Chuvas fortes derrubam árvores e causam estragos nas estradas em Caibaté

Imagem mostra árvore caída após fortes chuvas – Foto: Divulgação//Prefeitura de Caibaté
As fortes chuvas que atingiram a região e o Estado nesta quinta-feira, 23 de maio, derrubaram árvores e causaram a interrupção de estradas em Caibaté. A presença de galhos e troncos caídos gerou problemas na RS-536 e no interior do município, na comunidade do Rincão dos Bastos. Em alguns locais o alto volume de chuva deixou bueiros e sarjetas entupidos.
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Ainda na madrugada de quinta e ao longo do dia, as equipes da secretaria da Agricultura e de Obras de Caibaté trabalharam para desobstruir as estradas e também na abertura de desaguadouros nas estradas, limpeza de sarjetas e desentupimento de bueiros, principalmente nas comunidades da Vista Alegre, Rincão dos Bastos e Costa do Forte.
Em nota, a prefeitura de Caibaté afirmou que segue monitorando a situação das estradas do interior e as condições climáticas no município e estado.

Equipes trabalham para recuperar as estradas – Foto: Divulgação/Prefeitura de Caibaté
Fonte: Rádio São Luiz
Prazo para granjas de suínos se adequarem a normas de biosseguridade é prorrogado até 2025

Foto: Canva/Ilustrativa
O prazo de adequação de granjas de suínos se adequem às normas estabelecidas na Instrução Normativa (IN) nº 10/2023 foi prorrogado até de março de 2025. A Instrução estabelece as diretrizes mínimas de biosseguridade nas granjas de suínos para fins comerciais e determinava o cumprimento das medidas até quarta-feira, 22 de maio. A extensão do prazo de ajuste ocorre por conta do estado de calamidade pública no Rio Grande do Sul.
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A alteração no prazo foi divulgada por meio de nova instrução publicada pela Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação (Seapi), no Diário Oficial do Estado. De acordo com Fernando Groff, chefe da Divisão de Defesa Sanitária Animal da Seapi, as cadeias produtivas foram afetadas pelas enchentes, por isso, “se impõe a necessidade de uma adequação de prazos, sem prejuízo aos criadores que já providenciaram antecipadamente”.
Até 31 de março de 2025, a instrução define que as granjas façam as seguintes ações:
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Elaborem plano de ação com cronograma para adequação da granja;
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Possuam vestuário e calçados de uso exclusivo da granja ou descartáveis;
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Possuam sistema de desinfecção de equipamentos e objetos que irão ingressar na granja comercial;
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Utilizem apenas veículos limpos e desinfetados;
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Impeçam acesso de outros animais na área interna da granja comercial;
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Possuam reservatórios de água fechados, protegidos e limpos;
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Realizem cloração ou processo equivalente, mantendo a potabilidade da água prevista em legislação;
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Possuam programa de prevenção e controle de pragas em todas as
Já com relação as instalações, os produtores precisam cumprir o período de vazio sanitário para visitas e realizar registro de visitantes, além de possuir os registros auditáveis e demais documentos. As próximas etapas de adequação são os ajustes na cerca de isolamento da área interna, nas barreiras sanitárias, ajustes ou correção da composteira e no sistema de tratamento de dejetos. A última etapa é a construção de cercas de isolamento da área interna, barreiras sanitárias, embarcadouro/desembarcadouro junto à cerca de isolamento e colocação de tela nas aberturas de ventilação dos galpões de criação, caso a granja comercial ainda não possua estas adequações.
Fonte: Rádio São Luiz com informações da Seapi
Representantes dos agricultores da região fazem avaliação do Grito da Terra Brasil

