Laureano Castilho estima que projeto de castração evitou o nascimento de quase três mil filhotes caninos em São Luiz Gonzaga
Nesta semana, o vereador Laureano Castilho, do MDB de São Luiz Gonzaga, falou sobre o projeto de castração de fêmeas caninas e felinas, custeado com recursos oriundos da Câmara de Vereadores. Ele calcula que a ação tenha evitado o nascimento de quase três mil filhotes nos últimos dois anos.
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O parlamentar, que é engajado na causa animal, cita o número contextualizando com o provável futuro de abandono que esses filhotes teriam.
Quando presidiu a Câmara, em 2021, Laureano destinou R$ 25 mil reais para o Executivo repassar à Secretaria de Agricultura e Meio Ambiente, e posterior à Acopan, com intuito de viabilizar o projeto. No ano passado, ele articulou a destinação de mais R$ 25 mil, resultando, até o momento, em 114 caninas e 53 felinas castradas. O projeto ainda está em andamento.
Neste ano, a causa animal deverá ter o reforço do Castramóvel, que no momento aguarda vistoria do Conselho Regional de Medicina Veterinária para posterior início das atividades. Este serviço deverá atender tutores com renda de até dois salários mínimos.
“É uma questão de saúde pública. O problema é que o compromisso é atribuído a poucos, mas é uma responsabilidade de todos”, completou Laureano, informando que para este ano fará uma destinação de mais R$ 45 mil, via emenda impositiva, para o projeto de castração.
Fonte: Rádio São Luiz
Estação de Tratamento de Esgoto de São Luiz Gonzaga deve ser concluída ainda em 2023
Considerada como a parte mais importante desta primeira fase, a implantação da Estação de Tratamento de Esgoto de São Luiz Gonzaga deve ocorrer ainda em 2023. Essa é a projeção do prefeito em exercício Piti Werle.
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No fim do ano passado, a Corsan obteve uma liminar que permite o avanço do trabalho na área do Bairro Marcos, onde está prevista a construção.
A companhia, por meio de uma empresa terceirizada, também tem realizado as obras de tubulação, serviço que gera transtornos nas ruas, principalmente aquelas que recentemente haviam recebido nova pavimentação.
Essa primeira etapa prevê a colocação dos tubos em parte da área central e do Bairro Duque de Caxias, em direção ao Bairro Marcos, onde deverá ser construída a Estação.
Ao todo, quase R$ 14 milhões serão investidos neste contrato do município com a Corsan. O marco regulatório do saneamento determina o cumprimento das metas de atendimento de 99% da população com água potável e de 90% da população com coleta e tratamento de esgotos até 31 de dezembro de 2033.
Fonte: Rádio São Luiz
Sistema de esgotamento sanitário e estiagem pautaram reunião entre a Administração de São Luiz Gonzaga e Corsan

Sistema de esgotamento sanitário e estiagem pautaram reunião entre a Administração Municipal e Corsan. Foto: Divulgação/Assessoria de Imprensa
Reunião ocorreu na semana passada, no Gabinete do Prefeito
Na semana passada, as obras de instalação do sistema de esgotamento sanitário em São Luiz Gonzaga e a situação do abastecimento de água pautara reunião entre o Executivo Municipal e a Companhia Riograndense de Saneamento (Corsan). O encontro contou com a presença do prefeito, Sidney Brondani; do secretário de Obras e Viação, Mário Trindade; do superintendente regional da Corsan, João Batista Corin; do gestor do Departamento de Operação e Manutenção, João Mattos; do gerente do escritório local da companhia, Jonas Ostroski; do gestor do Departamento Administrativo Regional da Corsan, Eduardo Munhoz e do engenheiro civil Paulo Garbinato.
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Sistema de Esgotamento Sanitário – Na ocasião, os representantes da Corsan informaram sobre o andamento das obras de instalação do sistema de esgotamento sanitário em São Luiz Gonzaga.
A 1ª fase irá abranger parte da área central e do Bairro Duque de Caxias, em direção ao Bairro Marcos, onde será instalada a Estação de Tratamento. No último dia 29, a Corsan obteve uma liminar dando acesso a área em que será construída a estação, possibilitando a continuidade dos trabalhos. Até o momento, 24,3% da obra foi concluída. A previsão é que os serviços da 1ª etapa sejam finalizados no 1º semestre de 2024. Ao todo, o valor do contrato entre o município e a Corsan para a instalação da rede de esgoto é de R$ 13.734.451,27.
Além das obras do sistema de esgotamento, a Corsan também informou sobre melhorias na estação de tratamento de água em São Luiz Gonzaga. Com um investimento de R$ 500 mil, está em execução a instalação de um novo filtro de água na estação.
