ele também respondeu que, na sua opinião, a maneira de evitar que casos como o que gerou essa CPI se repitam, será necessário aumentar o número de médicos. O corpo clínico hoje, para uma cidade do tamanho de São Luiz Gonzaga, que também atende a região, segundo ele, deveria ser dobrado.

As oitivas desta quinta-feira, 11, marcaram o terceiro encontro de depoentes. Na próxima semana, deverão ser ouvidos funcionários do hospital que atenderam a paciente.

Fonte: Rádio São Luiz

Importância da doação de sangue aumenta por causa dos casos de dengue

Foto: Canva

Nesta quarta-feira, 10, Ângela Lunkes, do Hospital São Luiz Gonzaga, falou no programa Expressão Livre sobre a importância da doação de sangue, especialmente diante do atual cenário de aumento nos casos de dengue.

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Ângela comentou que o hospital tem uma demanda significativa por plaquetas, utilizadas nos pacientes em tratamento da dengue. Em média, são utilizadas até 100 bolsas de sangue mensalmente, mas, nesse período, essa demanda cresce consideravelmente.

Como o Hemocentro de Santa Rosa não faz mais deslocamentos, o hospital passou a organizar grupos de doadores. Utilizando recursos como grupos no WhatsApp, os profissionais de saúde fornecem informações sobre os dias de transporte e urgências.

Em parceria com o Consórcio Intermunicipal de Saúde (COIS), o Hospital São Luiz Gonzaga organiza o transporte dos doadores até Santa Rosa. Na próxima sexta-feira, por exemplo, um grupo está programado para fazer a doação. Os deslocamentos geralmente ocorrem a partir das 7h, retornando antes do meio-dia.

Os interessados em doar sangue podem entrar em contato pelo telefone 2107-1900. Além disso, é importante lembrar que existem requisitos para doar, como idade entre 16 e 69 anos, peso mínimo de 50 quilos, ter dormido pelo menos seis horas antes da doação, estar bem alimentado e sempre levar um documento oficial com foto.

Fonte: Rádio São Luiz

Presidente da CPI do Hospital afirma que há contradições nos depoimentos

Foto: Emerson Scheis/Assessoria de Imprensa

A vereadora Ana Barros, presidente da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Hospital São Luiz Gonzaga, participou do programa Olho Vivo desta quarta-feira, 10, para falar sobre o andamento das oitivas. Até agora, foram ouvidos cinco depoentes sobre o caso da recém-nascida, falecida no dia 12 de março, sendo eles o diretor clínico, doutor Luís Grings, o prefeito Sidney Brondani, o interventor Jeferson Gomes de Oliveira e a mãe e o pai da menina, estes dois últimos ouvidos ontem, 9.

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Ana Barros disse que já foi possível observar contradições nos depoimentos e que a comissão aguarda a documentação solicitada ao hospital para confrontar as informações.

Sobre o depoimentos dos pais, a presidente disse que eles relataram que procuraram o hospital na sexta-feira, 8 de março, com 40 semanas de gestação, perda de líquido e sangramento. Neste primeiro atendimento, a mãe foi orientada a retornar para casa. No sábado, 9, ela teria retornado outras duas vezes, mas a orientação foi a mesma. No domingo, 10, teria ocorrido o rompimento definitivo da bolsa e o pai exigiu que a mulher fosse internada. A cesárea então teria sido realizada na terça-feira, 12, mas a recém-nascida já teria aspirado mecônio e teve pouco tempo de vida fora do útero. A mãe, segundo Ana, está muito abalada, com sequelas físicas e psicológocas.

A presidente comentou que o objetivo da CPI também é melhorar a imagem do hospital, esclarecendo o que ocorreu. Por esse motivo, as oitivas são transmitidas pela página da Câmara no Facebook. Também citou a luta por destinação de recursos para a casa de saúde desde 2018, com objetivo de implantar a UTI, reforçando o comprometimento com a entidade.

Os próximos a serem ouvidos pela CPI serão a secretária de Saúde, Clari Ramborger, e o diretor técnico do hospital, doutor Fernando Cavalheiro. Os depoimentos estão marcados para esta quinta-feira, 11. Na semana seguinte, serão ouvidos os funcionários que atenderam a paciente.