Mobilização contou com presença de milhares de produtores de todo o Brasil – Foto: Luiz Oneide/Rádio São Luiz
Mobilização da agricultura familiar marca retomada do Grito da Terra Brasil. Em entrevista à Rádio São Luiz FM 100.9, o presidente do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de São Luiz Gonzaga, Rafael Dalenogare e o coordenador da Sindical Regional Missões II, Márcio Langer, fizeram uma avaliação da 24° edição do evento, realizada em Brasília nesta segunda e terça-feira, 20 e 21 de maio.
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De acordo com Rafael Dalenogare, o tamanho da mobilização demonstra a força da agricultura familiar e a importância da reivindicação de políticas para o campo. Segundo ele, apesar de nem todos os anúncios terem atendido as demandas do movimento, a retomada da pressão e diferentes indicativos demonstram um caminho para buscar recursos e medidas de auxílio para o setor.
Na visão do coordenador da Regional Missões II, a burocracia e dificuldades orçamentárias dificultam a efetividade no atendimento das pautas da agricultura familiar. “Esse é um novo cenário que teremos de nos adaptar”, acrescentou. Durante o Grito, foram inúmeras demandas discutidas, desde questões de saúde e assistência para as famílias, até a questão do Plano Safra e outros programas de financiamento e seguro agrícola.
Um dos principais temas de preocupação dos produtores é com relação ao Programa de Garantia da Atividade Agropecuária (Proagro). “Voltamos preocupados de Brasília em relação a esse”, disse. Márcio explicou que existem questões a serem discutidas com diferentes ministérios para facilitar o acesso e aumentar os incentivos do programa.
O representante da Sindical Missões II também comentou sobre a preocupação relacionada ao cadastro rural e o zoneamento de propriedades, bem como as questões climáticas e ambientais que têm afetado a produção no Estado. Márcio afirmou que é necessário cautela ao falar sobre uma mudança na matriz produtiva no Rio Grande do Sul.
“A grande esperança é que no Plano Safra tenhamos alguns encaminhamentos do que viemos buscando”, pontuou Rafael Dalenogare. Conforme avaliou o presidente do STR de São Luiz Gonzaga, os agricultores precisam mostrar sua insatisfação e suas demandas. Ambos os produtores ressaltaram a solidariedade prestada por agricultores de outros estados com a situação de calamidade enfrentada pelo Rio Grande do Sul.
A 24° edição do Grito da Terra contou com a participação de diferentes representantes da Macrorregião Missioneira, compondo a maior parte da comitiva gaúcha presente no evento. A Rádio São Luiz realizou a cobertura diretamente da capital federal, acompanhando diferentes atividades do movimento.
Fonte: Rádio São Luiz
Grito da Terra Brasil reúne trabalhadores rurais em busca de direitos e políticas públicas

Mobilização reúne milhares de agricultores em Brasília – Foto: Luiz Oneide/Rádio São Luiz
A 24° edição do Grito da Terra Brasil teve início nesta semana em Brasília, no Distrito Federal. A mobilização reúne entidades representantes da agricultura familiar e dos trabalhadores do campo, em defesa de demandas e pautas para melhorar a vida dessas pessoas e a produção do setor. Nesta terça-feira, 21, a Rádio São Luiz FM 100.9 está realizando a cobertura direto da capital federal, acompanhando as manifestações e atividades do evento.
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Neste ano, o tema do Grito da Terra Brasil é “Agricultura Familiar é alimento saudável e conservação ambiental”. O evento conta com a participação de milhares de agricultores e agricultas familiares, inclusive, com uma comitiva da Macroregião Missioneira. Na manhã desta terça, ocorre uma caminhada na Esplanada dos Ministérios e na Praça dos Três Poderes, além de reuniões entre os representantes do setor, parlamentares e o governo.
Presidente do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de São Luiz Gonzaga, Rafael Dalenogare explicou a importância das caminhadas e discussões do evento para a formulação de políticas para a agricultura. “Sem dúvida é um dos principais fórum de debates e mobilização para o campo e meio rural”, destacou.
De acordo com Márcio Langer, representante da Sindical Regional Missões II, o número de participantes na iniciativa demonstra a pujança e a luta do setor, mesmo em meio a dificuldades. “O Grito da Terra Brasil é a ferramentas que ao longo de muitos anos conseguimos conquistas, mas é preciso mantê-las”, salientou Márcio. Segundo ele, a expectativa é que sejam feitos anúncios de demandas do setor em breve.
Vice-presidente da Fetag-RS, Eugênio Edevino Zanetti falou sobre o esforço dos trabalhadores gaúchos para participar do evento, mesmo que em menor número por conta do desastre climático que afetou o estado e muitos produtores. “Precisamos que o governo federal olhem para nossos produtores. A agricultura familiar mais que nunca está precisando desse olhar”, pontuou o Zanetti. Ele mencionou a importância de melhorias e incentivos para programas como o Proagro e Proaf, de financiamento agrícola.
A questão financeira também foi abordada pelo presidente do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Porto Xavier, Ademir Luiz Schillreff. “Viemos trazendo essa pauta já a um longo período em prol de nossos agricultores”, disse ele, que lembrou da relevância do movimento para buscar recursos para o setor.
Políticas ambientais e sociais para o setor do campo também fazem parte das reinvindicações do Grito da Terra. Vice-presidente do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Rio dos Índios (RS), Jairo Roso mencionou a expectativa com a conquista de políticas públicas de habitação e seguros agrícolas. “Está muito grande, superando as expectativas, estamos na luta e esperamos levar bons resultados para nossos agricultores”, afirmou Eli Francisco da Costa, presidente Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Erval Seco.