Abastecimento de Água – A estiagem e o abastecimento de água também pautaram a reunião. Conforme o superintendente regional da Corsan, João Batista Corin, a companhia está em sinal de alerta, mas o racionamento de água é, no momento, descartado. Nos últimos dias, foi realizado o desassoreamento na barragem junto ao Rio Ximbocuzinho, o que melhorou o abastecimento. A Corsan também realizou a ligação dos postos que abastecem o município. Em São Luiz, o sistema de abastecimento é misto, oriundo tanto do rio como de seis poços artesianos.
A companhia ainda executa a perfuração de mais dois poços. A pedido da Administração Municipal, um dos poços está localizado na Área Industrial II, o que irá viabilizar a instalação de empresas no local, gerando novas vagas de emprego e aumentando a geração de renda. O outro poço será perfurado no Bairro Gruta, na Rua João Goulart, na sequência de onde já existe um reservatório instalado. O novo poço será destinado ao enfrentamento da estiagem e melhorias no abastecimento de água para a população.
Ações – A Corsan destaca algumas atitudes simples que podem ser adotadas pela comunidade para evitar o desperdício de água:
– Tomar banhos curtos, de preferência abrindo a água do chuveiro somente para o enxágue. O mesmo cuidado deve ser observado ao escovar os dentes;
– Evitar lavar as calçadas;
– Não lavar o carro com mangueira;
– Ficar atento a vazamentos em canalizações, torneiras e descargas, se for o caso, conserte-os com urgência;
– Se tiver máquinas de lavar roupa ou louça, utilize na carga máxima;
– Conversar com pessoas de todas as idades sobre esse tema e ajudar a ampliar a consciência sobre o consumo da água.
Por Larissa Dorneles / Assessoria de Imprensa da Prefeitura de São Luiz Gonzaga com informações da Corsan
Secretaria de Agricultura e Meio Ambiente de São Luiz Gonzaga desenvolveu ações em parceria com a ACOPAN e Polícia Ambiental
Atividades realizadas buscavam auxiliar no controle populacional e na fiscalização de denúncias de maus-tratos
Em 2022, a Secretaria Municipal de Agricultura e Meio Ambiente (SEMAG) firmou parceria com a Associação dos Colaboradores e Protetores dos Animais – Late & Mia (ACOPAN) e 2º Pelotão de Polícia Ambiental, para atuar em prol dos animais em situação de rua e vítimas de maus-tratos em São Luiz Gonzaga.
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Controle Populacional – Para o controle populacional de cães e gatos, a Prefeitura Municipal – por meio da SEMAG – firmou um termo de fomento com a ACOPAN (processo nº 1874/2022). Com essa parceria, o município destinou à ONG o valor de R$ 25 mil para a castração de 88 fêmeas em situação de abandono (cachorras e gatas).
Maus-Tratos – Para intensificar a fiscalização de denúncias a fim de coibir maus-tratos em animais, a SEMAG também trabalha em conjunto com o 2º Pelotão de Polícia Ambiental de São Luiz Gonzaga. Das denúncias verificadas durante o ano de 2022, quatro resultaram na prisão em flagrante dos tutores de cães, com os maus-tratos verificados pela equipe técnica do Setor Agropecuário da SEMAG. Eles foram conduzidos à Delegacia de Polícia e após, ao presídio local.
Conforme a Lei Federal 9.605/98, artigo nº 32, a pena para a prática de ato de abuso, maus-tratos, ferir ou mutilar animais silvestres, domésticos ou domesticados, nativos ou exóticos, é de detenção (de três meses a um ano) e multa. Incorre nas mesmas penas quem realiza experiência dolorosa ou cruel em animal vivo, ainda que para fins didáticos ou científicos, quando existirem recursos alternativos. Desde 2020, quando se tratar de cão ou gato, a pena para essas condutas é de reclusão (de dois a cinco anos), multa e proibição da guarda. A pena é aumentada de um sexto a um terço, se ocorre a morte do animal.
A SEMAG agradece a parceria da Polícia Ambiental e da ACOPAN nas ações desenvolvidas durante o ano de 2022 em prol dos animais. Para mais informações, a pasta está localizada junto à Prefeitura Municipal, na Rua Venâncio Aires, nº 2438. Informações também pelo número (55) 3352-9338.
Por Larissa Dorneles / Assessoria de Imprensa da Prefeitura de São Luiz Gonzaga com informações da SEMAG e Polícia Ambiental
Coopatrigo lança projeto de proteção de nascentes de água
A Coopatrigo lançou nesta quinta-feira, 19, um projeto que tem o objetivo de proteger as nascentes de água. Conforme a Engenheira Ambiental Aline Schonarth, responsável pela explanação da ideia, a ação contempla recuperação, limpeza, controle de erosão e reflorestamento dessas áreas.