O prazo para conclusão da CPI é de 120 dias, podendo ser prorrogado por mais 60. Ana disse que espera colaboração do hospital para entrega dos prontuários, relatório de todos os funcionários que atenderam a mulher, bem como o relatório de todos os nascimentos e óbitos no centro obstétrico desde 2022. Ela questionou a demora e lembrou que a CPI tem poder de polícia, e que quer evitar qualquer constrangimento ao ter que exigir essa documentação via judicial.

Fonte: Rádio São Luiz

Álcool líquido 70% deve ser retirado do comércio até o dia 30 de abril

Foto: Larissa Dorneles/Assessoria de Imprensa

A Vigilância Sanitária Municipal de São Luiz Gonzaga divulgou um comunicado na terça-feira, 9, informando sobre o fim da venda do álcool líquido 70% em estabelecimentos comerciais. A medida foi determinada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), e deve ser cumprida até o dia 30 de abril, data final para a retirada do produto das prateleiras.

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A nota destaca que nem os supermercados, nem as farmácias poderão vender o produto. O álcool líquido 70% ainda estava disponível por conta de uma resolução, que previa a venda livre em virtude do período da pandemia de Covid-19, quando foi amplamente utilizado em medidas de prevenção.

A proibição deste comércio, conforme a Anvisa, é datada de 2002. Desde aquela época, a entidade apontava os riscos por conta de acidentes domésticos. Os casos mais frequentes são de queimaduras ao utilizar o produto para acender churrasqueiras e fogueiras, além de casos de ingestão do produto por crianças.

Fonte: Rádio São Luiz com informações da Assessoria de Imprensa

Brondani lista demandas da AMM e comenta sobre vinda do IFFar e CPI do Hospital de São Luiz Gonzaga

Foto: Arquivo/Rádio São Luiz

O prefeito de São Luiz, Gonzaga, Sidney Brondani (PP) concedeu entrevista na manhã desta quarta-feira, 10, para falar sobre a primeira reunião como presidente da Associação dos Municípios das Missões (AMM). O gestor também tratou da visita da reitora do Instituto Federal Farroupilha (IFFar), Nídia Heringer, ao município e do andamento da CPI do Hospital São Luiz Gonzaga.

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Segundo informou Brondani, na segunda-feira, 8, foi realizada uma reunião entre a diretoria da AMM para tratar da implementação de um curso de medicina na região das Missões. “Expressamos nosso apoio e a vontade que ocorra, porque certamente vai impactar positivamente nossa região”, pontuou o presidente da Associação.

Outro tema do encontro foi o aumento do ICMS proposto pelo governo estadual. Anteriormente a maioria dos prefeitos da região se posicionaram contra o aumento. De acordo com Brondani, a decisão atual também será tomada de modo coletivo. A reunião serviu para estabelecer uma agenda de pautas prioritárias para os municípios das Missões. Nesta sexta-feira, 12, está prevista uma reunião da Federação das Associações de Municípios do Rio Grande do Sul (Famurs) em Santo Ângelo.

Implementação do IFFar e a CPI do HSLG

Sidney Brondani também comentou sobre as tratativas para instalação de uma unidade do IFFar em São Luiz Gonzaga, motivo da visita da reitora da instituição ao município. Sobre o local para o campus, a Escola CNC e o antigo prédio do INSS seguem como as duas opções. No entanto, conforme disse o prefeito, em um primeiro contato com a escola o retorno não foi positivo, por conta de outros planos para o local.

Questinado sobre o seu depoimento na Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Hospital São Luiz Gonzaga (HSLG), Brondani reafirmou a validade da investigação, mas ressaltou a necessidade de preservar o hospital. “Fiz um apelo para que tenhamos um cuidado muito grande para preservar a imagem do hospital”, destacou o prefeito, que defendeu a importância da entidade para atender a população. “Afinal é para lá que nós vamos quando temos um desconforto de saúde”, acrescentou.