Agricultores da região das Missões compõe maioria da comitiva gaúcha na mobilização – Foto: Luiz Oneide/Rádio São Luiz
Presença de representantes dos municípios da região
Além dos representantes de Porto Xavier e São Luiz Gonzaga, outros municípios das Missões também enviaram membros dos sindicatos para participar das atividades em Brasília. Entre elas está Nilton Preuss Rutsatz, Presidente do Sindicato dos Trabalhadores Rurais do município de São Nicolau. “Temos que estar aqui, lutando pelos nossos direitos”, afirmou Nilton, que mencionou a importância da Regional Missões II na representação dos agricultores afetados pelas enchentes e que não puderam participar do evento.
Visão compartilhada pelo tesoureiro da Fetag-RS e representante de Santo Antônio das Missões, Aguinaldo Barcelos. “Nosso povo missioneiro está aqui, reunido, firme, com a bandeira em punho, fazendo a luta, reivindicando os nossos direitos, nossos demandas”, comentou. Segundo ele, a expectativa é que as demandas relacionadas ao Plano Safra e ao Proagro sejam atendidas.
A participação da juventude também foi um dos aspectos ressaltados por participantes de São Nicolau e São Luiz Gonzaga. Conforme explicou Rafael Dalenogare, as discussões não se encerram no Grito da Terra, mas o evento serve justamente como uma forma de pressionar e colocar as demandas do meio rural em pauta. “O Grito da Terra ganha essa importância de, de fato, fazer chegar lá no campo aquilo que nós estamos cobrando há anos, há meses. Então, a mobilização de massa é importante por isso”, complementou o presidente do STR de São Luiz Gonzaga.
Agricultores e agricultoras de outros estados
Além de gaúchos, o Grito da Terra Brasil também mobiliza trabalhadores e trabalhadoras rurais de outros estados do Brasil. Membra da diretoria do sindicato dos Trabalhadores Rurais de São Gonçalo do Piauí, Maria Francisca também concedeu entrevista à Rádio São Luiz FM 100.9. “Estamos reivindicando nossos direitos, pela agricultura familiar e assistência básica”, afirmou ela. A luta por direitos também foi destaca por Gabriela Rocha, que faz parte do sindicato dos Trabalhadores Rurais do Estado do Piauí.
Representante da coordenação regional do Médio Parnaíba da Fetag-Piauí, Gonçala Silva detalhou os desafios enfrentados pelos agricultores do seu estado e a expectativa com a mobilização. “Lutamos por uma agricultura melhor, uma saúde digna e uma educação do campo com respeito”, enfatizou a agricultora.
A cobertura completa do Grito da Terra Brasil pode ser conferida no Facebook da Rádio São Luiz.
Fonte: Rádio São Luiz
Comitiva da Macrorregião Missioneira está em Brasília para o Grito da Terra Brasil
A comitiva de seis ônibus da Macrorregião Missioneira chegou em Brasília por volta das 7h desta segunda-feira, 20. O grupo, que compõe a maior parte da representatividade gaúcha no Grito da Terra Brasil, saiu em direção à Capital Federal no sábado, 18.
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Em entrevista, Márcio Langer, coordenador da Regional Missões II, e Rafael Dalenogare Paz, presidente do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de São Luiz Gonzaga e Rolador, falaram sobre as expectativas de respostas para a categoria. O primeiro ato hoje acontece às 9h, no Parque das Cidades, onde ocorrerá uma assembleia com as orientações gerais. Com grupos de todo o país, a expectativa é que o Grito da Terra reúna milhares de trabalhadores e trabalhadoras no evento.
Entre as pautas principais estão questões relacionadas ao Proagro, taxa de juros, crédito rural, recursos orçamentários e políticas de comercialização. Amanhã haverá uma série de reuniões em ministérios como o da Previdência, Agricultura, Desenvolvimento Agrário, Meio Ambiente, Assistência Social, com intuito de levar pautas do meio rural para essas representações.
Um dos momentos mais importantes e aguardados será a devolutiva da pauta entregue ao governo federal. Rafael disse que houve boas tratativas na última semana e que aguardam o máximo de respostas positivas, principalmente sobre orçamento.
Fonte: Rádio São Luiz
Comitiva da Regional Missões II parte para integrar o Grito da Terra Brasil em Brasília