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A iniciativa tem o slogan “adote uma nascente” e busca sensibilizar o produtor rural a ser parceiro do projeto. Conforme Aline, existe muita desinformação a respeito da atividade do agricultor quando envolve o consumo de água. Ela destaca que é ele o “maior interessado em proteger o meio ambiente, afinal é do campo que sai o seu sustento”.
O presidente da Coopatrigo, Paulo Pires, que também falou durante o lançamento, destacou ser uma atitude simples, mas de grande impacto. “Se cada um dos 3.600 associados que entregam produção na cooperativa adotarem uma nascente será um ato individual com consequências coletivas”, afirmou.
Participaram do encontro os prefeitos Sidney Brondani, Fernando Machry, Beto Nascimento, Diego Santos do Nascimento, além de dirigentes e representantes da Aparp, Emater, secretarias de agricultura e associados e dirigentes da Coopatrigo, estes por meio virtual em cada uma das unidades da cooperativa.
A ideia foi bem recebida pelos presentes e despertou o interesse em ser ampliada pelos próprios chefes de Executivo. Em São Luiz Gonzaga, como símbolo da ideia, há a possibilidade de ser criada uma praça em uma área de preservação permanente que está localizada na esquina da Avenida Senador Pinheiro Machado com a General Câmara. A Coopatrigo se comprometeu em apresentar um projeto e o prefeito Brondani em buscar alternativas para viabilizar a ideia.
- Paulo Pires destacou que pequenas gestos podem gerar grandes resultados
Fonte: Rádio São Luiz
Prefeito em exercício de São Paulo das Missões expõe situação dramática por causa da estiagem
O prefeito em exercício de São Paulo das Missões, Moacir Carlos Neis, falou nesta quinta-feira, 19, sobre o momento de dificuldade enfrentado pelo município por causa da estiagem. Segundo o gestor, há cerca de seis meses São Paulo das Missões não registra chuvas acima de 50 milímetros o que vem agravando a deficiência hídrica.
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Moacir ressaltou que o município não é banhado por nenhum rio de grande porte e os mananciais menores estão praticamente secos.
Dos cinco poços que abastecem a cidade, hoje dois e meio ainda estão operando. Dois com nível normal e o terceiro, que antes tinha vazão de oito mil litros, hoje está com quatro mil e diminuindo.
Como a água no interior também está acabando, é destes poços da cidade que a prefeitura tem retirado o abastecimento.
Estimasse que São Paulo das Missões tenha 20 mil cabeças de gado, destes cerca de 30% estão sendo abastecidos com água potável. Se a estiagem persistir esse número poderá chegar à metade do rebanho.
Em virtude deste cenário, Moacir decretou racionamento de água das 21h às 5h, todos os dias da semana. Os eventos também foram cancelados, incluindo a Kerbfest Missões. O evento ocorreria de 27 a 29 de janeiro. “Como gestor queremos que tudo funcione, uma festa desse porte gira a economia, mas na situação em que estamos precisamos nos ajudar para manter o funcionamento básico”, falou o prefeito em exercício.
A ideia é ceder a semana de aniversário do município, em maio, para que a comissão organizadora possa realizar o evento.
Fonte: Rádio São Luiz
Efeitos da estiagem em cursos de água da região são preocupantes
O fotojornalista Juliano Almeida divulgou imagens que mostram o baixíssimo nível de água no Rio Piratini, em São Luiz Gonzaga. As fotos têm circulado pelas redes sociais e despertado a atenção de quem conhece a localidade.
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Em um dos registros mais impactantes (e que ilustra a matéria), as pedras estão visíveis, enquanto a água se acumula em pequenos pontos. O trecho em questão é um dos “braços” do rio, em área conhecida como prainha, perto do Caça e Pesca.
Mesmo o trecho com maior vazão se apresenta muito abaixo da normalidade.
O cenário é o mesmo e até pior em outros rios da região. Sem previsão de chuva expressiva que possa amenizar a situação, o temor é de que a condição piore ainda mais.
Fonte: Rádio São Luiz
Marinha do Brasil realiza “Operação Verão” em municípios da região
A Marinha do Brasil iniciou em 15 de dezembro de 2022 a “Operação Verão 2022/2023 – você conectado a uma navegação segura”. A Operação visa conscientizar condutores e passageiros sobre a importância das regras de segurança da navegação e preservação do meio ambiente marítimo e fluvial.
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A Delegacia Fluvial de Uruguaiana participa da Operação Verão com o efetivo de 51 militares, utilizando cinco embarcações e cinco viaturas e, até o momento, em sua área de jurisdição, realizou 13 Inspeções Navais com um total de 50 abordagens e três notificações nos diversos municípios da Fronteira Oeste, dentre eles: Dom Pedrito, Santana do Livramento, Porto Xavier, Roque Gonzales, São Marcos e Uruguaiana.
As ações continuarão até 28 de fevereiro de 2023, perfazendo aproximadamente dois meses e meio de Operação.