Fonte: Rádio São Luiz

Região das Missões supera marca de dois mil casos de dengue

Foto: Freepik

A 12ª Coordenadoria Regional de Saúde divulgou na sexta-feira, 5, dados preocupantes: a Região das Missões já ultrapassa os dois mil casos de dengue. Cerro Largo lidera a estatística com 903 casos, seguido por Santo Ângelo com 254, e Guarani das Missões com 172.

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Outros municípios também apresentam números preocupantes incluem São Luiz Gonzaga, que contabiliza 135 casos, São Borja 128, Porto Xavier 84, e Salvador das Missões 55. Os casos da doença também aparecem em Roque Gonzales com 44 casos, Santo Antônio das Missões com 40, São Nicolau com 39, São Miguel das Missões 34, Sete de Setembro 31, Entre-Ijuís 29, São Pedro do Butiá 24, Dezesseis de Novembro 22, Rolador 16, Caibaté 10, Bossoroca 7, Ubiretama 6, Pirapó 3, Mato Queimado 2 e Vitória das Missões 2.

Duas mortes foram registradas, uma em Cerro Largo e outra em São Borja.

A enfermeira Agueda Balbé, coordenadora do Centro de Saúde, nesta semana, alertou para o momento preocupante em São Luiz Gonzaga, onde foram confirmados dois sorotipos da doença. Isso significa que uma pessoa já infectada pode ser contaminada por um segundo tipo do vírus.

Os registros foram feitos entre 1º de janeiro e 5 de abril no Sistema de Informações de Agravos de Notificação.

Fonte: Rádio São Luiz

Em oitiva da CPI, interventor volta a afirmar que HSLG pode fechar a obstetrícia

Foto: Emerson Scheis/Assessoria de Imprensa da Câmara

Na manhã desta sexta-feira, 5, a Câmara de Vereadores de São Luiz Gonzaga recebeu a terceira reunião da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) dedicada ao Hospital São Luiz Gonzaga (HSLG), com foco no caso envolvendo o falecimento de uma recém-nascida no dia 12 de março. Os depoimentos do interventor do hospital, Jeferson Gomes de Oliveira, do diretor clínico Luís Grings, e do prefeito municipal Sidney Brondani, foram o objeto principal do encontro.

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Presidida pela vereadora Ana Barros (PT), a CPI conta com a vice-presidência da vereadora Rose Grings (Progressistas), relatoria do vereador Cláudio Pereira (PDT), e participação dos vereadores Misael Porto (PSD) e Valmir Silveira (MDB).

Durante a sessão, cada depoimento se estendeu por cerca de uma hora. O interventor Jeferson de Oliveira foi o primeiro a ser ouvido, em meio a momentos de tensão com membros da Comissão, especialmente ao discutir o acesso aos documentos solicitados pela CPI. A presidente Ana Barros ressaltou o prazo de 120 dias para a conclusão dos trabalhos e solicitou a colaboração do prefeito para garantir o acesso a informações que considera cruciais, como os pagamentos dos médicos.

Outro ponto na fala do interventor que teve grande repercussão foi sua reiterada declaração de que a obstetrícia do hospital poderia ser fechada, citando a iminente saída de um dos obstetras e a falta de interesse de outros profissionais devido à infraestrutura inadequada da instituição. O diretor clínico Luís Grings comprometeu-se a evitar tal medida, enquanto o prefeito Sidney Brondani também afastou essa possibilidade, dizendo que ela só ocorreria na falta de médico ou determinação judicial.

A CPI também aproveitou o momento para desmentir boatos sobre possíveis impactos salariais dos servidores devido à sua instauração, além de discutir a situação financeira do hospital, sobrecarga de atendimentos, procedimentos adotados no caso da paciente que perdeu a filha após o parto, entre outros tópicos.

Ao final, foi decidido que a próxima reunião da CPI, no dia 12 de abril, continuará ouvindo profissionais e gestores da saúde municipal. Além disso, na terça-feira, 9 de abril, a comissão ouvirá o depoimento da mãe da recém-nascida e de seus familiares.

Os depoimentos na íntegra estão disponíveis na página da Câmara de Vereadores no Facebook. Assista aqui.

Fonte: Rádio São Luiz