Foto: Divulgação
Uma comitiva formada por representantes sindicais e trabalhadores rurais da Regional Missões II partiu neste sábado, 18 de maio, de São Luiz Gonzaga para participar da 24° edição do Grito da Terra Brasil. O evento será realizado em Brasília nesta segunda e terça-feira, dias 20 e 21 de maio.
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A comitiva da regional conta com a presença da diretora da Federação dos Trabalhadores da Agricultura Familiar (Fetag-RS), Lérida Pivoto Pavanelo. A intenção da comitiva é integrar a mobilização em defesa das pautas e políticas públicas do setor. Inicialmente, a previsão era de que 20 ônibus do estado participassem do evento na capital federal, no entanto, com o desastre que atingiu o Rio Grande do Sul, serão 7 ônibus, sendo seis da região missioneira.
Em entrevista à Rádio São Luiz FM 100.9, o tesoureiro-geral da Fetag, Agnaldo Barcelos explicou detalhes sobre a mobilização e recordou a importância do Grito da Terra em diversas conquistas para a agricultura familiar ao longo da história. Entre os temas a serem tratados neste ano estão: assistência técnica, pautas ambientais, acesso a crédito, programa de compra de terra, regras de financiamento, entre outros.
Fonte: Rádio São Luiz
Coopatrigo projeta cultivo de 30 mil hectares de canola e 148 mil hectares de trigo para o inverno
Na quinta-feira, 16, a Coopatrigo realizou um encontro sobre culturas de inverno, destacando a canola e o trigo. O presidente da Coopatrigo, Paulo Pires, abriu o evento enfatizando a importância de encontros como este, especialmente em momentos de resiliência para os associados e a cooperativa. Ele destacou que, após uma safra de soja com resultados mistos — alta produtividade e qualidade antes das chuvas e problemas decorrentes das chuvas excessivas —, o foco agora se volta para as culturas de inverno.
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O Coordenador Técnico da Coopatrigo, Bento Büttenbender, explicou que o encontro trouxe uma combinação de informações para ajudar os associados a planejar com segurança os plantios de canola e trigo. Na primeira apresentação, o produtor rural Mauro Costa Beber, de Condor, RS, compartilhou dados climáticos para o inverno e a primavera, baseados tanto em institutos meteorológicos quanto em registros de sua propriedade. Ele destacou que a tendência de La Niña nessas estações traz boas perspectivas de produtividade, especialmente para o trigo.
Geomar Corassa e Tiago Hörbe, da Rede Técnica Cooperativa, forneceram informações técnicas sobre o cultivo de canola e trigo, abordando os principais manejos de plantio, controle de plantas invasoras, pragas e doenças. O objetivo é que os associados possam planejar e conduzir suas lavouras de maneira eficaz.
A área técnica da Coopatrigo estima que serão cultivados 30 mil hectares de canola e 148 mil hectares de trigo em toda a área de ação da cooperativa.
Fonte: Rádio São Luiz com informações da Coopatrigo
Agricultores podem fazer análise de grãos gratuitamente pela Emater/RS Ascar

Análise identifica diferentes elementos e garante qualidade dos grãos – Divulgação/EmaterRS-Ascar
Os agricultores gaúchos possuem mais uma opção para análise física dos grãos. O serviço está sendo oferecido gratuitamente pela Emater/RS Ascar nas suas Unidades de Classificação e Certificação (UCCs) presentes em diferentes regiões do Estado. A medida faz parte dos esforços para auxiliar a população e os produtores diante das dificuldades geradas pelas chuvas e enchentes.
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De acordo com a Gerência de Classificação e de Certificação da Emater/RS-Ascar, os agricultores podem levar amostras de cerca de um quilo até o escritório da entidade em seu município, que encaminha o material à UCC mais próxima. A análise está disponível para grãos de milho, soja, arroz, feijão e trigo e serve para avaliar diferentes aspectos dos produtos.
Por meio dos processos de análise são identificados: teor de umidade; presença de matérias estranhas e impurezas; porcentagem de grãos avariados; renda; grãos inteiros; grãos quebrados; peso hectolitro; grãos amarelos; e grãos danificados pelo calor, mofados e ardidos. O serviço ajuda na qualificação dos produtos e facilita sua comercialização.
Em São Luiz Gonzaga, o escritório da Emater/RS-Ascar está localizado na rua João Goularte, 1388. O contato pode ser feito pelo telefone: (55) 99997-1320.
Fonte: Rádio São Luiz com informações da Assessoria de Imprensa da Emater/RS-Ascar
Tesoureiro-Geral Fetag, Agnaldo Barcelos, fala sobre a mobilização para o Grito da Terra Brasil
O tesoureiro-geral da Fetag, Agnaldo Barcelos, falou com a reportagem da Rádio São Luiz nesta sexta-feira, 17, sobre a mobilização para o Grito da Terra, que será realizado em Brasília na próxima segunda e terça-feira.
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Ele começou recordando que este é um movimento histórico, responsável por grande parte das políticas públicas conquistadas, citando como exemplo o Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf). A iniciativa foi muito forte no final dos anos 1980 e 1990, mas perdeu força nos últimos anos.
Este ano, portanto, a Confederação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura (Contag), em conjunto com as 27 Federações dos Trabalhadores na Agricultura, se desafiou a fazer um Grito forte. A meta inicial era mobilizar pelo menos 10 mil pessoas na Capital Federal, mas, por causa da tragédia no Rio Grande do Sul, a situação mudou.
O estado enviaria 20 ônibus, totalizando aproximadamente 800 pessoas. Agora, como não há condições de deslocamento para esses trabalhadores, que também tiveram suas propriedades muito afetadas, a Federação optou por enviar uma representação. Serão sete ônibus, sendo que seis são da Macrorregião Missioneira.
A pauta de reivindicações, que está sendo construída desde o ano passado, foi enxugada, deixada mais contundente e entregue ao governo em abril, de modo que, neste movimento da próxima semana, possam ser feitos anúncios a respeito dessas propostas. Ela versa sobre questões estruturantes como questões ambientais, assistência técnica, acesso a crédito, programa de compra de terra, produção de alimentos, regras do Proagro e seguro rural. Naturalmente, também estão inseridas questões emergenciais para os produtores gaúchos por conta de toda essa tragédia. “Se antes tínhamos motivos, agora eles triplicaram de importância”, observa Agnaldo.
Fonte: Rádio São Luiz
Comércio de produtos de origem animal por agroindústrias gaúchas a outros estados é flexibilizado