Fonte: Delegacia Fluvial de Uruguaiana
As raízes da estiagem nas Missões e as alternativas para a produção agrícola

Especialistas em agronomia falam sobre os fatores relacionados a estiagem na região – Foto: Pexels
A estiagem é uma das fontes de maior preocupação e aflição para os produtores e para as economias da região das Missões, no noroeste do Rio Grande do Sul. Angústia e inquietação que vêm se repetindo com frequência nos últimos anos. Durante o final de 2021 e início de 2022, 426 municípios decretaram situação de emergência por conta da seca no estado. Atualmente são 76, mas o número está crescendo e desperta um alerta na região que é fortemente ligada à agricultura e ao plantio da soja e do milho.
Uma safra ruim e uma colheita fraca representam uma queda na economia local e impactos na vida e na mesa da maioria da população. Em São Luiz Gonzaga, o prefeito Sidney Brondani decretou situação de emergência nesta sexta-feira, 13, citando um prejuízo de R$232 milhões no município por conta da estiagem.
No último ano, o fenômeno “La Niña” foi um dos responsáveis pelo grau de severidade da seca no estado. No entanto, o problema enfrentado pelo Rio Grande do Sul, e pelo Brasil de um modo geral, é maior, mais complexo e tem diversos fatores relacionados.
Especialista em agroclimatologia, o professor de Agronomia da Universidade Federal do Pampa (Unipampa), Cleber Maus Alberto, aponta que em anos de La Niña naturalmente a produtividade agrícola tende a diminuir. Ele comenta a necessidade de observar as características de cada região para a formulação de políticas públicas de longo prazo na área. “O problema é que todo mundo só pensa na estiagem quando ela já está implantada”, lamenta Cleber Alberto.
Doutor em fitotecnia e professor de Agronomia da Universidade Estadual do Rio Grande do Sul (Uergs), Rafael Narciso Meirelles, explica um pouco sobre o contexto histórico e estrutural da estiagem que afeta a região das Missões e a população gaúcha. Segundo ele, o estado já possui características de déficit hídrico nos meses de dezembro, janeiro e fevereiro. “Agora temos um agravamento da situação por conta de diversos fatores, como o aquecimento global”, acrescenta o especialista.
O também docente da Unipampa e doutor em Extensão Rural, Vínicius Piccin Dalbianco, comenta que a previsão é de um enfraquecimento do La Niña por volta da metade do ano. Ainda segundo o professor, o fenômeno tem afetado mais a metade sul do país e do estado, sendo a produção de leite uma das que mais sofrem com a estiagem.
De acordo com Dalbianco, os efeitos da estiagem incidem com maior força sobre “os médios e pequenos produtores que dependem quase 90% de financiamento para poder fazer sua safra seguinte”. Como um exemplo, o professor estima a redução de 18% dos produtores de leite entre 2021 e 2022. Isso ocorre, pois “o produtor fica praticamente descapitalizado e não consegue melhorar o equipamento, uma instalação ou fazer investimentos”, acrescenta Dalbianco.
Segundo os três especialistas da área de agronomia, existem diversos elementos que podem agravar o problema da seca. Alguns deles também citam algumas estratégias que, se não forem realizadas de modo correto e bem planejado, podem piorar o quadro da estiagem e prejudicar ainda mais o solo da região e consequentemente a produção agrícola.
As raízes do problema e a questão da irrigação

Construção de barragens dividem opinião dos especialistas – Foto: Pixabay
De acordo com o professor Rafael Meirelles, o problema da seca no Rio Grande do Sul começa no norte do país, pois “o desmatamento na Amazônia afeta a zona intertropical que abastece os rios e deveria descarregar água no Sul”. Esse desequilíbrio provoca uma série de efeitos em diversas regiões do Brasil, inclusive, no Rio Grande do Sul.
Na mesma direção, o professor Vinícius Dalbianco cita a necessidade de políticas voltadas para a recuperação de áreas verdes e biomas brasileiros. “Resolver o problema da seca no Brasil e no Rio Grande do Sul é pensar na conservação ambiental e ter programas públicos que incentivem e financiem os agricultores para voltar a ter áreas verdes”, complementa o especialista.
A falta de cobertura vegetal do solo é outro elemento citado por Dalbianco ao comentar sobre a estiagem. O docente critica práticas como o uso de canaletas em lavouras. Segundo ele, nestes solos expostos, compactados e sem cobertura vegetal, a água escorre e leva nutrientes e fertilizantes presentes principalmente nos dez primeiros centímetros do solo. “Isso leva ao assoreamento de rios e causa inclusive a queda na produtividade, porque os fertilizantes vão embora”, detalha Dalbianco.
Por outro lado, para Meirelles existe um elemento interno que potencializa a seca no estado e região – a prática das barragens. “Você tem uma estiagem e para combater ela se fazem barragens para a irrigação, quando se faz isso, interrompe-se aquela água que desceria na bacia hidrográfica, através de um córrego. Então o córrego seca e não vai abastecer os rios”, detalha o professor da Uergs.