Autorização tem validade de 90 dias – Foto: Canva/Ilustrativa
Agroindústrias gaúchas podem comercializar produtos de origem animal com outros estados em caráter excepcional, mesmo sem integrar o Sistema Brasileiro de Inspeção de Produtos de Origem Animal (Sisbi-Poa). A autorização passou a valer a partir desta quarta-feira, 15 de maio, depois de portaria publicada pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) e deve durar 90 dias.
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A medida faz parte das ações de flexibilização da Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação (Seapi) para auxiliar a recuperação econômica do Rio Grande do Sul, em virtude do desastre climático que afeto o estado. Na última semana, a secretaria já havia normativa semelhante para autorizar a comercialização intermunicipal de produtos de origem animal provenientes de agroindústrias.
De acordo com a nota da Seapi, caberá a Superintendência Federal de Agricultura e Pecuária do Rio Grande do Sul (SFA-RS) emitir a autorização de trânsito para as agroindústrias, observando as exigências de saúde animal aplicáveis para trânsito dos produtos. “É uma medida emergencial importante do ponto de vista econômico, principalmente nesse momento de calamidade pública que o Estado se encontra. Também demonstra o apoio de outros estados, que buscam ajudar o Rio Grande do Sul”, afirmou o titular da Secretaria de Agricultura, Giovani Feltes.
Fonte: Rádio São Luiz com informações de Ascom/Seapi
Regional Missões II está mobilizada para o Grito da Terra Brasil
O coordenador da Regional Missões II, Márcio Langer, falou nesta terça-feira, 14, sobre os principais pontos da pauta que será apresentada durante o Grito da Terra Brasil, com programação definida para a próxima segunda e terça-feira, dias 20 e 21 de maio, em Brasília.
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O primeiro dia terá ato em frente aos Ministérios da Fazenda e Planejamento e Orçamento, além de concentração na área do Banco Central. O foco estará sobre temas como taxa de juros, Proagro e políticas de comercialização. O intuito é pressionar pela garantia de recursos para o crédito rural.
Na terça-feira, a ação mais ampla será em frente à Câmara dos Deputados e Ministérios de Desenvolvimento Social, Meio Ambiente, Desenvolvimento Agrário, Agricultura Familiar, Agricultura e Pecuária e Previdência Social. Ao final, a plenária será na Esplanada, com a devolutiva da pauta do Grito da Terra, entregue ao presidente e a ministros no início de abril.
Márcio destacou que questões que envolvem a saúde e a política climática também estarão na pauta, citando, por exemplo, a necessidade de compensação financeira para aqueles agricultores que estão com sua área protegida e com recursos naturais preservados. Ele acrescentou que espera, com a participação da Regional, representar todo o estado neste momento de tanta dificuldade, o que impedirá que agricultores de outras regiões atingidas pelas enchentes estejam presentes.
Fonte: Rádio São Luiz
Guias de Trânsito Animal passam a ser emitidas para todos os tipos de movimentação

Guias devem ser emitidas direto nas inspetorias locais – Foto: Canva
As Guias de Trânsito Animal (GTAs) podem ser emitidas para todo o tipo de movimentação de animais de produção, inclusive comercialização. A medida entrou em vigor nesta segunda-feira, 13 de maio, por meio de determinação da Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação (Seapi). O processo de emissão segue sendo realizado junto às Inspetorias de Defesa Agropecuária locais, por conta da indisponibilidade do Sistema de Defesa Agropecuário (SDA).
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Desde a última semana, a inundação que atingiu o data center da Procergs (Companhia de Processamento de Dados do Estado do Rio Grande do Sul) causou mudanças nos processos de emissão das GTAs, que passaram a ser emitidas emergencialmente apenas para alojamento de bovinos, suínos e aves.
Para solicitar as GTAs, os produtores devem entrar em contato com as Inspetorias de Defesa Agropecuária locais. Em razão do sistema indisponível, haverá um documento complementar de solicitação de emissão da guia que deverá ser assinado pelo produtor. As GTAs serão emitidas e enviadas em formato PDF por estes canais ou impressas.
“Pensando na importância da atividade econômica, a Secretaria da Agricultura vem atendendo, gradativamente, as demandas do setor produtivo, dentro da escala de prioridades nesse momento de calamidade pública que o Estado enfrenta”, afirmou a diretora do Departamento de Vigilância e Defesa Sanitária Animal, Rosane Collares.
O contato com a supervisão Regional São Luiz Gonzaga pode ser feito pelo telefone: (55) 99997-6760 ou e-mail: reg-saoluizgonzaga@
Fonte: Rádio São Luiz com informações da Seapi RS
Estradas do interior recebem obras de manutenção em São Luiz Gonzaga

Obras continuam em cinco comunidades – Foto: Divulgação/Prefeitura de São Luiz Gonzaga
Diferentes estradas vicinais do interior de São Luiz Gonzaga estão recebendo obras de patrolamento e manutenção. Após serem afetados pelos dias seguidos de chuva, os trabalhos seguem em cinco localidades e devem alcançar 50 km no total da primeira etapa.
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De acordo com o prefeito Sidney Brondani (PP), a intenção é expandir as obras para outras comunidades do interior nos próximos meses. “A próxima localidade a receber as máquinas na estrada será Santa Inês, que será feita com maquinário da prefeitura. Outras ainda serão atendidas até o final do ano, garantindo o escoamento da produção primária e a qualidade de vida da população do nosso interior”, explica o chefe do Executivo.
Brondani e o vice-prefeito Piti Werle estiveram na sexta-feira, 10, acompanhando os trabalhos na localidade de Rincão dos Santana. “Já estão praticamente concluídas quatro importantes vias do nosso interior e no momento estamos na fase final de manutenção da estrada de Rincão dos Santana, que terá mais de 20 quilômetros da via recuperados”, afirma Brondani, que também mencionou a dificuldade causada pelas fortes chuvas que atingiram a região e o estado.
Confira abaixo as localidades e trechos que já receberam melhorias:
Rincão dos Caye – obras abrangem 4,12 KM, da ERS-168 até a ERS-561;
Rincão dos Quinas – 3,89 KM, do acesso pela ERS-168 até o limite do município;
Restinga Seca e Laranja Seca – 11,84 KM, acesso a São Lourenço Mártir pela BR-285;
Capela São Paulo – 8,39 KM, acesso pela BR-285 até entroncamento com Boqueirão;
Obra em andamento:
Rincão dos Santana – 23 KM na localidade
Estradas que receberão manutenção:
Assentamento São Luiz – 3,06 KM, até a entrada do assentamento;
Rincão do Ivaí – 11,05 KM, desde o acesso à estrada pela ERS-168;
Trecho Pirajú – 3,32 KM, desde o acesso pela ERS-165;
Esquina União e Rincão Campos do Pontão – 10,8 KM, estrada de acesso à Esquina União e Rincão Campos do Pontão
Fonte: Rádio São Luiz com informações da Assessoria de Imprensa Prefeitura São Luiz Gonzaga
Divulgada a nova data de realização da Fenasoja
Originalmente programada para ocorrer de 17 a 26 de maio no Parque de Exposições, em Santa Rosa, a Fenasoja 2024 teve suas datas remarcadas para o período de 29 de novembro a 8 de dezembro. O comunicado da nova data foi feito nesta sexta-feira, 10.
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A organização do evento, na última quarta-feira, ao cancelar a data original, manifestou sua solidariedade sobre a tragédia que atingiu os gaúchos e ressaltou que estão empenhados em desenvolver iniciativas para auxiliar os milhares de afetados.
Com uma história iniciada em 1966, a Fenasoja é reconhecida como um dos principais eventos da região, com o poder de impulsionar a economia local e atrair turistas e investidores de diversas partes do país. Este ano, a feira promete uma programação diversificada, incluindo apresentações de artistas como Raça Negra, Ana Castela, Bruno e Marrone, Pedro Sampaio, entre outros, além de celebrar os 100 anos da chegada da soja ao Brasil.
Fonte: Rádio São Luiz
Programa municipal oferece apoio ao setor leiteiro de Roque Gonzales

Incentivo busca ressarcir custos de produção – Foto: Freepik
As inscrições para o “Programa Municipal de Fomento ao Setor Leiteiro de Roque Gonzales” iniciaram nesta sexta-feira, 10 de maio. A iniciativa busca fornecer apoio tecnológicos e financeiros à produção local. Para participar do programa, as pessoas devem procurar a Secretaria de Agricultura e Meio Ambiente até 31 de julho.
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O programa, criado por meio da Lei Municipal n° 3.246/2021, concede incentivos aos produtores rurais do setor leiteiro registrados com o bloco de produtor em Roque Gonzales. Os subsídios variam entre R$ 363,75 e R$ 1.033,05 anualmente, como uma forma de ressarcir despesas relacionadas à atividade.
Secretaria da Agricultura tem processos alterados por conta de inundações no data center da Procergs