Essa visão, no entanto, é contrastada por Cleber Alberto, que vê nos estudos de impacto ambiental e uso eficiente da água, com armazenamento do excedente dos meses de inverno, uma possível solução para o problema. Segundo ele, a irrigação e as barragens são um seguro para os produtores. “Temos que armazenar água quando ela está disponível, para usar quando ela não estiver”, afirma.
O cuidado ambiental e a análise do custo-benefício dos reservatórios para irrigação são destacados por Alberto. Outro ponto de atenção levantado por ele, é sobre a preservação e recuperação das matas ciliares em rios e córregos, que protegem o ambiente, retém nutrientes e evitam a poluição dos cursos d’água. Segundo o especialista da Unipampa, essas medidas podem evitar a perda de água e a redução do seu volume.
Sobre esse mesmo ponto, Dalbianco pondera que os reservatórios e a irrigação são essenciais para abastecer a população em épocas de estiagem, no entanto, práticas de perfuração de poços artesianos para abastecer pivôs de irrigação em lavouras podem agravar o problema da seca. Segundo estudos citados por ele, essa prática “tem reduzido banhados e áreas úmidas e isso é um indicador da altura do lençol freático”.
O professor também Dalbianco esclarece que a saída para a seca não pode agravar ela, o que afeta principalmente famílias de pequenos e médios produtores. “Ao tentar resolver o problema de secas, temos contribuído para extrair água doce direto do lençol freático, o que aumenta o problema para outras famílias que dependem de água para beber”, explica o especialista.
As alternativas possíveis para a agricultura

Políticas de longo prazo são essenciais para o futuro da agricultura – Foto: Pexels
O planejamento das safras a nível de governo, a cooperação entre entes públicos, os investimentos em políticas de médio e longo prazo, são pontos destacados pelos três professores com relação ao combate da estiagem. Adaptar os calendários produtivos e aumentar a conservação e cuidado com o solo são outros elementos importantes.
Vinícius Dalbianco destaca o uso de camadas de proteção vegetal como uma forma de aumentar a retenção de água e a fertilidade do solo. “O solo exposto pode chegar a uma temperatura de até 60° no forte do verão, o mesmo solo em uma mesma região, com uma proteção vegetal, não chega a 30°”, explica o professor.
Rafael Meirelles afirma que o enfrentamento desta e de futuras estiagens na região passa por alterações no perfil da produção agrícola, com uma maior diversificação das culturas. “Temos que fazer um retorno para o melhoramento de sementes clássico, para cultivar variedades resistentes à seca”, acrescenta ele.
Por sua vez, Cleber Alberto cita o aumento dos estudos de impacto ambiental e o oferecimento de linhas de créditos para sistemas de irrigação como alternativas para a agricultura. O professor também ressalta a necessidade de “políticas públicas no sentido técnico, de obtenção de dados para aumentar a eficiência da irrigação”. A parceria entre pesquisadores e produtores é um dos caminhos para atingir esses objetivos.
O aumento de reservatórios e cisternas também é apontado como uma estratégia possível. Dalbianco considera que o investimento em cisternas deve ser uma política pública tanto para o meio rural, como para o urbano. “Na cidade temos dois efeitos: um é para a pessoa lavar o carro, molhar o jardim e o outro é reduzir os transtornos quando se tem grandes índices de precipitações”, detalha o especialista. Segundo ele, essa prática ajuda a reservar melhor a água por mais tempo e com mais facilidade para o tratamento.
Outra importante política apontada pelo professor Dalbianco é a “intervenção nos processos técnicos produtivos para considerar os calendários de seca na forma e nos calendários de plantio”. O especialista afirma ser urgente transformar as práticas agrícolas em ações conservacionistas para melhor cuidar do solo.
Todas essas medidas em conjunto podem colaborar não só colaborar para mitigar a estiagem, mas para melhor preparar agricultores, a economia e população para a recorrência do problema no futuro. “Não se combate a seca, você convive com ela”, destaca Vinícius Dalbianco.
Fonte: Rádio São Luiz
Por Micael dos Santos Olegário
São Luiz Gonzaga pode ter racionamento de água na próxima semana

Imagem de wirestock no Freepik
Durante a assinatura do decreto de situação de emergência nesta sexta-feira, 13, o prefeito Sidney Brondani disse que recebeu informações da Corsan de que o Arroio Ximbocuzinho, uma das principais fontes de abastecimento do município, mantém níveis de água baixos.
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Diante do cenário, e sem a perspectiva de chuvas que possam repor o volume, o chefe do Executivo não descartou a possibilidade de que ocorra a determinação de racionamento de água na próxima semana.