Data center foi atingido pela enchente do Guaíba em Porto Alegre – Foto: Gustavo Mansur / Palácio Piratini
A inundação que atingiu o data center da Procergs (Companhia de Processamento de Dados do Estado do Rio Grande do Sul) gerou alterações nos processos da Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação (Seapi). O processo de emissão de Guias de Trânsito Animal (GTA) e Permissão de Trânsito Vegetal (PTV) estão sendo realizados de forma alternativa.
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No caso das GTA, deste esta terça-feira, 7, a emissão está sendo feita apenas pelas supervisões regionais da Secretaria da Agricultura. As guias são referentes ao abate e alojamento de animais e, normalmente, eram feitas pelo Sistema de Defesa Agropecuária (SDA), que está fora do ar.
A emissão se dará de forma emergencial apenas nestes dois casos e uma nova plataforma deve entrar no ar nesta quarta-feira, 8, mantida pela Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), possibilitando a emissão por médicos veterinários. “As GTAs serão preenchidas manualmente pelas supervisões regionais da Secretaria, em apenas dois casos: para abate e alojamento, no caso de pintos de um dia e suínos, que serão analisados caso a caso. Todas as outras formas de movimentação, seja para comércio ou eventos, não estarão autorizadas”, ressaltou a diretora do Departamento de Vigilância e Defesa Sanitária Animal da Seapi, Rosane Collares.
Para solicitar as GTAs, os produtores devem entrar em contato com as supervisões regionais, por e-mail ou WhatsApp. As GTAs serão emitidas e enviadas em formato PDF por estes canais. “Já está tudo alinhado com os estados de Santa Catarina e Paraná para a apresentação da guia neste formato”, concluiu a diretora do DDA.
O contato com a supervisão Regional São Luiz Gonzaga pode ser feito pelo telefone: (55) 99997-6760 ou e-mail: reg-saoluizgonzaga@
Permissão de Trânsito Vegetal
As Permissões de Trânsito Vegetal (PTV) estão sendo emitidas pelo e-mail do Departamento de Defesa Vegetal da Secretaria da Agricultura. Os interessados devem enviar a solicitação para o e-mail: [email protected], contendo as seguintes informações e documentos:
Nota Fiscal digitalizada. Na ausência do documento, informar:
– número e série da Nota Fiscal
– nome do interessado
– endereço completo com nome do município, bairro e CEP
– CNPJ/CPF
– Inscrição Estadual
– nome do destinatário
– endereço completo de destino, com nome do município
– CNPJ/CPF de destino
– país de destino e UF de destino
– Inscrição Estadual de Destino.
Deve ser informado também:
tipo de produto (fruta laranja, fruta maçã, entre outros) – não necessário se apresentada a Nota Fiscal;
quantidade de produto – não necessário se apresentada a Nota Fiscal;
unidade (KG, Toneladas) – não necessário se apresentada a Nota Fiscal;
CFO, CFOC, PTV ou CF (na ausência do documento CFO ou CFOC, informar o número do último documento válido);
veículo (caminhão, etc) – não necessário se apresentada a Nota Fiscal;
placa do veículo -não necessário se apresentada a Nota Fiscal;
nome do Responsável Técnico – não necessário se apresentado o CFO/CFOC;
número da habilitação do Responsável Técnico – não necessário se apresentado o CFO/CFOC.
Os fiscais estaduais agropecuários estarão atendendo através do e-mail e prestando as devidas orientações. O trânsito interestadual deverá ser acompanhado da Nota Fiscal e do documento de PTV.
Fonte: Rádio São Luiz com informações da Seapi
Fenasoja 2024 é transferida em solidariedade às vítimas das enchentes no RS

Fenasoja será realizada no segundo semestre – Divulgação
A Fenasoja 2024 foi adiada em solidariedade às vítimas das enchentes no Rio Grande do Sul. A decisão foi divulgada pela organização do evento na noite desta terça-feira, 8 de maio. A previsão é de que a feira seja realizada no segundo semestre deste ano, em datas ainda a serem divulgadas.
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A 24° edição da Fenasoja estava marcada para ocorrer de 17 a 26 de maio, no Parque de Exposições, em Santa Rosa. Em nota, a organização afirmou que lamenta “infinitamente toda a tragédia que os gaúchos estão passando e informamos que estamos desenvolvendo ações para auxiliar os milhares de gaúchos afetados. Nova data, shows, atividades e demais ações que estavam previstas serão reprogramadas e, em breve, tudo será informado”.
Realizada desde 1966, a feira é considerada um dos principais eventos da região, com potencial de movimentar a economia e atrair diversos turistas e negócios. Para este ano, estão previstos shows com Raça Negra, Ana Castela, Bruno e Marrone, Pedro Sampaio, entre outros artistas. Em 2024, o evento também celebra os 100 anos da chegada da soja no Brasil.
Fonte: Rádio São Luiz
Paulo Pires lamenta perdas de produção por conta das chuvas e destaca necessidade de resiliência