Brondani reforçou o pedido para que a comunidade utilize a água potável com uso consciente, evitando o uso indiscriminado como em lavagem de carros, calçadas, banhos demorados, entre outros.
Em caso de necessidade do racionamento, o poder público pode estabelecer multa para quem descumprir as medidas.
Fonte: Rádio São Luiz
Enel divulga vídeo mostrando a transformação do antigo “lixão” de São Luiz Gonzaga
A Enel produziu um videodocumentário com quatro minutos de duração que fala sobre a transformação realizada no antigo “lixão” de São Luiz Gonzaga. O material reúne depoimentos de pessoas que residem próximo ao local, do prefeito Sidney Brondani e do engenheiro de projetos ambientais da empresa, Samuel Santos Cardoso.
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Nas imagens, é possível ver a transformação nos cerca de 275 mil metros quadrados que antes eram ocupados pelo descarte dos resíduos. No local foram plantadas 14 mil mudas de espécies nativas da Mata Atlântica e do Bioma Pampa, as quais já apresentam médio desenvolvimento.
O projeto iniciou há cinco anos e solucionou um grave problema de saúde pública. A ideia pioneira de plantar árvores sobre o aterro deu certo e deve, inclusive, inspirar projetos semelhantes.
Além do reflorestamento, está em andamento um projeto de conservação da sociobiodiversidade por meio do manejo de abelhas sem ferrão, promovendo a capacitação de potenciais produtores.
Confira o vídeo:
Fonte: Rádio São Luiz com informações da Enel
Denúncia de que água de poço artesiano estaria sendo utilizada para encher açude é comentada em sessão da Câmara
Na sessão da Câmara de Vereadores de segunda-feira, 10, durante manifestação do vereador Paulo César da Trindade Garcia (Fraguinha), foi comentado sobre denúncia de que água potável de um poço artesiano, destinada ao consumo humano, estaria sendo utilizada para encher açude.
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Ele comentou que as secretarias de Obras e Planejamento estão cientes do caso e que orientou a pessoa denunciante a procurar o Ministério Público caso os órgãos responsáveis pela fiscalização não tomem as medidas necessárias.
O comentário foi feito em meio à abordagem sobre a situação preocupante de poços artesianos do interior. Em pelo menos um deles a água estaria com nível de captação muito baixo, exigindo que seja ampliada sua perfuração.
Fonte: Rádio São Luiz
Reunião para discutir efeitos da estiagem em São Luiz Gonzaga foi realizada nesta terça
Foi realizada na tarde desta terça-feira, 10, uma reunião no gabinete do prefeito Sidney Brondani para discutir os efeitos da estiagem em São Luiz Gonzaga.
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As principais ações que serão tomadas a partir de agora dizem respeito a um levantamento completo de dados sociais e econômicos de todas as áreas do município. É por meio deste levantamento que será avaliada a possibilidade do decreto de emergência.
A partir de amanhã, uma força-tarefa entre as secretarias de Obras e Agricultura vai auxiliar os produtores na limpeza de bebedouros e pequenos açudes. A ordem de atendimento será por cronograma que ainda será elaborado.
Fonte: Rádio São Luiz
Baixo volume de chuvas impacta financeiramente a Cermissões
Após a pior estiagem dos últimos anos registradas no final de 2021 e início de 2022, novamente a região volta a sofrer com a falta de chuva.
A Cermissões, em nota, informa que os baixos índices pluviométricos nos últimos meses têm afetado diretamente a produção das usinas geradoras de energia da Cermissões, tanto a CGH (Central Geradora Hidroelétrica) no Rio Ijuízinho, em Entre-Ijuís, quanto na MCH (Micro Central Hidrelétrica) no Rio Comandaí, em Santo Ângelo.
A CGH tem capacidade de produção de 3.6 Megawatts, estando as duas turbinas em funcionamento. Segundo acompanhamento do responsável pelo setor de manutenção das Usinas da Cooperativa, Laerte Gomes de Moura, a produção de energia que ocorria em pequenos períodos do dia no mês de dezembro, foi completamente paralisada na última semana.
Na MCH, a situação se repete, uma vez que naquela central também houve a total paralisação das turbinas pela falta de água.
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Conforme o chefe do setor comercial, Anderson Sá, se considerarmos a capacidade máxima de produção das duas usinas da Cermissões, e o atual valor médio de venda de energia no mercado, o faturamento bruto mensal da Cooperativa com a geração própria seria superior a R$ 933.000,00.
O consumo de energia nesta época do ano aumenta em razão do calor e da falta de chuva, em função da maior utilização das irrigações e demais máquinas e equipamentos de refrigeração de ambientes, o que acaba deixando em alerta os setores técnicos da Cermissões, pois justamente quando o consumo aumenta, a geração própria está paralisada.
A situação somente irá melhorar se houver uma normalidade nos volumes de chuva nos próximos dias, diferente do que indicam as previsões climáticas, porém os investimentos feitos pela Cermissões em Subestações e reforços de redes têm garantido, até o momento, o fornecimento de energia aos associados e clientes.
O presidente da Cermissões, Diamantino Marques dos Santos, já adotou várias medidas de contensão de gastos, pois somente a paralização das usinas, gera uma grande queda na receita, pois mesmo não havendo geração própria, o custo de manutenção das usinas não se altera. “Não estamos produzindo e estamos gastando com as usinas, e precisamos tomar uma série de medidas para não comprometer as finanças da Cooperativa”, frisou o presidente Diamantino.
Fonte: Assessoria de Imprensa da Cermissões
Lideranças de São Luiz Gonzaga se reúnem hoje para avaliar prejuízos da estiagem

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Está marcada para as 15h desta terça-feira, 10, no gabinete do prefeito, um encontro liderado pelo Executivo de São Luiz Gonzaga para avaliar os prejuízos causados pela estiagem. Devem participar da reunião os representantes da Emater, Sindicato Rural, Sindicato dos Trabalhadores Rurais, Coopatrigo, Secretaria de Agricultura e Meio Ambiente, Secretaria de Obras, Secretaria de Ação Social e Defesa Civil.
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Um dos principais assuntos em discussão é se o município vai decretar situação de emergência. Municípios vizinhos como Dezesseis de Novembro já decretaram. Roque Gonzales é outro exemplo, sendo que este ainda será oficializado amanhã.
Fonte: Rádio São Luiz
Corsan afasta, por enquanto, possibilidade de racionamento de água em São Luiz Gonzaga
A direção da Corsan informou a reportagem na manhã desta segunda-feira, 09, que por enquanto ainda não está em discussão o racionamento de água no município de São Luiz Gonzaga. No entanto, a companhia alerta para que seja feito consumo de maneira racional, evitando os desperdícios.
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A preocupação ocorre por conta da permanência da estiagem que atinge as Missões. Há informação, por exemplo, de grandes cursos de água com vazão cada vez menor em virtude deste período sem chuvas.
Fonte: Rádio São Luiz
Caminhões pipa da prefeitura de Dezesseis de Novembro estão auxiliando agricultores
A estiagem já apresenta reflexos significativos em Dezesseis de Novembro. Nesta quinta-feira, 05, o vice-prefeito Darci Colbek comentou que em muitos locais o cenário é pior que o da última seca.
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Desde a semana passada, com a intensificação dos pedidos dos agricultores, o Executivo montou uma força-tarefa com dois caminhões pipa para levar água até às propriedades para o consumo dos animais.
Darci informou que aqueles que necessitarem deste apoio devem fazer a solicitação por meio da Secretaria de Obras, no telefone 3362-1135. Ele fez um apelo para que os munícipes evitem utilizar a água potável para o tratamento dos animais, pois além de ser um recurso escasso há possibilidade de sobrecarga nas bombas d’água, o que pode resultar na queima dos equipamentos e agravamento da situação.
O tempo de espera após a solicitação dos caminhões pipa tem sido, em média, de dois dias. As equipes estão trabalhando diariamente.
Ontem, a Defesa Civil esteve no município para iniciar o levantamento sobre a situação. O município de Dezesseis de Novembro já estuda, portanto, a possibilidade de um Decreto de Emergência.
Fonte: Rádio São Luiz
Licitação para contratação de empresa para a coleta de resíduos de São Luiz Gonzaga será no dia 2 de fevereiro
Na data, as empresas interessadas devem realizar a entrega da documentação e das propostas relativas ao certame até às 9 horas, na Sala de Licitações
Após atualização dos valores nas tabelas de custo, a Prefeitura de São Luiz Gonzaga retificou o edital de concorrência nº 8/2022, destinado a contratação de empresa para prestação de serviços especializados de coleta, coleta mecanizada (contêineres), transbordo e transporte ao destino final de resíduos sólidos e domiciliares (urbanos e rurais).
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Com a retificação, as empresas interessadas devem realizar a entrega da documentação e das propostas relativas à licitação até o dia 2 de fevereiro, às 9 horas, na Sala de Licitações (na Prefeitura de São Luiz Gonzaga, na Rua Venâncio Aires, nº 2438). O custo estimado para a prestação de serviços é de R$ 173.514,39 mensais, totalizando R$ 2.082.172,68 no período de 12 meses. O edital de concorrência nº 8/2022 e as tabelas relativos ao certame estão disponíveis no link https://bit.ly/3caO7WC.
Desde setembro de 2022, o serviço é realizado em caráter emergencial, após o contrato com a empresa anterior ser rompido pelo município devido o descumprimento das cláusulas do documento. O contrato emergencial com a atual empresa prestadora do serviço – a TK Ambiental Ltda., nova razão social da empresa Dorn Coleta e Transporte de Resíduos Ltda. – segue até o fim de março, não podendo ser prorrogado.