Paulo também comentou sobre discussão em torno de aumento de impostos no Estado – Foto: Rádio São Luiz
O presidente da Fecoagro e da Coopatrigo, Paulo Cezar Vieira Pires, concedeu entrevista na manhã desta sexta-feira, 3 de maio, para falar sobre o atual estágio da colheita da soja na região. Segundo Paulo Pires, as chuvas na época do plantio prejudicaram a produtividade e as recentes chuvas atrasaram a colheita, “por isso evitamos de dizer que foi uma safra maravilhosa”.
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De acordo com o gestor, a atual situação demanda solidariedade e compreensão, uma vez que o desastre afeta diferentes regiões do Estado e pelos danos nas estradas, o que impede o escoamento da produção, principalmente para o porto de Rio Grande.
Paulo Pires ressaltou o caráter de resiliência que marca o trabalho dos produtores. Ele lembrou das perdas anteriores por conta da seca e, agora, perdas parciais por excesso de chuva, “isso é uma coisa muito ruim e agora vamos atrás de algum tipo de financiamento para esses produtores”, acrescentou o presidente da Fecoagro e Coopatrigo. Segundo ele, o desastre evidencia a urgência de investimentos em infraestrutura, tanto para o deslocamento de safra, como para a própria população.
ICMS e incentivos fiscais no Estado
Outro tema abordado na conversa foi a retirada de incentivos fiscais do ICMS sobre produtos da cesta básica. Conforme explicou Paulo Pires, estão sendo realizadas reuniões para discutir o tema e a sustentabilidade da estrutura do Rio Grande do Sul. “Se o Estado não tem a capacidade de ajudar, ele acaba atrapalhando. Temos a maior dívida pública com a União, proporcionalmente”, mencionou.
Na visão do presidente da Fecoagro e Coopatrigo, o aumento geral sobre o ICMS com um valor, por exemplo de 2%, seria uma alternativa que traria menor impacto do que o corte de incentivos fiscais. “Principalmente esses produtos da cesta básica vão subir de preço”, complementou Paulo Pires.
Confira a íntegra da entrevista no Facebook da Rádio São Luiz.
Fonte: Rádio São Luiz
13° Cavalgada da Trilha dos Santos Mártires é cancelada por conta de desastre climático no RS

Cavalgada percorre diferentes municípios da região – Foto: Divulgação/Prefeitura de Caibaté
A Associação Amigos da Trilha dos Santos Mártires das Missões confirmou o cancelamento da 13° edição da Cavalgada da Trilha dos Santos Mártires. Em entrevista à Rádio São Luiz FM 100.9, o coordenador da cavalgada, Charlei Willers, explicou que a decisão foi tomada por conta do desastre climático que atinge o Rio Grande do Sul e impacta o deslocamento dos participantes e, também como forma de solidariedade às pessoas atingidas pelas fortes chuvas no Estado.
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A 13° edição estava marcada para começar neste sábado, 4 de maio, e seguiria até o dia 12. De acordo com Charlei, muitos dos cavaleiros que participam da cavalgada vem das regiões central e da Serra Gaúcha, algumas das mais atingidas pela chuvas e cheias. “Então, esse pessoal está ilhado, não tem como vir”. O coordenador também mencionou a situação das estradas, o que dificulta o percurso pelos municípios da região
“As estradas estão em péssimas condições e alguns trechos intrafegáveis. Tem alguns pontilhões da nossa região que foram bastante abalados pela chuva. Então, por uma questão de segurança com pessoas, com animais, com os carros de apoio, nós optamos por cancelar a cavalgada”, acrescentou Charlei. A decisão segue o que vem sendo feito com relação a outros eventos, como a Expo São Nicolau e o Café de Cambona, adiados para os dias 24, 25 e 26 de maio.
O coordenador da cavalgada destacou que a chuva geralmente não impede a realização do evento, no entanto, desta vez a situação é diferente, uma vez que diversas regiões registraram estragos e o governo do RS decretou estado de calamidade pública. “São tragédias que estão acontecendo, a gente não sabe o que está por vir, então estamos por cancelar”, ressaltou Charlei, que complementou destacando se tratar de um cancelamento e que a cavalgada não deve ser remarcada no momento.
Fonte: Rádio São Luiz
Presidente do STR de São Luiz Gonzaga e Rolador manifesta preocupação com mudanças no Proagro
O presidente do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de São Luiz Gonzaga e Rolador, Rafael Dalenogare Paz, participou do programa Expressão Livre desta terça-feira, 30, para falar sobre as preocupações do setor diante das mudanças nos programas agrícolas, como o Proagro.
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Rafael enfatizou a importância do programa, especialmente nos últimos dois anos, ressaltando sua relevância como política de proteção para os agricultores. Ele também comentou sua participação na sessão da Câmara de Vereadores de São Luiz Gonzaga, onde falou com as lideranças políticas sobre a necessidade de apoio à agricultura, solicitando uma moção do legislativo são-luizense.
Uma das principais mudanças destacadas por Rafael é a vinculação pelo Cadastro Ambiental Rural (CAR) em vez do CPF, o que prejudica os pequenos produtores. Além disso, mencionou cortes e reduções nos valores de enquadramento e também ressaltou que, de acordo com o risco do período de plantio, o valor de indenização pode ser reduzido em até 50%.
Para ilustrar a importância do programa, Rafael citou que em 2023, São Luiz Gonzaga foi um dos 12 municípios mais indenizados pelo Proagro, com um total de mais de R$ 50 milhões em indenizações entre São Luiz e Rolador.
Essas questões e outras serão discutidas durante o Grito da Terra Brasil, que acontecerá em Brasília nos dias 21 e 22 de maio.
Fonte: Rádio São Luiz