Fonte: Assessoria de Imprensa da Prefeitura de São Luiz Gonzaga com informações do Setor de Licitações
Nível de água do Arroio Ximbocuzinho pautou reunião entre Executivo Municipal, Corsan e APARP

Entidades irão desenvolver campanha em conjunto com a prefeitura para conscientizar população – Foto: Prefeitura Municipal de São Luiz Gonzaga
O abastecimento de água no município e os níveis do Arroio Ximbocuzinho – uma das principais fontes de abastecimento de São Luiz Gonzaga – pautaram reunião com representantes da Administração Municipal, Corsan e Associação de Proteção Ambiental Amigos do Rio Piratini (APARP). Durante a reunião, as entidades destacaram a importância do uso consciente da água a fim de evitar racionamento.
O encontro contou com a presença do prefeito, Sidney Brondani; do secretário de Agricultura e Meio Ambiente, Atanásio Santiago; do gerente da unidade local da Corsan, Jonas Ostroski; do agente em tratamento de água, Alex Ramos; do presidente da APARP, Luiz Henrique Torres Weber; e do vice-presidente da associação, Eduardo Torres.
Durante a reunião, o agente em tratamento de água, Alex Ramos, comentou sobre a situação do curso de água. “A baixa quantidade de chuvas em 2022 e a forte estiagem que ocorreu em 2021, contribuíram para os baixos níveis de água no Arroio Ximbocuzinho. A água é única e não tem substituta. Então, para não termos que entrar em racionamento, pedimos a conscientização da população e o uso racional da água tratada. Não é um aviso radical, para gerar pânico, mas precisamos utilizar a água de forma consciente, pensando de forma coletiva, pensando em toda a população”, afirmou.
O prefeito, Sidney Brondani, destacou sobre o trabalho desenvolvido pelas duas entidades no município, em alertar e conscientizar a população. “A prefeitura é parceira para auxiliar em ações que busquem a conscientização da comunidade para o uso da água, a fim de que não falte para ninguém”. Na oportunidade, foi definido que uma campanha de conscientização será desenvolvida em parceria entre a prefeitura, APARP e Corsan, com informações para o uso consciente da água.
A Corsan, por meio do gerente local, Jonas Jesiel Ostroski, destaca algumas atitudes simples que podem ser adotadas pela comunidade para evitar o desperdício de água. Confira:
– Tomar banhos curtos, de preferência abrindo a água do chuveiro somente para o enxágue. O mesmo cuidado deve ser observado ao escovar os dentes;
– Molhar as plantas com regador e optar por fazer essa tarefa no início da manhã ou no final da tarde, para diminuir a evaporação;
– Evitar lavar a calçada, e, caso seja necessário em alguma área específica, use balde, vassoura e águas de reuso (como de máquina de lavar roupa ou água da chuva armazenada).;
– Não lavar o carro com mangueira, utilizando balde e esponja para controlar a quantidade de água;
– Ficar atento a vazamentos em canalizações, torneiras e descargas, se for o caso, conserte-os com urgência;
– Se tiver máquinas de lavar roupa ou louça, utilize na carga máxima;
– Conversar com pessoas de todas as idades sobre esse tema e ajudar a ampliar a consciência sobre o nosso consumo da água.
Fonte: Assessoria de Imprensa da Prefeitura de São Luiz Gonzaga com informações da Corsan
Corpo de Bombeiros Militar divulga boletim de atendimentos
O 2º Pelotão de Bombeiro Militar (2°PelBM) de São Luiz Gonzaga divulgou boletim com as ocorrências atendidas entre os dias 14 a 21 de dezembro. No total foram cinco salvamentos e um combate à incêndio.
As ocorrências registradas pelo Corpo de Bombeiros Militar (CBMRS) incluem um acidente com um motociclista de 31 anos, que fraturou o tornozelo direito, e outro acidente envolvendo uma caminhonete e um automóvel no trevo do monumento de Jayme Caetano Braun. Na ocasião, o motorista do automóvel sofreu escoriações e foi encaminhado ao hospital.
A guarnição dos bombeiros também atendeu um senhor de 66 anos que caiu de um telhado de aproximadamente 3 metros de altura. O homem estava consciente e foi encaminhado para o hospital com dores na região dorsal e escoriações na face.
Durante a última semana, também foi realizado o resgate de um filhote de cachorro preso em uma boca de lobo na rua Davi Canabarro, na Vila Harmonia. Além de sete atendimento a vítimas de mal súbito. Além disso, o 2°PelBM combateu um incêndio em um lixo na rua Felipe Camarão, bairro Agrícola.
Fonte: Soldada Márcia Vargas – Comunicação Social do 2º PelBM





















